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Itapecuru Mirim/MA – Às 06h18min desta terça-feira, 10 de outubro de 2023, no km 90 da BR-135, povoado Santa Rosa do Barão, ocorreu uma interdição total da rodovia, em virtude de manifestação da população local, com cerca de 50 manifestantes, que reivindicam causas sociais para a comunidade quilombola.
Sem previsão de liberação no momento. Uma equipe da PRF já se encontra no local.
Informações da PRF, às 9h58min

O grupo de turistas maranhenses que estão em Israel deve chegar ao Brasil nesta quarta-feira (11), fugindo do conflito entre israelenses e palestinos, que foi intensificado no último sábado (7), após o ataque surpresa do grupo extremista islâmico Hamas. De acordo com o pastor Antônio Dias, que é líder religioso e agente de viagens do grupo, o voo da Força Aérea Brasileira (FAB) deve decolar de Tel Aviv para Brasília na tarde desta terça-feira (10).
“A programação informada para nós é o trecho que será de Tel Aviv e Brasília. Eles não disseram horários, acredito por questão de segurança”, disse o pastor, em entrevista ao g1 MA.
O grupo de maranhenses está há nove dias em Israel, onde pretendiam fazer turismo religioso. Um dos voos que deveria trazer os brasileiros de volta ao país foi cancelado no sábado (7), mas 13 pessoas conseguiram embarcar em outras aeronaves. Já no domingo (8), o grupo fez mais uma tentativa de retorno ao Brasil, e mais seis pessoas embarcaram em voos comerciais. Um grupo de 17 brasileiros, entre maranhenses, tocantinenses e paraenses, continua no hotel em Jerusalém até conseguirem ser repatriados pelo Itamaraty.
De acordo com o pastor Antônio Dias, o grupo tentou a repatriação para o Brasil por meio dos filhos dele, que são advogados e acionaram o Itamaraty para anunciar a situação do cancelamento dos voos comerciais para o Brasil. “Tentamos conseguir passagens de volta para o Brasil, mas não conseguimos. A Emirates havia cancelado o voo e estávamos sem resposta. Por isso, entrei em contato para minha filha para entrar em contato com o Itamaraty para conseguir uma ajuda urgente”, diz o pastor.
Além disso, o pastor Antônio Dias afirmou que entrou em contato com parlamentares maranhenses, como a senadora Eliziane Gama (PSD/MA) e o deputado federal Josivaldo JP (PSD-MA), para reforçar o pedido de repatriação do grupo de turistas. “Ontem, o Itamaraty ligou e informou sobre a repatriação. Foram passados para nós as características de logística para que pudéssemos nos movimentar e sair do país”, explicou Antônio.
Maranhenses em Israel
O grupo com 37 turistas do Maranhão, Pará e Tocantins chegou a Israel no dia 1º de outubro, para fazer turismo religioso, em viagem organizada pela agência de viagens do pastor Antônio Dias, que também é pastor auxiliar na Assembleia de Deus, em Imperatriz (MA). O pastor revela que os turistas estavam no hotel quando o bombardeio do Hamas teve início. “Quando fomos para o café, nosso receptivo nos informou da situação e se mudou toda a logística da viagem. Foi muito assustador”, disse.
Repatriação de brasileiros em Israel
A aeronave modelo KC-30 pousou em Roma, na Itália, durante a madrugada desta segunda-feira (9). De acordo com a FAB, o avião decola rumo a Tel Aviv no início da manhã desta terça-feira (10), onde deve receber os brasileiros repatriados.
Com capacidade para até 230 passageiros, o KC-30 deve pousar em Brasília na madrugada de terça (10) para quarta-feira (11). Os voos já foram autorizados pelo governo de Israel, informa o Ministério das Relações Exteriores.
Além desta aeronave, outro KC-30 já decolou rumo a Roma, onde deve aguardar novas informações para partir ao resgate em Israel.
Maranhenses estão em Jerusalém
O pastor Antônio Dias e o grupo de brasileiros estão hospedados em um hotel em Jerusalém, a 200 km de onde está o maior ponto de conflito. De acordo com o religioso, a sensação de medo é constante, já que toda a rotina da cidade foi modificada por causa dos ataques.
“A gente se vê muito impotente. A gente confia em Deus, mas na condição de humano, a gente sabe que somos falíveis. O comércio está fechado, existe uma movimentação muito pouca na rua, só pessoas autorizadas podem circular em atividade de segurança. O que a gente percebe aqui é que intensidade da guerra vai aumentar”, disse.
Antônio Dias revelou ainda que, na manhã desta segunda-feira (9), um ataque de mísseis em direção a Jerusalém foi contido, mas, por questões de segurança, o grupo teve que se abrigar em um bunker até o fim do bombardeio. “Veio aquela sirene que assusta a gente e a gente procurou o bunker de segurança do hotel. Ficamos por 5 a 10 minutos e voltou a ‘normalidade’. O medo é muito constante por aqui. A gente quer sair e precisamos sair, é uma questão sobrevivência humana. Nós estamos em uma área de muito risco”, lamenta o pastor.
Dificuldade para remarcar passagens
Além da dificuldade para deixar Israel, o pastor Antônio Dias relata que o grupo está encontrando problemas para remarcar as viagens até as cidades de origem dentro do Brasil. Isso porque, devido ao conflito e a chegada deles no país em voos da FAB, haverá uma mudança no cronograma de chegada em solo brasileiro. Foi cobrado até R$ 2 mil por pessoa para encaixar os brasileiros em voos a caminho de Imperatriz (MA), Palmas (TO) e Marabá (PA).
“A gente entende a situação, mas não estava em nossos planos ter que remarcar. Só que acho um absurdo a cobrança desse valor em grupo que está voltando para casa em meio à guerra. Agora, queremos chegar primeiro no Brasil e conseguir resolver essa situação o mais rápido possível”, diz.
Conflito entre Israel e o Hamas
O conflito entre Israel e o Hamas entrou no terceiro dia nesta segunda-feira (9). O grupo extremista islâmico Hamas bombardeou Israel no último sábado (7), em um ataque surpresa considerado um dos maiores sofridos pelo país nos últimos anos. O conflito já dura mais de 70 anos.
O Hamas é um grupo extremista armado e uma das maiores organizações islâmicas do mundo, que controla a Faixa de Gaza desde 2007. Ele é considerado um grupo terrorista por países como os Estados Unidos e o Reino Unido.
As ações se concentraram perto da fronteira da Faixa de Gaza, de onde Hamas lançou 5 mil foguetes. Além disso, homens armados invadiram o território israelense pelo sul do país, por terra, ar e mar, com motos e parapentes.
Com informações G1ma

