Confira os dias e horários de funcionamento do Centro Médico Rad Imagem na Semana Santa.


A Polícia Civil prendeu dois irmãos, identificados como João Leite Machado Júnior e Janete de Abreu Machado, pela morte de um motorista de ônibus, no dia 30 de março, em Balsas, a 810 km de São Luís.
Segundo as investigações, os irmãos planejaram o assassinato de Rogério Martins Nunes, que foi morto na frente da esposa e da filha de apenas 4 anos de idade.
Desde o fim de semana, a operação ‘Grande Família’ cumpre mandados de busca e apreensão em quatro endereços ligados à família de Janete, que era ex-companheira de Rogério.
Nesta segunda-feira (11), durante uma entrevista coletiva na sede da Delegacia Regional de Segurança, o delegado Fagno Vieira disse que outros integrantes da família de Janete também podem ter envolvimento com o crime.
“Inicialmente a gente acreditava que teria sido um crime mais restrito, envolvendo a ex-companheira da vítima, mas a gente acabou descobrindo que houve participação da irmã, do cunhado, que são os proprietários do veículo. Inclusive a gente acredita que o cunhado, que estava no veículo e aparece nas imagens, também deve ter a prisão decretada. Chamo atenção para o fato de que esse crime era tratado com naturalidade na família”, disse o delegado.

Rogério Martins dos Santos foi executado a tiros na noite do dia 30 de março deste ano, na cidade de Balsas. Ele foi morto na frente da esposa e da filha de quatro anos.
De acordo com a polícia, Rogério Martins dos Santos, de 38 anos, estava de folga e caminhava pela rua com a família quando foi abordada pelo suspeito.
O assassino se aproximou e efetuou três disparos nas costas da vítima, que morreu no local.
Após praticar o crime, o executor fugiu em rumo ignorado.
FONTE: Blog do Gilberto Lima
A Conferência Semestral da Estaca Planalto será realizada nos dias 23 e 24 de abril de 2022. A transmissão será na sede da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Convidamos a todos os membros, parentes e amigos para se fazerem presente neste grande evento tão especial.

Vamos fazer desta conferência um grande momento de fé. A conferência será nos dias 23 /4, a partir das 16hs, com reunião de liderança com os conselhos da Estaca e das alas e sessão de adultos a partir das 18hs:30. No dia 24/4 (Domingo), a partir das 10hs, sessão geral. Transmissão será no prédio da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, na Avenida Maranhão, 474, próximo ao Mercado Central de Codó.
Em mensagem ao repórter Jair Ribeiro, o vereador Dr. José Mendes falou sobre o cancelamento da 8ª Sessão Ordinária da Câmara de Codó, que não pôde ser realizada por falta de quórum na última terça-feira, dia 12 de abril. As três Indicações de autoria do parlamentar ficarão para serem apreciadas e votadas na semana que vem.

O deputado César Pires defendeu na sessão desta terça-feira (12) a adoção de medidas que tornem mais seguro o trabalho dos operadores de delivery, tanto para os clientes quanto para os próprios entregadores.
Na opinião do parlamentar, o serviço da forma que ocorre atualmente coloca em risco a segurança de todos as pessoas envolvidas.
“Vemos pelas redes sociais ou pelos meios de comunicação muitos casos de assaltos em que criminosos fingem ser entregadores para adentrar prédios e residências. Os clientes ou agentes de portaria confiam e ficam sujeitos à ação de assaltantes, porque falta a correta normatização do serviço”, destacou César Pires.
O deputado exemplificou que já presenciou entregadores sem identificação e em motos até sem placas, o que não é muito usual mas que demonstra a falta de maior controle na operacionalização do delivery.
“Há empresas mais rigorosas, que enviam fotos do profissional e informam placas dos veículos para que os clientes possam receber a entrega com mais segurança. Esse controle precisa torna-se regra, e não exceção”, acrescentou.
Preocupado com essa questão, César Pires informou que deve apresentar um projeto de lei para tornar obrigatória a devida identificação dos entregadores e, assim, impedir a ação de criminosos nesse tipo de serviço.
“Estamos estudando a legalidade dessa proposição para que possamos discuti-la na Assembleia Legislativa do Maranhão”, destacou.
César Pires finalizou seu pronunciamento fazendo um alerta à Polícia Militar, já que os entregadores costumam ter passagem liberada nas barreiras de fiscalização, o que facilita a ação de assaltantes que se apresentam como delivery. “É uma questão preocupante que merece atenção de todos nós”, concluiu ele.

