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As obras do Parque de Exposição Walter Zaidan seguem em ritmo acelerado. Dentro do projeto e do planejamento, as construções, ampliações e melhorias estão sendo executadas de acordo com normas técnicas de acessibilidade, para adequar espaços que contemplem mais mobilidade às pessoas com deficiência, garantindo a todos que usufruam das instalações de forma igualitária durante 49ª edição da ExpoCodó.
“Estamos aqui hoje recebendo o pessoal do Conselho e da Associação da Pessoa com Deficiência, pra ver como está a questão da Acessibilidade aqui no Parque. Muita coisa nós já tínhamos feito, já estávamos fazendo para garantir a acessibilidade. Mas estamos também os ouvindo, tendo em vista as demandas pra que eles também possam participar desta grande festa que será nossa 49° ExpoCodó” explicou o presidente da ACRIVI, Yuri Corrêa.
“Uma reunião muito importante onde vai priorizar a nós deficientes, fazer rampas em todo lugar, onde podemos ter melhor acesso. Nós ficamos muito satisfeitos com essa iniciativa e em sermos ouvidos”, disse o presidente da Associação da Pessoa com Deficiência de Codó.
“Estivemos aqui agora em uma reunião com o Dr. Yuri Corrêa aqui no Parque de Exposição, tratando da Acessibilidade do nosso município e como o Parque possa estar nos padrões da Acessibilidade para as pessoas com deficiência. Queremos agradecer ao Dr. Yuri e toda a sua equipe, que estão fazendo com que as pessoas com deficiência tenham o direito de ir e vir aqui no município, com melhor acessibilidade aqui no Parque de Exposição”, complementou Celma, presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência.
Para o presidente da ACRIVI, trata-se de uma ação que revigora as forças de quem atua em prol desta causa e mostra o comprometimento de sua gestão à frente da ACRIVI. “Entendemos que toda pessoa com deficiência deve ter direito à igualdade de oportunidades assegurada. Nosso projeto visa proporcionar para as pessoas com deficiência, além da questão da acessibilidade, a inclusão social e a plena cidadania em relação à comunidade que elas estão inseridas”, finalizou Yuri Corrêa.
ExpoCodó 2023 – APOIADORES
GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO – SAGRIMA – SECMA – PREFEITURA DE CODÓ – CONSTRU SERVICE – REGIONAL TELECOM – PORTO DO ITAQUI – SENAR/FAEMA – SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE CODÓ

Foi condenado, no dia 21 de junho, o réu foi Douglas Sousa Mariano, que estava sendo julgado pela morte de Raimunda Maria Queiroz Moreira, de 33 anos, com um tiro de espingarda. O feminicídio aconteceu na cidade de Codó, no dia 1º de julho de 2021.
A sessão do Tribunal do Júri foi presidida pela juíza Flávia Barçante, titular da 3ª Vara de Codó. No julgamento, Douglas foi considerado culpado pelo conselho de sentença e recebeu a pena de 16 anos e meio de prisão, a ser cumprida, inicialmente, em regime fechado.
O crime
Segundo o inquérito da Polícia Civil do Maranhão, o crime aconteceu no dia 1º de julho de 2021, quando o denunciado, que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima, teria arrombado a porta de casa, após uma discussão com Raimunda. Ao entrar na residência, Douglas teria efetuado um disparo, atingido a mulher na região do pescoço. O fato foi presenciado por várias testemunhas.
Durante as investigações do crime, a polícia descobriu que Douglas estava no povoado São Benedito, zona rural de Codó, local onde foi localizado e conduzido para a delegacia. Em depoimento, Douglas confessou parcialmente a prática do crime, alegando que atirou na vítima por acidente.

