D’lla Grill: sabor, variedade e aconchego no coração de Codó

Se você procura uma experiência gastronômica completa, com comida saborosa e um ambiente pensado para o seu bem-estar, o Restaurante D’lla Grill é o lugar certo. Localizado no centro de Codó, no coração da cidade, o D’lla Grill une praticidade, qualidade e um cardápio que agrada aos paladares mais exigentes.

Com cardápio variado, o restaurante oferece self-service sem balança, trazendo liberdade para você montar seu prato do seu jeito, além da opção de delivery, ideal para quem prefere saborear boas refeições no conforto de casa.

O destaque fica por conta das carnes assadas na brasa, sempre suculentas e no ponto certo, com opções como boi, porco, frango, toscana e coração. Para quem aprecia pratos tradicionais, o D’lla Grill também serve deliciosas carnes ao molho, como cozido de boi, frango cozido, sarapatel, panelada, bife e fígado acebolado — sabores que remetem à comida caseira feita com cuidado e carinho.

Tudo isso em um espaço aconchegante, preparado sob medida para proporcionar conforto, boa convivência e uma experiência gastronômica que valoriza o seu paladar. O D’lla Grill é mais que um restaurante: é um convite para comer bem, se sentir bem e voltar sempre.

D’lla Grill — feito pra você, para o seu bem-estar e para quem valoriza sabor de verdade. ️

Mappin, Mesbla, Americanas, Casas Bahia: por que os gigantes do varejo brasileiro quebram

Há uma espécie de maldição no varejo brasileiro: empresas que parecem grandes demais para quebrar podem desaparecer em poucos anos.

O consumidor que hoje vê uma marca espalhada por centenas de shoppings e ruas talvez não imagine que, em outra época, aquele nome também já foi sinônimo de poder.

Foi assim com Mappin, Mesbla, Lojas Brasileiras e Arapuã. Mais recentemente, a lista ganhou Americanas, Tok&Stok, Marisa e outras redes que passaram por recuperações judiciais ou extrajudiciais.

Agora, a crise chegou novamente a uma das marcas mais conhecidas do país.

A Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas, depois de anos de resultados negativos, fechamento de lojas e dificuldade para gerar caixa.

O caso ajuda a entender uma característica peculiar do varejo: vender muito não significa necessariamente ganhar dinheiro.

E uma empresa pode estar crescendo, abrindo lojas e aumentando sua receita enquanto constrói, silenciosamente, as condições para uma futura crise.

O paradoxo: quanto maior, maior pode ser o tombo
O varejo tem uma característica que o diferencia de muitos outros negócios: trabalha com volumes enormes e margens relativamente estreitas.

Uma loja precisa comprar mercadorias antes de vendê-las. Precisa pagar aluguel, funcionários, energia, logística, tecnologia e publicidade. Muitas vezes, o consumidor paga parcelado, enquanto fornecedores e bancos precisam ser pagos antes.

Isso cria uma dependência permanente de capital de giro.

Imagine uma varejista que compra R$ 100 milhões em produtos. Se esses produtos demoram meses para chegar ao consumidor, o dinheiro fica parado no estoque. Para continuar funcionando, a empresa precisa financiar essa diferença.

É aí que entra o crédito.

Quando os juros estão baixos e os bancos estão dispostos a emprestar, o modelo parece funcionar. A empresa toma dinheiro, abre lojas, aumenta estoques, oferece parcelamento ao consumidor e vende mais.

Quando os juros sobem ou os bancos fecham a torneira, a mesma estrutura que ajudou a empresa a crescer passa a trabalhar contra ela.

Estudos da FGV mostram justamente a importância do crédito para a gestão de estoques e do capital de giro das empresas brasileiras.

O problema começa antes da falência
Uma empresa raramente quebra de uma hora para outra.

No varejo, o processo costuma ser mais parecido com uma sequência:

vendas desaceleram → estoque aumenta → descontos crescem → margem cai → caixa diminui → dívida aumenta → juros pesam → fornecedores ficam receosos → crédito desaparece → operação começa a travar.

