Sebrae/MA realizará Fórum de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial em Caxias

CAXIAS (MA) — O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão (Sebrae/MA), por meio de sua Unidade Regional dos Cocais, promoverá no próximo dia 20 de outubro de 2026 o Fórum de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial dos Cocais.

O encontro, marcado para o período das 8h às 12h, terá como sede a Singulare Casa de Festas, situada na Avenida Édson Lobão, número 2126, no bairro Volta Redonda, em Caxias.

​O evento tem como objetivo central estabelecer um espaço de diálogo, articulação e construção de estratégias focadas no desenvolvimento sustentável da Região dos Cocais.

PÚBLICO ALVO

O convite oficial, assinado por Stenio Gonçalves de Sousa Pinheiro, gerente da Unidade Regional dos Cocais do Sebrae/MA, é direcionado a representantes do poder público, entidades empresariais, instituições parceiras e demais lideranças estratégicas da região.

A proposta busca fortalecer a integração institucional, além de ampliar a capacidade de cooperação voltada a políticas públicas, empreendedorismo, inovação e inclusão socioprodutiva.

A PROGRAMAÇÃO

A programação técnica do fórum abrange debates estruturados em três painéis principais.

O Painel 1 abordará a economia circular, inclusão social e desenvolvimento territorial sob o tema “Do Resíduo à Oportunidade”, com foco na gestão sustentável de resíduos para geração de renda.

Em seguida, o Painel 2 tratará da “Gestão Pública que Transforma”, apresentando iniciativas públicas direcionadas ao fortalecimento do desenvolvimento regional e à melhoria da qualidade de vida da população.

O Painel 3 será dedicado à “Agência de Desenvolvimento LIDER Cocais”, com discussões sobre governança territorial e integração de recursos entre os municípios.

RADAR DE OPORTUNIDADES

​Além das mesas de discussão, a agenda do evento inclui o espaço “Radar de Oportunidades”, com a apresentação do Programa Contrata + Brasil, que visa conectar empresas regionais a novas opções de negócios e contratação pública.

O fórum encerra as suas atividades com uma palestra magna voltada a reflexões sobre inovação, liderança e estratégias de desenvolvimento para o futuro do território.

Blog do Acélio

D’lla Grill: sabor, variedade e aconchego no coração de Codó

Se você procura uma experiência gastronômica completa, com comida saborosa e um ambiente pensado para o seu bem-estar, o Restaurante D’lla Grill é o lugar certo. Localizado no centro de Codó, no coração da cidade, o D’lla Grill une praticidade, qualidade e um cardápio que agrada aos paladares mais exigentes.

Com cardápio variado, o restaurante oferece self-service sem balança, trazendo liberdade para você montar seu prato do seu jeito, além da opção de delivery, ideal para quem prefere saborear boas refeições no conforto de casa.

O destaque fica por conta das carnes assadas na brasa, sempre suculentas e no ponto certo, com opções como boi, porco, frango, toscana e coração. Para quem aprecia pratos tradicionais, o D’lla Grill também serve deliciosas carnes ao molho, como cozido de boi, frango cozido, sarapatel, panelada, bife e fígado acebolado — sabores que remetem à comida caseira feita com cuidado e carinho.

Tudo isso em um espaço aconchegante, preparado sob medida para proporcionar conforto, boa convivência e uma experiência gastronômica que valoriza o seu paladar. O D’lla Grill é mais que um restaurante: é um convite para comer bem, se sentir bem e voltar sempre.

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Fim da escala 6×1: conquista dos trabalhadores, desafio para as empresas e um novo debate sobre produtividade

Por Professor / Administrador e Advogado Ferdinando Rocha

O debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 ultrapassa os limites das relações trabalhistas. Trata-se de uma discussão que envolve qualidade de vida, saúde, dignidade humana, produtividade, geração de empregos e sustentabilidade econômica das empresas. A questão central é compreender como podemos avançar na proteção dos trabalhadores sem desconsiderar a realidade operacional e financeira dos empregadores.

