Caso Taís: Dois meses após assassinato em Codó, crime segue sem solução ou indiciados


Taís Lopes Santos era mãe e deixa uma criança de seis anos — Foto: Reprodução/TV Mirante

Taís Lopes Santos era mãe e deixa uma criança de seis anos — Foto: Reprodução/TV Mirante

Após mais de dois meses do assassinato da jovem Taís Lopes Santos, de 28 anos, a Polícia Civil afirmou que não desistiu do caso e segue investigando quem teria cometido o crime, em Codó, a cerca de 290 km de São Luís. Até o momento, o caso não foi solucionado e não houve indiciados.

O crime aconteceu entre o dia 8 e 9 de agosto. O que se sabe é que Taís saiu de casa, no dia 8 de agosto, para ir ao trabalho e desapareceu no caminho. Após várias buscas, o corpo da jovem foi encontrado um dia depois, em uma região de mata no povoado Congumbá.

Desde então, a polícia investiga o crime, mas o caso é considerado complexo, pois não teve testemunhas. Além disso, Taís era mãe de uma criança de seis anos e não tinha antecedentes criminais, ou inimigos.

As poucas informações indicam que o criminoso raptou Taís ainda no trajeto ao trabalho e usou de violência antes do assassinato, já que foram encontrados ferimentos pelo corpo, cabeça e tórax. Depois disso, o assassino decidiu deixar o corpo em um local ermo para dificultar que fosse achado.

“É um trabalho de inteligência que estamos fazendo para descobrir quem a matou. O que sabemos é que ela foi raptada, em certo ponto da BR-316, e o criminoso passou ao menos uma noite com ela. Depois, essa pessoa matou a jovem e colocou o corpo nesse matagal, mas também ninguém viu, pois é um ponto muito ermo”, disse o delegado Rômulo Vasconcelos.

Até o momento, a Polícia Civil está acionando diversos órgãos para coletar dados sobre Taís e montou uma força tarefa com diversos delegados para tentar localizar algum suspeito. Um laudo do Instituto Médico Legal também deve informar se a jovem sofreu abuso sexual.

g1ma

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