EndoRIM, em Codó, promove campanha Outubro Rosa com combo especial de exames e ação de carinho às pacientes

A EndoRIM – Endocrinologia e Nefrologia, em Codó (MA), está promovendo uma campanha especial em alusão ao Outubro Rosa, movimento que reforça a importância da prevenção, do autocuidado e da conscientização sobre o câncer de mama e a saúde da mulher.

Durante todo o mês de outubro, a clínica disponibiliza um combo especial de exames por apenas R$ 130,00, reunindo seis exames voltados à avaliação de diferentes aspectos da saúde.

O pacote inclui hemograma, TSH, T4 livre, hemoglobina glicada, FSH e creatinina. Os exames auxiliam na avaliação da saúde geral, da função da tireoide, dos níveis médios de glicose no sangue, da função ovariana e da função renal.

Além da oferta especial, a EndoRIM preparou uma ação de carinho para suas pacientes. Durante todo o mês de outubro, todas as mulheres que comparecerem à clínica para realizar consultas ou exames, seja o combo promocional ou outros procedimentos, receberão uma lembrancinha especial como forma de agradecimento e incentivo ao autocuidado.

A iniciativa busca tornar o atendimento ainda mais acolhedor, reforçando que cuidar da saúde é um gesto de amor consigo mesma. A campanha também destaca a importância de manter os exames em dia e buscar acompanhamento profissional de acordo com as necessidades individuais.

Serviço

EndoRIM – Endocrinologia e Nefrologia

Endereço: Rua Cônego Mendonça, nº 425A, Centro, Codó–MA.

Contato: (99) 99103-0662.

Promoção válida durante todo o mês de outubro.

Neste Outubro Rosa, a mensagem da EndoRIM é clara: prevenir é um ato de amor. Cuidar de si mesma é uma escolha que merece atenção durante todo o ano.

Dia do Eletricista: tecnologia e cenários desafiadores transformam uma profissão essencial para o Brasil

_Com cerca de 21 mil eletricistas em suas sete distribuidoras, Grupo Equatorial mostra como drones, sistemas inteligentes e novas ferramentas estão mudando a rotina dos profissionais que garantem o fornecimento de energia à população_

Subir em postes, reparar cabos e restabelecer o fornecimento de energia continuam sendo atividades fundamentais na rotina dos eletricistas. Mas, a profissão mudou significativamente nos últimos anos. Hoje, ferramentas digitais, drones, sistemas de monitoramento em tempo real e equipamentos automatizados fazem parte de uma operação cada vez mais tecnológica. Ao mesmo tempo, a necessidade de atuar em cenários extremos acrescenta novos desafios ao trabalho desses profissionais.

No Dia do Eletricista, celebrado em 17 de outubro, o Grupo Equatorial destaca como essas transformações estão redefinindo uma profissão essencial para o funcionamento das cidades. Com atuação em sete estados brasileiros, o Grupo conta com aproximadamente 21 mil eletricistas. Eles trabalham em atividades de emergência, fiscalização, manutenção, obras e serviços comerciais, enfrentando realidades que vão de grandes centros urbanos a regiões de difícil acesso.

Do trabalho braçal à operação conectada

A evolução tecnológica também mudou os equipamentos utilizados pelas equipes. Entre as ferramentas utilizadas atualmente estão tablets com informações georreferenciadas da rede elétrica, drones para inspeções e sistemas inteligentes que auxiliam na identificação de ocorrências. Uma dessas soluções é o ADMS (Advanced Distribution Management System), plataforma que integra informações da rede e permite aos centros de operações acompanhar sua situação em tempo real.

As mudanças também chegam para a operação em campo. Caminhões com cestos aéreos hidráulicos, alicates hidráulicos e ferramentas elétricas portáteis passaram a apoiar atividades que antes dependiam de maior esforço físico, enquanto equipamentos de automação permitem realizar determinadas manobras na rede sem a necessidade de deslocamento de profissionais.

Segundo Joe Louis Tavares Morra, superintendente de Operações do Grupo Equatorial, essas mudanças exigem um novo conjunto de habilidades dos eletricistas. “Hoje, o profissional precisa ter familiaridade com equipamentos de informática, utilizar tablets e interpretar mapas e imagens da rede elétrica, além de compartilhar informações de campo em tempo real com os centros de operações”, explica.

