Após prisão de PM, guarda municipal é preso por envolvimento na morte de sargento e de dois ciganos no interior do MA

Kilmen de Jesus Dutra Costa era sargento da Polícia Militar e morreu em troca de tiros com ciganos em Centro Novo do Maranhão. — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Kilmen de Jesus Dutra Costa era sargento da Polícia Militar e morreu em troca de tiros com ciganos em Centro Novo do Maranhão. — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Foi preso, nessa quinta-feira (13), o guarda municipal João Davi dos Santos Neto, por envolvimento no caso da morte do sargento da Polícia Militar do Maranhão Kilmen de Jesus Dutra da Costa, conhecido como Dutra, que morreu em confronto com dois ciganos na cidade de Centro Novo do Maranhão, no último dia 29 de setembro.

O mandado de prisão temporária foi cumprido pela Polícia Civil do Maranhão na cidade de Pindaré-Mirim, a 255 km de São Luís.

Segundo as investigações da Polícia Civil, o guarda municipal da cidade de Pindaré-Mirim, juntamente, com o soldado da PM Gabriel Anderson da Silva Oliveira, que foi preso na segunda (10), estavam na companhia do sargento Kilmen, quando ele foi morto.

Durante as investigações, chamou a atenção da Polícia Civil, o fato de que, após o sargento ter sido baleado, o PM Gabriel Anderson e o guarda municipal João Davi se limitaram a abandonar o corpo de Dutra no Hospital de Maracaçumé e fugir.

Diante dos fatos, a Justiça determinou a prisão preventiva do PM e do guarda municipal. Gabriel Anderson foi preso na última segunda (10), na cidade de Santa Inês, onde a polícia também realizou a apreensão do veículo utilizado na cena do crime.

Já o guarda João Davi, não havia sido localizado e era considerado foragido da Justiça.

Na tarde dessa quinta, o agente municipal se apresentou na sede da Delegacia de Polícia de Pindaré, onde prestou depoimento e foi submetido ao exame de corpo delito, que comprovou a versão do PM Gabriel Anderson de que o guarda havia sido ferido por um tiro, no dia em que o sargento Dutra foi morto.

João Davi dos Santos Neto foi levado à Unidade Prisional de Santa Inês, para depois ser transferido para São Luís, onde deve permanecer preso à disposição do Poder Judiciário.

O caso segue sendo investigado pela Superintendência de Polícia Civil do Interior(SPCI), que visa esclarecer o crime.

G1ma

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