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O Ministério Público do Trabalho do Maranhão (MPT-MA), em operação conjunta com a Superintendência Regional do Trabalho e a Polícia Federal (PF), atuou no resgate de dois trabalhadores, em condições análogas à escravidão, em carvoarias nos municípios de Grajaú e Sítio Novo, distantes 563 km e 586 km de São Luís, respectivamente.
Com uma extensa jornada de trabalho, de até 22 horas, os dois homens desempenhavam a função de carbonizadores, responsáveis pela checagem do processo de transformação da madeira, disposta em fornos, em carvão. Nas dependências do local, o odor tóxico, das substâncias liberadas pela fumaça, repercutiam em insalubridade, somada ao esforço manual acentuado e ausência de equipamentos de proteção individual (EPI), necessários para a segurança do ofício.

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