Mutirão do Glaucoma garante atendimento a mais de 300 pacientes em Codó

A Prefeitura Municipal de Codó, em parceria com o Governo do Estado do Maranhão, realizou, no último sábado (09), o Mutirão do Glaucoma. A ação teve o objetivo de promover atendimento oftalmológico gratuito para diagnóstico e acompanhamento de pacientes com Glaucoma.

O local de atendimento foi o Centro de Especialidades Clínicas (CEC), onde 325 pessoas foram atendidas em consulta médica e obtiveram de forma gratuita o colírio, medicação utilizada no tratamento oftalmológico que precisa ser adquirida a cada trimestre. Os atendimentos foram realizados pelo médico oftalmologista Dr. Thayron Cortez.

O prefeito Chiquinho FC (PT) esteve no local com o deputado estadual Francisco Nagib (PSB) para acompanhar as atividades e dialogar com os pacientes sobre a importância do acompanhamento e tratamento do glaucoma.

O Glaucoma é uma doença silenciosa dos olhos, caracterizada pelo aumento da pressão dentro do olho e danos no nervo óptico, sendo a segunda principal causa de cegueira no mundo. Essa doença ocular pode provocar visão embaçada, dificuldade para enxergar à noite ou perda da visão lateral, afetando principalmente adultos com mais de 40 anos, mas também pode estar presente desde o nascimento.

A iniciativa reforçou o compromisso da Prefeitura de Codó com a promoção da saúde ocular da população, buscando ampliar o acesso a serviços especializados no município e contribuir para a prevenção da cegueira causada pelo glaucoma.

Assessoria de Comunicação

Uema leva ações educativas e sociais gratuitas para territórios indígenas do Maranhão

A Universidade Estadual do Maranhão (Uema) realizou, no período de 5 a 9 de agosto, uma série de atividades educativas, sociais e culturais em três territórios indígenas do estado, por meio do programa UemAção. A iniciativa teve como finalidade promover cidadania, inclusão e desenvolvimento sustentável nas aldeias Piçarra Preta (Bom Jardim), Bacurizinho (Grajaú) e Elbetel (Formosa da Serra Negra).

Coordenado pela Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis (Proexae), o UemAção é um programa de extensão universitária que leva ações da Uema para comunidades em situação de vulnerabilidade. A edição 2025 do projeto teve foco especial nos povos indígenas, com protagonismo de estudantes indígenas e uma programação construída a partir das demandas apresentadas por cada território.

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“Esse projeto mostra que a Uema está presente em todo o Maranhão. É uma troca de saberes, onde levamos conhecimento, mas também aprendemos com as comunidades. A presença ativa de estudantes indígenas na ação reforça o compromisso com uma educação pública inclusiva e transformadora”, destacou o reitor da Uema, professor Walter Canales.

As ações incluíram palestras, oficinas, atendimentos na área da saúde, rodas de conversa, campanhas educativas, feiras temáticas e orientações sobre direitos e cidadania. A equipe da Uema foi composta por professores, técnicos e estudantes de diferentes áreas, atuando de forma integrada e com o apoio das lideranças comunitárias locais.

Ao promover diálogo direto com as comunidades e respeitar suas realidades, a Uema reafirma o papel da extensão universitária como ferramenta de transformação social e aproximação entre a universidade e os povos do Maranhão.

*Fonte: Governo do Maranhão

INSS já devolveu mais de R$ 1 bilhão a aposentados e pensionistas vítimas de descontos ilegais

Cerca de 1,6 milhão de aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos em seus benefícios já receberam R$ 1,084 bilhão em ressarcimentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os valores foram divulgados pelo instituto nesta segunda-feira (11) e se referem a cobranças ilegais feitas por associações entre março de 2020 e março de 2025.

O pagamento é possível graças à medida provisória assinada em julho, que liberou R$ 3,31 bilhões para a quitação de acordos judiciais. Por se tratar de crédito extraordinário, o recurso não entra no cálculo da meta fiscal nem no teto de gastos.

A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve na Justiça o bloqueio de R$ 2,8 bilhões em bens de associações, pessoas físicas e empresas investigadas pelo esquema de fraude. A venda desses ativos ajudará a cobrir os custos do governo com os reembolsos.

Pagamentos e prazos

Os ressarcimentos começaram em 24 de julho, em parcela única, com valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O depósito é feito diretamente na conta onde o benefício é recebido, seguindo a ordem de adesão ao acordo com o INSS.