Outro avanço está no uso de drones para inspeções preventivas. Os equipamentos permitem visualizar componentes da rede em áreas de mata, locais alagados e outros pontos de difícil acesso, contribuindo para identificar problemas antes que provoquem interrupções.

Apesar da evolução tecnológica, o trabalho humano permanece indispensável. “Os sistemas remotos aceleram os diagnósticos e permitem isolar trechos com defeito, mas a avaliação técnica das condições encontradas e a execução dos reparos continuam dependendo dos eletricistas”, destaca Morra.

Tecnologia também apoia a expansão da rede

Outra frente que evidencia a transformação da profissão é a expansão da infraestrutura elétrica. A construção e ampliação de redes exigem planejamento, precisão e adaptação às características de cada local, especialmente em áreas rurais e regiões de difícil acesso. Nesse trabalho, recursos digitais e informações georreferenciadas passaram a apoiar as equipes na preparação e execução das atividades em campo.

O trabalho envolve desde a implantação de postes e lançamento de cabos até a instalação dos equipamentos necessários para colocar novas estruturas em operação. E as condições do território influenciam diretamente a operação. Em localidades mais afastadas, os deslocamentos podem ser mais longos e o acesso dificultado pelas características das estradas e do terreno. Nessas situações, o uso de informações da rede e de ferramentas de apoio ao planejamento orientam a atuação das equipes antes e durante a execução dos serviços.

Para Fabio Andrade Abreu, eletricista da Equatorial Maranhão na Base de Barra do Corda, participar desse processo está entre as experiências mais marcantes da profissão.

“Um dos momentos que mais marcou a minha trajetória foi trabalhar na expansão da rede elétrica em localidades onde energia ainda não havia chegado. Participar da construção dessas redes e perceber a importância desse trabalho para a população é algo muito significativo para quem exerce essa profissão”, conta.

A tecnologia amplia a capacidade de planejamento e execução das atividades, mas é a atuação dos profissionais em campo que transforma essas informações em novas estruturas. Nas equipes de expansão, são os eletricistas que participam diretamente da implantação e ampliação da rede, acompanhando o crescimento das cidades e as necessidades de comunidades em diferentes regiões.

Segurança como prioridade

Mesmo com o avanço da tecnologia, a segurança continua sendo um dos principais pilares da profissão, especialmente durante ocorrências provocadas por tempestades e enchentes. Antes de iniciar os serviços, os eletricistas seguem um protocolo rigoroso estabelecido pelo Grupo Equatorial de cinco etapas: análise preliminar de riscos, desenergização do circuito, bloqueio e sinalização dos equipamentos, verificação de ausência de tensão e aterramento temporário. São procedimentos que, aliados ao uso de equipamentos de proteção e à capacitação contínua, ajudam a preservar a vida dos profissionais em campo.

A tecnologia continua avançando, mas, por trás dos sistemas inteligentes e de cada ligação restabelecida, há profissionais que enfrentam desafios diariamente para garantir que a energia continue chegando às casas, aos hospitais, às escolas, garantindo o funcionamento de serviços essenciais à população.

Sobre o Grupo Equatorial

O Grupo Equatorial é uma empresa brasileira que se consolidou no cenário nacional como
uma holding de empresas de alta performance e grandes resultados. Hoje, é o 3º maior
grupo de distribuição do país em número de clientes.

A companhia avançou na consolidação do setor de distribuição de energia no Brasil e,
atualmente, atua em sete concessionárias, nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas,
Rio Grande do Sul, Amapá e Goiás, atendendo mais de 14 milhões de clientes. A empresa
está presente em 28% do território nacional, atendendo 15% do total de consumidores
brasileiros e respondendo por 13% do mercado de distribuição de energia elétrica do país.

O Grupo Equatorial também atua nos setores de serviços, telecom, comercialização,
geração distribuída e saneamento, consolidando-se como a primeira empresa multi-utilities
do país. Além disso, adquiriu 100% das ações da Echoenergia S.A., ampliando a atuação
no setor de renováveis e fortalecendo o posicionamento como um player integrado no
segmento de energia.

*Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão*

Associação Pestalozzi de Codó realiza atividades comemorativas ao Dia das Crianças

A Associação Pestalozzi de Codó promoveu uma programação especial em alusão ao Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, proporcionando momentos de alegria, integração e valorização da infância. A iniciativa reforça a importância de garantir às crianças espaços de acolhimento, convivência, aprendizagem e desenvolvimento, respeitando as individualidades e valorizando as potencialidades de cada uma.

A programação também destaca o compromisso da instituição com a educação inclusiva, o respeito às diferenças e a promoção de oportunidades para crianças com deficiência, fortalecendo os vínculos entre alunos, profissionais e famílias. Na terça-feira, dia 13, mais um dia totalmente dedicado a programação especial, com muitas brincadeiras e diversão, promovida pelos profissionais que atuam na Pestalozzi de Codó.

Mais do que celebrar uma data especial, a Semana Alusiva ao Dia das Crianças representa um momento de carinho, inclusão e reconhecimento da importância de cada criança, reafirmando a missão da Associação Pestalozzi de Codó de contribuir para uma sociedade mais acolhedora, justa e inclusiva.

Campanha para nova sede da Pestalozzi de Codó

Nossa campanha tem por objetivo conscientizar e mobilizar a famílias e toda nossa sociedade para que se tornem parceiros e contribuam para a construção da nova sede da escola. A proposta da nova sede busca oferecer um espaço mais amplo e adequado para fortalecer o trabalho desenvolvido pela Pestalozzi de Codó, ampliando as condições de atendimento e acolhimento às pessoas assistidas pela instituição e suas famílias. Seja um parceiro e colaborador da Fundação Pestalozzi de Codó e entre conosco na campanha da nova sede.

Sebrae/MA realizará Fórum de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial em Caxias

CAXIAS (MA) — O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão (Sebrae/MA), por meio de sua Unidade Regional dos Cocais, promoverá no próximo dia 20 de outubro de 2026 o Fórum de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial dos Cocais.

O encontro, marcado para o período das 8h às 12h, terá como sede a Singulare Casa de Festas, situada na Avenida Édson Lobão, número 2126, no bairro Volta Redonda, em Caxias.

​O evento tem como objetivo central estabelecer um espaço de diálogo, articulação e construção de estratégias focadas no desenvolvimento sustentável da Região dos Cocais.

PÚBLICO ALVO

O convite oficial, assinado por Stenio Gonçalves de Sousa Pinheiro, gerente da Unidade Regional dos Cocais do Sebrae/MA, é direcionado a representantes do poder público, entidades empresariais, instituições parceiras e demais lideranças estratégicas da região.

A proposta busca fortalecer a integração institucional, além de ampliar a capacidade de cooperação voltada a políticas públicas, empreendedorismo, inovação e inclusão socioprodutiva.

A PROGRAMAÇÃO

A programação técnica do fórum abrange debates estruturados em três painéis principais.

O Painel 1 abordará a economia circular, inclusão social e desenvolvimento territorial sob o tema “Do Resíduo à Oportunidade”, com foco na gestão sustentável de resíduos para geração de renda.

Em seguida, o Painel 2 tratará da “Gestão Pública que Transforma”, apresentando iniciativas públicas direcionadas ao fortalecimento do desenvolvimento regional e à melhoria da qualidade de vida da população.

O Painel 3 será dedicado à “Agência de Desenvolvimento LIDER Cocais”, com discussões sobre governança territorial e integração de recursos entre os municípios.

RADAR DE OPORTUNIDADES

​Além das mesas de discussão, a agenda do evento inclui o espaço “Radar de Oportunidades”, com a apresentação do Programa Contrata + Brasil, que visa conectar empresas regionais a novas opções de negócios e contratação pública.

O fórum encerra as suas atividades com uma palestra magna voltada a reflexões sobre inovação, liderança e estratégias de desenvolvimento para o futuro do território.

Blog do Acélio

D’lla Grill: sabor, variedade e aconchego no coração de Codó

Se você procura uma experiência gastronômica completa, com comida saborosa e um ambiente pensado para o seu bem-estar, o Restaurante D’lla Grill é o lugar certo. Localizado no centro de Codó, no coração da cidade, o D’lla Grill une praticidade, qualidade e um cardápio que agrada aos paladares mais exigentes.

