Uma ação conjunta entre as forças de segurança do Piauí e do Maranhão reforçou o combate à entrada de drogas no sistema prisional maranhense.
Policiais e cães farejadores do Núcleo de Operações de Cães (NOC) da Polícia Militar do Piauí atuaram em varreduras minuciosas nas Unidades de Ressocialização localizadas nos municípios de Codó e Bacabal, ontem, 17/08.
Vídeos da operação mostram cães denominados de K9 farejando drogas (especialmente crack e maconha) e as encontrando.
Foram encontradas drogas na borda de vasos sanitários, no fundo das beliches de cimento, numa sala de Costura havia drogas dentro dos rolos de linha para costura e até em buracos dentro das celas.
Não foram encontradas armas de fogo.
Quando isso ocorre, a direção da unidade é comunicada para que esta acione a Polícia Civil que abrirá inquérito com o intuito de descobrir o dono da droga.
A posse dentro da cela configura falta grave segundo a lei de Execução Penal, a punição é a regressão de regime para o mais gravoso.
Se definido o dono, ele também responderá pelo crime de tráfico de drogas.
Se não tem um dono, a punição coletiva não pode ocorrer.
OUTRA DISCUSSÃO
Há uma falha, evidente, na fiscalização dos dois presídios, afinal como a droga está chegando às celas?
A relação entre paciente e profissional de saúde é uma via de mão dupla. O atendimento adequado exige obrigações da unidade de saúde, mas também responsabilidades por parte do paciente e de seus acompanhantes.
O dever do paciente está previsto no artigo 22, parágrafo único, inciso VII, da Lei nº 15.378/2026 (Estatuto dos Direitos do Paciente). Além de fornecer dados sobre seu histórico de saúde, o paciente tem a obrigação legal de respeitar os direitos dos outros pacientes e dos profissionais de saúde.
Respeitar o descanso e o espaço dos outros internados, tratar a equipe, acompanhantes e demais usuários com cortesia, sem ameaças ou constrangimentos. Seguir normas de funcionamento, regras de higiene e fluxos da unidade. Evitar condutas que prejudiquem ou paralisem o atendimento de terceiros.
Ter deveres não impede o paciente de fazer perguntas, pedir esclarecimentos sobre seu tratamento ou registrar queixas formais caso se sinta prejudicado. O dever de respeito é mútuo. A equipe de saúde e o hospital continuam obrigados a preservar a dignidade, a privacidade e a autonomia do paciente.
Os pacientes também respeitam os profissionais de saúde quando: compartilham histórico médico completo e medicamentos em uso. Seguem as prescrições ou avisar caso opte por descontinuar o tratamento. Tiram dúvidas e comunicar alterações inesperadas em seu estado de saúde. Cumprem o regulamento interno da unidade de atendimento.
O objetivo do Estatuto não é impor submissão, mas garantir um ambiente seguro, organizado e humano para todos, em especial em momentos de vulnerabilidade. Se você gostou do que aprendeu durante estas 15 semanas que estivemos juntos, deixe seu comentário.
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O município de Aldeias Altas celebra o início do Projeto Terapia em Tela, uma iniciativa que utiliza a arte e a pintura como ferramentas de expressão, criatividade, autonomia e inclusão para pessoas com deficiência.
Por meio das atividades artísticas, os participantes têm a oportunidade de desenvolver habilidades, expressar sentimentos e descobrir novos talentos. Cada tela se transforma em um espaço de liberdade, autoestima e valorização das potencialidades de cada atendido.
A iniciativa conta com o apoio e incentivo do Prefeito da Inclusão, Kedson Lima, que destaca a importância de ações voltadas à inclusão e à valorização das pessoas com deficiência no município.
Mais do que pinturas, o projeto busca construir possibilidades e dar voz às histórias e sentimentos de cada participante. Cada pincelada representa uma conquista, cada cor carrega uma emoção e cada obra revela um talento único.
O Projeto Terapia em Tela reforça o compromisso de Aldeias Altas com uma sociedade mais inclusiva, acolhedora e participativa, mostrando que a arte também pode ser um instrumento de transformação social.
Projeto Terapia em Tela — pintando possibilidades, expressando sentimentos e transformando vidas através da arte. ❤️
Representando a Comissão das Mulheres do Agro de Codó-MA, Maria Christina Oliveira participou, em Brasília, do 3º Fórum Liderança Feminina Sindical Rural, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O encontro reuniu mulheres de diferentes regiões do país para um dia de imersão em liderança, capacitação, representatividade e fortalecimento do sindicalismo rural.
