Faça da sua Páscoa surpreendente para você e sua família no Cantinho do Presente

A Páscoa é um tempo de renovação, amor e união familiar — e não há nada melhor do que celebrar esse momento com gestos que aquecem o coração. No Cantinho do Presente, transformamos esse espírito em lembranças inesquecíveis com opções que vão encantar todas as idades!

Seja com deliciosas cestas recheadas de chocolates artesanais, kits personalizados ou mimos criativos para decorar a casa, cada detalhe é pensado com carinho para tornar sua Páscoa ainda mais especial. Aqui, você encontra aquele toque único que transforma um simples presente em uma verdadeira demonstração de afeto.

Surpreenda seus filhos, pais, amigos ou aquela pessoa especial com algo feito à mão e cheio de significado. Além disso, temos opções exclusivas para quem deseja fugir do óbvio e presentear com originalidade e afeto.

Neste ano, deixe a correria de lado e celebre com mais presença, mais afeto e mais surpresas. Venha viver uma Páscoa diferente no Cantinho do Presente — onde cada mimo carrega amor e cuidado em cada detalhe.

Cantinho do Presente: onde sua Páscoa ganha mais cor, sabor e emoção.

Sábado de Aleluia: qual é o significado da data que antecede a Páscoa?

O Sábado de Aleluia, véspera do Domingo de Páscoa, é um dia de preparação e expectativa na tradição cristã, após a reflexão e luto da Sexta-feira Santa, que lembra a crucificação de Jesus. A data da Semana Santa varia anualmente, calculada a partir da Quarta-feira de Cinzas. No Brasil, a Sexta-feira Santa é feriado oficial, mas o Domingo de Páscoa não é.

Após o feriado da Sexta-feira Santa, que marca a crucificação e morte de Jesus, na tradição cristã, chega o Sábado de Aleluia, como é conhecida a véspera do Domingo de Páscoa. Neste ano, o Sábado da Semana Santa é celebrado neste dia 19 de abril.

Se, para os cristãos, a Sexta-feira Santa é considerada um dia de reflexão, penitência, luto e dor pela morte de Jesus na cruz, o Sábado de Aleluia pode ser descrito como um dia sem celebrações, de preparo e expectativa pela alegria do Domingo de Páscoa, ou seja, pela ressurreição de Cristo.

Como é calculada a data da Semana Santa?
Os dias da Semana Santa mudam todo ano. Para calcular a data da Páscoa deve-se somar 46 dias à Quarta-feira de Cinzas, dia seguinte ao Carnaval.

A Páscoa é feriado nacional?
Embora o domingo de Páscoa não seja um feriado nacional no Brasil, a Sexta-Feira Santa é considerada um feriado oficial em todo o país.

O Globo

Por que a música faz tão bem?

Se você parar para notar, verá que a música está em todos os lugares. Desde o canto dos pássaros até o batuque involuntário que fazemos na perna quando escutamos algo no fone de ouvido. Ela tem o poder de transformar ambientes, contar histórias e mudar humores. Mas, por que a música faz tão bem? Além de ser combustível para a alma, ela também é abastece a mente.

A música pode parecer algo simples, mas seu impacto no cérebro é profundo. Estudos mostram que ela potencializa novas conexões neurais, em um fenômeno conhecido como plasticidade cerebral. Isso significa que escutar, estudar ou praticá-la fortalece os caminhos entre neurônios, o que aumenta nossa capacidade de aprendizado.

Além disso, pessoas que estudam teoria musical tendem a ter regiões cerebrais mais densas e com mais conexões, o que representa um cérebro mais preparado não apenas para a música, mas para uma variedade de tarefas cognitivas. A música está ligada diretamente ao desenvolvimento da linguagem, do raciocínio e da coordenação motora — uma verdadeira academia para o cérebro.

Devido a esse exercício do cérebro, a música é capaz de criar vínculos entre as pessoas, fortalecer a memória, induzir ao movimento através dos diferentes ritmos e melhorar a comunicação com a organização de ideias.