Quando o consumidor percebe que a rede está fechando lojas ou atrasando entregas, muitas vezes a crise financeira já está avançada.

O fenômeno também pode acontecer mesmo quando a empresa ainda apresenta vendas relevantes.

É justamente por isso que analistas acompanham indicadores como geração de caixa, dívida, estoques e necessidade de capital de giro, e não apenas faturamento ou lucro contábil.

A armadilha do crescimento
Existe uma tentação permanente no varejo: crescer.

Abrir mais lojas significa ganhar presença, aumentar o poder de negociação com fornecedores e conquistar novos consumidores.

Mas cada nova unidade também acrescenta custos fixos.

O

problema aparece quando a empresa abre lojas mais rapidamente do que consegue gerar caixa.

Durante algum tempo, o crescimento mascara a fragilidade. Uma unidade nova ajuda a aumentar as vendas, que

ajudam a financiar a próxima unidade. O processo pode continuar por anos.

Até que o mercado muda.

Foi uma das fragilidades reveladas em diferentes episódios da história do varejo brasileiro: uma estrutura construída para crescer em determinado ambiente econômico pode se tornar pesada demais quando o ambiente muda.

Mappin: o símbolo de uma São Paulo que desapareceu
Poucas marcas representam tão bem essa transformação quanto o Mappin.

Fundada no fim do século 19, a rede se tornou uma das grandes referências do comércio de São Paulo. Seus endereços eram pontos de encontro e seus anúncios faziam parte da cultura da cidade.

Mas a empresa chegou aos anos 1990 em situação financeira delicada.

O Mappin acabou sob o controle do empresário Ricardo Mansur e entrou em uma trajetória de endividamento e deterioração financeira. Em julho de 1999, a Justiça decretou sua falência. Naquele momento, havia mais de 300 pedidos de falência contra a companhia.

A queda do Mappin foi particularmente simbólica porque aconteceu no momento em que o varejo brasileiro estava passando por uma transformação profunda.

O Plano Real havia acabado com a hiperinflação, mas também retirado das empresas um mecanismo que durante décadas ajudara a esconder problemas.

O fim da inflação revelou quem estava saudável
Durante a hiperinflação, administrar uma empresa brasileira era uma experiência completamente diferente.

Os preços subiam rapidamente e o dinheiro perdia valor todos os dias. Empresas que conseguiam comprar mercadorias hoje e vendê-las mais tarde podiam se beneficiar da valorização dos estoques.

A estabilização monetária mudou essa lógica.

Com o Plano Real, o consumidor passou a comparar preços com muito mais facilidade. A concorrência aumentou e as empresas tiveram de ganhar dinheiro com a própria operação, e não com os efeitos da inflação.

A FGV destaca que a abertura econômica, a estabilização da moeda e a entrada de grandes concorrentes estrangeiros aumentaram a competição e comprimiram as margens do varejo.

Para redes que haviam crescido em outro ambiente, a mudança foi brutal.

Mesbla: gigante que não conseguiu acompanhar a transformação
A Mesbla teve trajetória parecida.

A rede começou suas atividades no Brasil em 1912 e chegou a ser uma das maiores empresas de varejo do país. Durante décadas, suas lojas venderam praticamente de tudo: eletrodomésticos, ferramentas, roupas, produtos para casa e automóveis.

Nos anos 1980, a empresa acumulou problemas administrativos e financeiros. Na tentativa de se proteger da hiperinflação, passou a carregar grandes volumes de mercadorias.

Quando a inflação deixou de ser uma realidade cotidiana, porém, a estratégia perdeu sentido.

Os prejuízos ficaram mais visíveis. A empresa fechou lojas e cortou funcionários, mas não conseguiu recuperar sua saúde financeira.

A falência foi decretada em 1999.

A coincidência com o colapso do Mappin é reveladora: duas das marcas mais importantes do varejo brasileiro desapareceram praticamente ao mesmo tempo.