Com cardápio variado, o restaurante oferece self-service sem balança, trazendo liberdade para você montar seu prato do seu jeito, além da opção de delivery, ideal para quem prefere saborear boas refeições no conforto de casa.

O destaque fica por conta das carnes assadas na brasa, sempre suculentas e no ponto certo, com opções como boi, porco, frango, toscana e coração. Para quem aprecia pratos tradicionais, o D’lla Grill também serve deliciosas carnes ao molho, como cozido de boi, frango cozido, sarapatel, panelada, bife e fígado acebolado — sabores que remetem à comida caseira feita com cuidado e carinho.

Tudo isso em um espaço aconchegante, preparado sob medida para proporcionar conforto, boa convivência e uma experiência gastronômica que valoriza o seu paladar. O D’lla Grill é mais que um restaurante: é um convite para comer bem, se sentir bem e voltar sempre.

D’lla Grill — feito pra você, para o seu bem-estar e para quem valoriza sabor de verdade. ️

Agroforte Suínos: Qualidade e Confiança em Suínos Vivos e Abatidos

A Agroforte Suínos é referência no mercado quando o assunto é qualidade e confiança na venda de suínos vivos e abatidos. Com atendimento especializado, a empresa garante seriedade, compromisso e produtos de excelência para seus clientes.

A Agroforte está sempre disponível para atender e oferecer as melhores opções, com contato facilitado pelo WhatsApp.

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Se você procura suínos de procedência confiável e atendimento de primeira, conte com a Agroforte Suínos!

Frigorífico Marcelo Rei do Frango – Menor preço, melhor atendimento e máxima qualidade

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Fim da escala 6×1: conquista dos trabalhadores, desafio para as empresas e um novo debate sobre produtividade

Por Professor / Administrador e Advogado Ferdinando Rocha

O debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 ultrapassa os limites das relações trabalhistas. Trata-se de uma discussão que envolve qualidade de vida, saúde, dignidade humana, produtividade, geração de empregos e sustentabilidade econômica das empresas. A questão central é compreender como podemos avançar na proteção dos trabalhadores sem desconsiderar a realidade operacional e financeira dos empregadores.

A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 pelo Senado Federal, em dois turnos, no dia 14 de outubro de 2026, recolocou esse tema no centro das discussões nacionais. A proposta prevê a substituição gradual da escala 6×1 por uma organização com dois dias de descanso semanal remunerado e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial. A promulgação foi anunciada para o dia 16 de outubro, com implementação gradual das novas regras. A mudança representa uma transformação importante na organização do trabalho brasileiro e exige uma análise que considere tanto os direitos sociais quanto os desafios econômicos envolvidos.

O trabalhador precisa de tempo para viver, não apenas para trabalhar

A escala 6×1 caracteriza-se, tradicionalmente, por seis dias de trabalho para um dia de descanso. Embora tenha sido utilizada em diversos segmentos da economia, essa organização pode impor limitações significativas à vida pessoal, sobretudo em atividades que exigem esforço físico, atendimento contínuo ao público ou longos deslocamentos. Na prática, o trabalhador pode passar a maior parte da semana entre o trabalho, o transporte, as obrigações domésticas e a recuperação do cansaço. O tempo destinado à convivência familiar, ao lazer, aos estudos e ao desenvolvimento pessoal acaba reduzido.

Sob a perspectiva dos direitos sociais, ampliar o período de descanso significa reconhecer que o trabalho é parte da vida, mas não pode ocupar toda a existência do indivíduo. O descanso adequado contribui para a recuperação física e mental, favorece a convivência familiar e cria oportunidades para que o trabalhador estude, se qualifique e participe mais ativamente da sociedade. Não se trata de defender a redução do compromisso profissional, mas de discutir uma organização do trabalho que permita conciliar produtividade e dignidade humana.

Trabalhar menos horas significa produzir menos?

Essa é uma das principais questões do debate e exige cautela. A produtividade não depende exclusivamente do número de horas trabalhadas. Ela também está relacionada à qualificação profissional, à tecnologia, à organização dos processos, às condições de trabalho, à gestão e ao nível de fadiga dos empregados. Um trabalhador descansado pode apresentar maior concentração, cometer menos erros e executar suas tarefas com mais eficiência. Em determinadas atividades, a redução da fadiga pode contribuir para diminuir acidentes, retrabalho e afastamentos.