Um acidente entre uma carreta e um furgão deixou uma pessoa morta e outra gravemente ferida na tarde desta segunda-feira (9), na BR-315, no município de Miranda do Norte, a cerca de 140 km de São Luís.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a carreta tentou fazer uma ultrapassagem em um local sem muita visibilidade e invadiu a contramão, onde trafegava o furgão, ocupado por duas pessoas.

O automóvel ainda tentou desviar, mas a carreta acabou colidindo na lateral do veículo, o arrastando por vários metros. O motorista do furgão, de 25 anos, morreu ainda no local do acidente, enquanto o passageiro ficou gravemente ferido. Ambos ficaram presos nas ferragens.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros retirou o condutor do veículo. Já o passageiro foi resgatado por populares. Ele foi levado para um hospital em Miranda do Norte e, em seguida, transferido para o hospital Clementino Moura (Socorrão II), em São Luís. O motorista da carreta não se feriu.
G1ma

Vereador Dr. José Mendes, alerta para o Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher. Uma das bandeiras de luta do vereador Dr. José Mendes é a defesa das garantias dos direitos das mulheres e a luta contra a violência de gênero. Segundo o parlamentar, o tema precisa ser mais discutido, pois as mulheres sofrem vários tipos de agressões.
“Uma das formas de combater esse tipo de violência, é a criação de mais políticas públicas, de emprego e renda para que essas mulheres possam ter um sustento, já que muitas não denunciam a agressão, justamente por ser dependente do companheiro. As mulheres têm medo de perder esse sustento, se preocupam com filhos, com a casa e muitas vezes se submetem ao silêncio e só nos damos conta quando elas surgem nos noticiários”, enfatizou o parlamentar.
Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher
A data foi criada após a realização de um protesto no dia 10 de outubro de 1980, contra o aumento dos chamados crimes de gênero, ou seja, praticados contra uma pessoa em situação de vulnerabilidade por causa da sua identidade de gênero. O objetivo é promover reflexões sobre o tema e também orientá-las para que busquem ajuda caso sejam vitimas de violência ou estejam inseridas em um contexto relacionado.

