Videoclipe relembra os melhores momentos da 48ª edição da ExpoCodó

Um super videoclipe foi elaborado pela equipe da Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru (ACRIVI) para celebrar em retrospectiva os melhores momentos do grande sucesso que foi a 48ª edição da ExpoCodó. Que fique como excelente recordação para a população codoense a espetacular semana de grandes negócios e laser para as famílias que aproveitaram a semana que foi do dia 6 a 14 de agosto no revitalizado e pavimentado Parque de Exposições Walter Zaidan. Parabéns a todos e até o ano que vem.

Vereador Pastor Max fecha grande parceria com instituição de ensino para ofertar cursos gratuitos para jovens de Codó

Na manhã de segunda-feira (22), o vereador Pastor Max se reuniu com equipe do Núcleo de Ensino Técnico Sinai de Codó, para firmarem uma parceria social que irá beneficiar jovens que estão no 3º ano do Ensino Médio e que não tem condições de pagar por uma qualificação profissional de qualidade.

O objetivo dessa parceria é dar possibilidade a esses jovens a concorrerem a vagas no mercado de trabalho com mais condições de igualdade, que hoje se mostra ainda mais exigente em suas contratações. A data de início das matrículas será divulgada em breve. Fiquem ligados”, explicou o parlamentar.

Maior acidente da história do Programa Espacial Brasileiro completa 19 anos

Maior acidente da história do Programa Espacial Brasileiro completa 19 anos — Foto: Arquivo

Maior acidente da história do Programa Espacial Brasileiro completa 19 anos — Foto: Arquivo

O maior acidente da história do Programa Espacial Brasileiro, que matou 21 profissionais civis no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no norte do Maranhão, completou 19 anos nessa segunda-feira (22).

No dia 22 de agosto de 2003, o foguete Veículo Lançador de Satélites (VLS), que levaria para o espaço o primeiro satélite de fabricação nacional, passava por ajustes finais da Torre Móvel de Integração (TMI) quando uma ignição prematura de um dos motores resultou na explosão do protótipo de 21 metros de altura.

A causa apontada pelo relatório final de investigação, concluído pelo Comando da Aeronáutica em fevereiro de 2004, foi um “acionamento intempestivo” provocado por uma pequena peça que ligava o motor.

O Ministério da Aeronáutica descartou a possibilidade de sabotagem, de grosseira falha humana ou de interferência meteorológica, mas apontou “falhas latentes” e “degradação das condições de trabalho e segurança”, entre eles saídas de emergência que levavam para dentro da própria TMI, além de estresse por desgaste físico e mental dos tecnologistas.

O acidente levou à adoção de novas medidas de segurança no centro de lançamento. Inaugurada em 2012, a nova TMI promete ser mais segura. Ao redor da torre de 33 metros de altura e mais de 380 toneladas, uma extensa fiação garante corrente elétrica para um dos estágios da plataforma do veículo lançador de satélites.

A área foi projetada e construída com concreto armado, tudo para evitar problemas como o que ocorreu em 23 de agosto de 2003.

Novo foguete será lançado este ano

Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão — Foto: REUTERS

Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão — Foto: REUTERS

Em dezembro deste ano, a agência aeroespacial sul coreana Innospace planeja realizar seu primeiro lançamento suborbital a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Esse será o primeiro voo de teste suborbital para validar o motor de primeiro estágio do HANBIT-Nano, um pequeno lançador de satélites capaz de transportar 50kg para uma órbita polar, que cruza os polos do planeta, a aproximadamente 500 km de altitude

Desde que empresa norte-americana de foguetes Hyperion desistiu das negociações com o Brasil, a Innospace assumiu o lugar para se tornar a operadora da principal área de lançamento da base de Alcântara, comandada pela Força Aérea Brasileira.

G1ma

Tubarão de dois metros é capturado em São José de Ribamar, no MA

Tubarão de dois metros é encontrado em São José de Ribamar — Foto: Reprodução/Redes sociais

Um tubarão de aproximadamente dois metros de comprimento foi capturado no litoral de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís.

Um vídeo (veja acima) que circula nas redes sociais mostra a surpresa dos moradores com o tamanho do animal, que foi encontrado após ficar preso em um curral de pesca, no último domingo (21).

Apesar de uma pessoa citar no vídeo que a captura foi em Panaquatira, na verdade o animal foi pescado nas proximidades do Porto do Barbosa, já na sede de São José de Ribamar.

