FAEMA/SENAR e SINCODÓ promovem encerramento do curso Artesanato em Fibras Naturais da Bananeira em Codó

O Sistema FAEMA/SENAR e o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó (SINCODÓ) promoveram o encerramento do curso de Artesanato em Fibras Naturais da Bananeira na cidade de Codó, na Associação das Quebradeiras de Coco do bairro Nova Jerusalém. O evento contou com a presença do mobilizador dos Cursos do FAEMA/SENAR/SINCODÓ, Elias Araújo e do presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Codó, Iedo Barros, que vieram prestigiar as formandas e parabenizá-las pela conclusão dessa importante etapa de suas vidas.

O curso teve como objetivo capacitar as participantes para a produção de forma artesanal, resgatando técnicas tradicionais, além de valorizar a cultura local e o estímulo ao empreendedorismo. Com o conhecimento adquirido, as formandas poderão iniciar seus próprios negócios, gerando assim renda para suas famílias e contribuindo para o desenvolvimento econômico da região.

Durante o encerramento do curso, as formandas tiveram a oportunidade de apresentar suas produções. O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Codó, falou sobre mais um encerramento de curso. “Essa iniciativa será cada vez mais valorizada e incentivada, para que mais pessoas possam se beneficiar desse conhecimento e fortalecer a produção local, parabéns a quem participou desse curso e virão outras novidades”, disse Iedo Barros.

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A Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (FAEMA), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó (SINCODÓ) proporcionando melhorias para o produtor e trabalhador rural, oferecerá cursos de: Agricultura e Horticultura, Pecuária, Agroindústria, Aquicultura, Prestação de Serviço (Turismo), Silvicultura, cursos de atividades de apoio AGROSSILVIPASTORIL e Promoção Social em Codó.
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Arlindo Salazar reafirma sua pré-candidatura a prefeito de Codó pelo PL 22

Em entrevista ao Posdcast do comunicador Jonas Filho, o servidor público da Receita Federal, Arlindo Salazar, reafirmou a sua pré-candidatura a prefeito de Codó pelo Partido Liberal (PL) 22. Salazar falou sobre os muitos problemas que afetam ao município e a necessidade de uma real renovação na estrutura política de Codó.

“Obrigado pela oportunidade. Venho dizer ao eleitor codoense e reafirmar nossa pré-candidatura a prefeito de Codó pelo PL 22. Queremos pontuar bem nas próximas pesquisas, estamos correndo e nos esforçando pra isso, mas nós dependemos muito do cidadão. Pra que ele observe quem realmente tem compromisso. Aqueles que já passaram, criaram a maioria dos problemas que nós temos ou alimentaram esses problemas e não trouxeram nenhuma solução. Está na hora da gente apostar em alguém diferente, alguém que veio da base, que veio do meio da sociedade e que conhece a administração pública. São 40 anos já no meio da administração pública. Boa parte pelo exército e boa parte pela receita federal”, declarou Salazar.

Três trechos de BRs estão interditados no Maranhão

Um terceiro trecho de rodovia federal rompeu na tarde deste domingo (14), no km 267 da BR-316, em Santa Inês (entre Santa Inês e o povoado Estaca Zero). Antes, no sábado (13), dois outros pontos sofreram processo de erosão e desmoronaram, ambos na BR-222.

Agora os trechos totalmente interditados são:

▪️BR-222

1. Km 363 – entre Santa Inês e Santa Luzia (do Tide). Trecho completamente submerso pelas águas. O desvio junto ao trem da VALE encontra-se inundado e intrafegável;

2. Km 598 – entre Bom Jesus das Selvas e Açailândia (distante 15 quilômetros de Bom Jesus das Selvas);

▪️BR-316

3. Km 267 – entre Santa Inês e o povoado Estaca Zero. Até as 14h o local apresentava um buraco em uma das faixas. A partir das 15h, o asfalto cedeu e bloqueou a via, que é a principal BR que interliga Belém/PA a Teresina/PI.

DESVIOS INDICADOS

Para quem viaja de São Luís para a região tocantina (ou para o estado do Tocantins) – pela BR-135: Peritoró, Presidente Dutra, Barra do Corda, Grajaú, Imperatriz, Carolina.

De acordo com a Policia Rodoviária Federal (PRF), existem alternativas por rodovias estaduais, porém, a quantidade de chuvas que caem no estado do Maranhão desaconselham viajar pela maior parte dos desvios existentes.

