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O advogado, especialista em Direito Sanitário e Gestão do SUS e ex-secretário de Saúde de Codó, Dr. Suelson Sales, participou pela segunda vez do programa “A Conversa é com Acélio”, apresentado pelo jornalista Acélio Trindade. Na segunda parte entrevista, o especialista deu continuidade ao debate iniciado no programa anterior e aprofundou a discussão sobre a criação, os princípios, o financiamento, os avanços e os desafios do Sistema Único de Saúde (SUS).
A conversa também fala sobre o livro de autoria de Dr. Suelson, “Sistema Único de Saúde: do princípio aos desafios dos nossos dias”, obra que reúne conhecimentos sobre a trajetória da saúde pública brasileira e os principais desafios enfrentados pelo SUS, com previsão de lançamento para outubro
O SUS nasceu com a Constituição de 1988
Logo no início da entrevista, Acélio Trindade questionou quando, de fato, surgiu a universalização da saúde no Brasil: com a Constituição Federal de 1988 ou com a Lei nº 8.080, de 1990, conhecida como Lei Orgânica da Saúde. Dr. Suelson esclareceu que o SUS nasceu constitucionalmente em 1988, especialmente a partir do artigo 196 da Constituição Federal. “A saúde deixa de ser um benefício para quem contribuía, como acontecia na saúde previdenciária, e passa a ser, por causa do artigo 196 da Constituição Federal, um direito garantido a todos os brasileiros, empregados ou não, com atendimento gratuito pelo Estado.”
O especialista ressaltou ainda que a Lei nº 8.080/1990 veio posteriormente para regulamentar e organizar o sistema. Segundo ele, a universalidade e a gratuidade representam algumas das principais conquistas estabelecidas pela Constituição de 1988.
A importância da 8ª Conferência Nacional de Saúde
Dr. Suelson também destacou a importância da 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, para a construção do modelo que posteriormente seria incorporado à Constituição. O encontro contou com ampla participação de profissionais da saúde, representantes de movimentos sociais e da sociedade, e suas propostas contribuíram para a formulação do capítulo da saúde na Constituição Federal de 1988. A partir desse processo, ganhou força a defesa de uma saúde pública universal, gratuita e acessível a toda a população.
Universalidade, integralidade, equidade e humanização
Durante a entrevista, Acélio pediu ao especialista que explicasse os princípios que orientam o funcionamento do SUS. Dr. Suelson destacou quatro conceitos fundamentais: universalidade, integralidade, equidade e humanização.
A universalidade significa que todos têm direito ao atendimento pelo SUS, sem distinção. A integralidade estabelece que o usuário deve ser atendido de maneira completa, desde ações de prevenção até tratamentos de maior complexidade, incluindo procedimentos como transplantes. Já a equidade busca oferecer mais atenção a quem mais precisa, contribuindo para a redução das desigualdades. Por fim, a humanização está relacionada ao acolhimento do paciente de forma respeitosa e digna, garantindo que o atendimento aconteça em condições adequadas.
O que significa dizer que o SUS é tripartite?
Outro ponto explicado por Dr. Suelson foi o caráter tripartite do SUS. Segundo ele, o sistema é organizado e financiado pela atuação conjunta das três esferas de governo: União, estados e municípios. “O SUS é não somente organizado, mas também financiado pelas três esferas de governo, três entes federativos: a União, o Estado e o município.”
Na prática, os municípios estão mais próximos da população e executam grande parte dos serviços cotidianos de saúde. Os estados têm papel importante na organização das redes regionais e no apoio aos municípios, enquanto a União estabelece diretrizes nacionais, formula políticas públicas e participa do financiamento do sistema. Essa articulação ocorre por meio de mecanismos de pactuação e gestão compartilhada, permitindo a organização das redes de atenção à saúde em diferentes regiões.
Rede privada pode atuar no SUS, mas de forma complementar
Acélio Trindade também questionou a participação da iniciativa privada na prestação de serviços pelo SUS. Dr. Suelson explicou que a legislação permite a participação complementar de serviços privados quando a rede pública não possui capacidade suficiente para atender determinada demanda. “O serviço privado entra para complementar, para ampliar e jamais para substituir.”
Dessa forma, quando um município ou uma região não consegue oferecer determinado procedimento ou serviço em quantidade suficiente, pode recorrer à rede privada de forma complementar, garantindo que o atendimento continue sendo oferecido gratuitamente ao usuário do SUS.