A programação contou com palestras, debates e mesas-redondas que destacaram o protagonismo feminino no setor agropecuário e a importância da participação das mulheres nos espaços de decisão. Entre os temas abordados estiveram a atuação dos sindicatos rurais no desenvolvimento do agro, a experiência internacional de lideranças femininas, a representatividade das mulheres em cargos de liderança, as ações institucionais da CNA e o cenário econômico do setor.
Durante o fórum, Rafael Costa ressaltou o papel dos sindicatos rurais e incentivou as mulheres a se tornarem porta-vozes do agro. Fiona Simson, da Organização Mundial de Agricultores (WFO), compartilhou sua experiência internacional e destacou a importância da capacitação e da participação feminina. Também ganharam espaço as experiências de mulheres que se destacam no sindicalismo rural, como Antonielly Rottoli e Lisiane Czech. Sueme Mori e Mirian Vaz abordaram ações internacionais e institucionais da CNA, enquanto Bruno Lucchi tratou de questões relacionadas às condições econômicas do agro. Já Angela Portugal destacou a autorresponsabilidade e o poder do exemplo como instrumentos de transformação.
“Uma experiência única”, destaca Christina Oliveira
Para Maria Christina Oliveira, a participação no evento representou uma experiência marcante e enriquecedora para as mulheres que atuam no setor. Ela também destacou que o fórum cumpriu um papel importante ao aproximar mulheres de diferentes regiões e realidades. “Uma experiência única, que todas as mulheres ligadas ao Agro, filiadas aos Sindicatos Rurais, deveriam ter a oportunidade de participar. Um dia de imersão em liderança, exemplos de resiliência e casos inspiradores, um evento repleto de temas importantes e fortalecedores.“O 3º Fórum Liderança Feminina Sindical Rural teve como objetivo conectar mulheres, sendo o público-alvo mulheres do Agro de todo o Brasil, com histórias de luta pelo seu espaço, fortalecimento de parcerias, pertencimento ao setor rural e, principalmente, exemplo de que as mulheres estão mais presentes no campo como gestoras e trabalhadoras rurais.”
Segundo ela, os conhecimentos adquiridos durante o encontro poderão contribuir para o fortalecimento das comissões locais e para novas iniciativas voltadas à participação feminina no agro. Christina ressaltou ainda um momento da abertura do evento, quando o presidente da CNA, João Martins da Silva Júnior, defendeu uma maior ocupação dos espaços de liderança pelas mulheres. Para Christina, toda a programação teve caráter inspirador e transformador. “Logo na abertura do evento, o presidente da CNA, sr. João Martins da Silva Júnior, fez um apelo para que as mulheres possam ocupar mais espaços, na CNA, na política, em todos os setores, principalmente no Agro. Todas as atividades da programação do 3º Fórum foram inspiradoras e transformadoras. Cada uma das mulheres presentes no evento retornou com mais ânimo para dar continuidade às atividades de suas comissões locais.”
Ao falar sobre sua participação, Maria Christina Oliveira fez ainda um agradecimento especial à presidente da Comissão de Mulheres do Agro de Codó-MA, Inalda Béder, pela oportunidade de representar o município no encontro. “Tenho um agradecimento especial à presidente da Comissão de Mulheres do Agro de Codó-MA, Inalda Béder, por ter permitido participar de um evento tão enriquecedor. Uma experiência inesquecível.”
Inalda Béder destaca importância da representatividade
A presidente da Comissão de Mulheres do Agro de Codó, Inalda Béder, também ressaltou a importância de ter uma representante do município em um evento nacional dessa dimensão. De acordo com Inalda, a participação de Christina contribui para ampliar a rede de apoio, troca de experiências e colaboração entre mulheres que atuam no setor agropecuário. “A presença de uma representante de nossa comissão é fundamental para incrementar a rede de apoio e colaboração, essencial para enfrentar desafios comuns. Ela garante que as diversas realidades e desafios enfrentados pelas mulheres no campo sejam ouvidos e considerados nas estratégias futuras.”
Inalda destacou ainda que a participação feminina em espaços de discussão e decisão é fundamental para construir um setor cada vez mais representativo. A presidente reforçou também a necessidade de manter o incentivo à capacitação e à união entre as mulheres do setor. “Juntas, podemos construir um agro mais inclusivo e representativo, onde nossas contribuições são reconhecidas e valorizadas. Que continuemos a nos apoiar e a nos capacitar, fortalecendo nossa rede e fazendo a diferença onde atuamos.”. concluiu.