Lojas Brasileiras: outro gigante que ficou pelo caminho
Na mesma crise de 1999, outra marca tradicional também deixou o mercado.

As Lojas Brasileiras anunciaram o encerramento das atividades enquanto a

falência do Mappin era decretada.

Na época, o episódio foi tratado como uma das maiores crises já vividas pelo comércio brasileiro. A reportagem da Folha registrou que os consumidores deixariam de contar com duas das redes mais tradicionais do país.

A história se repetia: marcas fortes, grandes redes físicas e reconhecimento nacional não eram suficientes para garantir a sobrevivência.

Arapuã: crédito como motor e problema
Poucos casos ilustram melhor a relação entre varejo e crédito do que as Lojas Arapuã.

A rede foi uma das maiores varejistas brasileiras nas décadas de 1980 e 1990 especialmente no segmento de eletrodomésticos.

Seu modelo estava fortemente ligado ao financiamento das compras.

Esse tipo de estratégia pode ser extremamente poderoso quando o crédito cresce e o consumidor está disposto a parcelar.

Mas funciona na direção contrária quando as condições financeiras pioram.

A

Arapuã acabou entrando em recuperação judicial e teve a falência decretada pela Justiça em 2009.

É uma lição importante para entender a crise atual das Casas Bahia: no varejo de bens duráveis, vender e financiar a venda são atividades profundamente conectadas.

O Brasil moderno trouxe um novo problema: a internet
O varejo brasileiro também passou por uma segunda revolução.

A internet derrubou barreiras geográficas e mudou o comportamento do consumidor.

Antes, uma rede precisava estar presente fisicamente para vender. Agora, um consumidor pode comparar preços de dezenas de lojas em poucos minutos.

Marketplaces acrescentaram outra camada de competição.

Empresas que carregam milhares de imóveis, funcionários e estoques físicos passaram a competir com negócios capazes de operar com estruturas muito mais leves.

A pandemia acelerou essa mudança.

O consumidor migrou rapidamente para o comércio eletrônico, enquanto as lojas físicas ficaram fechadas. Depois da reabertura, o comportamento não voltou completamente ao padrão anterior.

E então vieram os juros
Se a transformação tecnológica já pressionava as varejistas, a política monetária tornou o ambiente ainda mais difícil.

A Selic saiu de 2% no fim de 2020 para 14% em 2026, segundo levantamento publicado pela Folha.

A diferença é gigantesca para um setor que depende tanto de financiamento.

Juro alto significa: Dívida mais cara; capital de giro mais caro; consumidor com menos capacidade de parcelamento e maior inadimplência.

O efeito é especialmente duro quando a empresa já chega à alta dos juros com uma dívida elevada.

O varejo sofre duas vezes
Esse é um dos motivos pelos quais o setor é tão vulnerável.

Quando os juros sobem, a empresa sofre e o consumidor sofre ao mesmo tempo.

A varejista paga mais para financiar sua operação. O consumidor paga mais para financiar sua compra. E os dois reduzem sua disposição de gastar.

É uma espécie de tesoura financeira. De um lado, a receita perde força. De outro, a despesa financeira aumenta.

A FGV já apontava que juros elevados e crédito caro pressionavam simultaneamente o consumo e o capital de giro do comércio.

O estoque pode virar um inimigo
Existe ainda um problema menos visível para quem está do lado de fora: mercadoria parada é dinheiro parado.

Uma varejista precisa ter produtos disponíveis para não perder vendas. Mas estoque demais consome caixa.

E existe uma dificuldade adicional: produto de moda, eletrônicos e móveis podem perder valor rapidamente.

Se uma televisão fica seis meses encalhada, provavelmente ainda poderá ser vendida.

Uma coleção de roupas de seis meses atrás talvez precise de desconto.

Quanto mais a empresa demora para vender, maior pode ser a necessidade de promoção.

E promoção reduz margem.