Um dos brasileiros que estavam desaparecidos após os ataques do grupo Hamas em Israel, neste fim de semana, foi encontrado morto, na noite desta segunda-feira. Ranani Glazer, de 23 anos, estava em uma rave junto com a namorada, Rafaela Treistman, e com o amigo, Rafael Zimerman. A morte de Ranani foi confirmada pela tia do jovem à Folha na noite desta segunda-feira (9).
A festa em que Ranani se encontrava foi alvo de um dos ataques do grupo Hamas, no sábado, 07, quando homens armados cercaram o local, além de lançarem granadas e dispararem contra as pessoas. De acordo com Rafael Zimerman, os três fugiram e se esconderam em um abrigo ao ouvir os primeiros disparos. Ao deixarem o lugar em que se esconderam, porém, ele e Rafaela já não sabiam o paradeiro de Glazer.
“Quando saí do abrigo, dei de cara com a polícia”, afirmou Zimerman. “Estava com a Rafaela. Mas o Ranani infelizmente não saiu com a gente. Chorei demais. Agradeci. O que falei com Deus não está escrito. Quando vi a Rafaela, só pensava em cuidar dela. Sair sem o Ranani foi uma dor enorme para ela.”
Mais de 260 morreram na rave. Não está claro se o brasileiro já está contabilizado nessa cifra, nem se ela faz parte do número total de vítimas do conflito iniciado no sábado.
Participantes da festa dizem que um alerta de foguetes tocou logo ao amanhecer e foram seguidos de barulhos de tiros. “Desligaram a eletricidade e, de repente, do nada, eles [militantes] entraram atirando, disparando em todas as direções”, disse uma testemunha a uma emissora de Israel. “Cinquenta terroristas chegaram em vans, vestidos com uniformes militares.”
A ofensiva do grupo terrorista é o pior sofrido por Israel em 50 anos. Por ar, terra e mar, com foguetes e combatentes armados, a facção adentrou o território israelense e realizou sequestros e massacres, como os registrados na rave onde estavam os brasileiros.
O conflito já matou até o momento cerca de 1.500 pessoas —ao menos 800 do lado de Israel e 687 palestinos.
Nesta segunda, Tel Aviv afirmou ter retomado o controle de comunidades atacadas pelo Hamas e anunciou um “cerco total” à Faixa de Gaza. A área, equivalente a 1/4 da cidade de São Paulo e que abriga 2,2 milhões de pessoas, é controlado pela facção terrorista.
MN

Israel anunciou na segunda-feira (9) que convocou 300 mil reservistas nas últimas 48 horas, marcando um número sem precedentes na história do país.
No sábado (7), o Hamas, um grupo islâmico extremista armado, lançou um ataque-surpresa contra Israel. A partir da Faixa de Gaza, os combatentes do grupo invadiram o território israelense, resultando na morte de centenas de pessoas e no sequestro de mais de 100 indivíduos. Em resposta, Israel declarou guerra ao Hamas e iniciou ataques ao território palestino com mísseis.
O porta-voz militar, Daniel Hagari, afirmou que o país está se preparando para uma ofensiva. “Nunca antes convocamos tantos reservistas em uma escala como essa”, disse ele.
O governo israelense também informou que solicitou aos moradores de determinadas regiões no norte e leste da Faixa de Gaza que deixassem suas residências. Alguns palestinos relataram ter recebido telefonemas e mensagens de oficiais de segurança de Israel instruindo-os a evacuar a área, indicando que o exército tomará medidas na região.
Depois que o exército de Israel enviou mensagens de texto pedindo aos palestinos que deixassem algumas áreas de Gaza, alguns moradores ficaram preocupados porque não têm um local seguro para aguardar os ataques.
Segundo a agência de notícias Reuters, na Faixa de Gaza não há abrigos antiaéreos oficiais para momentos de guerra. Em muitas partes do território não há mais serviços de telefonia nem de internet, porque a companhia de telecomunicações palestina foi atingida por um ataque israelense.
MN