Dezessete facadas
O outro julgamento foi realizado em Codó, no dia 28 de junho. Na ocasião, sentou no banco dos réus Francisco Flávio Rodrigues de Sousa, acusado de tentar matar a ex-companheira grávida, identificada como Francisca de Jesus Oliveira Alves, a facadas.
Segundo a denúncia do Ministério Público, o crime aconteceu no dia 30 de julho de 2020, por volta das 21h, em uma residência no bairro Santo Antônio, em Codó. Francisco Flávio tentou matar sua ex-companheira, ao desferir 17 facadas na vítima, praticando violência doméstica e familiar.
De acordo com o inquérito policial, Francisco e Francisca possuíam um relacionamento conturbado, estando a vítima com aproximadamente três meses de gestação.
No dia do crime, a vítima e o denunciado estavam deitados, momento em que Francisco, que havia ingerido bebida alcoólica e feito uso de substância entorpecente, passou a ‘cobrar ciúmes’ de sua companheira.
Em seguida, após afirmar que iria ao banheiro, Francisco retornou com uma faca em punho, dizendo as seguintes palavras: ‘Se tu não ficar comigo, não ficará com mais ninguém’. Depois o homem desferiu 17 facadas em Francisca, que foi prontamente socorrida pela sua mãe e por seu padrasto, que ouviram os gritos da mulher. A vítima foi levada para o Hospital Geral Municipal.
Por fim, Francisco Flávio foi considerado culpado pelo conselho de sentença, recebendo a pena definitiva de 9 anos e dois meses de reclusão.
A Justiça considerou o período de prisão preventiva de Francisco, restando 7 anos e seis meses, a serem cumpridos em regime semiaberto.
G1ma

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira, 30, para se manifestar após a condenação de Jair Bolsonaro pelo Tribunal Superior Eleitoral. Michelle escreveu: “Estou às suas ordens, meu capitão”.
Ela também citou um versículo bíblico, afirmando que “quem agir de forma injusta receberá o devido pagamento da injustiça cometida; e nisto não há exceção para pessoa alguma”. Uma pesquisa Quaest divulgada no final de junho tentou definir quem, na opinião dos entrevistados, Bolsonaro deveria apoiar em caso de inelegibilidade.
Entre os eleitores do ex-presidente, 33% disseram que ele deve apoiar Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo. Para 24%, o endosso caberia a Michelle. Já 11% consideram que Bolsonaro deve escolher o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
No TSE, votaram para condenar Bolsonaro os ministros Benedito Gonçalves (relator), Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes. Apenas Raul Araújo e Kassio Nunes Marques se manifestaram a favor do ex-capitão.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Jair Bolsonaro (PL) por abuso de poder e deixar o ex-presidente inelegível por 8 anos. O julgamento foi retomado nesta sexta-feira (30). Votaram pela condenação: Benedito Gonçalves (relator), Floriano Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes. Os únicos votos contra foram o de Raul Araújo e Nunes Marques. Moraes acompanhou o relator integralmente, e placar do julgamento terminou em 5 a 2.
MN

Uma fábrica de roupas brasileira, situada no Rio Grande do Norte, vai começar a produzir, a partir de julho, peças para serem vendidas pela Shein, empresa chinesa de e-commerce. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (29), pelo diretor-presidente da Coteminas, Josué Gomes.
Gomes informou que teve uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, com a presença da governadora Fátima Bezerra e do Chefe da Shein para a América Latina, Marcelo Claure, para tratar do assunto. De acordo com ele, a produção inicia já neste mês de julho, na fábrica de Macaíba, enquanto as oficinas de costura estão espalhadas pelo estado. Inicialmente, o foco será a produção de jeans, produtos de brim em geral e malhas de algodão.
“Viemos aqui com a governadora Fátima porque estaremos começando agora em no mês de julho a produção de peças do vestuário para o mercado doméstico nacional, brasileiro, e para toda a região através do Rio Grande do Norte”, disse Gomes, que também é presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Investimentos no Brasil
O representante da Shein afirmou que a produção no Rio Grande do Norte faz parte do “compromisso” assumido com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de trazer parte da produção da Shein para o Brasil. “Faz parte de um processo de trocar a fabricação da Shein na China trazer essa fabricação para o Brasil”, afirmou.
Em abril deste ano, a Shein anunciou uma previsão de investimento no Brasil de, aproximadamente, R$ 750 milhões nos próximos anos, visando estabelecer uma rede com milhares de fabricantes do setor têxtil no país. Além da Coteminas, a gigante do varejo on-line fechou parceria com a empresa mineira Santanense.
O executivo explicou que a Shein fechará parcerias com fabricantes brasileiros, em diferentes estados, para produção de diferentes peças que serão vendidas pela empresa de comércio digital. “São produtos da Shein made in Brasil para o Brasil. Nosso plano é ter 2 mil fábricas e não só fabricar para o Brasil, mas o Brasil ser uma parte importante para exportar na América Latina”, disse.
Com informações do g1

