Voo da Azul faz pouso de emergência no Aeroporto de Brasília após suspeita de bomba

Avião da Azul no Aeroporto de Brasília após pouso de emergência — Foto: Walter Rocha/TV Globo/Reprodução

Um avião da Azul que decolou de São Luís (MA) com destino a Campinas (SP) fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília na noite desta quinta-feira (7).

Segundo a companhia aérea, a mudança foi preventiva “devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo” – ou seja, uma ameaça de bomba. Uma varredura antibombas descartou a hipótese por volta das 2h45 desta sexta (8).

Ainda de acordo com a Azul, os 170 passageiros e os tripulantes desembarcaram em segurançaUm bilhete encontrado no banheiro do avião dizia que havia explosivos no compartimento de cargas.

O avião tocou o solo às 20h45. A Polícia Federal divulgou uma nota na madrugada em que afirmava que a presença de bomba foi descartada e que a aeronave foi liberada para retornar à operação.

A PF foi acionada para fazer uma varredura antibombas no avião – e vai apurar, também, a autoria da ameaça.

A TV Globo apurou que no fim da noite, três horas após o pouso, os passageiros seguiam em uma “sala de segurança” no aeroporto e prestavam depoimento à PF.

Em nota, a Inframerica – consórcio que administra o Aeroporto de Brasília – informou que o plano de contingência foi acionado e que não houve impacto em outros pousos e decolagens previstos para o terminal.

Imagem da plataforma de monitoramento de voos FlightRadar24 mostra que o avião faz uma “curva brusca” no ar para se aproximar do Aeroporto de Brasília

Avião que decolou de São Luís rumo a Campinas faz 'curva fechada' e pousa em Brasília após suspeita de bomba — Foto: FlightRadar24/Reprodução

Avião que decolou de São Luís rumo a Campinas faz ‘curva fechada’ e pousa em Brasília após suspeita de bomba — Foto: FlightRadar24/Reprodução

Íntegra

Leia abaixo a íntegra das notas divulgadas sobre o caso.

  • Polícia Federal

Após varredura antibombas, a Polícia Federal descartou a presença de qualquer artefato explosivo em aeronave da companhia aérea Azul que, na noite desta quinta-feira (7/8), teve voo alternado para Brasília. O avião foi liberado para retornar à operação.

As investigações sobre a autoria da ameaça seguem em curso.

  • Azul

A Azul informa que o voo AD4816 (São Luiz-Viracopos) declarou emergência e precisou alternar para o aeroporto de Brasília, preventivamente, devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo. O pouso aconteceu normalmente, e os Clientes e Tripulantes desembarcaram em total segurança.

A Azul vai garantir todo o suporte necessário após a liberação das autoridades. A Companhia ressalta que medidas como essas são necessárias para garantir a segurança de suas operações, valor primordial para a Azul.

  • Inframerica

A Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília, informa que na noite de hoje, um avião de São Luiz com destino a Viracopos, declarou emergência e alternou para o terminal brasiliense. A aeronave pousou às 20:45 e os passageiros e tripulação desembarcaram em total segurança.

Todo o plano de contingência do aeroporto foi acionado, como prevê o protocolo de segurança da concessionária. A Polícia Federal está atuando no local para averiguar a suspeita de um artefato no interior da aeronave.

As operações aéreas seguiram normal por uma das pistas do aeroporto, sem impacto em pousos e decolagens. O terminal aéreo da capital federal possui duas pistas paralelas, e no momento está com uma das pistas com a operação suspensa.

  • Polícia Federal

A Polícia Federal esclarece que, na noite desta quinta-feira (7/8), foi acionada para averiguar a informação de ameaça de artefato explosivo em voo da companhia aérea Azul que partiu de São Luís/MA com destino a Campinas/SP.

O voo pousou no Aeroporto Internacional de Brasília, onde os passageiros e a tripulação desembarcaram em segurança.

g1ma

Empresário é morto a tiros dentro de casa em Alto Parnaíba; filho de 4 anos presenciou o crime

Três homens invadiram a residência e travaram luta corporal com a vítima antes dos disparos. — Foto: Reprodução

Um empresário de 50 anos foi morto a tiros dentro da própria casa, na cidade de Alto Parnaíba, a 1.033 km de São Luís, na última terça-feira (5). A vítima foi identificada como José Alcides Glória.

