Filha de Virginia acusa babá de agressão e influenciadora reage: ‘Não estava preparada’

Virginia Fonseca surpreendeu seus seguidores ao compartilhar, nesta sexta-feira, 28, um momento inusitado e delicado com a filha caçula, Maria Flor, de apenas 2 anos. Em um vídeo postado nas redes sociais, a influenciadora flagrou a menina mentindo ao acusar a babá, carinhosamente chamada de Dadá, de tê-la beliscado. A situação logo se transformou em um momento de ensinamento — e deixou Virginia visivelmente abalada.

No registro, Maria Flor se aproxima da mãe e afirma, com firmeza, que Dadá a machucou. A babá, porém, nega imediatamente: “É mentira! Pode olhar na câmera”. Diante da situação, Virginia tenta lidar com calma, mas também com firmeza. “Maria Flor, não pode mentir. Se você mentir, papai do céu vai vir e brigar com você”, alertou a influenciadora.

Em seguida, Virginia confronta a filha mais uma vez: “A mamãe pode olhar na câmera? Se eu olhar na câmera e você estiver mentindo, você vai ficar de castigo dentro do quarto”. Só então Maria Flor admite: “Não”. A mãe, então, insiste para que a menina peça desculpas: “Vai lá pedir desculpa pra Dadá. Eu quero ouvir”.

A situação repercutiu nas redes sociais. Virginia, por sua vez, tentou levar o episódio com leveza e escreveu na legenda do vídeo: “Eu não estava preparada pra essa fase, viu… kkkkk”.

Terra.com

EndoRim-Codó agora conta com o médico cardiologista Dr. Raphael Luz; agende já sua consulta

EndoRim-Codó – Coração cuidado de perto. E com propósito.

A EndoRim agora conta com atendimento em Cardiologia e Ecocardiografia com o Dr. Raphael Luz.
Médico com 10 anos de experiência, ele acredita que a Medicina é um modo de abraçar a vida. E faz isso com um cuidado atento, humano e resolutivo.

Avaliação preventiva

Controle da hipertensão

Acompanhamento de arritmias e outros problemas cardíacos

Atendimento em Codó-MA
Agende sua consulta pelo link na bio

IEQ-Codó: Festival da Benção promete noite de louvor, cultura e sabores em Codó

A Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) de Codó convida toda a comunidade para participar do Festival da Benção, um evento especial que acontece neste sábado, dia 28 de junho, a partir das 19h30, nas dependências da própria igreja.

Organizado pelo Grupo Missionário de Mulheres (GMM), o festival será uma noite repleta de apresentações de dança, teatro e louvores, unindo fé, cultura e comunhão entre os participantes. Além das atrações artísticas, o público poderá saborear uma deliciosa variedade de comidas típicas, como bolos diversos, pamonha, canjica, mingau de milho, pipoca, doces variados e salgados.

Com entrada livre, o Festival da Benção é uma excelente oportunidade para celebrar a fé em clima de confraternização e solidariedade. Traga sua família e amigos e venha viver uma noite inesquecível na presença de Deus!

Mulheres no Maranhão adiam a maternidade e têm menos filhos, aponta IBGE

Wanderson Ícaro foi o primeiro bebê a nascer na rede estadual de saúde do Maranhão em 2024 — Foto: Israel Pontes

No Maranhão, a ideia de ter muitos filhos e a casa cheia está dando lugar a um novo cenário: famílias menores e maternidade mais tardia, segundo os últimos dados Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O instituto mostra que a quantidade média de filhos por mulher maranhense caiu para 1,75. Na década de 1970, essa média era de 7,26 filhos por mulher.

Essa mudança acompanha uma tendência nacional: Em 1960, o índice no Brasil era de 6,3. Nos anos 1980, caiu para 4,4; em 2000, foi para 2,4. Agora, em todo o Brasil, a média é de 1,6 filhos por mulher.

O número está abaixo do nível de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher — o mínimo necessário para manter estável o tamanho da população ao longo das gerações.

  • O que é reposição populacional?
    A taxa de reposição populacional indica o número médio de filhos que cada mulher precisa ter para que uma geração seja substituída pela seguinte, mantendo o tamanho da população estável ao longo do tempo. O patamar considerado ideal por organizações internacionais é de 2,1 filhos por mulher — índice que compensa nascimentos, mortes e casos em que a mulher não tem filhos.

Mudança de geração

Para muitas mulheres no Maranhão, como a estudante de Comunicação Ana Gabriela Serra, a maternidade não está nos planos imediatos.

“Eu tenho outros planos para agora. Formar, me estabilizar, ter um trabalho, viajar e, somente depois, ter filhos”, afirma.