Dois homens foram condenados pelo crime de homicídio no Maranhão. Foram julgados pelo Tribunal do Júri José Ribamar dos Santos, acusado de matar um homem a pauladas em Santa Inês, e Francisco Silva Marinho acusado da morte de um homem em Montes Altos.
O primeiro julgamento foi do réu Francisco Silva Marinho, acusado de crime de homicídio que teve como vítima Edinaldo Dias Miranda, conhecido como ‘Bodin’, o qual foi encontrado morto em uma estrada vicinal no dia 16 de junho de 2015.
O conselho de sentença decidiu pela culpabilidade do réu, que levou a pena definitiva de 9 anos e meio de reclusão, a ser cumprida, inicialmente, em regime fechado. A sessão foi presidida pela juíza titular Myllenne Sandra Cavalcante.
O crime
Segundo a denúncia do Ministério Público, o corpo de Edinaldo foi encontrado em uma estrada vicinal, na cidade de Montes Altos, já em avançado estado de putrefação, tendo como ‘causa mortis’ traumatismo crânioencefálico. A polícia apurou que a vítima tinha sido vista com vida, pela última vez, em uma festa, na madrugada do dia 13 de junho de 2015, no clube MAEC. Conforme testemunhas, Edinaldo chegou a falar que havia uma pessoa na festa armada e que tinha lhe ameaçado de morte.
Uma testemunha relatou, em seu depoimento, que no dia 13 de junho teria visto Francisco Marinho, conhecido como ‘Chico Pezim’, junto com um adolescente, em uma motocicleta. Eles estavam se deslocando na estrada no sentido Montes Altos/Amarante. Relatou que Francisco teria lhe confidenciado ter matado um ‘cara’. Dias depois, essa testemunha soube da morte de Edinaldo.
“Todas essas circunstâncias mencionadas, bem como o fato de que o denunciado e seu companheiro encontram-se em local desconhecido, conduzem à conclusão de que ele foi autor do crime, sobretudo, por ter confidenciado a outra pessoa sobre o acontecido (…) A autoria delitiva, por sua vez, é verificada a partir dos depoimentos das testemunhas ouvidas nos autos, bem como pelo fato do denunciado ter fugido do distrito da culpa, demonstrando intuito de furtar-se da responsabilização do crime que eventualmente cometera”, ressaltou a denúncia.
Consta ainda na sentença que o réu praticou o crime na presença de um adolescente, à época, o que implica maior grau de reprovação, já que o art. 4° do Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que é dever de toda a comunidade preservar a dignidade e a integridade das crianças e adolescentes.
“Ao praticar um crime na presença de um menor de 18 anos de idade, o acusado fere dever legal e moral, por isso tal circunstância deve ser sopesada em desfavor do réu”, pontuou a magistrada na sentença.
A sessão ocorreu no plenário do Salão do Júri do Fórum de Montes Altos.
Homicídio em Santa Inês
O segundo julgamento foi realizado no dia 29 de junho, na cidade de Santa Inês, tendo como réu José Ribamar dos Santos, que estava sendo acusado de ter assassinado a vítima Antônio Diniz Ferreira.
O juiz Raphael Leite Guedes, titular da 4ª Vara de Santa Inês, presidiu a sessão do Tribunal do Júri, no Salão do Júri do Fórum.
O crime
Segundo o inquérito policial, o crime aconteceu no dia 15 de novembro de 2017. Para praticar o delito, José de Ribamar teria utilizado um pedaço de madeira, com o qual teria atingido, por seguidas vezes, a nuca da vítima. Seguiu narrando o inquérito que, José de Ribamar foi até a casa de uma adolescente, chamando-a para beber com ele. Diante da recusa, ele a agarrou pelo braço e a levou para fora da residência.
Ao presenciar a cena, Antônio, então padrasto da menina, conseguiu fazer com que José de Ribamar a soltasse. Revoltado, o denunciado teria pego um pedaço de madeira, conseguindo atingir Antônio na cabeça.
Quando a vítima caiu, o denunciado teria desferido mais alguns golpes, acertando a nuca de Antônio, que foi socorrido e levado ao hospital em estado grave. Algum tempo depois, Antônio foi a óbito. Quando preso pela polícia, José de Ribamar teria ameaçado a menina e a genitora dela, Maria Euzilene.
Ao final da sessão de julgamento, o júri desclassificou o crime de homicídio para lesão corporal, e José de Ribamar recebeu a pena definitiva de 7 anos de reclusão, a ser cumprida, inicialmente, no regime semiaberto.
Atuou na sessão, além do magistrado, o promotor de Justiça Moisés Caldeira Brant, na acusação. Na defesa do réu, atuou o advogado João Vítor Conceição Gonçalves, como defensor público.
G1ma