Vacinação, SAMU, transplantes e medicamentos estão entre os avanços
Na segunda parte da entrevista, o jornalista Acélio Trindade questionou quais seriam os principais avanços proporcionados pelo SUS ao longo das últimas décadas. Dr. Suelson destacou o Programa Nacional de Imunizações, o SAMU, o sistema público de transplantes e a distribuição gratuita de medicamentos, inclusive medicamentos de alto custo. Sobre o SAMU, o especialista ressaltou sua importância no atendimento de urgência e emergência pré-hospitalar, permitindo que pacientes em situações graves sejam atendidos e transportados por equipes especializadas.
Ele também chamou atenção para o fato de o Brasil possuir um dos maiores sistemas públicos de transplantes do mundo, com procedimentos que, em determinadas situações, não são sequer disponibilizados pela rede privada. Outro destaque foi a distribuição gratuita de medicamentos, que representa uma importante ferramenta de acesso ao tratamento para milhões de brasileiros.
Subfinanciamento e gestão são desafios
Ao abordar as dificuldades enfrentadas pelo SUS, Dr. Suelson apontou o subfinanciamento como um dos principais problemas. Segundo ele, os recursos disponíveis nem sempre são suficientes para atender às necessidades de um sistema de dimensão nacional e que oferece serviços gratuitos a toda a população. O especialista também citou problemas relacionados à gestão e à corrupção como fatores que podem comprometer a utilização adequada dos recursos públicos. Outro ponto mencionado foi a judicialização da saúde, quando usuários recorrem à Justiça para obter medicamentos, tratamentos ou procedimentos.
Dr. Suelson explicou que determinadas decisões judiciais podem impactar diretamente os orçamentos municipais, principalmente quando envolvem procedimentos ou tratamentos de alto custo, uma vez que o recurso destinado ao atendimento individual pode comprometer parte do orçamento que deveria atender toda a coletividade.
“O SUS não é acabado”, afirma Dr. Suelson
Questionado sobre o que pode ser feito para melhorar o sistema, Dr. Suelson defendeu o fortalecimento do financiamento e da atenção primária. Para ele, o sistema precisa acompanhar as transformações tecnológicas, ambientais e sociais que interferem diretamente nas condições de saúde da população. “O SUS não é acabado. A tecnologia chega, você muda o procedimento, você muda o protocolo, você tem que adequar determinadas condições que mudam toda hora”. O especialista também defendeu um financiamento mais robusto e equilibrado, capaz de garantir, na prática, os princípios constitucionais do SUS.
Fortalecimento da atenção básica
Outro ponto considerado fundamental por Dr. Suelson é o fortalecimento da atenção primária à saúde, considerada a principal porta de entrada do usuário no sistema. Ele destacou a importância das unidades básicas de saúde, dos agentes comunitários, das equipes de Saúde da Família e dos demais programas da atenção básica. Para o especialista, investir na atenção primária significa fortalecer a prevenção, o acompanhamento dos pacientes e a organização dos serviços de maior complexidade.
Participação popular também é fundamental
Ao concluir a entrevista, Dr. Suelson destacou ainda a importância da participação da sociedade na construção das políticas públicas de saúde. Nesse contexto, ressaltou o papel dos Conselhos de Saúde, espaços em que representantes da população, trabalhadores, gestores e demais segmentos participam das discussões e do planejamento das ações de saúde. Para o especialista, fortalecer o SUS passa não apenas por garantir recursos, mas também por melhorar a gestão, ampliar a participação social e manter o sistema em constante processo de construção e aperfeiçoamento.
Ao final, Dr. Suelson agradeceu o espaço concedido pelo jornalista Acélio Trindade e reforçou que seu objetivo, por meio do livro e das entrevistas, é contribuir para a informação e conscientização da população sobre o SUS, sua história, seus avanços e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
O deputado federal Paulo Marinho Júnior foi o entrevistado do quadro Conversa Franca, exibido no programa Comando Geral, apresentado pelo jornalista Genivaldo Silva. Durante a entrevista, o parlamentar falou sobre sua trajetória política, o legado da família Marinho em Caxias, os projetos para Codó e o Maranhão, o cenário político estadual, a aliança com o candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, e as principais propostas que pretende defender em um novo mandato.