De acordo com a polícia, três homens armados invadiram a residência do empresário e iniciaram uma luta corporal com ele. Logo em seguida, os criminosos efetuaram os disparos que causaram a morte de José Alcides. O filho da vítima, de 4 anos, presenciou toda a cena.

Duas filhas do empresário também estavam na casa no momento do crime, mas conseguiram se esconder em um dos quartos. Um dos suspeitos chegou a ir até o cômodo onde elas estavam, mas retornou para a cozinha, onde José Alcides já estava caído e ensanguentado.

Após o crime, o trio fugiu. Ainda não há informações sobre a motivação do assassinato ou identificação dos suspeitos.

José Alcides Glória era natural do estado do Mato Grosso, mas residia no Maranhão. Ele era proprietário de um hotel, além de atuar como fazendeiro e corretor de imóveis.

Por meio de nota, a Polícia Civil do Maranhão informou que o caso está sendo investigado sob total sigilo pela Delegacia de Polícia de Alto Parnaíba e há várias frentes de investigação a fim de identificar as circunstâncias, materialidade e autoria do crime.

g1ma

Comunicado Importante da Prefeitura de Codó

COMUNICADO IMPORTANTE

Informamos que, nesta sexta-feira, 08 de agosto, o sistema do Cadastro Único (CadÚnico) estará temporariamente indisponível em todo o Brasil devido a manutenção programada.

Por esse motivo, não haverá atendimento no setor do Bolsa Família nesta data.

✅ Os atendimentos serão retomados normalmente na segunda-feira, 11 de agosto.

Agradecemos a compreensão de todos!

#CadastroÚnico #BolsaFamília #AvisoImportante #PrefeituraDeCodó #DesenvolvimentoSocial

Câmara de Codó discute riscos da circulação de cães da raça Pitbull sem focinheira nas ruas da cidade

Durante a 22ª sessão da Câmara Municipal de Codó, realizada nesta semana, o vereador Leonel Filho trouxe à pauta uma importante e delicada discussão: os perigos relacionados à circulação de cães da raça Pitbull em vias públicas sem os devidos cuidados de segurança.

Segundo o parlamentar, é cada vez mais comum ver esses animais sendo conduzidos sem focinheira e presos apenas por coleiras frágeis, que facilmente podem ser rompidas em caso de agitação ou tentativa de ataque. A preocupação central é com a segurança da população, já que a força e o porte físico desses cães exigem cuidados redobrados.

“A intenção não é demonizar a raça, mas sim garantir que as normas de segurança sejam cumpridas. Já tivemos registros de acidentes envolvendo esses cães em Codó, e não podemos esperar que situações mais graves aconteçam para tomarmos providências”, ressaltou Leonel Filho.

A fala do vereador reacendeu o debate sobre a responsabilidade dos tutores, a necessidade de políticas públicas de conscientização e o possível fortalecimento da legislação municipal quanto ao manejo e condução de cães considerados de raças potencialmente agressivas.

O tema deve continuar em discussão nas próximas sessões, buscando soluções que conciliem o bem-estar animal com a segurança da população codoense.

Corpo de Bombeiros de Caxias recebe prefeito de Aldeias Altas para discutir parcerias sociais

Na manhã desta quinta-feira (07), o 5º Batalhão de Bombeiros Militar, sediado em Caxias, recebeu a visita do prefeito de Aldeias Altas, Kedson Lima, e da vice-prefeita Patrícia Andrade. A comitiva foi recepcionada pelo comandante da unidade, Capitão QOCBM Araújo, para uma reunião voltada ao fortalecimento de projetos sociais no município, além da discussão de futuras parcerias institucionais.

O encontro reforça a importância da aproximação entre o Corpo de Bombeiros Militar e o poder público municipal, promovendo ações que beneficiem diretamente a população. Iniciativas como essa fortalecem a prevenção, a segurança e a cidadania, refletindo o compromisso conjunto com o bem-estar da comunidade aldeense.

Operação mira ação de facções criminosas nas divisas do PI e outros 7 estados do Nordeste

Operação mira ação de facções nas divisas do Piauí com estados do Nordeste — Foto: Divulgação/SSP-PI

Uma operação contra as ações de facções criminosas nas áreas de divisa entre os estados do Nordeste foi deflagrada, na manhã desta quinta-feira (7), pelas forças de segurança de Piauí, Pernambuco, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), as forças de segurança estaduais devem cumprir 510 mandados de prisão e de busca e apreensão, além de realizar barreiras, patrulhamentos e ações de fiscalização em pontos estratégicos. Mais de 6 mil agentes atuam na operação.