No mês de julho, 15 pessoas acusadas de homicídio serão julgadas pelo Tribunal do Júri de São Luís. As sessões começam nesta segunda-feira (3), com o julgamento de Luís Fernando Cruz Rabelo e Fábio Coelho dos Santos, pelo assassinato de Thiago Rafael dos Santos Costa.
Já no dia 4 de julho, sentará no banco dos réus Minerva Gusmão Sampaio por tentativa de homicídio contra seu marido Marcos Antônio Brito.
Além de Luís Fernando Cruz Rabelo e Fábio Coelho dos Santos (3), o 1º Tribunal do Júri julgará também Aid Assuerio de Oliveira, na quarta-feira (5). Já na 2ª Vara do Júri não haverá sessões de julgamento neste mês de julho, retornando os júris em agosto.
Na 3ª Vara, além de Minerva Gusmão Sampaio (4), no mês de julho serão julgados, ainda, Dielington Costa Borges (6), Jocivaldo Carvalho (7), Thalyellson Soare Wekner (11), Wandson da Silva Araújo (13), Alan da Luz Pinto e Antônio Júlio Arouche Costa (14), Wellington Brito da Hora (18), Petrick yan Diniz Amorim (20) e Altemar Marinho Bogéa (27). Também sentarão no banco dos réus os irmãos Werbeson Campos Torres e Wanderson Campos Torres (25).
G1ma

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Dólar
Num dia de otimismo no mercado doméstico e internacional, o dólar devolveu parte das últimas altas e voltou a fechar abaixo de R$ 4,80. A moeda teve o maior recuo para o primeiro semestre desde 2016. A bolsa de valores teve leve queda, mas encerrou junho com o melhor mês desde o fim de 2020.
O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (30) vendido a R$ 4,79, com forte recuo de R$ 0,057 (-1,19%). A cotação chegou a abrir em alta, a R$ 4,87, mas inverteu o movimento e passou a cair ainda na primeira meia-hora de negociação.
A moeda norte-americana fechou junho com recuo de 5,58% e acumula queda de 9,28% no primeiro semestre. Essa foi a maior queda para os seis primeiros meses do ano desde 2016.
No mercado de ações, o dia foi menos otimista. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 118.087 pontos, com queda de 0,25%, após operar em alta durante boa parte do dia. Apesar do recuo desta sexta-feira, o indicador fechou junho com alta expressiva de 9,15%, sustentada pela entrada de capitais externos e pela perspectiva de queda dos juros no Brasil a partir do segundo semestre. No ano, a bolsa sobe 6,33%.
No mercado doméstico, o anúncio da meta oficial de inflação de 3% para 2026, com a introdução de um horizonte mais flexível a partir de 2025, foi bem recebido pelos investidores. Na quinta-feira (29), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a meta de 3% para daqui a três anos está em linha com as expectativas de mercado e mostra responsabilidade do governo em controlar a inflação.
No cenário externo, dados da economia norte-americana, que mostrou núcleo de inflação (índice de inflação sem preços mais voláteis) e gastos dos consumidores abaixo do esperado, reduziram a pressão sobre o dólar que afetou os mercados globais nos últimos dias. A atividade econômica em desaceleração aumenta as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) não elevar os juros da maior economia do planeta na próxima reunião.
*com informações da Reuters