Sem receita única
Algumas pessoas ainda relatam se sentirem mais concentradas em uma tarefa quando estão ouvindo canções. Isso pode depender menos da melodia e mais da história de vida de cada um. Não existe um estilo “certo” ou elementos musicais universais que favoreçam o foco. Para algumas pessoas, um rock pesado é o combustível ideal para a produtividade. Para outras, ele pode ser o caminho certo para o caos.

“Não é bem o elemento da música que faz com que nos concentremos mais ou menos em algo, mas sim a relação cultural e emocional que criamos com a música”, explica Viviane Louro, neurocientista, educadora e musicista. Quem cresceu estudando ou trabalhando com música de fundo pode ter treinado o cérebro a se concentrar mesmo com estímulos sonoros presentes. Ou seja, o que funciona para um pode não funcionar para outro — e tudo bem.

Seja um piano suave ou uma batida eletrônica envolvente, as melodias têm o poder de acalmar ou agitar. Isso acontece, segundo Viviane, porque elas ativam regiões do cérebro ligadas às emoções e às memórias. É uma verdadeira “injeção” de hormônios como a dopamina e a serotonina, substâncias que geram sensações de prazer, bem-estar e relaxamento.

Mas, novamente, não há uma receita única. “Não existe exatamente uma música certa para relaxar, pois nossa relação com a música é individual, vai depender de nossas vivências desde a infância. Ou seja, como nos relacionamos com a música no decorrer de nossa vida. Uma pessoa pode relaxar ouvindo uma música lenta tocada por um piano e outra pessoa pode se sentir entediada ao ouvir a mesma música”, explica.

Ouvir canções no dia a dia, mesmo que em segundo plano, já traz benefícios, como o relaxamento. E quanto mais atenção damos à música, maior o impacto positivo em nossa saúde mental, emocional e cognitiva. A escuta ativa — aquela em que paramos para realmente ouvir e sentir a música — proporciona estímulos cerebrais mais intensos.

E se além de escutar, você decidir estudar canções? Aí os efeitos se multiplicam. “Se for possível estudar música, fazer aula de teoria ou instrumento musical e treinar todos os dias, aí sim o cérebro é bombardeado por estímulos incríveis e fará muita diferença a longo prazo”, diz a neurocientista. Os ganhos são inúmeros e se estendem para outras áreas da vida, como concentração, disciplina e criatividade.

Vida Simples

 

Os melhores exercícios para você viver mais, segundo especialistas em longevidade

Parafraseando Liam Gallagher, quem é que vai viver para sempre? Certamente algumas pessoas gostariam. Com bilionários se biohackeando em meio a uma onda crescente de bem-estar, o interesse crescente por exercícios voltados à longevidade mostra que mais pessoas estão prestando atenção à própria saúde.

Talvez você não esteja motivado apenas pelo desejo de viver mais, mas não há como negar que o exercício é uma das chaves para permanecer ativo, livre de doenças e independente por mais tempo.

Exercícios para longevidade realmente ajudam a viver mais?
Se você esperava uma saída fácil, sinto decepcionar. A resposta é um enorme SIM. O ser humano foi feito para se mover; fomos projetados para isso. Na verdade, especialistas acreditam que se movimentar com frequência e acelerar os batimentos do coração é tão importante para uma vida longa quanto manter uma alimentação saudável e evitar coisas como cigarro e álcool.

É o que afirma a Dra. Alka Patel, médica especializada em longevidade e estilo de vida, e fundadora do Million Hour Club:

“Exercício não é só sobre se olhar no espelho e gostar do que vê — é sobre manter suas mitocôndrias funcionando, reduzir inflamações e manter o coração forte pelas próximas décadas”, diz. “Se longevidade é seu objetivo, movimento é seu remédio.”

O Dr. Kai Koch, clínico da Marylebone Health, concorda com Patel, citando dados da Organização Mundial da Saúde que mostram que quase um terço da população adulta mundial é fisicamente inativa. “Esse número aumentou cerca de 5% na última década e, se continuar nesse ritmo, deve chegar a 35% até 2030”, alerta Koch.