A operação prioriza territórios de municípios nos quais há maior incidência de crimes como homicídios, tráfico de drogas e armas, roubos e furtos de veículos e cargas.

No Piauí, o objetivo é cumprir 45 mandados de prisão e 117 mandados de busca e apreensão em 18 municípios.

De acordo com o delegado Matheus Zanatta, superintendente de Operações Integradas da SSP-PI, entre as prisões está a de um suspeito de envolvimento em um latrocínio ocorrido em junho deste ano em Teresina. Além disso, grandes quantidades de drogas foram apreendidas em Parnaíba (PI)Floriano (PI) e Uruçuí (PI).

No Maranhão, pelo menos 80 mandados judiciais devem ser cumpridos em seis cidades. Até a última atualização desta reportagem, 40 pessoas foram presas.

Em Timon (MA), cidade vizinha a Teresina (PI), foram presos um homem suspeito de roubar joias de ouro e outro por suspeita de posse de arma de fogo ilegal.

Na Bahia, outros 89 mandados são cumpridos. No estado, as forças de segurança recorrem ao uso de 122 câmeras de videomonitoramento. Destas, 34 são de reconhecimento facial e 25 de reconhecimento veicular.

g1ma

Obra da nova ponte JK é paralisada por 24h após protesto de trabalhadores por horas extras e benefícios

Trabalhadores paralisam obras da ponte JK em Estreito por atraso de salários — Foto: Reprodução/Redes Sociais

As obras de reconstrução da ponte Juscelino Kubitschek, que vai ligar o Tocantins e o Maranhão pela BR-226ficaram paralisadas por mais de 24 horas após um protesto realizado pelos trabalhadores do consórcio responsável pela construção. O cronograma prevê a entrega da nova estrutura até dezembro deste ano.

Segundo os trabalhadores, há atrasos no pagamento de horas extras, adicionais de periculosidade e insalubridade, e outros benefícios previstos em contrato. Eles também denunciam defasagem no controle de carga horária e afirmam que, em alguns casos, são induzidos a registrar o ponto e continuar trabalhando.

A mobilização chamou a atenção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do sindicato da categoria e do Ministério Público do Trabalho (MPT), que passaram a acompanhar o caso.

Após diálogo com os representantes da empresa responsável pela obra, os trabalhadores retomaram as atividades sob a promessa de que os pagamentos pendentes seriam regularizados até a próxima segunda-feira (11). Caso os valores não sejam pagos até o prazo, os trabalhadores ameaçam realizar uma nova paralisação.

Em nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que entrou em contato com o consórcio responsável pela obra e que os casos deverão ser analisados, “com o objetivo de esclarecer dúvidas e garantir os direitos dos funcionários”. Leia mais abaixo a nota na íntegra.

A obra da ponte JK foi iniciada após a estrutura original desabar em dezembro de 2024, causando a morte de 14 pessoas. Três vítimas seguem desaparecidas. A reconstrução foi orçada em R$ 171,9 milhões e é considerada estratégica por ligar os estados do Maranhão e Tocantins.

Trabalhadores paralisam obras da ponte JK em Estreito por atraso de salários — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O que diz o Dnit

“O DNIT informa que as obras do contrato nº 00.00958/2024, executadas pelo Consórcio Ponte de Estreito, estão sendo devidamente acompanhadas pela autarquia, tanto em seus aspectos técnicos quanto administrativos.

Com relação à paralisação ocorrida, o DNIT esclarece que está em contato com o consórcio responsável, o qual informou que a contabilização de horas extras dos trabalhadores será tratada caso a caso, com o objetivo de esclarecer dúvidas e garantir os direitos dos funcionários.

O DNIT reforça que continuará fiscalizando o cumprimento integral do contrato, com atenção especial ao cronograma físico-financeiro e às obrigações trabalhistas do contratado, a fim de assegurar a regularidade e a continuidade dos serviços”.

Segundo o Dnit, a nova ponte deverá ser construída com 100 metros a mais de extensão que a anterior. O comprimento total da estrutura será de 630 metros, com um vão livre de 150 metros.

Além disso, a ponte deverá ter uma largura de 19 metros, ou seja, sete metros mais larga que anterior, a serem distribuídos em duas faixas de rolamento de 3,60 metros cada. A estrutura terá dois acostamentos de 3 metros cada, duas barreiras de proteção tipo New Jersey de 40 centímetros cada, dois passeios de 2,3 metros cada, e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.

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