A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 pelo Senado Federal, em dois turnos, no dia 14 de outubro de 2026, recolocou esse tema no centro das discussões nacionais. A proposta prevê a substituição gradual da escala 6×1 por uma organização com dois dias de descanso semanal remunerado e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial. A promulgação foi anunciada para o dia 16 de outubro, com implementação gradual das novas regras. A mudança representa uma transformação importante na organização do trabalho brasileiro e exige uma análise que considere tanto os direitos sociais quanto os desafios econômicos envolvidos.

O trabalhador precisa de tempo para viver, não apenas para trabalhar

A escala 6×1 caracteriza-se, tradicionalmente, por seis dias de trabalho para um dia de descanso. Embora tenha sido utilizada em diversos segmentos da economia, essa organização pode impor limitações significativas à vida pessoal, sobretudo em atividades que exigem esforço físico, atendimento contínuo ao público ou longos deslocamentos. Na prática, o trabalhador pode passar a maior parte da semana entre o trabalho, o transporte, as obrigações domésticas e a recuperação do cansaço. O tempo destinado à convivência familiar, ao lazer, aos estudos e ao desenvolvimento pessoal acaba reduzido.

Sob a perspectiva dos direitos sociais, ampliar o período de descanso significa reconhecer que o trabalho é parte da vida, mas não pode ocupar toda a existência do indivíduo. O descanso adequado contribui para a recuperação física e mental, favorece a convivência familiar e cria oportunidades para que o trabalhador estude, se qualifique e participe mais ativamente da sociedade. Não se trata de defender a redução do compromisso profissional, mas de discutir uma organização do trabalho que permita conciliar produtividade e dignidade humana.

Trabalhar menos horas significa produzir menos?

Essa é uma das principais questões do debate e exige cautela. A produtividade não depende exclusivamente do número de horas trabalhadas. Ela também está relacionada à qualificação profissional, à tecnologia, à organização dos processos, às condições de trabalho, à gestão e ao nível de fadiga dos empregados. Um trabalhador descansado pode apresentar maior concentração, cometer menos erros e executar suas tarefas com mais eficiência. Em determinadas atividades, a redução da fadiga pode contribuir para diminuir acidentes, retrabalho e afastamentos.

Entretanto, é importante evitar generalizações. A redução da jornada não garante, automaticamente, o aumento da produtividade em todos os setores. Uma empresa que consegue reorganizar processos e eliminar desperdícios pode absorver parte da mudança sem comprometer sua produção. Já um estabelecimento que depende da presença física de funcionários durante todo o horário de funcionamento poderá precisar contratar novos trabalhadores ou reorganizar suas equipes.

Portanto, a discussão deve considerar não apenas o tempo trabalhado, mas também a quantidade e a qualidade do resultado produzido. O desafio consiste em construir modelos de trabalho nos quais a eficiência seja alcançada pela melhor organização das atividades, e não simplesmente pela ampliação da permanência do empregado no ambiente profissional.

Por que parte dos empresários demonstra preocupação?

A resistência de alguns empregadores à redução da jornada precisa ser analisada sem generalizações ou julgamentos precipitados. Existem preocupações econômicas legítimas, principalmente entre empresas de pequeno porte, que operam com margens reduzidas, equipes enxutas e limitações de capital de giro. Se uma empresa precisa manter o mesmo horário de atendimento, a mesma produção e a mesma remuneração mensal, mas passa a contar com menos horas de trabalho por empregado, será necessário encontrar uma forma de compensar essa diferença.

Entre as alternativas estão a reorganização das escalas, a contratação de novos profissionais, a automação de determinadas tarefas, o investimento em capacitação e a revisão dos processos produtivos. Essas medidas, porém, apresentam custos e dificuldades diferentes conforme o segmento econômico. Uma atividade que permite flexibilizar horários e executar tarefas remotamente possui características distintas de um restaurante, supermercado, hospital ou serviço de segurança que necessita de cobertura operacional contínua.

