Diarista é presa suspeita de ter furtado R$ 133 mil reais de apartamento em São Luís

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, nesta sexta-feira (11), uma mulher suspeita de ter furtado R$ 133 mil de um apartamento no bairro Calhau, em São Luís. Ela trabalhava como diarista no local.

Após o furto, a Polícia Civil iniciou uma investigação para chegar até os envolvidos. Câmeras de segurança do prédio foram monitoradas e os gastos bancários da diarista foram analisados. Por fim, as provas apontaram ela como principal suspeita.

Um mandado de busca e apreensão foi expedido contra a suspeita. Policiais foram até a quitinete onde a mulher vivia e após ter sido interrogada, ela confessou o crime e indicou o local onde o dinheiro estava escondido.

O dinheiro estava escondido em outra quitinete, alugada pela suspeita, e que está localizado no mesmo prédio onde ela vivia. Ao todo, a polícia apreendeu R$ 64 mil.

A Polícia Civil segue investigando o caso para tentar localizar possíveis envolvidos com o crime, assim como bens adquiridos com o valor que foi roubado.

A mulher foi levada para o Sistema Prisional do Maranhão, onde vai permanecer à disposição da Justiça do Maranhão.

G1ma

O presente especial para o seu paizão está aqui no Mundo do Real

Neste Dia dos Pais, demonstre todo o cuidado e gratidão por quem cuidou de você e teve um papel fundamental na sua vida. O presente especial para o seu paizão está aqui no Mundo do Real!
Faça que o Dia dos Pais se torne um dia memorável, transmitindo o carinho e afeto que você sente por ele com um lindo presente, seja ele estiloso, vaqueiro, aventureiro, seu pai merece o melhor! Confira as nossas novidades!

Homens são presos suspeitos de praticarem homicídios em São Luís; vítimas seriam integrantes de facção rival

Dois homens foram presos, nessa quinta-feira (10), suspeitos de praticarem dois homicídios nos bairros Vila Magril e Albino Soeiro, em São Luís.

Os suspeitos, que também são integrantes de facção criminosa, foram presos pela Polícia Civil do Maranhão, através da Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP), em cumprimento de dois mandados de prisão preventiva.

De acordo com as investigações, coordenadas pela Delegacia da Área Leste (DHL), unidade integrante do Departamento de Homicídios da Capital(DHC/SHPP), um dos homicídios foi praticado na noite do dia 6 de junho deste ano, no bairro Albino Soeiro, tendo como vítima Alexandro Costa Dias.

Os levantamentos policiais apontam que a vítima teria saído de sua residência para comprar drogas e foi reconhecida por um dos autores que, de imediato, cometeu o homicídio. O crime teria sido motivado pelo fato de Alexandro Dias morar em uma área controlada por uma facção rival.

Testemunhas ouvidas na SHPP confirmaram a participação dos presos no crime, relatando, inclusive, que um deles teria realizado ligações para familiares da vítima para fazer chacota do crime.

A dupla também é investigada pelo homicídio de Antônio Silva Guterres, que foi assassinado no dia 22 de maio deste ano, na Vila Magril.

As investigações apontam que os presos, acompanhados de outros comparsas, caracterizados com roupas pretas, parecidas com as utilizadas pelas forças de segurança, invadiram residências de antigos desafetos para a prática de homicídios, até que encontram Antônio. A vítima foi morta no meio da rua.

Um dos suspeitos foi preso em flagrante, pela equipe da SHPP, logo após o homicídio. A partir dessa prisão, a Polícia Civil conseguiu identificar os demais suspeitos.

Segundo a polícia, os presos dessa quinta ainda são investigados por outros dois casos semelhantes ocorridos na região, todos decorrentes da mudança de facção criminosa e tentativa de exercer influência sobre a Vila Magril e Albino Soeiro.

Após o cumprimento das formalidades legais, os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário, onde permanecerão à disposição da Justiça.