O prazo para aderir vai até 14 de novembro. Não é necessário enviar documentos: basta confirmar o acordo para receber o valor por via administrativa, sem necessidade de processo judicial.

Quem pode aderir

Têm direito ao acordo aposentados e pensionistas que contestaram os descontos e não obtiveram resposta da entidade responsável no prazo de 15 dias úteis. Antes de assinar, é possível consultar o valor a receber.

A adesão é gratuita e pode ser feita:

Pelo aplicativo ou site Meu INSS;

Em agências dos Correios (mais de 5 mil unidades);

A central 135 está disponível para consultas e contestações, mas não para adesões.

Passo a passo no Meu INSS

1 Acesse o aplicativo com CPF e senha;

2 Vá em “Consultar Pedidos” e selecione “Cumprir Exigência”;

3 Leia a mensagem e marque “Sim” no campo “Aceito receber”;

4 Envie e aguarde o pagamento.

Contestação ainda é possível

O prazo para consultas e contestações também vai até 14 de novembro, podendo ser prorrogado. Após registrar a contestação, a entidade tem 15 dias úteis para responder. Se não houver resposta, o beneficiário poderá aderir ao acordo.

Nos casos em que há resposta da entidade, a documentação passa por análise. Caso o segurado conteste por suspeita de falsidade ou erro, a entidade terá cinco dias úteis para devolver o valor. Se não cumprir, o caso será encaminhado para medidas judiciais, com apoio das Defensorias Públicas estaduais.

*Fonte: Agência Brasil

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Descubra o Melhor Lugar para se Hospedar em Codó: Pousada Renato e Rejane

Se você está de viagem marcada para Codó (MA) e busca conforto, hospitalidade e uma excelente experiência de hospedagem, a melhor escolha é a Pousada Renato e Rejane.

Localizada no Conjunto Residencial Dallas, a pousada oferece quartos aconchegantes, pensados para garantir sua comodidade e bem-estar. O café da manhã está incluso na diária e é servido com carinho, oferecendo uma variedade de sabores para começar bem o seu dia.

No horário do almoço, os hóspedes podem saborear uma culinária regional irresistível, com 19 opções diferentes no cardápio — uma verdadeira celebração dos sabores do Maranhão.

Além disso, a pousada se destaca pelo atendimento acolhedor, preços acessíveis, segurança e um ambiente familiar, onde cada detalhe é pensado para proporcionar a melhor experiência possível.

O casal proprietário, Renato e Rejane, aguarda sua visita com toda a simpatia que já é marca registrada do lugar.
Endereço: Rua Francisco Alves Lisbino, nº 221 – Conjunto Residencial Dallas – Codó/MA.

Venha se sentir em casa! A Pousada Renato e Rejane está pronta para receber você.

Chupetas viram acessório tendência para alívio do estresse nos jovens

Em um mundo hiperconectado e acelerado, a procura por soluções para problemas como insônia, ansiedade e estresse cresce cada vez mais. Há quem opte por chás, massagens, técnicas de respiração e, acredite, chupetas. Em países como a China e os Estados Unidos, o acessório tem sido a aposta de jovens e adultos para aliviar tensões. Tradicionalmente usadas para acalmar bebês e crianças durante períodos de inquietação, elas são associadas à infância e geram estranhamento ao serem utilizadas por adultos.

Vem entender!

Adultos redescobrem as chupetas
Diante de um cenário marcado por instabilidade econômica, polarização política e crescente preocupação com as mudanças climáticas, muitos jovens — especialmente da geração Z — buscam formas de conforto emocional e alívio da ansiedade.

Nesse contexto, tendências como os bebês reborn, bonecos Labubu, livros de pintura Bobbie Goods e, mais recentemente, o uso de chupetas, ganham força como portos-seguros simbólicos, oferecendo uma fuga temporária da pressão e da incerteza do mundo real.

De acordo com o South China Morning Post, as chupetas são vendidas sob a premissa de melhorar a qualidade do sono, aliviar o estresse diário e, até mesmo, auxiliar no processo de abstinência do fumo. A popularidade dos produtos pode ser analisada na psicologia por meio do fenômeno conhecido como regressão, no qual o indivíduo retorna a uma fase de desenvolvimento anterior, buscando conforto e segurança naquilo que é conhecido.