Também é preciso considerar que o aumento do custo por hora trabalhada pode pressionar as margens de lucro, especialmente quando a empresa não consegue ampliar sua produtividade ou repassar parte dos custos aos preços. Isso não significa que a redução da jornada seja economicamente inviável. Significa que sua implementação exige planejamento, adaptação e acompanhamento dos resultados.

O fim da escala 6×1 pode gerar mais empregos?

Essa possibilidade merece atenção, mas não deve ser apresentada como resultado garantido. Em determinados setores, a necessidade de cobrir as horas liberadas pela redução da jornada poderá estimular novas contratações. Em outros, a reorganização dos processos e o aumento da produtividade poderão permitir a manutenção das atividades com a equipe existente. Também existem situações em que empresas com menor capacidade financeira podem reduzir contratações, limitar horários de funcionamento ou enfrentar dificuldades para absorver os novos custos.

Os efeitos sobre o emprego dependerão de fatores como demanda, produtividade, estrutura empresarial, qualificação profissional e condições econômicas. Por isso, uma avaliação responsável precisa acompanhar os indicadores de emprego formal, salários, preços, produtividade e desempenho dos diferentes setores.

Não é adequado afirmar que o fim da escala 6×1 provocará necessariamente desemprego em massa. Da mesma forma, não é correto garantir que a mudança produzirá automaticamente mais vagas de trabalho. O resultado dependerá da forma como empresas, trabalhadores e poder público conduzirão o processo de adaptação.

O que muda no Direito do Trabalho?

A Constituição Federal estabelece, no artigo 7º, inciso XIII, o limite geral de oito horas diárias e 44 horas semanais, admitindo compensação de horários e redução da jornada mediante os instrumentos juridicamente previstos. O inciso XV assegura o repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos.

A PEC 221/2019 foi aprovada pelo Senado Federal em dois turnos e prevê a alteração desse regime constitucional, com redução gradual da jornada e ampliação do descanso semanal remunerado, sem redução salarial. O cronograma anunciado estabelece duas etapas principais: inicialmente, 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passará de 44 para 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Após mais 12 meses, o limite semanal será reduzido para 40 horas.

A implementação deverá observar o texto definitivo da Emenda Constitucional, sua publicação oficial e as regras de transição aplicáveis. Do ponto de vista empresarial, a mudança exige atenção à elaboração das escalas, ao controle de jornada, aos contratos de trabalho, à remuneração das horas extraordinárias e às normas coletivas de cada categoria.

A redução da jornada não autoriza o descumprimento das regras sobre intervalos, repouso semanal ou limites legais do trabalho extraordinário. Tampouco permite presumir que as horas reduzidas possam ser simplesmente compensadas por exigências habituais de trabalho além da jornada aplicável. É fundamental que empregadores e profissionais de recursos humanos acompanhem a regulamentação e as orientações oficiais, evitando decisões precipitadas ou alterações contratuais incompatíveis com o novo regime.

O equilíbrio entre direitos sociais e sustentabilidade econômica

O debate sobre a escala 6×1 não deve ser tratado como uma disputa na qual o trabalhador precisa perder para que a empresa sobreviva, ou a empresa precisa suportar qualquer custo para que o trabalhador tenha mais descanso. A relação de emprego envolve interesses distintos, mas também interdependentes.

O trabalhador precisa de remuneração, segurança, descanso e condições dignas. A empresa necessita de produtividade, planejamento, receitas e capacidade de investimento para continuar operando e gerando empregos. A legislação trabalhista tem justamente o papel de estabelecer parâmetros que protejam os direitos fundamentais e organizem essa relação.