Essa transformação fica ainda mais clara para quem viveu outra realidade. A autônoma Maria Vitória cresceu em um tempo onde ter muitos filhos era o comum. Hoje, vê com naturalidade a mudança de pensamento.

Uema abre inscrições para Doutorado Acadêmico em Cartografia Social e Política da Amazônia

UEMA abre inscrições para doutorado em Cartografia Social e Política da Amazônia — Foto: Reprodução / Redes sociais

A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) está com inscrições abertas para o processo seletivo do Doutorado Acadêmico em Cartografia Social e Política da Amazônia (PPGCSPA), até o dia 10 de julho. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site, no menu “Processos Seletivos – Stricto sensu”.

O programa foi aprovado pela Portaria MEC nº 213, de 20 de março de 2025, e conta com recomendação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A área de concentração é voltada para estudos sobre Povos e Comunidades Tradicionais, Território e Atos de Estado.

Entre as linhas de pesquisa estão temas como Cartografia Social, Movimentos Sociais, Territorialidades, Memória e Identidades Coletivas, além das relações entre Estado, políticas de desenvolvimento e território.

O curso é direcionado a mestres de diversas áreas e será realizado presencialmente, com regime integral e aulas nos turnos da manhã e tarde, de segunda a sexta-feira. As atividades ocorrerão no Prédio Anexo do CCSA, na Cidade Universitária Paulo VI, em São Luís (MA).

A duração do doutorado varia entre três e quatro anos. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail: ppgcspa@gmail.com.

Desemprego recua para 6,2% no trimestre terminado em maio, diz IBGE; CLT bate novo recorde

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) — Foto: Divulgação/Agência Brasil

A taxa de desemprego brasileira desacelerou e atingiu 6,2% no trimestre encerrado em maio. Nos três meses anteriores, a taxa era de 6,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado também representa uma queda de 1 ponto percentual (p.p.) em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a taxa era de 7,1%.

Ao todo, 6,8 milhões de pessoas estavam sem emprego no país. Esse número representa uma queda de 8,6% em comparação ao trimestre anterior, quando 7,5 milhões de pessoas estavam desocupadas. Em relação aos mesmos três meses de 2024 (7,8 milhões), a queda foi de 12,3%.

Segundo o analista da pesquisa do IBGE, William Kratochwill, o resultado da Pnad indica que o mercado de trabalho está no melhor patamar dos últimos dez anos.

“Esse número de 6,8 milhões de pessoas desocupadas é algo próximo ao que tínhamos no final de 2014, inicio de 2015. Então [desde então], o mercado não esteve tão bem como está agora”, afirma.

Já o contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu um novo recorde no trimestre encerrado em maio, com um total de 39,8 milhões de pessoas. O número, segundo o IBGE, representa uma alta de 0,5% em comparação ao trimestre anterior e um avanço de 3,7% em relação ao observado no mesmo período do ano anterior.

A quantidade de pessoas ocupadas no trimestre encerrado em maio foi de 103,9 milhões de pessoas, um avanço de 1,2% na comparação com os três meses anteriores e alta de 2,5% na relação anual. Já o nível de ocupação, que responde pelo percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar, atingiu 58,5% — alta de 0,6 p.p. ante o trimestre anterior.

Ainda segundo o instituto, outro destaque ficou com a queda robusta vista no número de desalentados (2,89 milhões) — aqueles que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego —, que registrou uma queda de 10,6% em relação aos três meses encerrados em abril e recuo de 13,1% na comparação de base anual. Esse é o menor número de desalentados desde 2016.

“Essa queda pode ser explicada pela melhoria consistente das condições do mercado de trabalho. O aumento da ocupação gera mais oportunidades, percebidas pelas pessoas que estavam desmotivadas”, diz Kratochwill em nota oficial.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho — que é a força de trabalho “desperdiçada” do país, ou seja, poderiam estar trabalhando, mas não estão — ficou em 14,9%. Nesse caso, o resultado representa uma queda de 0,8 p.p. na comparação trimestral e de 1,9 p.p. na relação anual.

Veja os destaques da pesquisa

  • Taxa de desocupação: 6,2%
  • População desocupada: 6,8 milhões de pessoas
  • População ocupada: 103,9 milhões
  • População fora da força de trabalho: 66,7 milhões
  • População desalentada: 2,89 milhões
  • Empregados com carteira assinada: 39,8 milhões
  • Empregados sem carteira assinada: 13,7 milhões
  • Trabalhadores por conta própria: 26,2 milhões
  • Trabalhadores informais: 39,3 milhões