“A atividade física é amplamente considerada o ‘Santo Graal’ dos fatores de estilo de vida, com o melhor custo-benefício quando se trata de melhorar os resultados gerais de saúde”, continua Koch, lembrando que “em 2019, os médicos do Reino Unido afirmaram que ‘se a atividade física fosse um medicamento, seria considerada uma cura milagrosa por conta das inúmeras doenças que previne e trata’.”

A massa muscular também é importante. Além de nos ajudar a nos mover e a ter uma boa aparência, Rhodri Whittaker, personal trainer da Absolute Body Solutions, chama a massa muscular de “armadura do corpo”.

“O músculo tem muitas funções, mas estruturalmente, ele fornece proteção física para ossos e articulações, aumentando as chances de sobrevivência em quedas”, diz ele. Quanto mais você conseguir manter com o passar da idade, melhores são suas chances. Ou seja, sim, exercício é realmente importante.

O que diz a ciência?
Antes de mergulharmos no que você deve fazer e quando, vale a pena apreciar a variedade de formas como um bom treino pode te ajudar — tanto agora quanto no futuro. Existem muitos dados sobre o assunto.

Pesquisas publicadas no British Journal of Sports Medicine mostram que praticar de 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana, ou de 75 a 150 minutos de atividade vigorosa, está alinhado à redução ideal da mortalidade, reforçando as diretrizes atuais de atividade física.

Também ajuda a desacelerar um dos principais marcadores do envelhecimento. Aguente firme: especialistas como Patel acreditam que os telômeros — as tampas protetoras nas extremidades dos cromossomos — são os principais vilões quando falamos de sinais da idade. Nossos telômeros encurtam com o passar do tempo, e ainda não há como reverter esse processo. Mas é possível desacelerá-lo.

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“Um estudo publicado no Oncotarget mostrou que adultos com altos níveis de atividade física tinham telômeros significativamente mais longos do que pessoas sedentárias, sugerindo um mecanismo celular pelo qual o exercício contribui para a longevidade”, explica Patel.

Como exercícios promovem longevidade?
“O exercício desencadeia uma cascata de benefícios biológicos que aumentam tanto a expectativa de vida quanto a qualidade dela”, diz Patel. Esses benefícios incluem:

Biogênese mitocondrial: “O exercício estimula a produção de novas mitocôndrias, aumentando o metabolismo energético e reduzindo o estresse oxidativo, fundamentais para desacelerar o envelhecimento celular.”
Sensibilidade à insulina: “A atividade física regular melhora a resposta do corpo à insulina, ajudando a regular o açúcar no sangue e reduzindo o risco de diabetes tipo 2, uma condição ligada ao envelhecimento acelerado.”
Redução da inflamação: “A inflamação crônica é um fator conhecido do envelhecimento e de doenças. O exercício modula vias inflamatórias, reduzindo marcadores como PCR e IL-6.”
Neuroproteção: “A atividade física aumenta o BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que protege os neurônios e mantém a função cognitiva — essencial para reduzir o risco de demência.” Ou seja, também faz bem para sua cabeça.

Exercício pode ser prejudicial?
Sabemos que fazer exercício é bom — em teoria. Mas quem nunca terminou uma corrida se sentindo como um idoso de 80 anos, com os joelhos e os pulmões em frangalhos? Isso ainda é sinal de saúde Entre alguns atletas — especialmente escaladores — existe a piada de que o esporte faz você avançar em relação aos outros. Não em forma física, mas em idade: pulsos, costas, tornozelos e cotovelos sentem o desgaste dos movimentos repetitivos. Isso não pode ser bom, certo?

“Existe um paradoxo”, concorda Patel. “O exercício, por si só, provoca inflamação — e a inflamação crônica é um atalho para o envelhecimento.” O segredo? Encontrar o ponto ideal — nem demais, nem de menos — que estimula a adaptação sem desgastar o corpo em excesso.

O exercício deve causar algum dano muscular — é assim que ficamos mais fortes. A inflamação é o processo pelo qual os materiais de construção são enviados às áreas danificadas para que elas se reparem. Mas você já deve ter ouvido que a inflamação faz mal e pode levar até ao câncer. Então qual a solução?