Nesse contexto, a redução da jornada pode ser acompanhada de investimentos em tecnologia, qualificação profissional, gestão eficiente, revisão de processos e negociação coletiva. Também é necessário considerar as dificuldades específicas das pequenas empresas, sem transformar essas dificuldades em justificativa para desconsiderar direitos trabalhistas. O diálogo entre empregadores, trabalhadores, sindicatos e poder público será importante para identificar soluções adequadas aos diferentes setores.

Uma mudança que exige responsabilidade e visão de futuro

A discussão sobre o fim da escala 6×1 oferece uma oportunidade para repensar a relação entre tempo, trabalho e qualidade de vida no Brasil. O avanço tecnológico, a melhoria dos processos produtivos e a qualificação profissional permitem discutir formas de organização que valorizem os resultados sem ignorar os limites humanos.

Entretanto, a modernização das relações de trabalho não ocorre apenas pela alteração de uma regra jurídica. Ela depende de planejamento, investimento, fiscalização, negociação e capacidade de adaptação. A sociedade precisa acompanhar os efeitos da mudança com dados concretos, identificando tanto os ganhos sociais quanto eventuais dificuldades econômicas, para que os ajustes necessários sejam feitos sem comprometer a finalidade da proteção trabalhista.

Conclusão

O fim da escala 6×1 coloca em pauta uma questão essencial: qual modelo de trabalho queremos construir para o futuro? O trabalhador não vive apenas para trabalhar. Precisa de tempo para a família, para a saúde, para os estudos e para o desenvolvimento pessoal. Ao mesmo tempo, as empresas precisam de condições para produzir, investir, gerar renda e manter os postos de trabalho.

A redução da jornada pode contribuir para uma relação mais equilibrada entre trabalho e vida pessoal, mas seus resultados dependerão da implementação, das características de cada atividade e da capacidade de reorganização das empresas. O caminho mais responsável é conciliar proteção social, produtividade e sustentabilidade econômica, com respeito à legislação e atenção aos efeitos reais da mudança.

O verdadeiro desafio não é escolher entre o trabalhador e a empresa. É construir um modelo em que o trabalho continue gerando riqueza, mas também permita que as pessoas tenham tempo e condições para viver com dignidade.

Professor / Administrador e Advogado Ferdinando Rocha

| ROMARIA FRANCISCANA | 800 ANOS COM FRANCISCO: PEREGRINOS DA PAZ E DO BEM ️

Doze quilômetros de caminhada, oração, reflexão e fraternidade, seguindo os passos de São Francisco de Assis!

Nossa | Romaria franciscana rumo à comunidade São Francisco de Assis, no povoado Cajueiro, foi marcada por momentos de profundo espiritualidade, reflexões ao longo do caminho, a celebração da santa missa e um belo café partilhado, expressão da simplicidade e da comunhão que nos ensina o Pobrezinho de Assis.

Mais do que percorrer uma estrada, caminhamos juntos na fé, renovando o compromisso de sermos instrumento de paz, amor e esperança onde quer que estejamos.

Que, inspirados por São Francisco, continuemos a construir pontes, cuidar da criação e semear o bem por onde passarmos! ️

Paz e bem!

Caso de pedreiro enganado por mulher criada por IA é crime? Entenda

BRASIL – O caso do pedreiro Edimar Rocha Martins, de 49 anos, que saiu de Imperatriz, no Maranhão, e percorreu mais de 2 mil quilômetros até Belo Horizonte, em Minas Gerais, para encontrar uma mulher que, na verdade, era uma personagem criada por inteligência artificial (IA), ganhou repercussão nas redes sociais. Diante da situação, surgiram questionamentos sobre a possibilidade de investigação policial e a responsabilidade de quem administra o perfil virtual.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que, até o momento, não identificou registros de ocorrência relacionados ao episódio. A instituição também esclareceu que criar personagens fictícios com inteligência artificial não constitui, por si só, uma infração penal. No entanto, o uso da tecnologia para enganar pessoas, obter vantagens ilícitas ou causar prejuízos pode configurar crime, dependendo das circunstâncias.