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O advogado, especialista em Direito Sanitário e Gestão do SUS e ex-secretário de Saúde de Codó, Dr. Suelson Sales, participou pela segunda vez do programa “A Conversa é com Acélio”, apresentado pelo jornalista Acélio Trindade. Na segunda parte entrevista, o especialista deu continuidade ao debate iniciado no programa anterior e aprofundou a discussão sobre a criação, os princípios, o financiamento, os avanços e os desafios do Sistema Único de Saúde (SUS).
A conversa também fala sobre o livro de autoria de Dr. Suelson, “Sistema Único de Saúde: do princípio aos desafios dos nossos dias”, obra que reúne conhecimentos sobre a trajetória da saúde pública brasileira e os principais desafios enfrentados pelo SUS, com previsão de lançamento para outubro
O SUS nasceu com a Constituição de 1988
Logo no início da entrevista, Acélio Trindade questionou quando, de fato, surgiu a universalização da saúde no Brasil: com a Constituição Federal de 1988 ou com a Lei nº 8.080, de 1990, conhecida como Lei Orgânica da Saúde. Dr. Suelson esclareceu que o SUS nasceu constitucionalmente em 1988, especialmente a partir do artigo 196 da Constituição Federal. “A saúde deixa de ser um benefício para quem contribuía, como acontecia na saúde previdenciária, e passa a ser, por causa do artigo 196 da Constituição Federal, um direito garantido a todos os brasileiros, empregados ou não, com atendimento gratuito pelo Estado.”
O especialista ressaltou ainda que a Lei nº 8.080/1990 veio posteriormente para regulamentar e organizar o sistema. Segundo ele, a universalidade e a gratuidade representam algumas das principais conquistas estabelecidas pela Constituição de 1988.
A importância da 8ª Conferência Nacional de Saúde
Dr. Suelson também destacou a importância da 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, para a construção do modelo que posteriormente seria incorporado à Constituição. O encontro contou com ampla participação de profissionais da saúde, representantes de movimentos sociais e da sociedade, e suas propostas contribuíram para a formulação do capítulo da saúde na Constituição Federal de 1988. A partir desse processo, ganhou força a defesa de uma saúde pública universal, gratuita e acessível a toda a população.
Universalidade, integralidade, equidade e humanização
Durante a entrevista, Acélio pediu ao especialista que explicasse os princípios que orientam o funcionamento do SUS. Dr. Suelson destacou quatro conceitos fundamentais: universalidade, integralidade, equidade e humanização.
A universalidade significa que todos têm direito ao atendimento pelo SUS, sem distinção. A integralidade estabelece que o usuário deve ser atendido de maneira completa, desde ações de prevenção até tratamentos de maior complexidade, incluindo procedimentos como transplantes. Já a equidade busca oferecer mais atenção a quem mais precisa, contribuindo para a redução das desigualdades. Por fim, a humanização está relacionada ao acolhimento do paciente de forma respeitosa e digna, garantindo que o atendimento aconteça em condições adequadas.
O que significa dizer que o SUS é tripartite?
Outro ponto explicado por Dr. Suelson foi o caráter tripartite do SUS. Segundo ele, o sistema é organizado e financiado pela atuação conjunta das três esferas de governo: União, estados e municípios. “O SUS é não somente organizado, mas também financiado pelas três esferas de governo, três entes federativos: a União, o Estado e o município.”
Na prática, os municípios estão mais próximos da população e executam grande parte dos serviços cotidianos de saúde. Os estados têm papel importante na organização das redes regionais e no apoio aos municípios, enquanto a União estabelece diretrizes nacionais, formula políticas públicas e participa do financiamento do sistema. Essa articulação ocorre por meio de mecanismos de pactuação e gestão compartilhada, permitindo a organização das redes de atenção à saúde em diferentes regiões.
Rede privada pode atuar no SUS, mas de forma complementar
Acélio Trindade também questionou a participação da iniciativa privada na prestação de serviços pelo SUS. Dr. Suelson explicou que a legislação permite a participação complementar de serviços privados quando a rede pública não possui capacidade suficiente para atender determinada demanda. “O serviço privado entra para complementar, para ampliar e jamais para substituir.”