“Psicologicamente, trata-se de um comportamento infantil que, no nível inconsciente, simboliza fuga da realidade e da fase adulta, revelando também o desejo de evitar obrigações e responsabilidades — que, no entanto, não deixarão de existir”, afirma o psicólogo Alexander Bez.

Nas redes sociais, internautas têm compartilhado vídeos usando chupetas no trânsito, no trabalho e durante crises de burnout. Em alguns deles, mostram até como customizar o acessório com adesivos, pedrarias e miçangas.

“É um modismo passageiro, incapaz de ajudar a lidar com os sintomas do estresse, que sempre parte do meio externo para o interno, e que encontra na ansiedade um grande aliado”, acrescenta o psicológo.

O profissional afirma, ainda, que o uso da chupeta por adultos é uma ação regressiva, já que não possui funcionalidade e tem um uso cronologicamente específico durante a primeira infância. Contudo, as chupetas não são o único indicador de uma incessante busca pelo conforto advindo da nostalgia.

Infância simbólica
Antigamente, os bichinhos de pelúcia ficavam guardados, quase que escondidos, nas prateleiras e nos armários. Atualmente, são pendurados como chaveiros em bolsas e cintos, exibidos para o mundo. Um exemplo são os monstrinhos Labubu: figuras de pelúcia com orelhas pontudas de coelho e sorriso travesso, que trazem um ar lúdico para o cotidiano.

Assim como as chupetas, os Labubus também são customizados com frequência por meio do uso de miçangas e roupas e acessórios em tamanho miniatura. A busca pela nostalgia da primeira infância, entretanto, se mostra ineficaz frente aos problemas do dia a dia, afirma o psicólogo Alexander Bez:

“Em adultos, é uma conduta abstrata e surreal, sem qualquer efeito psicoterapêutico. Em vez disso, técnicas de respiração, atividade física regular, terapia e momentos de lazer saudáveis são alternativas comprovadas para aliviar a tensão e promover equilíbrio emocional, sem recorrer a comportamentos infantis ou sem eficácia”, comenta.

Metrópoles

“Lei Felca”: após vídeo viral sobre “adultização”, Câmara recebe sete projetos de criminalização

O vídeo com mais de 27 de milhões de visualizações no Youtube do humorista Felipe Bressamin Pereira, conhecido como Felca, resultou em sete Projetos de Lei (PLs) recebidos pela Câmara de Deputados para tratar da exploração de menores de idade na internet. Em meio à repercussão da denúncia do youtuber sobre adultização de crianças, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta segunda-feira (11) que pretende acelerar a votação das propostas. As informações são do O Globo.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT/RS) ainda fez um apelo às próprias plataformas digitais, para que a internet deixe de ser “uma arma poderosa nas mãos de pedófilos, incitadores de mutilações e suicídios, golpistas e criminosos”.

Ao analisar as propostas, o O Globo descobriu que os PLs vão da definição do termo “adultização” e da criminalização desse comportamento à adoção de medidas preventivas contra a exploração e a sexualização de menores nas redes, como o bloqueio de algoritmos e contas.

Confira a lista de projetos protocolados nesta segunda (11):
PL 3856/2025 – Autor: Cleber Verde – MDB/MA – Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para reconhecer a adultização precoce como forma de violência psicológica e estabelecer medidas de prevenção.
PL 3852/2025 – Autor: Marx Beltrão – PP/AL – Institui a Lei Felca, que dispõe sobre medidas de prevenção, proibição e criminalização da adultização e sexualização infantil na internet, e dá outras providências.
PL 3851/2025 – Autor: Capitão Alden – PL/BA – Estabelece medidas para prevenir, identificar, combater e punir práticas de adultização precoce, disseminação de pornografia infantil e atos de pedofilia em ambientes digitais, altera Lei N° 12.965 de 23 de abril de 2014, altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 e dá outras providências.
PL 3848/2025 – Autor: Yandra Moura – UNIÃO/SE – Dispõe sobre a criminalização e responsabilização civil e penal de condutas que envolvam a sexualização ou adultização de crianças e adolescentes em conteúdos audiovisuais, e estabelece medidas para bloqueio de algoritmos e contas que promovam ou busquem tais conteúdos nas plataformas digitais, nos termos da Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente.
PL 3840/2025 – Autor: Dr. Zacharias Calil – UNIÃO/GO – Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para tipificar o crime de adultização digital de criança ou adolescente.
PL 3837/2025 – Autor: Duarte Jr. – PSB/MA – Institui a Política Nacional de Conscientização e Combate à Adultização Infantil e dá outras providências.
PL 3836/2025 – Autor: Silvye Alves – UNIÃO/GO – Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para criminalizar a “adulterização” e a exploração de imagem de crianças e adolescentes com finalidade de lucro na internet.