O caso do pedreiro que viajou a BH é investigado pela polícia?
Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que não encontrou registros de boletins de ocorrência relacionados ao caso de Edimar Rocha Martins nas consultas realizadas em seus sistemas.

Segundo a corporação, situações envolvendo relacionamentos virtuais podem caracterizar crimes como estelionato e fraude eletrônica, desde que estejam presentes os requisitos previstos na legislação brasileira.

Entretanto, a polícia destacou que a existência de um perfil fictício nas redes sociais não significa, necessariamente, que tenha ocorrido um crime. Para isso, é preciso analisar as circunstâncias, identificar possíveis responsáveis e verificar se houve alguma conduta criminosa.

“Dessa forma, não é possível afirmar, neste momento, que tenha ocorrido crime, tampouco apontar eventuais responsáveis”, esclareceu a instituição.

A PCMG orienta que pessoas que suspeitem ter sido vítimas de golpes ou fraudes virtuais procurem uma unidade policial ou registrem um boletim de ocorrência por meio da Delegacia Virtual.

A recomendação também é preservar conversas, mensagens, comprovantes de transferências e outras evidências digitais que possam contribuir para uma eventual investigação.

Quem é o pedreiro que viajou mais de 2 mil quilômetros?

Edimar Rocha Martins, de 49 anos, é natural de Araguatins, no Tocantins, e trabalha como pedreiro. Ele saiu de Imperatriz, no Maranhão, com destino a Belo Horizonte, após conhecer pelas redes sociais uma suposta mulher com quem acreditava ter a possibilidade de iniciar um relacionamento.

Ao chegar à capital mineira, no domingo (11), Edimar não conseguiu encontrar a pretendente. A mulher que motivou a viagem era, na verdade, uma personagem virtual criada por inteligência artificial.

Em conversa com uma assistente social da Prefeitura de Belo Horizonte, o pedreiro revelou que a solidão foi um dos principais motivos que o levaram a viajar em busca de um relacionamento amoroso.

“Tem coisa pior do que a solidão?”, questionou.

“Ela [solidão] só dá tristeza, desânimo, depressão. Muita pessoa queria encontrar um relacionamento, então eu vim”, desabafou.

Quem é a mulher criada por inteligência artificial?

A personagem virtual que motivou a viagem de Edimar se apresenta nas redes sociais como Jéssica Oliveira, também conhecida como “Jessica Fazendeira”. O perfil acumula mais de 300 mil seguidores e publica vídeos produzidos com o uso de inteligência artificial.

Nas publicações, a personagem aparece afirmando que procura um homem disposto a morar com ela em uma fazenda. Em alguns vídeos, chega a prometer sustentar financeiramente o futuro companheiro, sugerindo que ele não precisaria mais trabalhar.

“Eu quero muito sustentar você, eu quero que você venha para minha fazenda e nunca mais trabalhe na sua vida”, afirma a personagem em uma das publicações.

O conteúdo chamou a atenção de usuários das redes sociais e, segundo o relato de Edimar, despertou nele a expectativa de encontrar uma companheira.

O que diz o responsável pelo perfil de Jessica Fazendeira?

Após a repercussão do caso, o administrador do perfil publicou, nessa quarta-feira (14), um vídeo em que a própria personagem virtual esclarece que foi criada com inteligência artificial e nega ter mantido contato com Edimar.

Na publicação, o responsável pela conta também afirma que o objetivo do perfil era gerar engajamento nas redes sociais para impulsionar vendas, e não estabelecer relacionamentos amorosos com seguidores.

“Vim aqui para dizer o óbvio: sou feita de inteligência artificial. Nunca conversei com ninguém nesse perfil. O intuito foi ganhar engajamento para vendas”, afirma a personagem no vídeo.

O conteúdo também nega que Edimar tenha recebido qualquer convite para viajar até Belo Horizonte ou que o perfil tenha mantido conversas particulares com seguidores.