Entretanto, é importante evitar generalizações. A redução da jornada não garante, automaticamente, o aumento da produtividade em todos os setores. Uma empresa que consegue reorganizar processos e eliminar desperdícios pode absorver parte da mudança sem comprometer sua produção. Já um estabelecimento que depende da presença física de funcionários durante todo o horário de funcionamento poderá precisar contratar novos trabalhadores ou reorganizar suas equipes.

Portanto, a discussão deve considerar não apenas o tempo trabalhado, mas também a quantidade e a qualidade do resultado produzido. O desafio consiste em construir modelos de trabalho nos quais a eficiência seja alcançada pela melhor organização das atividades, e não simplesmente pela ampliação da permanência do empregado no ambiente profissional.

Por que parte dos empresários demonstra preocupação?

A resistência de alguns empregadores à redução da jornada precisa ser analisada sem generalizações ou julgamentos precipitados. Existem preocupações econômicas legítimas, principalmente entre empresas de pequeno porte, que operam com margens reduzidas, equipes enxutas e limitações de capital de giro. Se uma empresa precisa manter o mesmo horário de atendimento, a mesma produção e a mesma remuneração mensal, mas passa a contar com menos horas de trabalho por empregado, será necessário encontrar uma forma de compensar essa diferença.

Entre as alternativas estão a reorganização das escalas, a contratação de novos profissionais, a automação de determinadas tarefas, o investimento em capacitação e a revisão dos processos produtivos. Essas medidas, porém, apresentam custos e dificuldades diferentes conforme o segmento econômico. Uma atividade que permite flexibilizar horários e executar tarefas remotamente possui características distintas de um restaurante, supermercado, hospital ou serviço de segurança que necessita de cobertura operacional contínua.

Também é preciso considerar que o aumento do custo por hora trabalhada pode pressionar as margens de lucro, especialmente quando a empresa não consegue ampliar sua produtividade ou repassar parte dos custos aos preços. Isso não significa que a redução da jornada seja economicamente inviável. Significa que sua implementação exige planejamento, adaptação e acompanhamento dos resultados.

O fim da escala 6×1 pode gerar mais empregos?

Essa possibilidade merece atenção, mas não deve ser apresentada como resultado garantido. Em determinados setores, a necessidade de cobrir as horas liberadas pela redução da jornada poderá estimular novas contratações. Em outros, a reorganização dos processos e o aumento da produtividade poderão permitir a manutenção das atividades com a equipe existente. Também existem situações em que empresas com menor capacidade financeira podem reduzir contratações, limitar horários de funcionamento ou enfrentar dificuldades para absorver os novos custos.

Os efeitos sobre o emprego dependerão de fatores como demanda, produtividade, estrutura empresarial, qualificação profissional e condições econômicas. Por isso, uma avaliação responsável precisa acompanhar os indicadores de emprego formal, salários, preços, produtividade e desempenho dos diferentes setores.

Não é adequado afirmar que o fim da escala 6×1 provocará necessariamente desemprego em massa. Da mesma forma, não é correto garantir que a mudança produzirá automaticamente mais vagas de trabalho. O resultado dependerá da forma como empresas, trabalhadores e poder público conduzirão o processo de adaptação.

O que muda no Direito do Trabalho?

A Constituição Federal estabelece, no artigo 7º, inciso XIII, o limite geral de oito horas diárias e 44 horas semanais, admitindo compensação de horários e redução da jornada mediante os instrumentos juridicamente previstos. O inciso XV assegura o repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos.

A PEC 221/2019 foi aprovada pelo Senado Federal em dois turnos e prevê a alteração desse regime constitucional, com redução gradual da jornada e ampliação do descanso semanal remunerado, sem redução salarial. O cronograma anunciado estabelece duas etapas principais: inicialmente, 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passará de 44 para 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Após mais 12 meses, o limite semanal será reduzido para 40 horas.

A implementação deverá observar o texto definitivo da Emenda Constitucional, sua publicação oficial e as regras de transição aplicáveis. Do ponto de vista empresarial, a mudança exige atenção à elaboração das escalas, ao controle de jornada, aos contratos de trabalho, à remuneração das horas extraordinárias e às normas coletivas de cada categoria.