Ao iniciar a conversa, Paulo Marinho Júnior destacou o orgulho de dar continuidade à história política construída por seus pais, o ex-prefeito e ex-deputado federal Paulo Marinho e a ex-prefeita Márcia Marinho. “Para mim é um orgulho muito grande nascer numa família de políticos. Sei que hoje a política está desvalorizada, mas também sei da importância que ela tem. Quando é bem feita, transforma cidades, melhora a vida das pessoas e deixa um legado.” Segundo o deputado, foi justamente esse exemplo que o motivou a ingressar na vida pública.
Projetos para Codó
Questionado sobre sua aproximação com Codó e se possui projetos específicos para o município, Paulo Marinho afirmou que sua intenção é contribuir para o desenvolvimento da cidade. “Gosto muito de Codó, principalmente do povo codoense. Tenho muitos amigos aqui e quero ajudar no que for possível para que a cidade se desenvolva, prospere e ofereça uma vida melhor para sua população.”
Articulação entre Biné Figueiredo e Eduardo Braide
Um dos principais assuntos da entrevista foi a articulação política que resultou na aproximação do ex-prefeito Biné Figueiredo ao projeto político de Eduardo Braide. Paulo Marinho explicou que Braide reconheceu a importância da liderança de Biné e que a união fortalece o grupo de oposição no município. Na avaliação do deputado, a adesão consolida ainda mais o projeto político liderado por Eduardo Braide.
“Todos aqueles que querem mudar o Maranhão são bem-vindos. O senhor Biné compreendeu a importância desse projeto e veio somar para fortalecer esse movimento de transformação. Percebemos um cansaço da população com o modelo atual. Acredito que Eduardo representa a mudança que o Maranhão precisa.”
Cenário eleitoral
Sobre as pesquisas eleitorais que o apontam entre os favoritos para conquistar uma vaga na Câmara Federal, Paulo Marinho recebeu os números com cautela. “Fico feliz porque demonstra que o trabalho está sendo reconhecido. Mas eleição se ganha no dia da votação. Isso aumenta ainda mais minha responsabilidade de continuar trabalhando.”»
Senado ainda indefinido
Durante a entrevista, o parlamentar confirmou que ainda não havia definido oficialmente seus candidatos ao Senado, mas afirmou que a decisão seria anunciada no início da campanha. “Na próxima semana terei meus candidatos ao Senado definidos e minha chapa completa.”
Votação sobre o fim da escala 6×1
Ao comentar sua posição sobre a proposta relacionada ao fim da escala de trabalho 6×1, Paulo Marinho afirmou que não apoiou a votação por considerar que ela tinha caráter eleitoral. “Entendi que aquela votação foi apenas para enganar o povo. Se fosse uma proposta para realmente resolver o problema, eu votaria favoravelmente. Mas não participo de ações apenas para gerar repercussão.”
Projetos apresentados na Câmara
O deputado também destacou propostas de sua autoria que considera prioritárias. Entre elas está um projeto que classifica como crime hediondo o desvio de merenda escolar. “Quem rouba comida de criança merece o tratamento mais rigoroso da lei.”
Outra proposta mencionada cria um mecanismo semelhante à Lei Rouanet para incentivar pesquisas médicas. “Se existe incentivo fiscal para cultura e esporte, também deve existir para a pesquisa científica e para salvar vidas.”
Segurança pública e Críticas ao Governo do Estado
Ao abordar o aumento dos casos de feminicídio e violência contra a mulher no Maranhão, Paulo Marinho defendeu maior estrutura para a segurança pública e cobrou melhorias do Governo do Estado. Segundo ele, é necessário ampliar o funcionamento das delegacias especializadas e fortalecer as ações de inteligência policial.
O parlamentar também fez críticas à atual gestão estadual, citando indicadores da educação, obras paralisadas, infraestrutura e saúde. Segundo Paulo Marinho, esses fatores reforçam sua decisão de apoiar Eduardo Braide ao Governo do Maranhão. “Acredito que Eduardo Braide administra pensando na população. Não espero cargos nem favores. Espero apenas que faça um grande governo para o Maranhão.”
Encerrando a entrevista, Paulo Marinho Júnior afirmou que pretende continuar fazendo política baseada na sinceridade e na defesa de suas convicções. “Muita gente diz que político é tudo igual. Eu posso até discordar em algumas pautas, mas nunca vou deixar de falar a verdade. Acho que está faltando mais sinceridade na política.”