“Nunca falei diretamente com ninguém e muito menos levei alguém a Belo Horizonte. Foi uma surpresa para mim ver o que está acontecendo”, acrescenta.

Até o momento, não há confirmação de que o responsável pela página tenha conversado diretamente com o pedreiro ou solicitado que ele realizasse a viagem.

O perfil de Jéssica Fazendeira, personagem criada por inteligência artificial (IA) que motivou a viagem do pedreiro Edimar Rocha Martins a Belo Horizonte, saiu do ar após a repercussão do caso. A conta acumulava mais de 300 mil seguidores e chamava a atenção por publicar vídeos em que a suposta fazendeira afirmava estar à procura de um companheiro para viver com ela. Até o momento, não há informações oficiais sobre o motivo da retirada da página. Não se sabe se o perfil foi desativado pela plataforma após possíveis denúncias de usuários ou excluído pelos próprios administradores.

Polícia alerta para riscos de perfis falsos criados com IA
A repercussão do episódio também chama a atenção para os riscos associados a perfis fictícios produzidos com inteligência artificial, especialmente aqueles que apresentam personagens com aparência, voz e comportamentos semelhantes aos de pessoas reais.

Embora a criação desse tipo de conteúdo não seja necessariamente criminosa, a tecnologia pode ser utilizada para manipular usuários, criar falsas expectativas de relacionamentos e, em determinadas situações, aplicar golpes financeiros.

A Polícia Civil de Minas Gerais recomenda que usuários verifiquem a identidade de pessoas conhecidas pela internet antes de realizar viagens, compartilhar informações pessoais ou fazer transferências financeiras.

Em situações de suspeita de fraude, a orientação é guardar mensagens, registros de conversas, comprovantes e outras provas digitais, além de procurar a polícia para formalizar a denúncia.

Imirante

Governador Brandão comemora aprovação do fim da escala 6×1

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), comemorou a aprovação do fim da escala de trabalho 6×1, que prevê seis dias de trabalho para um de descanso. Em publicação nas redes sociais, nesta quinta-feira (15), ele destacou os benefícios da medida para a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.

Na mensagem, Brandão ressaltou a redução da jornada semanal para 40 horas e afirmou que a mudança representa uma conquista para a classe trabalhadora.

A manifestação ocorre após o Senado aprovar, na quarta-feira (14), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1. A matéria recebeu 75 votos favoráveis e um contrário nos dois turnos de votação.

A mudança tem como objetivo ampliar o tempo de descanso dos trabalhadores e favorecer a conciliação entre a vida profissional e pessoal. A proposta ainda precisa cumprir as próximas etapas de tramitação para que as novas regras possam entrar em vigor.

CNB

Dia dos Professores: surpreenda com presentes especiais do Cantinho do Presente!

O Dia dos Professores está chegando, e essa é uma excelente oportunidade para demonstrar carinho, reconhecimento e gratidão a quem dedica a vida a ensinar e transformar histórias.

No Cantinho do Presente, você encontra opções especiais de kits para presentear com elegância e carinho, perfeitos para homenagear esses profissionais tão importantes. São opções que combinam cuidado, beleza e aquele toque especial que faz toda a diferença na hora de presentear.

Neste Dia dos Professores, surpreenda quem faz a diferença na educação com um presente cheio de significado!

Cantinho do Presente: o lugar certo para encontrar presentes especiais para todas as ocasiões!

Óticas AHP homenageia a todos os professores neste Dia dos Professores

✏️ ensinar a transformar vidas e construir um futuro ser de possibilidades!

Hoje, Nossa homenagem vai para todos os professores que, com amor, dedicação e sabedoria, faço da educação uma verdadeira missão de vida! ‍✨

As Óticas AHP deseja um Feliz Dia dos Professores a todos que inspiram, ensinam e fazem a diferença todos os dias!

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