O governador Carlos Brandão informou em redes sociais que acionou o Departamento Nacional de Trânsito (Dnit) para tomar as devidas providências.

CN

Colisão frontal entre picape e carreta resulta em duas mortes na BR-135

Nesse sábado (13), uma tragédia ocorreu na BR-135, na cidade de Presidente Dutra, resultando na perda de duas vidas devido a um acidente de trânsito. As vítimas estavam a bordo de uma picape que colidiu frontalmente com um caminhão.

Conforme relato da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu por volta das 14h, no km 337 da referida rodovia. Uma picape VW/Saveiro 1.6 CS, de cor preta e placa do Maranhão, transportando caixas contendo frutas e verduras, chocou-se de frente com uma carreta Daf/Xf Ftt 530, de cor cinza e placa do Piauí, que estava carregada com grãos.

Ambos os ocupantes da picape Saveiro perderam suas vidas no local do acidente. O condutor, um homem de 38 anos de idade, residente de Presidente Dutra, e um passageiro, cuja idade não foi divulgada, foram as vítimas fatais. O motorista da carreta, por outro lado, saiu ileso.

As circunstâncias que levaram a essa colisão fatal ainda não foram esclarecidas pelas autoridades.

O Imparcial

Davi, Matteus e Isabelle são os grandes finalistas do BBB 24

Davi, Matteus e Isabelle são os finalistas do BBB 24. Na noite desta terça-feira (16), o público vai conhecer o mais novo milionário do país. Alane foi a última eliminada do programa e deixou a disputa pelo prêmio que já o maior da história: R$ 2,92 milhões.

CONHEÇA A TRAJETÓRIA DOS FINALISTAS

DAVI

Foi o integrante masculino escolhido pelo público para entrar na casa, vindo do ‘Puxadinho’, com 60,94% dos votos. Ele sempre contou que desejava entrar no BBB 24 para realizar o sonho de ser médico.

O brother foi presenteado por Wanessa Camargo com uma bolsa de estudos para cursar Medicina. Além disso, ganhou prêmios como R$ 100 mil em uma das últimas provas do Líder e um carro 0 km na prova que o levou direto para a final do reality show.

O motorista de aplicativo foi um dos que mais esteve em Paredões, indo oito vezes para a berlinda antes da final. O baiano teve inúmeros embates, sendo os maiores com Wanessa Camargo, MC Bin Laden, Yasmin Brunet e Leidy Elin. Recentemente, se envolveu em uma briga com a ex-aliada Beatriz, que foi a 20ª eliminada do BBB 24 com 82,61% dos votos.

ISABELLE

É cunhã-poranga do Boi Garantido. A sister ficou famosa por representar o boi vermelho e branco do Festival Folclórico do Parintins, no Amazonas.

No programa, a manauara fez amizades com diferentes grupos e não teve nenhum embate expressivo, embora tenha se desentendido com Lucas Buda e MC Bin Laden.

Embora tenha ficado próxima do grupo Fadas, seu maior aliado sempre foi Davi, embora ambos não falassem muito sobre o jogo de cada um no confinamento.

Isabelle chegou a ganhar uma prova do Líder em dupla com Beatriz, mas deixou a vendedora ficar com a liderança, e embolsou R$ 40 mil. Ela Não ganhou nenhuma prova do Anjo e enfrentou a berlinda seis vezes, inclusive ao lado de Davi.

Na reta final do programa, engatou romance com Matteus. O primeiro beijo do casal aconteceu durante uma festa.

MATTEUS

Natural de Alegrete (RS), é estudante de engenharia agrícola. Ele se descreveu, na sua introdução, como um homem “de bom coração e sensível”, o que provou ser durante o confinamento.

Se envolveu com Deniziane, mas o romance chegou ao fim antes da sister ser eliminada após ele retirar a barba que usava. Após muita insistência, trocou beijos com Isabelle durante uma festa.

Entre os finalistas, foi o brother que menos enfrentou o Paredão. Com grande talento para vencer provas, ele foi Líder duas vezes e ganhou cinco provas do Anjo. O gaúcho bateu o recorde de toda a história do reality show como o participante que foi Anjo por mais vezes no programa.

