Delegado Rafael Martins conta como foi a apreensão de menor que iria realizar atentado em escola de Coroatá

Foto ilustrativa de um Coquetel molotov

Em entrevista, o delegado da Polícia Civil, Rafael Martins, contou com mais detalhes como foi a apreensão de menor que iria realizar atentado em escola de Coroatá. De acordo com o delegado o estudante chegou na escola de preto e pretendia, segundo relato, fazer uma simulação do atentado na escola de Suzano – SP. O menor, que juntou várias bombas de São João para a montar um explosivo maior, também falou que dentro dos canos de PVC contem apenas areia. Ele também tinha um vidro de solvente para a produção do chamado Coquetel molotov. A perícia está analisando todo material encontrado.

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