A equação então fica perversa:

estoque alto → desconto → margem menor → menos caixa → necessidade de mais crédito.

O Instituto para Desenvolvimento do Varejo também chama atenção para o problema dos estoques excessivos, que

imobilizam capital e reduzem a flexibilidade financeira das empresas.

A crise atual é maior do que uma empresa
É por isso que o pedido de recuperação judicial da Casas Bahia merece ser analisado para

além da própria companhia.

Entre 2023 e 2026, grandes varejistas brasileiras reestruturaram mais de R$ 68 bilhões em dívidas, segundo levantamento publicado pela Folha.

A lista inclui empresas de segmentos diferentes: Americanas, Casas Bahia, Marabraz, Tok&Stok, Dia e Casa & Vídeo, entre outras.

O problema, portanto, não é simplesmente uma sucessão de administradores que erraram.

Há um componente estrutural.

Mas não é só culpa dos juros
Seria fácil colocar toda a responsabilidade na Selic. Seria também errado.

Os juros podem transformar uma empresa vulnerável em uma empresa insolvente, mas não necessariamente criam a vulnerabilidade.

Há casos de expansão excessiva, decisões ruins de investimento, estruturas administrativas pesadas, conflitos societários, problemas de governança, atraso tecnológico e estratégias comerciais equivocadas.

No caso das Casas Bahia, por exemplo, especialistas também apontaram conflitos familiares que teriam atrasado mudanças necessárias na companhia.

Na Americanas, o problema foi ainda mais grave: a crise revelou uma fraude contábil que levou a uma dívida de cerca de R$ 43 bilhões e desencadeou a recuperação judicial.

Ou seja: o ambiente econômico explica parte da história, mas não explica tudo.

A diferença entre crise e falência
Também é importante não colocar tudo no mesmo saco. Recuperação judicial não significa que uma empresa morreu. É

justamente uma tentativa de evitar a falência, dando tempo para que a companhia renegocie dívidas e reorganize sua operação.

A Casas Bahia, por exemplo, pretende continuar funcionando, reduzir custos, fechar lojas deficitárias e buscar novas fontes de financiamento. A companhia já fechou quase 300 unidades e demitiu cerca de 3.000 funcionários.

O problema é que o relógio financeiro não para. Uma varejista precisa pagar fornecedores, manter estoques e continuar atraindo clientes enquanto negocia bilhões de reais em dívidas.

É uma operação de alto risco.

Quando a crise vira um círculo vicioso
Existe ainda um ponto particularmente cruel no varejo.

Uma empresa em dificuldade precisa de fornecedores para continuar vendendo.

Mas o fornecedor também acompanha a situação financeira do cliente.

Se teme que não receberá, pode reduzir prazos, exigir pagamento antecipado ou simplesmente parar de entregar.

Foi o que começou a acontecer com empresas em recuperação: a desconfiança dos fornecedores pode provocar ruptura de estoques, cancelamentos de pedidos e queda adicional das vendas.

O

Grupo Toky, dono de Tok&Stok e Mobly, registrou exatamente esse efeito após entrar em recuperação judicial: a desconfiança de fornecedores contribuiu para problemas de abastecimento e cancelamentos de

pedidos.

É o equivalente empresarial de uma corrida bancária: a percepção de que uma empresa pode quebrar pode ajudar a produzir as condições para que ela quebre.

O curioso caso do varejo brasileiro
Talvez a melhor maneira de entender a fragilidade do setor seja olhar para a história.

Mappin. Mesbla. Lojas Brasileiras. Arapuã. Americanas. Tok&Stok. Casas Bahia.

São empresas de épocas diferentes, modelos diferentes e problemas diferentes.

Não existe uma única explicação.

Mas há um fio comum: o varejo trabalha com pouco espaço para erro financeiro.

A empresa precisa acertar preço, estoque, localização, crédito, logística, tecnologia, marketing e comportamento do consumidor ao mesmo tempo.

Se errar em um deles, talvez sobreviva.