G1ma

Jovem que vendia brigadeiros à base de maconha é presa em flagrante em Imperatriz

Uma jovem de 19 anos foi presa em flagrante nessa quinta-feira (10), em Imperatriz, a 626 km de São Luís, por comercializar brigadeiros feitos à base de maconha.

Segundo a Polícia Civil, a jovem fazia ampla divulgação do comércio ilícito nas redes sociais utilizando logomarca, postagens dos efeitos do uso do produto bem como entregava pessoalmente o produto solicitado por seus clientes e também através de aplicativos de entrega.

De acordo com a polícia, nas redes sociais onde divulgava os produtos, a jovem explicava que os efeitos de ingerir a maconha, invés de fumar, poderiam ser um pouco mais lentos para começar, mas seriam muito mais intensos e duradouros.

Durante a prisão dela, os policiais apreenderam 11 brigadeiros produzidos à base de maconha, um pote contendo substância pastosa à base de maconha utilizada no preparado dos “doces”, uma porção de substância vegetal análoga à droga conhecida como maconha, balança de precisão e caderno com a contabilidade das vendas.

A jovem foi conduzida à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, onde vai ficar à disposição da Justiça.

G1ma

Homem é preso por abandono e maus-tratos contra idoso em Bom Jesus das Selvas

Um homem foi preso pelos crimes de abandono e maus-tratos praticados contra um idoso, de 89 anos de idade.

A prisão, executada na última quinta-feira (10), foi realizada por policiais civis da Delegacia de Polícia do município de Bom Jesus das Selvas.

O idoso, que é deficiente visual, estaria em uma casa escura, sozinho, sujo de fezes e sem comida, condições que infringem os preceitos do Código Penal, mais precisamente o art. 133, $3°, III. O artigo em questão revela que é crime abandonar pessoa que está sob seu cuidado, guarda, vigilância ou autoridade, e, por qualquer motivo, incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono.

Após os procedimentos de praxe na Delegacia de Polícia, o investigado foi encaminhado à unidade prisional, onde aguardará as determinações judiciais.

*Com informações de: Polícia Civil*

MP estima que R$ 6 milhões foram desviados por vereadores em emendas da Câmara de São Luís

O Ministério Público do Maranhão estima que cerca de R$ 6 milhões em emendas parlamentares podem ter sido desviados por vereadores da Câmara Municipal de São Luís em um esquema que envolvia instituições sem fins lucrativos, em São Luís.

De acordo com a promotora do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), Ana Carolina Cordeiro, as investigações são referentes ao mandato 2017-2020 e as investigações iniciaram em 2020.

As secretarias de Segurança Alimentar e de Cultura foram usadas para executar valores em emendas parlamentares, por meio de convênios com empresas sem fins lucrativos, mas o dinheiro ‘sumia’ e não era aplicado.

“Essa investigação iniciou-se quando o GAECO recebeu notícia que uma entidade havia requerido um atestado de regular funcionamento e que, no bojo desse procedimento, constataram várias irregularidades. Como a troca de notas fiscais entre as próprias entidades, ou seja, entidades beneficiadas com emendas, por empresas que depois constatamos que a principal atividade era a fotografia quando na verdade havia o pedido de notas fiscais no valor de R$ 600 mil de gênero alimentício, e isso quando o CNPJ não tinha adquirido durante o ano nem R$ 20 mil, e nada a ver com gênero alimentícios”, explica a promotora.

Ao todo são seis vereadores investigados desde 2020.

Edson Gaguinho (União Brasil)
Aldir Júnior (PL)
Umbelino Júnior (PSDB)
Francisco Chaguinhas (Podemos)
Como funcionava o esquema
De acordo com o Ministério Público, os vereadores aliciavam presidentes de entidades sem fins lucrativos para oferecer um projeto em benefício de uma comunidade, por exemplo, na entrega de cestas básicas. Depois, o dinheiro das emendas eram liberados em um convênio firmado com o presidente da associação, que sacava o valor em espécie.