A redução da jornada não autoriza o descumprimento das regras sobre intervalos, repouso semanal ou limites legais do trabalho extraordinário. Tampouco permite presumir que as horas reduzidas possam ser simplesmente compensadas por exigências habituais de trabalho além da jornada aplicável. É fundamental que empregadores e profissionais de recursos humanos acompanhem a regulamentação e as orientações oficiais, evitando decisões precipitadas ou alterações contratuais incompatíveis com o novo regime.

O equilíbrio entre direitos sociais e sustentabilidade econômica

O debate sobre a escala 6×1 não deve ser tratado como uma disputa na qual o trabalhador precisa perder para que a empresa sobreviva, ou a empresa precisa suportar qualquer custo para que o trabalhador tenha mais descanso. A relação de emprego envolve interesses distintos, mas também interdependentes.

O trabalhador precisa de remuneração, segurança, descanso e condições dignas. A empresa necessita de produtividade, planejamento, receitas e capacidade de investimento para continuar operando e gerando empregos. A legislação trabalhista tem justamente o papel de estabelecer parâmetros que protejam os direitos fundamentais e organizem essa relação.

Nesse contexto, a redução da jornada pode ser acompanhada de investimentos em tecnologia, qualificação profissional, gestão eficiente, revisão de processos e negociação coletiva. Também é necessário considerar as dificuldades específicas das pequenas empresas, sem transformar essas dificuldades em justificativa para desconsiderar direitos trabalhistas. O diálogo entre empregadores, trabalhadores, sindicatos e poder público será importante para identificar soluções adequadas aos diferentes setores.

Uma mudança que exige responsabilidade e visão de futuro

A discussão sobre o fim da escala 6×1 oferece uma oportunidade para repensar a relação entre tempo, trabalho e qualidade de vida no Brasil. O avanço tecnológico, a melhoria dos processos produtivos e a qualificação profissional permitem discutir formas de organização que valorizem os resultados sem ignorar os limites humanos.

Entretanto, a modernização das relações de trabalho não ocorre apenas pela alteração de uma regra jurídica. Ela depende de planejamento, investimento, fiscalização, negociação e capacidade de adaptação. A sociedade precisa acompanhar os efeitos da mudança com dados concretos, identificando tanto os ganhos sociais quanto eventuais dificuldades econômicas, para que os ajustes necessários sejam feitos sem comprometer a finalidade da proteção trabalhista.

Conclusão

O fim da escala 6×1 coloca em pauta uma questão essencial: qual modelo de trabalho queremos construir para o futuro? O trabalhador não vive apenas para trabalhar. Precisa de tempo para a família, para a saúde, para os estudos e para o desenvolvimento pessoal. Ao mesmo tempo, as empresas precisam de condições para produzir, investir, gerar renda e manter os postos de trabalho.

A redução da jornada pode contribuir para uma relação mais equilibrada entre trabalho e vida pessoal, mas seus resultados dependerão da implementação, das características de cada atividade e da capacidade de reorganização das empresas. O caminho mais responsável é conciliar proteção social, produtividade e sustentabilidade econômica, com respeito à legislação e atenção aos efeitos reais da mudança.

O verdadeiro desafio não é escolher entre o trabalhador e a empresa. É construir um modelo em que o trabalho continue gerando riqueza, mas também permita que as pessoas tenham tempo e condições para viver com dignidade.

Professor / Administrador e Advogado Ferdinando Rocha

| ROMARIA FRANCISCANA | 800 ANOS COM FRANCISCO: PEREGRINOS DA PAZ E DO BEM ️

Doze quilômetros de caminhada, oração, reflexão e fraternidade, seguindo os passos de São Francisco de Assis!

Nossa | Romaria franciscana rumo à comunidade São Francisco de Assis, no povoado Cajueiro, foi marcada por momentos de profundo espiritualidade, reflexões ao longo do caminho, a celebração da santa missa e um belo café partilhado, expressão da simplicidade e da comunhão que nos ensina o Pobrezinho de Assis.

Mais do que percorrer uma estrada, caminhamos juntos na fé, renovando o compromisso de sermos instrumento de paz, amor e esperança onde quer que estejamos.

Que, inspirados por São Francisco, continuemos a construir pontes, cuidar da criação e semear o bem por onde passarmos! ️

Paz e bem!