Se errar em vários, um deles, talvez sobreviva.

Se errar em vários simultaneamente, a conta chega rapidamente.

O varejo brasileiro não está condenado a quebrar
Há uma conclusão mais interessante do que simplesmente dizer que o setor é problemático.

Grandes varejistas também conseguem sobreviver e se reinventar.

O desafio é abandonar uma ideia antiga de que tamanho é sinônimo de força.

Uma rede com mil lojas pode ser menos saudável que uma concorrente com 200 se suas unidades forem deficitárias, sua dívida

for elevada e seu estoque estiver mal administrado.

O varejo do futuro tende a ser menos obcecado por faturamento e mais preocupado com margem, caixa, produtividade por loja, giro de estoque e retorno sobre o capital investido.

Veja

DIREITO E SAÚDE | Agora é Lei! Tratamento Fora Domicílio (TFD) Parte I

 com Dr. Suelson Sales

Para quem precisa de um atendimento médico especializado que não existe na própria cidade, conseguir o tratamento é apenas o primeiro passo. O maior desafio costuma ser conseguir dinheiro para viajar, comer e se hospedar na cidade onde o atendimento será realizado.

A Lei nº 15.390/2026 fortalece o Tratamento Fora do Domicílio (TFD), transformando em regra nacional o apoio financeiro a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que precisam se deslocar.

O que é a Ajuda de Custo do TFD: A ajuda de custo não é um benefício financeiro comum: ela garante o transporte, a alimentação e a hospedagem de quem precisa se tratar fora da sua cidade. O objetivo é eliminar as barreiras financeiras que impedem o paciente de acessar o serviço público de saúde.

Quem Tem Direito e Como Funciona: (a) Somente para pacientes atendidos na rede própria ou conveniada do SUS; (b) É preciso ter indicação médica, autorização da gestão de saúde local e a confirmação do agendamento no município de destino. (c) O benefício só é liberado se todos os recursos de tratamento da cidade do paciente já tiverem sido esgotados e; (d) A ajuda de custo pode ser estendida a um acompanhante quando solicitado, sendo vital para crianças, idosos, pessoas com deficiência ou pacientes com mobilidade reduzida.

A nova lei não cria o TFD do zero, mas traz mais segurança jurídica e transparência ao transformar o tema em uma lei federal clara. A garantia do acesso à saúde vai além do consultório médico: ela inclui o direito de conseguir chegar até o local do atendimento.

 

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Vereador Teonilo do Garra defende seus candidatos, destaca nomes para as eleições e cobra solução para fumaça do lixão em Codó

Durante a 22ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, realizada nesta terça-feira (25), o vereador Teonilo do Garra falou sobre o cenário político para as próximas eleições, declarou apoio a nomes de sua preferência e destacou a importância de os eleitores avaliarem quais candidatos podem realmente contribuir com o desenvolvimento de Codó e do Maranhão.

Ao iniciar seu pronunciamento, Teonilo afirmou que o período eleitoral já começou e que os políticos deverão apresentar suas propostas à população, que por sua vez precisa estar atenta aos candidatos que realmente poderão ajudar Codó a se desenvolver.

Apoio a Orleans Brandão

O vereador declarou apoio a Orleans Brandão para o Governo do Maranhão e defendeu a continuidade do trabalho realizado pela atual gestão estadual. “O melhor candidato a governador do estado do Maranhão, na minha opinião, é Orleans Brandão. Orleans pode e deve ser a continuação do governador Brandão, que tem feito muito pelo Maranhão”, declarou.

A crise na saúde envolvendo a gestão de Eduardo Braide

Além de defender com veemência a candidatura de Orleans Brandão ao governo do Maranhão, o vereador Teonilo ainda relembrou a crise na saúde envolvendo a gestão de Eduardo Braide, como prefeito de São Luís, envolvendo denúncias de precariedade estrutural, filas de atendimento e polêmicas ligadas a unidades de saúde.