MN

Entenda o ataque sem precedentes do Irã contra Israel e o que esperar do conflito

O Irã lançou um ataque sem precedentes de drones e mísseis em grande escala contra Israel na noite de sábado (13), em retaliação a um suposto ataque israelense a um complexo diplomático iraniano na Síria, trazendo à tona a longa guerra sombria entre os dois lados e aumentando a perspectiva de um conflito regional total.

Mais de 300 projéteis incluindo cerca de 170 drones e mais de 120 mísseis balísticos– foram disparados contra Israel em um imenso ataque aéreo durante a noite, mas “99% deles” foram interceptados pelos sistemas de defesa aérea de Israel e seus “parceiros”, de acordo com os militares israelenses.

As represálias marcaram a primeira vez que a República Islâmica lançou um ataque direto a Israel a partir do seu solo, marcando um novo e perigoso ponto de inflexão no crescente conflito no Oriente Médio. O Irã alertou que responderá com ações “mais fortes e resolutas” se Israel retaliar os ataques desse fim de semana, segundo o embaixador de Teerã nas Nações Unidas.

Em um telefonema com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no sábado à noite, o presidente dos EUA, Joe Biden, deixou claro que os EUA não participariam em quaisquer operações ofensivas contra o Irã –ao reafirmar “o compromisso firme da América com a segurança de Israel”, disse um funcionário sênior da Casa Branca à CNN.

Biden disse a Netanyahu que deveria considerar os acontecimentos de sábado à noite uma “vitória”, uma vez que os ataques do Irã foram em grande parte sem êxito e, em vez disso, demonstrou a “notável capacidade de Israel para se defender e derrotar até mesmo ataques sem precedentes”.

Os EUA avaliaram que quase todos os drones e mísseis –incluindo mais de 100 mísseis balísticos– lançados pelo Irã foram derrubados do céu. Nenhum míssil de cruzeiro causou impacto e nada de “valor” foi atingido, segundo o funcionário do governo.

Não houve relatos de ferimentos sofridos diretamente por ataques iranianos, de acordo com o serviço de emergência de Israel, embora o governo tenha dito que uma menina de 7 anos foi gravemente ferida por estilhaços do míssil interceptador de Israel.

Quando a notícia do ataque foi divulgada, abrigos públicos foram abertos na cidade de Haifa, no norte de Israel, e grandes reuniões públicas foram proibidas. Israel fechou o seu espaço aéreo, tal como fizeram os vizinhos Jordânia, Iraque e Líbano. Na manhã de domingo (14), Israel e Jordânia reabriram o seu espaço aéreo.

A equipe da CNN em Jerusalém pôde ouvir explosões e sirenes enquanto aparentes interceptações ocorriam na manhã de domingo, horário local.

“Continuamos a ver múltiplas interceptações nos céus, vindas de várias direções diferentes. É difícil dizer o que é um míssil que se aproxima e o que é uma interceptação”, relatou Nic Robertson, da CNN.

“Estou ouvindo múltiplas, múltiplas detonações novamente, o que parecem ser interceptações. Não estou ouvindo o som dos impactos”, disse ele, acrescentando que sua equipe já testemunhou dezenas de aparentes interceptações.

Na madrugada de domingo, no horário local, a missão do Irã nas Nações Unidas anunciou que o ataque era agora “considerado concluído” –mas alertou para uma potencial escalada futura.

Separadamente, mais de 55 foguetes foram disparados do Líbano para Israel na manhã de domingo, horário local, de acordo com os militares israelenses.

O ataque contra Israel levou Biden a realizar uma longa reunião com sua equipe de segurança nacional na noite de sábado para avaliar a situação, segundo uma autoridade dos EUA. Biden também se reunirá com os líderes do G7 no domingo “para coordenar uma resposta diplomática unida ao ataque descarado do Irã”, de acordo com uma nota divulgada pela Casa Branca.

Os ativos defensivos dos EUA foram transferidos para a região no início dessa semana e “ajudaram Israel a derrubar quase todos os drones e mísseis que chegavam”, segundo a nota.

As forças dos EUA interceptaram mais de 70 drones de ataque unidirecional e pelo menos três mísseis balísticos que o Irã disparou contra Israel, de acordo com duas autoridades dos EUA familiarizadas com a situação.

