METEOROLOGIA EMITE ALERTA LARANJA DE CHUVAS INTENSAS NO MARANHÃO

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta terça-feira (4) um alerta laranja de chuvas intensas em todo o território do estado do Maranhão.

Segundo o Inmet, há previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou entre 50 a 100 milímetros por dia e, rajadas de ventos entre 60 a 100 km/h.

A expectativa é que o alerta permaneça até esta quarta-feira (5). Há risco, também, de queda de energia elétrica, de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

O Inmet alerta, em caso de rajadas de vento, que a população não se abrigue embaixo de árvores, desligue aparelhos elétricos e em situações de risco, ligue para a Defesa Civil (199) e para o Corpo de Bombeiros (193).

CHUVAS NO MARANHÃO

As chuvas intensas que têm sido registradas nas últimas semanas no Maranhão, têm castigado inúmeros municípios. Centenas de famílias ficaram desabrigadas devido a cheias do Rio Itapecuru e Tocantins, no interior do estado.

Em Mirador, a cheia do Rio Itapecuru deixou a cidade praticamente debaixo d’água. A rua principal do centro comercial e nem o prédio da Câmara Municipal não foi poupado pela água.

O Corpo de Bombeiros de Balsas enviou uma equipe para a cidade de Mirador para auxiliar as famílias na remoção de seus bens. A Prefeitura está montando uma estrutura caso haja a necessidade de abrigar famílias que perderam as suas casas.

Em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, a cheia do Rio Tocantins já deixou 229 famílias desabrigadas. Durante a madrugada desta terça-feira (4), mais 25 famílias foram alocadas para abrigos improvisados pela prefeitura do município.

O temporal que caiu durante a madrugada desta terça-feira também causou prejuízos em rodovias. Na BR-010, próximo ao município de Ribamar Fiquene, duas árvores caíram e obstruíram a via.

Uma grande erosão cortou também, parcialmente, a BR-010, no km 228, na cidade de Governador Edison Lobão, entre os municípios de Porto Franco e Imperatriz, na região Tocantina do Maranhão.

Fonte: Neto Ferreira

OBRAS PÚBLICAS PARALISADAS CUSTARAM R$ 2 BILHÕES AOS COFRES PÚBLICOS DO MARANHÃO

Dados mais recentes do Grupo de Trabalho para Governança de Investimento em Infraestrutura, da Controladoria-Geral da União (CGU), revelam que o Maranhão contava com 905 obras públicas com recursos federais paralisadas, em 2019.

Somadas, as obras paradas custam mais de R$ 2 bilhões aos cofres públicos. A CGU analisou 32.415 contratos em nível nacional até dezembro de 2019. Destes, 10.916 estavam paralisados, o que significa uma a cada três obras no país.

A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei (1.070/2019) que pretende resolver parte do problema. A proposta estabelece que, se o poder público notar alguma irregularidade na licitação ou execução da obra, e não for possível resolvê-la, só poderá interromper o empreendimento após avaliar os custos, riscos e benefícios dessa decisão para a sociedade.

Dessa forma, o autor do PL, o deputado federal José Medeiros (PODE/MT), espera reduzir a quantidade de obras paralisadas no país, o que ele considera “um dos principais problemas da gestão pública brasileira”. Relator da matéria na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), o deputado federal Kim Kataguiri (DEM/SP) deu parecer favorável à aprovação do projeto que, segundo ele, consolida os parâmetros que os órgãos de controle e o judiciário devem observar antes de pedir a suspensão de uma obra.

“A ideia é contribuir para que a obra pública seja executada de acordo com os critérios que foram estabelecidos no contrato e que a decisão sobre a continuidade da obra seja tomada com base no interesse público. Ou seja, vai gerar mais custo fazer a manutenção daquela estrutura parada ou contratar outra empresa, fazer uma nova licitação ou mesmo obrigar e fazer alguma sanção contra aquela empresa que já foi contratada para dar seguimento aquela obra?”, argumenta.

Segundo Gilberto Gomes, advogado na área de Controles sobre Contratações Públicas, sócio do Piquet, Magaldi e Guedes Advogados, o projeto de lei servirá como um guia de orientação às autoridades que têm o poder de suspender um empreendimento público por conta de alguma irregularidade.

“O que a proposta faz é dar a quem vai aplicar essa suspensão de obra um roteiro a seguir.  O projeto diz o seguinte: na hora de paralisar uma obra, o controlador ou o juiz tem que fazer a análise de se o custo dessa paralisação vai ser maior ou menor do que o dano que ele está tentando preservar ao erário”, explica.

Fonte: Brasil 61

Cidadão denuncia que tem mais localidades onde o serviço de estrada também foi péssimo na região do Condurú

Cidadão mandou fotos dizendo que na região do Condurú não é  apenas no povoado CANTA GALO, mostrado no vídeo que fizemos, que está péssimo.

No povoado Olho D’água a chuva já encheu o Igarapé e o desvio por causa da ponte não pode ser usado.

Vão ter que se arriscar. Lá na região do canta galo não é o único lugar. A estrada toda tá ruim, ele não terminou. Não foi feito nem metade, ele mandou as máquinas pra outro lugar.

A ponte ainda está do mesmo jeito E agora com as chuvas, não dá pra passar por baixo, povoado Olho d’água. A estrada da Boa Vista do Fundão também tá ruim”.

a denúncia foi feita ao Blog do Acelio