Dessa forma, quando um município ou uma região não consegue oferecer determinado procedimento ou serviço em quantidade suficiente, pode recorrer à rede privada de forma complementar, garantindo que o atendimento continue sendo oferecido gratuitamente ao usuário do SUS.
Vacinação, SAMU, transplantes e medicamentos estão entre os avanços
Na segunda parte da entrevista, o jornalista Acélio Trindade questionou quais seriam os principais avanços proporcionados pelo SUS ao longo das últimas décadas. Dr. Suelson destacou o Programa Nacional de Imunizações, o SAMU, o sistema público de transplantes e a distribuição gratuita de medicamentos, inclusive medicamentos de alto custo. Sobre o SAMU, o especialista ressaltou sua importância no atendimento de urgência e emergência pré-hospitalar, permitindo que pacientes em situações graves sejam atendidos e transportados por equipes especializadas.
Ele também chamou atenção para o fato de o Brasil possuir um dos maiores sistemas públicos de transplantes do mundo, com procedimentos que, em determinadas situações, não são sequer disponibilizados pela rede privada. Outro destaque foi a distribuição gratuita de medicamentos, que representa uma importante ferramenta de acesso ao tratamento para milhões de brasileiros.
Subfinanciamento e gestão são desafios
Ao abordar as dificuldades enfrentadas pelo SUS, Dr. Suelson apontou o subfinanciamento como um dos principais problemas. Segundo ele, os recursos disponíveis nem sempre são suficientes para atender às necessidades de um sistema de dimensão nacional e que oferece serviços gratuitos a toda a população. O especialista também citou problemas relacionados à gestão e à corrupção como fatores que podem comprometer a utilização adequada dos recursos públicos. Outro ponto mencionado foi a judicialização da saúde, quando usuários recorrem à Justiça para obter medicamentos, tratamentos ou procedimentos.
Dr. Suelson explicou que determinadas decisões judiciais podem impactar diretamente os orçamentos municipais, principalmente quando envolvem procedimentos ou tratamentos de alto custo, uma vez que o recurso destinado ao atendimento individual pode comprometer parte do orçamento que deveria atender toda a coletividade.
“O SUS não é acabado”, afirma Dr. Suelson
Questionado sobre o que pode ser feito para melhorar o sistema, Dr. Suelson defendeu o fortalecimento do financiamento e da atenção primária. Para ele, o sistema precisa acompanhar as transformações tecnológicas, ambientais e sociais que interferem diretamente nas condições de saúde da população. “O SUS não é acabado. A tecnologia chega, você muda o procedimento, você muda o protocolo, você tem que adequar determinadas condições que mudam toda hora”. O especialista também defendeu um financiamento mais robusto e equilibrado, capaz de garantir, na prática, os princípios constitucionais do SUS.
Fortalecimento da atenção básica
Outro ponto considerado fundamental por Dr. Suelson é o fortalecimento da atenção primária à saúde, considerada a principal porta de entrada do usuário no sistema. Ele destacou a importância das unidades básicas de saúde, dos agentes comunitários, das equipes de Saúde da Família e dos demais programas da atenção básica. Para o especialista, investir na atenção primária significa fortalecer a prevenção, o acompanhamento dos pacientes e a organização dos serviços de maior complexidade.
Participação popular também é fundamental
Ao concluir a entrevista, Dr. Suelson destacou ainda a importância da participação da sociedade na construção das políticas públicas de saúde. Nesse contexto, ressaltou o papel dos Conselhos de Saúde, espaços em que representantes da população, trabalhadores, gestores e demais segmentos participam das discussões e do planejamento das ações de saúde. Para o especialista, fortalecer o SUS passa não apenas por garantir recursos, mas também por melhorar a gestão, ampliar a participação social e manter o sistema em constante processo de construção e aperfeiçoamento.
Ao final, Dr. Suelson agradeceu o espaço concedido pelo jornalista Acélio Trindade e reforçou que seu objetivo, por meio do livro e das entrevistas, é contribuir para a informação e conscientização da população sobre o SUS, sua história, seus avanços e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
O deputado federal Paulo Marinho Júnior foi o entrevistado do quadro Conversa Franca, exibido no programa Comando Geral, apresentado pelo jornalista Genivaldo Silva. Durante a entrevista, o parlamentar falou sobre sua trajetória política, o legado da família Marinho em Caxias, os projetos para Codó e o Maranhão, o cenário político estadual, a aliança com o candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, e as principais propostas que pretende defender em um novo mandato.
