Casal coloca churrasqueira em quarto para se aquecer e morre asfixiado

Casal morreu asfixiado após colocar churrasqueira em quarto para se esquentar Casal morreu asfixiado após colocar churrasqueira em quarto para se esquentar 

Um casal morreu asfixiado em Nova Ponte, Minas Gerais, após colocar uma churrasqueira acesa dentro do próprio quarto para aquecer-se durante a noite. Eles foram encontrados mortos pela filha de 14 anos durante a madrugada de quinta-feira (19).

As vítimas foram identificadas como Edwin Luisi de Medeiros Silva, de 40 anos, e Silvana Vieira da Siva, de 39.

A suspeita da polícia é de que o casal tenha colocado a churrasqueira portátil no quarto para diminuir o frio. Eles, inclusive, fecharam portas e janelas do cômodo. Mas outras hipóteses não foram descartadas.

A perícia foi chamada ao local e concluiu que Edwin e Silvana se intoxicaram com o dióxido de carbono vindo do carvão. Quando foram encontrados pela filha, já estavam sem vida.

Brasa nos quartos dos filhos

A adolescente de 14 anos foi acordada durante a madrugada pelo irmão, de 9, que reclamava de fortes dores de cabeça. A garota o medicou e foi chamar os pais, momento no qual os encontrou mortos.

As dores de cabeça do garoto seriam, também, causadas por dióxido de carbono. Isso porque Edwin e Silvana deixaram brasas acesas nos quartos dos filhos, como forma de aquecê-los.

Os dois irmãos foram levados a uma unidade de saúde, receberam tratamento e foram liberados. Agora, estão sob guarda de uma irmã mais velha, que já não morava com os pais.

FONTE: Yahoo

Passageiro é baleado e morre durante terceiro caso de assalto a ônibus na Grande São Luís

Wellington Rosa da Silva, de 39 anos, foi atingido por um tiro durante um assalto a ônibus em São Luís — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Wellington Rosa da Silva, de 39 anos, foi atingido por um tiro durante um assalto a ônibus em São Luís — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na tarde desta quinta-feira (19), mais uma pessoa morreu por conta de um assalto dentro de um ônibus na grande São Luís. A vítima foi identificada como Wellington Rosa da Silva, de 39 anos, que teria reagido ao assalto e acabou sendo baleado no abdômen.

De acordo com a polícia, o crime aconteceu na região do bairro Pedrinhas, na BR-135, dentro de um ônibus que fazia a linha para o Coqueiro. Wellington ainda foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Maracanã, mas não resistiu ao ferimento.

Policiais estiveram na região fazendo rondas, mas o criminoso não foi encontrado e ninguém foi preso.

Esse é o terceiro caso de assalto a ônibus que termina de forma violenta na grande São Luís. Na quarta-feira (18), Regina Rodrigues França, de 39 anos, morreu ao se jogar de um ônibus em movimento durante um assalto na Estrada de Ribamar, Região Metropolitana de São Luís.

De acordo com a polícia , ela teria se assustado quando dois assaltantes entraram no ônibus, da linha Paranã/São Francisco, na região próximo a Quimica Norte. A dupla teria ameaçado os passageiros e o motorista do ônibus, o que fez Regina pular pela janela. Ao cair, ela teve um forte impacto na cabeça e morreu nas proximidades da garagem da Taguatur.

Segundo a polícia, a vítima estava conduzindo um ônibus que fazia a linha Santa Clara/João Paulo, quando o assaltante entrou no coletivo e ficou na parte da frente do veículo. Depois de uns minutos observando o movimento, o criminoso sacou uma faca e tomou o celular de uma passageira e depois se virou para ameaçar o cobrador e outros passageiros.

Ao perceber a ação criminosa, Igor dos Santos reagiu ao assalto e travou uma luta corporal com o assaltante. Durante a luta, o criminoso esfaqueou o motorista. A ação foi registrada por câmeras do circuito interno do coletivo (veja o vídeo acima).

Segundo a polícia, a prisão do suspeito no crime aconteceu durante a tarde desta quinta (19), no Residencial Nova Terra, em São José de Ribamar. O nome do preso não foi informado.

Secretário diz que violência está ’em declínio’

Nesta sexta (19), em entrevista ao ‘JMTV’ 1ª edição, o secretário de Estado de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), Coronel Sílvio Leite, falou que a capital ‘apresenta queda’, a nível nacional, em 6% de crimes violentos letais.