De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) de São José de Ribamar, a espécie de tubarão é do tipo ‘Cabeça-Chata’ ou ‘Boca redonda’, da ordem dos Carcharhiniformes, que foi encontrado já sem vida. Por isso, não houve a caracterização de pesca predatória.

Ao g1 Maranhão, o biólogo Keyton Coelho explicou que essa espécie de tubarão é comum no litoral maranhense e tem sido alvo comum da pesca predatória, que está contribuindo para extinção do animal.

“Esse animal mede, em média três metros e meio. É bem comum no litoral maranhense, onde temos cerca de 20 espécies de tubarão. Esse que foi capturado é macho, mas muitas vezes eles levam muito tempo para se reproduzir. A caça é feita de forma prematura e, com o passar do tempo, essa espécie entra em declínio populacional”, conta o biólogo, que também é doutorando no Programa de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal – Rede Bionorte.

Ainda segundo especialistas, o tubarão ‘Cabeça-chata’ também pode atacar humanos, mas é algo pouco provável, já que costuma ser visto somente em alto mar.

STJ considera ilegal prisão de devedor de pensão a filho maior que trabalha

A 3ª turma do STJ, por unanimidade, considerou que foi ilegal a prisão de um homem pelo não pagamento de obrigação alimentícia pretérita, decretada após acordo exoneratório de alimentos homologado judicialmente, quando seu filho já havia atingido a maioridade e ingressado no mercado de trabalho.

O colegiado concedeu ordem de habeas corpus para relaxar a prisão civil. No pedido, o devedor alegou que a prisão seria ilegal, uma vez que seu filho é maior de idade e está empregado, além de já ter sido homologado acordo que o exonerou da obrigação de pagar a pensão a partir de dezembro de 2021.

A execução foi proposta em 2013, referente, inicialmente, às verbas alimentares vencidas nos três primeiros meses daquele ano. Após o trâmite processual, foi expedido, já em 2022, mandado de prisão pelo não cumprimento da obrigação, cujo valor chega hoje a cerca de R$ 50 mil.

STJ considera ilegal prisão de devedor de pensão a filho maior que trabalha - Imagem 1

O juízo de primeiro grau rejeitou a justificativa do devedor, concluindo pela legalidade da prisão, por não ter sido apresentada a comprovação de pagamento dos meses em aberto. Impetrado habeas corpus em segunda instância, a liminar foi negada.

O relator no STJ, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, observou que, nos termos da Súmula 691 do STF, não cabe a impetração de habeas corpus contra decisão do relator que indeferiu a liminar em habeas corpus impetrado perante outro tribunal.

No entanto, o magistrado afirmou que a jurisprudência do STJ tem o entendimento pacífico de que a ordem postulada pode ser concedida de ofício, caso se identifique flagrante ilegalidade na prisão – o que, segundo ele, ocorre no caso dos autos.

Sanseverino afirmou que a possibilidade de prisão civil do devedor de alimentos decorre de uma ponderação entre dois direitos fundamentais: de um lado, o direito à liberdade e, de outro, o direito à vida e à subsistência digna. Para o relator, a necessidade urgente de manutenção da vida e da subsistência digna é o que justifica que, excepcionalmente, o Estado se utilize da prisão civil para coagir o devedor a pagar a pensão.

O ministro destacou que tal medida extrema, porém, não se justifica no caso em julgamento, pois o devedor não tem obrigação atual de prestar alimentos, já que, no curso da execução, “o alimentando atingiu a maioridade, ingressou no mercado de trabalho e adquiriu sua autonomia financeira, tendo, inclusive, concordado com a exoneração do paciente de sua obrigação alimentar, por meio de acordo homologado judicialmente”.

Ao conceder, de ofício, a ordem de habeas corpus, o magistrado apontou que os valores não pagos ainda são exigíveis e podem ser buscados pelo rito expropriatório. O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.

MN

PF faz operação contra empresários que defenderam golpe em vitória de Lula

Polícia Federal cumpre na manhã desta terça (23) mandados de busca contra empresários que em um grupo de mensagens defenderam um golpe de Estado caso o ex-presidente Lula (PT) vença Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais. 

As buscas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Além das buscas, o ministro Alexandre de Moraes também autorizou que os empresários sejam ouvidos pela PF.