O vereador relembrou com muito pesar e criticou de forma incisiva a grave crise na saúde infantil, onde o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) investiga o aumento no número de mortes nas UTIs infantis do Hospital Odorico Amaral de Matos, o Hospital da Criança, em São Luís, uma das unidades públicas de saúde mais importantes do estado. “Todos testemunhamos as notícias sobre a absurda crise que afetou o hospital infantil de São Luís e a situação das UTIs, a incapacidade técnica de profissionais, atos de negligência e imperícia médica, além do consequente aumento no número de óbitos. Tudo isso na gestão do prefeito Braide”, criticou o parlamentar.

Apoio a Othelino e Francisco Nagib

Durante o pronunciamento, Teonilo declarou seu apoio ao deputado federal Othelino Neto e ao ex-prefeito de Codó e candidato a reeleição como deputado estadual, Francisco Nagib, destacando a trajetória política dos candidatos e suas atuações no município de Codó. O vereador também defendeu que os eleitores valorizem candidatos que possuem ligação com Codó. “Eu não poderia deixar aqui de dizer que vou votar nos candidatos apoiados pelo prefeito Chiquinho. Vamos apoiar a reeleição do deputado estadual Nagib e para deputado federal Othelino. Eu digo para vocês: a população de Codó tem que valorizar seu filho da terra e votar no Nagib, que é o melhor para Codó”, declarou.

Teonilo ainda citou outros nomes que considera aptos a disputar uma vaga para deputado federal, entre eles Juscelino Filho, Vinícius Ferro e Larissa DP, ressaltando que a população deve analisar as opções disponíveis antes de escolher seus representantes.

Solução urgente para problemas do Lixão

Além da discussão política, Teonilo dedicou parte de seu discurso a um problema ambiental e de saúde pública que, segundo ele, afeta moradores de Codó Novo e de outras áreas próximas ao lixão municipal.  O parlamentar afirmou que a questão não deve ser tratada como interesse individual de um vereador, mas como uma preocupação de toda a Câmara e da população. Teonilo afirmou que sua Indicação deverá ser apresentada na próxima sessão, e ainda defendeu uma união entre vereadores, Prefeitura, deputados e demais lideranças políticas para buscar uma solução definitiva para o problema.

Eu tenho certeza que, na próxima sessão, vou fazer a indicação sobre o lixão. E já, aqui, juntamente com todos vocês, pedir o apoio. Eu sei que é do interesse de vocês e de todos nós. Se fizer uma união, juntamente com os vereadores, para ajudar o prefeito a tirar aquele lixão ou fazer algo que acabe com aquela fumaça, eu tenho certeza que é do interesse de todos nós. Eu tenho certeza que nós vamos conseguir sair, porque nada para Deus é difícil”, concluiu.

Loteamento Fllorestta: a oportunidade ideal para construir a casa dos seus sonhos ou investir em uma região de grande valorização em Codó

Se você está procurando um terreno com excelente localização, preço acessível e alto potencial de valorização, o Loteamento Fllorestta é a oportunidade que você esperava. Localizado em uma área estratégica de Codó, o empreendimento reúne tudo o que você precisa para realizar o sonho da casa própria ou fazer um investimento seguro e promissor.

Os lotes possuem 10 x 30 metros, oferecendo espaço ideal para construir uma residência ampla, confortável e planejada para toda a família. Além disso, os terrenos estão localizados na primeira quadra do residencial, garantindo ainda mais praticidade e valorização.

O Loteamento Fllorestta está situado na MA-026 (Estrada Codó/KM 17), no Montevidéu 2, em frente ao antigo Wamus Motel e a apenas 300 metros da Fábrica Aliança, em uma região que cresce constantemente e desponta como um dos próximos grandes polos residenciais de Codó.

Mais do que adquirir um terreno, esta é a oportunidade de investir em um patrimônio que tende a se valorizar ao longo dos anos. O crescimento urbano da região faz com que cada novo investimento represente uma excelente perspectiva de retorno financeiro, tornando o lote uma escolha inteligente tanto para morar quanto para investir.