Os mísseis balísticos foram interceptados por navios de guerra no leste do Mar Mediterrâneo, disse uma das autoridades. A Marinha dos EUA tem atualmente dois destróieres naquela área, ambos destruidores de mísseis guiados capazes de interceptar lançamentos de mísseis e drones. Os caças dos EUA também fizeram parte da resposta americana ao ataque do Irã no sábado e abateram drones lançados contra Israel, disse outro funcionário dos EUA à CNN.

Retaliação por ataque no complexo da embaixada
Os temores de que a guerra de Israel em Gaza possa evoluir para um conflito regional mais amplo têm aumentado desde que o Irã acusou Israel de bombardear o seu complexo diplomático na Síria no início desse mês.

O ataque aéreo destruiu o edifício do consulado na capital Damasco, matando pelo menos sete funcionários, incluindo Mohammed Reza Zahedi, um comandante do alto escalão da elite da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), e o comandante sênior Mohammad Hadi Haji Rahimi, disse na época o Ministério das Relações Exteriores do Irã.

Zahedi, ex-comandante das forças terrestres e aéreas da IRGC e vice-comandante de suas operações, foi o alvo iraniano de maior destaque morto desde que o então presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou o assassinato do general da IRGC, Qassem Soleimani, em Bagdá em 2020.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que Israel seria punido pelo ataque, enquanto o presidente Ebrahim Raisi disse que isso “não ficaria sem resposta”, informou a agência de notícias estatal IRNA. O grupo militante libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, disse que o ataque seria recebido com “punição e vingança”.

Israel não reconheceu publicamente a responsabilidade pelo ataque, mas disse que acreditava que o edifício atingido era um “edifício militar das forças Quds” – uma unidade da IRGC responsável por operações no exterior.

Pouco depois do lançamento dos drones, no sábado à noite, o ministro da Defesa do Irã, Brigadeiro-General Mohammad Reza Ashtiani, alertou que qualquer país que permita a Israel utilizar o seu espaço aéreo ou território para atacar o Irã enfrentaria uma “resposta decisiva”.

Como o mundo reagiu
Em um comunicado divulgado no Telegram, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que o ataque mostrou a “abordagem responsável do Irã à paz e segurança regional e internacional em um momento [de] ações ilegais e genocidas por parte do regime sionista do apartheid contra o povo palestino”.

No entanto, uma série de países, do Oriente Médio à Europa e à América Latina, expressaram preocupações sobre a possibilidade de escalada, muitos deles condenando as ações do Irã.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou à cessação imediata das hostilidades, dizendo estar “profundamente alarmado com o perigo muito real de uma escalada devastadora em toda a região”. As potências regionais Arábia Saudita e Egito expressaram preocupações semelhantes, com o Egito dizendo que estava em contato com “todas as partes interessadas para tentar conter a situação”.

Vários países europeus condenaram o ataque e expressaram apoio a Israel, com o chefe de política externa da União Europeia, Josep Borrell, descrevendo-o no X como “uma escalada sem precedentes e uma grave ameaça à segurança regional”.

O Reino Unido e a França reiteraram os seus compromissos com a segurança de Israel. O primeiro-ministro britânico Rishi Sunak disse que o Irã “demonstrou mais uma vez que pretende semear o caos no seu próprio quintal”.

A Holanda, Áustria e República Checa também condenaram o ataque e expressaram apoio a Israel, enquanto a Espanha e Portugal apelaram à desescalada.

A China também expressou “profunda preocupação”, apelando às “partes relevantes para que exerçam calma e moderação para evitar novas escaladas” e chamou o ataque de “repercussão do conflito de Gaza”, pedindo um cessar-fogo imediato na faixa.

Nos últimos meses, as autoridades americanas instaram Pequim a usar a sua influência sobre o Irã para ajudar a prevenir um conflito regional. A China tem sido o maior parceiro comercial do Irã durante a última década e compra 90% das exportações de petróleo do país.

Na América Latina, o Chile e o México condenaram o uso da força, enquanto o presidente da Argentina, Javier Milei, encurtou uma viagem à Dinamarca para voltar ao seu país e formar um comitê de crise. O seu porta-voz, Manuel Adorni, disse que a reunião era para “assumir o controle da situação e coordenar ações com os presidentes do mundo ocidental”.

*Com informações de Paul Murphy, Adam Pourahmadi, Tamar Michaelis e Andrew Raine, da CNN.