Os projetos de lei não foram as únicas consequências legais da repercussão do vídeo de Felca. Dois deputados — Maurício Carvalho (UNIÃO/RO) e Túlio Gadêlha (REDE/PE) — entraram com requerimentos para que a realização de audiências públicas que discutam o fenômeno e possíveis mecanismos para a responsabilização das plataformas digitais e dos responsáveis legais.

O Capitão Alden (PL/BA) requereu também que Felca receba uma moção de aplauso “pelos relevantes serviços prestados à sociedade ao produzir e divulgar, no dia 6 de agosto de 2025, o vídeo intitulado ‘Adultização’, que denuncia, com profundidade e responsabilidade, práticas de sexualização e exploração de crianças e adolescentes nas redes sociais”.

Antes de Felca, 45 PLs referentes ao tema já tramitavam na Casa
Antes de o vídeo de Felca viralizar, já tramitavam na Câmara outros 45 projetos de lei com alternativas para regular a participação de menores de idade nas redes e protegê-los dos riscos do ambiente digital. Isso segundo dados que correspondem de 2023 até o último domingo.

Segundo um levantamento feito pelo O Globo no site da Câmara, o tema central dessas propostas é o aumento da proteção de crianças e adolescentes na internet. Dos 45 PLs, 18 criminalizam práticas específicas online envolvendo menores ou aumentam penas, e outros 15 estabelecem obrigações legais de remoção de conteúdo e oferta de filtros. Mais 17 preveem medidas adicionais para os pais e responsáveis monitorarem o acesso dos jovens, enquanto oito propõem limites à atuação de crianças como influenciadoras ou em publicidade digital. Ao menos dez PLs tratam de iniciativas educativas.

Um desses é o PL 3434/2025, de autoria de Amom Mandel (Cidadania-AM), que estabelece instrumentos de verificação etária, controle parental e classificação de conteúdos disponibilizados na internet.

Já o PL 3374/25, de Rafael Brito (MDB-AL), acrescenta ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) a criminalização a produção ou divulgação de conteúdo que induza ou instigue a criança ou adolescente a praticar ato que possa causar dano à sua integridade física, saúde ou vida. Seguindo a mesma linha, está o PL 2304/25, de Marx Beltrão (PP-AL), que propõe a criminalização de desafios na internet que incentivem os jovens à prática de atos nocivos ou autolesivos.

Outros PLs, como o 2394/2023, combatem a sexualização de menores e a pedofilia, incluindo com uso de inteligência artificial (IA). O PL 3666/2023, por sua vez, quer obrigar as plataformas a impedir o acesso a conteúdos impróprios na internet “por meio de filtros e outros mecanismos”.

Entenda as denúncias feitas por Felca
No vídeo, Felca aborda os conteúdos criados pelo influenciador paraibano Hytalo Santos, além de outros casos que considera problemáticos.

O youtuber traz no vídeo o que ele classifica como exposição de crianças a situações constrangedoras até suposta venda de conteúdo íntimo por menores — caso de Caroline Dreyer. A gravação dura cerca de 50 minutos e reúne trechos de conteúdos publicados pelas pessoas que o youtuber tem como “alvo”, inclusive cortes para evidenciar seus argumentos.

Como o vídeo viralizou, houve consequências, como a suspensão de perfis citados e a abertura de investigações. Na ocasião, o youtuber disse ainda que registrou boletim de ocorrência e ações contra mais de 200 contas por difamação. O influenciador propõe que os réus dessas ações doem a entidades que trabalham com a proteção infantil como uma forma de “acordo” para não responder ao processo.

Segundo uma pesquisa publicada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o termo “adultização infantil” se refere à aceleração forçada do desenvolvimento da criança para que ela tenha comportamentos não esperados de sua idade. Quando inserida nas mídias sociais, sem a supervisão adequada de um responsável, a criança está sujeita a essa circunstância.

NSC Total