Nesta terça-feira (12), a 1ª Vara de Execuções Penais (VEP) de São Luís anunciou que foi autorizada a saída temporária a 696 presos durante o período da Quaresma. Os presos devem sair a partir das 9h desta quarta (13), e devem retornar às penitenciárias até às 18h da próxima terça (19).
A autorização foi dada pelo juiz auxiliar Thales Ribeiro de Andrade, que responde pela 1ª Vara de Execuções Penais da capital, e foi enviada à Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.
Segundo a VEP, a liberação judicial foi concedida aos presos que cumpriram os requisitos exigidos nos artigos 122 e 123 da Lei de Execução Penal (nº 7.210/1984). Conforme a lei, a saída temporária é concedida pelo juiz, após manifestação do Ministério Público estadual e da administração penitenciária, aos presos que atendem aos requisitos de:
Não tem direito à saída temporária o condenado que cumpre pena por praticar crime hediondo que resultou em morte da vítima, segundo a Lei nº 13.964/2019.
Mirante

A ida ao shopping no último domingo, dia 10, terminou com momentos de terror para uma médica de 39 anos e seu filho de 4. Os dois sofreram um sequestro-relâmpago na Barra da Tijuca e foram levados no carro da família por criminosos armados até a Cidade de Deus, também na Zona Oeste do Rio.
As vítimas foram abordadas por volta de 20h50, ao saírem de uma lanchonete na Avenida João Cabral de Mello Neto, e ficaram como reféns por cerca de 35 minutos, enquanto os bandidos desbloqueavam o celular e os aplicativos de bancos da mulher, utilizavam seus cartões de créditos em uma máquina portátil de pagamentos e ainda solicitavam transferência por PIX de seu marido e amigos. Eles foram deixados em um ponto de ônibus na Avenida Ayrton Senna, na Gardênia Azul.
Na 16ª DP (Barra da Tijuca), a médica relatou que, naquela noite, saía do shopping Via Parque com o filho quando notou que um carro branco, provavelmente das marcas Honda ou Hyundai, parou torto em uma vaga de estacionamento e ninguém saiu do veículo. Após deixar o local, dirigindo seu carro blindado, ela parou com o menino no drive-thru de uma lanchonete, na Rua João Cabral de Mello Neto. Saindo do estabelecimento, disse ter levado uma fechada cerca de 30 metros adiante do mesmo carro que havia visto no shopping e que já estava lhe aguardando.
A médica contou que, então, saíram do veículo três bandidos. Um deles, que veio pela frente, apontou-lhe um revólver, abriu a porta e ordenou que ela fosse para a parte traseira, onde estava a criança na cadeirinha. Ele assumiu a direção do carro, enquanto os outros dois se sentaram no banco do carona e no banco de trás, ao lado dela e do menino.
A partir daí, foram 35 minutos de tensão. Aos policiais, a mulher contou que seu veículo passou a seguir o dos criminosos, em velocidade de aproximadamente 20 quilômetros por hora, até a Cidade de Deus. Durante o percurso, eles foram exigindo as transações bancárias e ordenaram que ela ligasse para terceiros pedindo PIX, pois sabiam que naquele horário as transferências têm limite de mil reais. Além do valor total de R$ 3 mil nesse tipo de ferramenta, passaram em maquininhas dois cartões de crédito do Banco do Brasil e roubaram o celular iPhone 11 da vítima, além do carro.
Ainda na delegacia, a médica disse que, após pararem dentro da Cidade de Deus, ela e o filho foram deixados pelos bandidos em um ponto de ônibus próximo ao Espaço Hall, no sentido da Linha Amarela. Lá, a mulher conseguiu pedir socorro e ligar para o marido, que a buscou e a levou até a delegacia.
Abalada, a médica preferiu não dar entrevista sobre o caso. Ao GLOBO, a Secretaria de Polícia Militar informou que só teve conhecimento do caso após o registro feito na delegacia, não tendo sido acionada pela vítima. Já a Polícia Civil afirmou que câmeras de segurança de dois pontos — onde a vítima percebeu a presença dos criminosos — já foram requisitadas pelos agentes. “Outras diligências estão em andamento, porém, não podem ser detalhadas para não prejudicar a investigação”, disse, por meio da assessoria de imprensa. Em nota, o Via Parque disse que está colaborando com as investigações.
Em janeiro e fevereiro deste ano, foram registrados 29 sequestros-relâmpago no Estado do Rio, quase o dobro de 2021. Nos mesmos períodos, a polícia não recebeu nenhum caso de extorsão mediante sequestro.