
Mais de quatro meses, ainda não há prisões ou suspeitos confirmados no caso de necrofilia ocorrido em Pindaré-Mirim, a cerca de 260 km de São Luís, onde o corpo da jovem Shakira dos Santos foi usado sexualmente após ser retirado do túmulo.
Shakira, que tinha 20 anos, morreu e havia sido sepultada em 25 de abril. Mas, o corpo foi desenterrado e encontrado sem roupas, fora do túmulo, e com sinais de abuso sexual, quatro dias depois. A Polícia Civil pediu um laudo, que confirmou que alguém desenterrou o corpo para usá-lo sexualmente.

No dia 2 de julho, familiares da jovem Shakira dos Santos fizeram um protesto pedindo por justiça e providências, mas a polícia ainda não encontrou quem teria cometido o crime.
Até o momento, a polícia já informou que o material do exame genético será utilizado para chegar até a pessoa que cometeu o crime de necrofilia, mas que ainda não houve prisões relacionadas ao caso.

Desde o início das investigações, o delegado de Pindaré-Mirim, Carlos Magno, diz que muitas situações dificultam as investigações. Uma das dificuldades da polícia está na própria falta de segurança no Cemitério Municipal de Pindaré-Mirim.
No dia do fato não havia nenhum vigia ou segurança que pudesse dar alguma referência de pessoas que transitavam pelo local. O cemitério também possui muros baixos, o portão é aberto e a vigilância acontece apenas durante o dia.

Para ajudar nas investigações, a polícia está disponibilizando o disque-denúncia (181) e um número de WhatsApp (98 99224-8660) para quem puder passar alguma informação sobre o crime. A fonte será mantida em sigilo.
G1ma