Ao iniciar a conversa, Paulo Marinho Júnior destacou o orgulho de dar continuidade à história política construída por seus pais, o ex-prefeito e ex-deputado federal Paulo Marinho e a ex-prefeita Márcia Marinho. “Para mim é um orgulho muito grande nascer numa família de políticos. Sei que hoje a política está desvalorizada, mas também sei da importância que ela tem. Quando é bem feita, transforma cidades, melhora a vida das pessoas e deixa um legado.” Segundo o deputado, foi justamente esse exemplo que o motivou a ingressar na vida pública.
Projetos para Codó
Questionado sobre sua aproximação com Codó e se possui projetos específicos para o município, Paulo Marinho afirmou que sua intenção é contribuir para o desenvolvimento da cidade. “Gosto muito de Codó, principalmente do povo codoense. Tenho muitos amigos aqui e quero ajudar no que for possível para que a cidade se desenvolva, prospere e ofereça uma vida melhor para sua população.”
Articulação entre Biné Figueiredo e Eduardo Braide
Um dos principais assuntos da entrevista foi a articulação política que resultou na aproximação do ex-prefeito Biné Figueiredo ao projeto político de Eduardo Braide. Paulo Marinho explicou que Braide reconheceu a importância da liderança de Biné e que a união fortalece o grupo de oposição no município. Na avaliação do deputado, a adesão consolida ainda mais o projeto político liderado por Eduardo Braide.
“Todos aqueles que querem mudar o Maranhão são bem-vindos. O senhor Biné compreendeu a importância desse projeto e veio somar para fortalecer esse movimento de transformação. Percebemos um cansaço da população com o modelo atual. Acredito que Eduardo representa a mudança que o Maranhão precisa.”
Cenário eleitoral
Sobre as pesquisas eleitorais que o apontam entre os favoritos para conquistar uma vaga na Câmara Federal, Paulo Marinho recebeu os números com cautela. “Fico feliz porque demonstra que o trabalho está sendo reconhecido. Mas eleição se ganha no dia da votação. Isso aumenta ainda mais minha responsabilidade de continuar trabalhando.”»
Senado ainda indefinido
Durante a entrevista, o parlamentar confirmou que ainda não havia definido oficialmente seus candidatos ao Senado, mas afirmou que a decisão seria anunciada no início da campanha. “Na próxima semana terei meus candidatos ao Senado definidos e minha chapa completa.”
Votação sobre o fim da escala 6×1
Ao comentar sua posição sobre a proposta relacionada ao fim da escala de trabalho 6×1, Paulo Marinho afirmou que não apoiou a votação por considerar que ela tinha caráter eleitoral. “Entendi que aquela votação foi apenas para enganar o povo. Se fosse uma proposta para realmente resolver o problema, eu votaria favoravelmente. Mas não participo de ações apenas para gerar repercussão.”
Projetos apresentados na Câmara
O deputado também destacou propostas de sua autoria que considera prioritárias. Entre elas está um projeto que classifica como crime hediondo o desvio de merenda escolar. “Quem rouba comida de criança merece o tratamento mais rigoroso da lei.”
Outra proposta mencionada cria um mecanismo semelhante à Lei Rouanet para incentivar pesquisas médicas. “Se existe incentivo fiscal para cultura e esporte, também deve existir para a pesquisa científica e para salvar vidas.”
Segurança pública e Críticas ao Governo do Estado
Ao abordar o aumento dos casos de feminicídio e violência contra a mulher no Maranhão, Paulo Marinho defendeu maior estrutura para a segurança pública e cobrou melhorias do Governo do Estado. Segundo ele, é necessário ampliar o funcionamento das delegacias especializadas e fortalecer as ações de inteligência policial.
O parlamentar também fez críticas à atual gestão estadual, citando indicadores da educação, obras paralisadas, infraestrutura e saúde. Segundo Paulo Marinho, esses fatores reforçam sua decisão de apoiar Eduardo Braide ao Governo do Maranhão. “Acredito que Eduardo Braide administra pensando na população. Não espero cargos nem favores. Espero apenas que faça um grande governo para o Maranhão.”
Encerrando a entrevista, Paulo Marinho Júnior afirmou que pretende continuar fazendo política baseada na sinceridade e na defesa de suas convicções. “Muita gente diz que político é tudo igual. Eu posso até discordar em algumas pautas, mas nunca vou deixar de falar a verdade. Acho que está faltando mais sinceridade na política.”