Vereador Pastor Max solicita melhorias na Infraestrutura da zona urbana e rural do município de Codó

Na 21ª Sessão Ordinária na Câmara Municipal de Codó, na última terça-feira (11), o Vereador Pastor Max apresentou três importantes indicações para a Infraestrutura da zona urbana e rural do município de Codó.

Por meio da indicação N° 330/2023, o vereador solicita ao Poder Executivo em parceria com a Secretaria Municipal de Obras, a pavimentação com bloquetes da Rua Carlos Palhano, especificamente, a partir da Escola Municipal Renato Archer, até o Morro do Chocolate, melhorando significativamente o acesso daqueles moradores.

Através da indicação N° 331/2023, o edil solicita ao Poder Executivo, em conjunto também com a Secretaria Municipal de Obras, a construção da estrada que liga a localidade Cacimba de Areia aos Três Irmãos na região da Trizidela, tendo em vista o sofrimento dos moradores em razão da situação da estrada.

E por meio da Indicação N° 332/2023, o parlamentar solicita ao prefeito municipal, juntamente com o secretário de Obras, a recuperação da pavimentação da Rua Viana entre a Rua Padre Cícero e Rua Sebastião Murad, substituindo o asfalto por bloquetes.

O parlamentar ressaltou a importância da iniciativa destas importantes Indicações, afirmando que a execução dessas melhorias irá contribuir significativamente para a qualidade de vida dos cidadãos codoenses.
“Estamos aqui solicitando esse que é justamente o anseio da comunidade que é a construção da estrada que liga a Cacimba de Areia aos Três Irmãos, para que permita que essas pessoas vivam com mais dignidade. Pedimos também a pavimentação com bloquetes da Rua Carlos Palhano para que tenha mais condições de tráfego, já que é um dos principais problemas que o bairro enfrenta. Já na Rua Viana, entre a Padre Cícero e Rua Sebastião Murad é a recuperação da pavimentação asfáltica que tem tirado o sono dos moradores e causado muito incômodo, dentre tantos problemas e a pavimentação também garantirá melhor trafegabilidade por essas vias, melhorando a circulação de pessoas e veículos”, justificou o parlamentar.

Empresas tem até sexta-feira (14) para se credenciarem no Programa Trabalho Jovem

Termina nesta sexta-feira (14), o prazo para o credenciamento das empresas que desejam participar do Eixo Estágio Social do Programa Trabalho Jovem do Governo do Maranhão. O credenciamento possibilitará a disposição de 1.500 vagas em todo o estado, que irão receber apoio financeiro de R$ 600 por cada estagiário contratado.

Nesta fase, o Governo investiu o total de R$ 6,3 milhões no programa. As empresas interessadas devem acessar o edital disponível no site www.trabalhojovem.ma.gov.br e, preenchendo os requisitos exigidos para o certame, cadastrar a documentação diretamente no site, onde a equipe técnica da Secretaria de Estado da Indústria e Comércio (Seinc), terá o prazo de 10 dias, a contar do pedido do cadastro, para divulgar o resultado preliminar do credenciamento.

“A Secretaria de Estado da Indústria e Comércio, junto aos nossos parceiros, está mobilizando o empresariado maranhense para se credenciar no site do Trabalho Jovem para receber esses estagiários. Quem banca o pagamento dos jovens é o Governo do Estado, com uma bolsa mensal no valor de R$600,00. A empresa investe apenas R$50,00 que é a remuneração do agente de integração, que faz o elo entre a empresa e o estagiário, além dos treinamentos para que essa mão de obra seja capacitada para trabalhar na sua empresa”, explicou o secretário Júnior Marreca.

Criado por meio da Lei 11.384/2020 e regulamentado pelo Decreto Estadual 36.486/2021, o Programa Trabalho Jovem é uma iniciativa do Governo do Maranhão voltada para a geração direta de oportunidades de emprego para jovens de todo o estado.

Para 2023, o Programa disponibilizou 2.500 vagas, das quais 1.000 foram destinadas aos órgãos públicos da administração estadual e serão ocupadas a partir de um sorteio realizado em 21 de junho entre os mais de 10.000 jovens cadastrados na plataforma do Programa. As 1.500 vagas restantes serão preenchidas a partir de análise curricular de acordo com a demanda das empresas credenciadas.

CN

IFMA abre inscrições de seletivo para professor substituto com salário de R$ 3,1 mil

O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) está com inscrições abertas para processo seletivo voltado à contratação de professor substituto de Letras/Língua Portuguesa/Libras no campus Santa Inês.

As inscrições podem ser feitas até 19 de julho, no site do IFMA, mediante pagamento de taxa no valor de R$ 80. Conforme o edital, a remuneração para o cargo é no valor de R$ 3.130,85, podendo haver acréscimos.

A seleção será realizada em duas etapas. A primeira é a prova didática, que é eliminatória e classificatória e possui peso dois. A segunda fase é a avaliação de títulos, de caráter classificatório, com peso um. O candidato aprovado será contratado pelo período de 12 meses, com regime de 40h.

G1ma

São Luís registra maior taxa média de ocupação hoteleira no mês de junho

A capital São Luís registrou a maior taxa média de ocupação hoteleira do mês de junho deste ano. A ocupação nos hoteis da grande ilha passou dos 80%.

De acordo com o portal de viagens Viajanet, São Luís entrou no mês de julho entre os 30 destinos mais comercializados do país.

O mês de junho em São Luís é bastante movimentado por conta das festividades juninas e arraiais que tomam conta da cidade.