Ação do Projeto Sala Verde aborda descarte correto de resíduos sólidos em parceria com o CRAS Santo Antônio
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Codó (SEMMAM), por meio do Projeto Sala Verde, realizou na última quarta-feira, 12 de agosto, uma palestra de Educação Ambiental voltada aos moradores do bairro Santo Antônio. A atividade, realizada no Clube do Juca/Centro de Convivência do bairro Santo Antônio, teve como público aproximadamente 60 idosos atendidos pela comunidade.
Com o tema “Descarte de Resíduos Sólidos”, a palestra terá como objetivo orientar os participantes sobre a importância do descarte adequado dos resíduos, os impactos ambientais provocados pelo descarte irregular e a responsabilidade de cada cidadão na construção de uma cidade mais limpa, saudável e sustentável. A ação realizada pela SEMMAM em parceria com o CRAS Santo Antônio fortalece a integração entre as políticas ambientais e as ações sociais desenvolvidas junto às comunidades.
Educação ambiental perto das pessoas
A iniciativa faz parte do trabalho desenvolvido pela SEMMAM para levar a educação ambiental diretamente aos bairros de Codó. Por meio do Projeto Sala Verde, as equipes promovem ações educativas e participativas, aproximando a população de temas relacionados à sustentabilidade, resíduos sólidos, preservação ambiental e consumo consciente. A proposta é transformar informação em atitudes práticas, mostrando que o cuidado com o meio ambiente começa também dentro de casa e nas escolhas feitas diariamente.
Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Ferdinando Rocha, o total apoio da gestão Fé, Trabalho e Futuro e a participação da sociedade é indispensável para que as ações ambientais tenham resultados permanentes. “Todos somos corresponsáveis pelo que produzimos e descartamos. Ao mesmo tempo, somos agentes de transformação de uma cultura que precisa mudar suas posturas em relação ao meio ambiente. Sensível a isso, o prefeito Chiquinho FC e o deputado Francisco Nagib incentivam e apoiam iniciativas como estas em nosso município”
Segundo o secretário, levar essas ações para os bairros permite ampliar o diálogo com a população e fortalecer uma cultura ambiental construída de forma coletiva. “Precisamos envolver todos nessa luta pelo equilíbrio entre homem e natureza. É isso que buscamos quando levamos a educação ambiental para perto das comunidades.”
Integração entre meio ambiente e assistência social
A parceria com o CRAS Santo Antônio demonstra a importância da integração entre diferentes setores do município para alcançar a população e desenvolver ações de conscientização. O trabalho educativo junto aos idosos também representa uma oportunidade de valorização da experiência e do conhecimento das pessoas que fazem parte da comunidade, promovendo um diálogo intergeracional sobre práticas sustentáveis e responsabilidade ambiental.
A ação reforça o compromisso da gestão Fé, Trabalho e Futuro e da SEMMAM com uma educação ambiental mais próxima da população, participativa e voltada para a transformação de hábitos, fortalecendo a construção de uma cidade ambientalmente mais consciente e sustentável.
O vereador Hermínio da Farmácia apresentou Lahesio Bonfim como seu primeiro nome para a disputa ao Senado Federal e realizou uma conversa com o candidato sobre importantes demandas de Codó e da região. Durante o encontro, Hermínio, acompanhado do empresário Amarildo Filho, tratou de uma série de problemas enfrentados atualmente pelo município. A conversa também foi registrada em entrevista, que será divulgada ao longo do período de campanha, abordando de forma mais ampla as principais necessidades de Codó.
Principais demandas e melhorias para Codó
Entre os assuntos discutidos esteve a situação do Hospital Macrorregional, apontado como uma estrutura importante para o atendimento de saúde da população. Também foi abordada a necessidade de recuperação e possíveis melhorias na MA-123, além da situação do Instituto Médico Legal (IML), que já possui prédio no município, mas ainda enfrenta a falta de profissionais disponibilizados pelo Estado.
Outro tema levado ao conhecimento de Lahesio Bonfim foi a necessidade de implantação da Delegacia da Trizidela. Segundo Hermínio, a reivindicação vem sendo apresentada há cerca de um ano e meio na Câmara Municipal, mas ainda não houve a concretização da unidade. A reunião também tratou de pautas sociais, como a defesa das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de outras pessoas atípicas, além da causa animal, que também tem sido acompanhada pelo mandato do vereador.