Departamento da Polícia Federal em Brasília - Foto: Divulgação

Departamento da Polícia Federal em Brasília – Foto: Divulgação

Entre os alvos estão Luciano Hang, da Havan, José Isaac Peres, da rede de shopping Multiplan, Ivan Wrobel, da Construtora W3, José Koury, do Barra World Shopping, André Tissot, do Grupo Serra, Meyer Nigri, da Tecnisa, Marco Aurélio Raimundo, da Mormai, e Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu.

Empresários negaram intenção golpista

Após a divulgação das mensagens que defendiam golpeLuciano Hang, dono da Havan, confirmou à Folha que integra o grupo, mas disse que quase nunca se manifesta e em momento algum falou sobre os Poderes.

“Vejo que meu nome vende jornal e gera cliques. Me envolvem em toda polêmica possível, mesmo eu não tendo nada a ver com a história”, disse Hang à Folha. “Sou pela democracia, liberdade, ordem e progresso.”

Empresário Luciano Hung é um dos alvos da operação da Polícia Federal 

Empresário Luciano Hung é um dos alvos da operação da Polícia Federal 

Questionada sobre as manifestações do fundador no grupo de empresários, a assessoria da Tecnisa informou que a companhia “não fala em nome de Meyer Nigri” e que ele “não é porta-voz da empresa”.

“A Tecnisa é uma empresa apartidária, que defende os valores democráticos e cujos posicionamentos institucionais se restringem à sua atuação empresarial”, informou, por meio de nota.

Afrânio Barreira, do grupo Coco Bambu, divulgou nota no qual afirma que nunca se manifestou a favor de qualquer conduta que não seja institucional e democrática. Acrescenta que ações que visem a romper com a democracia não correspondem ao seu pensamento e posicionamento.

“A democracia é a chave para construção de um Brasil melhor. Valorizo, e muito, a oportunidade de conseguir votar e escolher os representantes de nosso povo brasileiro, e todo cidadão deveria ter a consciência da importância deste momento. Valorizo e sempre defenderei um processo eleitoral honesto e justo”, afirmou o empresário, que acrescenta muitas vezes se manifestar com reações em “emoticon” a alguma mensagem, mas sem necessariamente estar endossando seu teor, ou ter lido todo o seu conteúdo.

Moradores da Rua Belo Horizonte agradecem ao vereador Dr. José Mendes pela Indicação executada

Em vista a Rua Belo Horizonte, no Bairro São Sebastião, o vereador Dr. José Mendes recebeu o carinho e os agradecimentos dos moradores pela nova pavimentação da via. Pela Indicação número 81/2021, o líder do governo na Câmara solicitou ao Executivo que fosse colocada nova pavimentação, obra que foi executada pelo município.

Dona Raimunda, uma das moradoras mais antigas da Rua Belo Horizonte, agradeceu ao vereador pela Indicação e a execução da obra. “Obrigado. Depois e vinte anos, de nossos abaixo assinados e a luta do Dr. José Mendes conseguimos que o serviço chegasse para nossa rua.”.

“É com muita felicidade que estamos ao lado de Dona Raimunda, uma das moradoras mais antigas da Rua Belo Horizonte, e que fez vários abaixo assinados pela recuperação da via. E hoje, graças a Deus, com nossa luta conjunta, conseguimos que esta importante obra fosse executada pelo município e Governo do Estado, em mais uma parceira pela melhoria da qualidade de vida da população codoense”, concluiu o vereador.

Homem é preso pela sétima vez por violência contra a mulher em São Luís; ele é acusado de ameaçar e divulgar imagens íntimas da ex-companheira

Thiago Pereira da Silva, de 39 anos, foi preso, nesta segunda-feira (22), por ameaça, injúria e divulgação de cenas íntimas tendo como vítima uma ex-companheira. — Foto: Divulgação

Thiago Pereira da Silva, de 39 anos, foi preso, nesta segunda-feira (22), por ameaça, injúria e divulgação de cenas íntimas tendo como vítima uma ex-companheira. — Foto: Divulgação

Um homem, identificado como Thiago Pereira da Silva, de 39 anos, foi preso, nesta segunda-feira (22), por ameaça, injúria e divulgação de cenas íntimas tendo como vítima uma ex-companheira. Essa é a sétima vez que Thiago é preso por crimes da mesma natureza.