Depois que é sacado, o dinheiro era disseminado em depósito em espécie para evitar o rastreamento de uma possível investigação. Há, inclusive, o depósito em espécie feito por um vereador, de acordo com o MP-MA.

“O dinheiro deveria ser gerido para o interesse de uma comunidade e isso não se observou. O valor era retroalimentado e a entidade não ficava com nada. No final, o valor era dissipado entre os participantes da organização criminosa”, contou o promotor do Gaeco, Fernando Berniz.

No entanto, o Ministério Público afirmou que, de 2020 até hoje, há mais de R$ 60 milhões em emendas parlamentares da Câmara de Vereadores de São Luís que não são devidamente controlados ou fiscalizados. Por isso, as investigações irão continuar para descobrir possíveis novos desvios de recursos.

O Imparcial

Comercial São João, um mundo de utilidades de plásticos para o seu lar!

No Comercial São João, você encontra um mundo de utilidades de plásticos para o seu lar! Vários utensílios para sua casa, cadeiras e mesas adulto e infantil de plásticos, utilidades domésticas, baldes e muito mais. A melhor escolha, o melhor produto, com o menor preço, você encontra por aqui no Comercial São João.

No São João conta com muitas novidades e ofertas em clima de São João. Se surpreenda com a infinidade de produtos, mesas e cadeiras de plástico, capas para sofá, artigos para o lar, cosméticos das melhores linhas profissionais, variedade em maquiagens, bolsas femininas e mochilas e utensílios domésticos, sempre com os melhores preços do mercado e as melhores condições de pagamento. E comprando Botox de um quilo você leva um shampoo ante resíduo.

Morre, em São Luís, soldado da PM que denunciou ter sido vítima de homofobia e tortura dentro da corporação em Açailândia

Morreu, nesta quinta-feira (10), o soldado da Polícia Militar (PM) Carlos Bahia Santos, de 31 anos, que denunciou ter sido vítima de homofobia e tortura pelos próprios colegas de corporação, na cidade de Açailândia, na região tocantina.

O PM, que relatou ter depressão após sofrer agressões físicas de colegas de trabalho, estava internado, desde a semana passada, em estado grave, no Hospital Municipal de Açailândia. Depois ele foi transferido para o Hospital Carlos Macieira, em São Luís, onde acabou indo a óbito.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que a causa da morte do soldado está sendo apurada pelo Serviço de Verificação de Óbitos do Instituto Médico Legal (IML).

Já a Polícia Militar do Maranhão disse que está investigando a conduta dos policiais, suspeitos de praticar as agressões contra Carlos Bahia. Segundo a PM-MA, as investigações foram abertas e o procedimento administrativo segue em andamento. A PM reforçou, ainda, que “não coaduna com qualquer prática de intolerância, visto que, a discriminação, seja racial, de gênero, religiosa ou por orientação sexual, não faz parte dos valores adotados pela corporação”.

Denúncia de homofobia e tortura

O PM Carlos Bahia Santos, que era lotado no 26º Batalhão de Polícia Militar (BPM) na cidade Açailândia, denunciou as agressões sofridas no dia 27 de junho. De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado, os colegas de corporação chegaram à casa do soldado em um carro da polícia, com o alerta sonoro e giroflex ligado. Eles disseram ao soldado que ele havia abandonado o posto de serviço e estava preso.

Ainda segundo o documento, os agressores arrastaram o PM pelo braço esquerdo, puxando-o para fora de casa, sendo que ele estava vestindo apenas uma toalha. Depois, eles entraram na residência do soldado sem permissão e revistaram os cômodos.

O caso foi denunciado como lesão corporal, violação de domicílio e abuso de autoridade. Após a denúncia, o 26º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Açailândia, o qual a vítima é lotada, mudou de comando.