CN

Maranhão é o estado com maior número de obras públicas paradas entre 2012 e 2022

Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que 45% das cidades brasileiras têm obras paradas, o que corresponde a 2.494 municípios do país.

De acordo com a entidade, entre 2012 e 2022, o total de obras públicas paradas no Brasil chega a 5.380, e representam um valor contratado, pactuado ou empenhado superior a R$ 23,2 bilhões.

A maior parte das obras paradas está nas regiões Nordeste e Norte. O estado com maior número é o Maranhão, com 726 ao todo, sendo a maior parte delas na educação, 474.

RETOMADA DAS OBRAS

No mês passado, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou em São Luís, juntamente com o governador do Estado, Carlos Brandão, a retomada de 609 obras da educação paralisadas e inacabadas no estado. O anúncio faz parte do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica, lançado pelo Governo Federal.

O governador do estado considerou a conclusão das obras um desafio que garantiu cumprir e convocou os prefeitos para o cumprimento do pacto.

CN

Classificados à fase estadual dos JEM’s são homenageados em Codó

Com o grande destaque na fase regional dos JEM’s em Matões, os alunos-atletas classificados à etapa estadual do evento que acontecerá em São Luís, receberam uma merecida homenagem na última quarta-feira (12) no Ginásio Carlos Fernando em Codó.

Os atletas e treinadores das modalidades entraram em quadra, foram cumprimentados pela equipe da Secretaria de Esporte e Lazer, familiares e autoridades.

Aimee Sofia, uma das alunas-atletas de Basquete da Escola Remy Archer, comentou sobre a homenagem. “Muito orgulhosa de estar aqui e receber essa homenagem, o reconhecimento de todo treino e dedicação, é gratificante, e vamo que vamo rumo à São Luís”, destacou.

Governo Lula decide encerrar programa de escolas cívico-militares

O governo Luiz Inácio Lula da Silva decidiu encerrar o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, uma das prioridades do Ministério da Educação na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada em conjunto pelo MEC e pelo Ministério da Defesa, e deverá ser implementada até o fim deste ano letivo, segundo ofício enviado aos secretários de Educação de todo o País, obtido pelo Estadão.

De acordo com o documento, haverá uma desmobilização do pessoal das Forças Armadas dos colégios. O MEC pede que a transição seja feita de forma “cuidadosa” para não comprometer o “cotidiano das escolas e as conquistas de organização que foram mobilizadas pelo programa”.

O ofício encaminhado aos secretários estaduais de Educação, nesta segunda-feira, 10, assinado pela coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Fátima Elisabete Pereira Thimoteo, e pelo diretor de políticas e diretrizes da Educação Integral Básica, Alexsandro do Nascimento, informa que o programa deverá ser encerrado progressivamente, para que as escolas possam encerrar o ano letivo “dentro da normalidade”.

“A partir desta definição, iniciar-se-á um processo de desmobilização do pessoal das Forças Armadas envolvidos em sua implementação e lotado nas unidades educacionais vinculadas ao Programa, bem como a adoção gradual de medidas que possibilitem o encerramento do ano letivo dentro da normalidade necessária aos trabalhos e atividades educativas”, diz. De acordo com o ofício, as definições de estratégias de reintegração das escolas à rede regular de ensino será debatido e definido por cada Estado.

Uma nota técnica obtida pelo Estadão sustenta, entre os motivos para o fim do projeto, que o “programa induz o desvio de finalidade das atividades das Forças Armadas”. O documento cita quatro motivos para o fim do programa implementado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Além do desvio de finalidade das Forças Armadas, o MEC entende que há um problema de execução orçamentária no programa e que os investimentos poderiam ser mobilizados em outras frentes da pasta. Outras justificativas são problema de coesão com o sistema educacional brasileiro e o modelo didático-pedagógico adotado.

“As características do Programa e sua execução até agora indicam que sua manutenção não é prioritária e que os objetivos definidos para sua execução devem ser perseguidos mobilizando outras estratégias de política educacional. Desaconselhamos que o Programa seja mantido”, diz a nota.

As escolas cívico-militares têm a administração compartilhada entre militares e civis. Hoje, segundo o Ministério da Educação, há 216 unidades no País em implantação com esse modelo em 23 Estados e no Distrito Federal, que atendem 192 mil alunos. Até junho, cerca de metade desses termos de cooperação já havia perdido a validade e outra parte venceria até o fim do ano.

O Programa de Escolas cívico-militares funciona sob três modelos: disponibilização de pessoal das Forças Armadas pelo Ministério da Defesa remunerados pelo MEC, repasse de recursos direto às instituições e escolas autofomentadas (em que a responsabilidade de financiamento é da unidade).

Entre 2020 e 2022, o orçamento previsto pelo MEC para o pagamento de militares da reserva disponibilizados pelo Ministério da Defesa chegou a R$98 milhões. Neste ano, a previsão é de que a pasta arque com outros R$86 milhões, segundo dados da nota técnica.

O Estadão apurou que o governo finaliza um decreto para revogar o Programa de Escolas cívico-militares (Pecim) e fixar um prazo de 30 dias para que o MEC formule regras para a transição. A medida está em revisão final na Casa Civil e deve ser publicada nos próximos dias.

Desde março, o MEC discutia um decreto para finalizar o programa, mas a medida acabou ficando de lado. O modelo de escolas cívico-militares foi a principal ação do governo do ex-presidente Bolsonaro na educação.

CN