Com preços bastante acessíveis, o empreendimento oferece condições que cabem no seu orçamento, permitindo que você dê o primeiro passo para conquistar o seu espaço com segurança e tranquilidade.

Não deixe essa oportunidade passar. Entre em contato, conheça todos os detalhes e descubra como é fácil garantir o seu lote no Loteamento Fllorestta, um empreendimento que reúne localização privilegiada, excelente custo-benefício e grande potencial de valorização.

Localização: MA-026 – Estrada Codó/KM 17, Montevidéu 2, em frente ao antigo Wamus Motel e a 300 metros da Fábrica Aliança.

Informações: (99) 98141-7737

Projeto Economia Criativa começa nesta quinta-feira (27) na Praça São Sebastião, em Codó

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal da Casa Civil, Segurança Pública e Desenvolvimento Econômico, dará início, no dia 27 de agosto, ao projeto Economia Criativa, na Praça São Sebastião. A programação acontecerá das 17h às 21h30.

A iniciativa acontecerá semanalmente, às quintas-feiras, com o objetivo de fortalecer a comercialização de produtos artesanais e lanches produzidos no município, criando um espaço permanente de oportunidades para empreendedores e trabalhadores da economia local.

Além de contribuir para a geração de renda, o projeto pretende estabelecer uma rotina de vendas e oferecer à população, visitantes e turistas um novo ponto para conhecer e consumir produtos produzidos em Codó.

A realização do projeto também busca valorizar o trabalho dos produtores e empreendedores locais, incentivando a economia do município e promovendo a circulação de pessoas e consumidores na região da Praça São Sebastião.

A Prefeitura de Codó reforça o convite para que a população prestigie a iniciativa, conheça os produtos e apoie os empreendedores locais.

Assessoria de Comunicação

Dia D da Primeira Infância leva brincadeiras, orientação e serviços às famílias de Codó

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, promoveu, no sábado (22), o Dia D da Primeira Infância, uma ação voltada ao cuidado, à proteção e ao desenvolvimento das crianças do município. O evento foi realizado na Praça do Vereda e reuniu crianças, familiares, profissionais e representantes da gestão municipal em uma manhã de atividades, informação e integração.

O prefeito Chiquinho FC (PT) participou da programação e acompanhou as atividades realizadas durante o evento.

A programação contou com um circuito de brincadeiras, contação de histórias, palestras e orientações sobre temas relacionados ao desenvolvimento infantil e ao fortalecimento dos vínculos familiares. As famílias também tiveram acesso à atualização do Cadastro Único, além de outros serviços e orientações disponibilizados pelas equipes participantes.

As atividades fizeram parte da programação do Agosto Verde, período dedicado à conscientização sobre a importância da primeira infância e à promoção de ações que contribuam para o desenvolvimento integral das crianças.

Durante o Dia D, a proposta foi reunir, em um mesmo espaço, atividades de lazer, informação e atendimento às famílias, reforçando a importância do acompanhamento das crianças desde os primeiros anos de vida.

Além das brincadeiras e atividades educativas, as palestras abordaram questões relacionadas ao desenvolvimento infantil e ao fortalecimento dos vínculos, buscando orientar pais e responsáveis sobre os cuidados necessários nessa fase.

A ação foi realizada por meio do Programa Primeira Infância no SUAS, em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde, Educação e Agricultura, além do Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, SELO UNICEF e PLAN.

A mobilização conjunta demonstra a importância da atuação integrada entre o poder público, instituições e entidades que trabalham na defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

Com a realização do Dia D, a Prefeitura de Codó reforça a proposta de ampliar ações de acompanhamento, proteção e cuidado na primeira infância, promovendo o acesso das famílias a serviços, informações e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento das crianças.

A iniciativa também contribui para fortalecer a rede de proteção e estimular a participação das famílias nas ações de acompanhamento da primeira infância no município.

Assessoria de Comunicação