O novo comandante disse que estava ciente do caso e que um processo administrativo havia sido instaurado para apurar a denúncia.

Caso chegou aos órgãos de defesa dos direitos humanos

O caso chegou ao conhecimento da Rede Cidadania de Açailândia, uma organização que reúne membros da sociedade civil e entidades que lutam pelos direitos humanos, por meio da publicação de uma carta, que teria sido escrita pelo próprio policial militar, que não foi identificado.

Na carta, o PM cita que o comandante do BPM teria negligenciado as suas denúncias e afirma sofrer com a depressão.

“Digo ao major Nunes, que depressão não é frescura. Digo também a ele que o seu pedido de perdão não deve ser direcionado a Deus, mas sim as suas vítimas. Fui esquecido pelos meus irmãos… Obrigado a todos os que me ajudaram e que nos últimos dias mandaram mensagens de conforto. Agora estarei junto aos que me amaram e também com aqueles que me amam”, desabafa o PM em um trecho da carta.

Segundo a Rede Cidadania, além de homofobia, o PM também foi vítima de tortura.

“O que nos faz acreditar que há indícios de crime de tortura, porque ele teria sido abordado dentro da própria casa pelos colegas de farda, em uma situação em que ele estava se organizando para o trabalho e foi submetido a humilhações, a ele ter que dizer coisas da vida pessoal dele. Então, a lei é muito objetiva, quando uma agente do Estado submete a outra, seja pra promover sofrimento ou humilhação ou pra pegar informação, isso caracteriza crime de tortura”, explica a advogada Valldênia Lan Franchi, representante da Rede Cidadania, em entrevista à TV Mirante.

No mês de julho, o policial militar pediu ajuda ao Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán (CDVDH/CB) de Açailândia, relatando a discriminação e até a tortura.

O coletivo LGBTQUIA+ de Açailândia disse que esse não é um caso isolado e, junto com o Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos e a Rede Cidadania, também, apura as possíveis negligências das autoridades.

“Deve existir dentro dessas corporações ouvidorias, atendimentos especializados. Se não existir dentro das corporações, hoje, é um erro muito grave do governo do Estado e, também, das polícias. É preciso ter ouvidorias específicas, porque esses assuntos são transversais, são assuntos atuais, fazem parte do nosso século e essas corporações e todos os segmentos da sociedade precisam acompanhar essa discussão”, destacou José Carlos Almeida, que é coordenador do Coletivo LGBTQIA+.

O caso foi denunciado à Polícia Civil do Maranhão e ao Ministério Público (MP-MA). Por meio de nota, o Ministério Público do Maranhão informou que estava apurando a denúncia. Já a Polícia Militar afirmou que nenhum caso de discriminação seria tolerado e que ainda não havia recebido denúncia de crime de LGBTfobia na corporação.

G1ma

Mãe é presa suspeita de omissão no caso de estupro contra a própria filha no interior do Maranhão

Uma mulher, que não teve o nome divulgado, foi presa, nessa quarta-feira (9), por omissão no crime de estupro de vulnerável, que teve como vítima a própria filha da investigada, uma menina de 8 anos de idade. O crime aconteceu no povoado Conceição, na cidade de São Mateus.

A mãe da vítima foi presa pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Segundo as investigações feitas pela Delegacia de São Mateus, a investigada deu dois depoimentos contraditórios na tentativa de proteger os dois primos da vítima, suspeitos de terem praticado os abusos sexuais contra a criança.

Ainda de acordo com as investigações, a mãe descumpriu a recomendação do Conselho Tutelar do município para que a menina fosse retirada do povoado, pois os abusadores eram seus vizinhos. Diante dos atos omissos da mãe da vítima, a Polícia Civil representou por sua prisão.

Após as formalidades legais na Delegacia de São Mateus, a presa foi conduzida para o presídio de Bacabal, onde ficará à disposição da Justiça.

G1ma