Um dos problemas de infraestrutura e mobilidade discutidos foi a manobra do trem dentro de Codó. Hermínio destacou as dificuldades provocadas pela passagem e pelas manobras da composição, que acabam interrompendo o trânsito e causando transtornos à população. Para o vereador, é necessário buscar uma solução definitiva para a questão. Segundo Hermínio da Farmácia, essas são demandas que vêm sendo trabalhadas pelo seu mandato, mas que ainda precisam de articulação e apoio em outras esferas para que possam avançar.
Busca por recursos para Codó
Outro ponto destacado pelo vereador foi a importância da destinação de recursos para áreas essenciais do município, como infraestrutura, educação, cultura, assistência social e saúde. Hermínio ressaltou que a atuação de um senador pode contribuir para a articulação e destinação de recursos para os municípios, por meio de emendas e outras iniciativas, defendendo que Codó precisa ampliar a busca por investimentos para promover o desenvolvimento local.
Ao falar sobre o encontro, o vereador explicou que a conversa com Lahesio Bonfim não se limitou a uma declaração de apoio. Segundo ele, foram discutidas diversas pautas consideradas prioritárias para Codó e estabelecido um alinhamento em torno da pré-candidatura. Com o anúncio, Hermínio da Farmácia passa a apresentar Lahesio Bonfim como seu primeiro nome para o Senado, vinculando o apoio à expectativa de que, caso eleito, o pré-candidato possa contribuir para a busca de soluções e recursos para as principais demandas de Codó.
Codó viveu, no último sábado (15), um grande momento de fé, louvor e união com a realização da Marcha para Jesus 2026. O evento reuniu igrejas de diferentes denominações, ministérios de louvor, famílias e centenas de fiéis que percorreram as ruas da cidade em uma grande celebração cristã.
Organizada pelo Conselho de Pastores de Codó, a Marcha contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Codó e teve a presença do prefeito Chiquinho FC, do deputado estadual Francisco Nagib, além de vereadores, secretários municipais e outras autoridades que prestigiaram a programação.
Durante o percurso, os participantes cantaram, louvaram e oraram pela cidade, pelas famílias e pelas autoridades, levando uma mensagem de fé e esperança. O momento também foi marcado pela participação dos ministérios de louvor das igrejas locais e pela presença do cantor Robertinho do Pará, ex-Companhia do Calypso, que animou o público com seu repertório cristão.
Para o presidente do Conselho de Pastores de Codó e pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular, pastor Rafael Sena, a Marcha representa a união da Igreja em favor da cidade.
«“Foi um momento muito especial. A Marcha para Jesus mostra que a Igreja está unida para adorar a Deus, orar por Codó e declarar bênçãos sobre nossa cidade. Saímos às ruas com alegria, fé e esperança, proclamando que Codó pertence ao Senhor Jesus. Quero agradecer a todas as igrejas, aos pastores, aos ministérios, às autoridades e a cada pessoa que participou e fez desse momento uma grande celebração.”»
A Marcha para Jesus 2026 reforçou o caráter interdenominacional do evento e deixou uma mensagem de fé, unidade e esperança, reunindo a comunidade cristã em um só propósito: exaltar o nome de Jesus e interceder por Codó.
O Centro de Educação Infantil Irmã Mathilde, no bairro Mutirão, desenvolveu o projeto Guardiões da Natureza com cerca de 300 crianças a partir dos 2 anos de idade. Ao longo de várias semanas, as turmas dos turnos matutino e vespertino participaram de atividades sobre sustentabilidade, preservação da água, plantas, animais e coleta seletiva. A culminância contou com a participação de professores, equipe escolar e apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, representada pelo secretário Carlos do Bel.
Segundo a coordenação, os ensinamentos já vêm sendo levados pelos alunos para dentro de casa. “As crianças chegam em casa já dizendo pro pai e pra mãe para proteger a natureza, para não jogar o lixo no chão, colocar o lixo no lugar certo; isso para nós já é gratificante”, destacou. A iniciativa também contou com a parceria da ONG Plan International, por meio do projeto Bem Cuidar. Uma representante da organização ressaltou que “trabalhar a sustentabilidade desde pequenininhos faz com que esses alunos cresçam e se desenvolvam sendo cidadãos críticos e ativos na sociedade e na proteção dos nossos recursos naturais”.