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Mais de 500 assaltos a ônibus foram registrados na Grande São Luís em 2022, diz SSP

Dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), divulgados nesta semana, informaram que, até o momento, 506 roubos em transportes coletivos, foram registrados na Grande São Luís.

A média de assaltos, na Região Metropolitana de São Luís, oscilou, nos últimos cinco meses, de acordo com a SSP-MA. Em janeiro, 119 roubos foram registrados; em fevereiro, 96; em março, 113; em abril, 115. Até o momento, os dados do mês de maio (em curso) ainda não foram disponibilizados.

Mais de 500 assaltos a ônibus foram registrados na Grande São Luís em 2022, diz SSP — Foto: Reprodução

Mais de 500 assaltos a ônibus foram registrados na Grande São Luís em 2022, diz SSP — Foto: Reprodução

Em cinco meses, durante o ano de 2021, 592 ônibus foram alvos de ações criminosas. Na última quarta-feira (18), o esfaqueamento de um motorista de ônibus, na Avenida Guajajaras, em São Luís, e a morte de uma passageira, após se jogar do ônibus, para tentar escapar de um assalto, em São José de Ribamar, somaram-se aos índices que têm preocupado a população.

O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão emitiu nota, lamentando as duas ocorrências registradas na capital. A categoria cobra a intensificação de medidas para coibir o avanço da violência nos transportes coletivos, que tem colocado em risco a situação de motoristas e passageiros.

Por g1 MA

Caso Tainah Luz: Advogada diz que tentativa de beijo teria motivado briga

Caso Tainah Luz: Advogada diz que tentativa de beijo teria motivado briga (Foto: Redes sociais)

Caso Tainah Luz: Advogada diz que tentativa de beijo teria motivado briga (Foto: Redes sociais)

A defesa de Geovana Thais Vieira da Silva, acusada de matar Tainah Luz Brasil Rocha durante uma briga no bairro Mocambinho, no último domingo (15), afirmou que tentativas de beijos da vítima em Fernanda Maria Lobão Ayres, namorada de Geovana, teriam motivado a confusão que terminou com a morte da filha do jornalista Marcelo Rocha, com cerca de 13 facadas. 

Em entrevista ao Meionorte.com, a advogada de defesa Lívia Veríssimo, destacou que a informação foi alegada por Fernanda Ayres em seu depoimento no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) nessa quarta (18). Segundo a advogada, a briga com Tainah Luz teria se inciado após ela ter tentado beijar a namorada de Geovana por três vezes. 

“A Fernanda alega que iniciou a briga com Tainah porque ela tentou beijar ela por três vezes. Foi o que ela disse no DHPP. A Tainah estava fumando e Geovana se retirou a cozinha e foi e nesse momento que começou a briga. Quando a Geovana voltou elas já estavam brigando”, disse a defesa.

Geovana Thais chegou a ser presa em flagrante, mas foi liberada na manhã seguinte ao caso após uma audiência de custódia.  Lívia Veríssimo ressaltou ainda que a jovem agiu em legítima defesa e em prol da atual namorada. Além disso, segundo a advogada, a própria Geovana é quem teria pedido socorro após Fernanda e Tainah trocarem golpes de faca e ela ter intervido. Para a defesa, não havia outro meio, pois a Fernanda já estava no chão sangrando e Tainah supostamente seguindo com as agressões.

“Ela só escutou da cozinha e foi vendo correndo ver. A Tainah já estava em discussão, briga física e tudo e aí ela viu que a Tainah pegou uma faca e perfurou Fernanda. Ela agiu em legítima defesa. pegou uma faca também e começou a luta corporal que terminou com essa fatalidade. A própria Geovana foi pedir socorro e o Samu chegou. Ela não teve outro meio, porque a namorada já estava no chão sangrando, a Tainah não saia de cima dela e terminou que ela tenha perdido a consciência. As pessoas estão divulgando fotos da Tainah de 10 anos atrás, magrinha, mas ela está bem maior hoje No momento da emoção e fez até Tainah parar de golpear a outra. Quando ela viu que tinha parado, foi que ela viu o que aquilo deu”, destacou.

“Não tive intenção de matar”, diz acusada 

TV Meio Norte  teve acesso ao depoimento da acusada. Geovana Thais destacou que não teve a intenção de matar Tainah Luz e ainda pediu o socorro inicial após a confusão. 