O homem foi preso em cumprimento ao mandado de prisão preventiva, expedido pela Central de Inquéritos e Custódia da Comarca de São Luís. Segundo o que foi apurado pela Delegacia Especial da Mulher de São Luís, Thiago Pereira manteve um relacionamento amoroso com a vítima por cerca de um mês e, após o término, ele passou a agredi-la verbalmente, ameaçá-la e, por fim, divulgou um vídeo intimo com cenas de sexo entre ele e a vítima.

A polícia investigou o caso e descobriu que o homem estava residindo em uma quitinete no bairro Forquilha, em São Luís, local onde foi detido e apresentando no plantão da Delegacia da Mulher.

Após a adoção das providências legais, o preso foi encaminhado para Central de Inquérito e Custódia, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.

Ainda de acordo com a Delegacia da Mulher, o homem responde a 14 processos criminais, e destes, 10 na 1ª Vara Especial de Violência Doméstica e Familiar. Além disso, ele já foi preso sete vezes por crimes no âmbito da violência doméstica.

A polícia aponta que o modus operandi do autor é sempre com extremo menosprezo à mulher, representando, pois, grande risco para as mulheres com quem se envolve.

Última prisão foi em 2018

Thiago Pereira da Silva foi preso, em 2018, acusado de descumprir uma medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha, em favor de uma ex-namorada. — Foto: Divulgação

Thiago Pereira da Silva foi preso, em 2018, acusado de descumprir uma medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha, em favor de uma ex-namorada. — Foto: Divulgação

Em 2018, Thiago Pereira da Silva foi preso acusado de descumprir uma medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha, em favor de uma ex-namorada. Na época, o homem era acusado de agredir a jovem, identificada como Jully Rego de Lima, que chegou a falar publicamente sobre o caso, afirmando que até a sua família era ameaçada pelo agressor.

Segundo a delegada Wanda Moura, que até então era titular da Delegacia Especial da Mulher (DEM), desde 2015 que Thiago vinha sendo preso por violência doméstica, sendo que ele passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica, mas, continuou fazendo ameaças à vítima.

Diante dos fatos, o homem acabou sendo preso, novamente, em 2018. E, também, foi autuado em flagrante por um novo crime de ameaça, pois, mesmo depois de preso, ele mais uma vez ameaçou a ex-namorada de morte, afirmando que assim que fosse liberado ele a mataria.

“Ele é um cara perigoso que deve ficar preso, ficar segregado. Durante os meses (quase três meses) em que ficou foragido, ele infernizou a vida da Jully fazendo constantes ameaças, além da divulgação de fotos e vídeos íntimos de outras mulheres que se pareciam com a vítima. Ele divulgava para pessoas que tinham contato com a ex-namorada, dizendo que se tratava dela. Ele fazia isso como uma forma de difamá-la, de atacar a honra dela. De tanto sofrer essas agressões, Jully teve que ser encaminhada para atendimento psicólogo e tomar antidepressivos”, informou a delegada Wanda Moura, na época.

Jully Rego falou com a imprensa em 2018 e relatou como Thiago Pereira agia.

“Como ele não tinha mais contato comigo, ele saia ameaçando todos da minha família. Ele se passava por outras pessoas e acabava ameaçando meus pais, minha mãe, meus tios, primos e até a minha filha de 4 anos. Ele chegou a entrar no portal da minha faculdade em uma parte que só eu tinha acesso, respondeu atividades erradas e disse que faria de tudo para me reprovar. Eu fiz vários boletins de ocorrência contra ele, avisava as pessoas o que estava acontecendo e me isolava, por medo do que poderia acontecer”, relata a vítima.

Ainda de acordo com a vítima, ela se manifestou publicamente sobre o caso para alertar outras mulheres.

“Hoje em dia, o mal das mulheres é duvidar achando que a pessoa não é capaz de fazer nada contra ela. Jamais a mulher deve ter esse sentimento de dúvida ou de desafiar uma mente doentia dessa. Eu fiz questão de divulgar a minha vida, a minha história justamente para não acontecer com outras mulheres. A internet é muito perigosa, pois, às vezes a mulher olha um cara bonitinho, legalzinho, formado, etc., e se ilude. Esse foi o meu problema, eu fui pelo papo dele e isso causou uma grande destruição na minha vida”, alertou Jully.

G1ma