“Eu então me desesperei, corri pra cozinha, peguei uma faca e tentei tirar a Tainah de cima dela. Então ela ficou ensaguentada, eu não tive a intenção de matar ela, parece piada, mas não é. Eu não fui num propósito de pegar a faca e ir no pescoço, coração, nada. Na hora isso não veio na minha cabeça. O que aconteceu que eu só comecei. E aí o que aconteceu, quando tirou e acalmou, a primeira coisa que eu fiz foi correr na urgência e pedir pra chamar um médico, enfermeiro pra eles irem ir lá salvar elas”, pontuou.

O jornalista Marcelo Rocha, pai de Tainah Luz Brasil Rocha, de 26 anos, afirmou em entrevista à TV Meio Norte nesta quinta-feira (19), que é muito estranho a versão de legítima defesa da advogada de Geovana Thais Vieira da Silva, de 19 anos, já que foram 13 facadas no total.

Marcelo disse ainda que Tainah pediu socorro para os vizinhos e usou o plural: “Me tira daqui, elas vão me matar”. O jornalista não acredita que Geovana, por ser menor que Tainah tenha conseguido segurá-la sozinha e desferido as facadas. “As pessoas estavam socorrendo elas, quando foi para a Tainah, a Tainah disse: ‘Me tira daqui, elas vão me matar’. Tainah usou o plural, a minha filha estava um pouco mais forte, a Geovana é baixinha, não tem nem 1,60m, magrinha, a Fernanda também não é forte. Não dá para segurar uma pessoa como a Tainah sozinha e esfaquear”, relatou.

“A Tainah conhecia a Fernanda, elas namoravam, a Fernanda frequentava a casa de Tainah e vice versa, os vizinhos conheciam a Tainah porque ela frequentava muito lá. Elas terminaram o namoro, cada um foi cuidar do seu rumo, Tainah foi morar em Curitiba, quase 5 anos que ela morava lá, ela veio para casa está com 20 dias”, disse.

Meio Norte

Vereador Pastor Max participa de evento alusivo ao Dia Nacional Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Na última quarta-feira (18) foi realizada ação de culminância das atividades alusivas a Campanha Nacional Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. As ações foram realizadas durante toda semana, com panfletagens na cidade, atividades nos CRAS, CREAS, e palestras sobre o tema em escolas do município. As atividades tiveram sua culminância ontem, dia 18, com uma passeata pela principal Avenida de Codó. Dentre as autoridades que participaram estavam representantes do Conselho Tutelar, do Conselho Municipal de Proteção a Criança e ao Adolescente, representantes da PLAN, o prefeito e a primeira-dama, além de representantes do Poder Legislativo, como o Vereador Pastor Max.

“Precisamos nos unir, nos mobilizar para prevenir essa questão do abuso e exploração infanto-juvenil em Codó, denunciando, conscientizando a nossa sociedade, mobilizando os poderes constituídos, para acabar com essa chaga social. É nosso dever como pais e cidadãos proteger as nossas crianças e adolescentes, assegurando o direito à dignidade”, afirmou o edil.

O vereador também lembrou que as ações estão sendo realizadas desde o mês passado. O dia 4 de Abril marca no município a luta e o Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi instituída pela Lei n° 1.631, de 18 de abril de 2013, projeto de autoria do vereador Pastor Max, denominado de Lei Márcia dos Santos.

Hoje estamos na culminância do Dia Nacional Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, no entanto estamos realizando ações desde o mês passado, quando também temos o Dia Municipal de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (Lei Márcia Santos). É e sempre foi uma de nossas bandeiras e temos que defender as crianças e os adolescentes, bem como seus direitos na construção de uma política pública eficaz, temos procurado dar ênfase a todas alternativas de combate as diversas formas de violência contra as crianças e adolescentes em nossa região”, concluiu o parlamentar

Entenda mais

Em todo Brasil, no dia 18 de Maio foram programados eventos em diversas cidades, com a intenção de sensibilizar a população em geral e os formadores de opinião, a fim de motivar ações espontâneas das pessoas pela proteção de crianças e adolescentes. A data foi escolhida nacionalmente em menção ao crime ocorrido em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória, Espirito Santo. Aracelli era uma menina de oito anos quando foi raptada, drogada, violentada e, já morta, teve o corpo carbonizado por um grupo de jovens da classe média alta daquela cidade. Apesar da natureza hedionda, o crime prescreveu impune.