“Como saber se você está no ponto ideal?” pergunta Patel. Existem algumas formas: é possível encomendar kits para acompanhar sua idade biológica e ajustar os treinos conforme os resultados. Também é possível monitorar a variabilidade da frequência cardíaca (HRV) — quanto mais baixa, pior sua recuperação. Outra métrica é o VO2 Máx, que mede quanto oxigênio seu corpo usa durante o exercício. Patel o chama de “o maior preditor de longevidade, pois mede a aptidão cardiorrespiratória”.

Se seus resultados estiverem piores do que gostaria, reduza a intensidade. Para melhores resultados, o ideal é trabalhar com um fisiologista e encontrar o que funciona para você.

Whittaker dá um último truque: dormir bem. “É a ferramenta de recuperação mais importante que existe”, diz ele — acima de banhos gelados, luz vermelha, massageadores e outras tecnologias da moda. Sentindo dor? Às vezes, uma boa noite de sono resolve tudo.

Como ser mais ativo no dia a dia?
Ir à academia ou correr algumas vezes por semana é ótimo e trará enormes benefícios. Mas movimentar-se não se resume a isso. É preciso se mexer também ao longo do dia. Koch tem algumas recomendações:

Reduza o tempo sedentário: “Considere usar uma mesa em pé ou trocar a cadeira por uma bola de exercício. Faça pausas frequentes para movimentos rápidos e simples.”

Exercícios curtos: “Encontre formas fáceis de incorporar pequenos exercícios ao dia, como agachamentos enquanto a chaleira ferve, caminhar para o trabalho ou sugerir um passeio com amigos em vez de sentar para tomar um café.”

Seja mais sociável: Embora não pareça diretamente ligado ao exercício, Koch diz que há correlação direta entre solidão e menor expectativa de vida. “Um estudo recente mostrou que o isolamento social pode aumentar o risco de morte por todas as causas em até 50%.” Ser gentil pode não só aumentar sua vida, mas a dos outros também.

Relaxe: Nossa saúde mental está diretamente ligada à física — e à longevidade. “Existe uma relação linear entre sofrimento psicológico e expectativa de vida”, afirma Koch. “Quanto mais estressados estamos, maior nosso risco de morte.” Se você já termina o treino com alongamento, por que não aproveitar cinco minutos de respiração profunda?

Quais são os melhores exercícios para viver mais?
No fim das contas, o importante é se mexer. Jim Pate, fisiologista sênior da Marylebone Health, recomenda de três a quatro sessões de cardio por semana — duas mais curtas e intensas (30 a 45 minutos) e duas mais longas e moderadas. Além disso, faça dois treinos de força. Um pode focar em grupos musculares específicos; o outro deve ser em formato de circuito, com quatro ou cinco exercícios e pelo menos 15 repetições cada.

Seu circuito pode incluir:

Agachamentos: “Usam os músculos das pernas e podem ser adaptados a diferentes níveis. Envolvem grandes grupos musculares e geram estímulo forte para crescimento.”

Afundo: “Reproduzem o movimento de andar e melhoram o equilíbrio, além de ativarem músculos de forma diferente do agachamento.”

Flexões: “Excelentes para manter força e função da parte superior do corpo. São adaptáveis a vários níveis.”

Exercícios de puxar: “Importantes para movimentos funcionais. Força de pegada e tempo de sustentação são bons indicadores de aptidão e longevidade.”

Prancha: “A força do core ganhou destaque. Uma prancha bem feita por dois minutos mostra resistência muscular adequada para atividades longas.”

Whittaker recomenda ainda incluir uma sessão semanal de yoga em grupo pequeno. “A tendência do pilates e yoga é ótima para jovens com articulações flexíveis, mas estamos começando a ver lesões por excesso de alongamento, como nos tendões de Aquiles e flexores do quadril.” Turmas menores permitem atenção personalizada e ajudam a manter a atividade por mais tempo.

O que mais eu preciso saber?
A última coisa é meio óbvia: todos nós envelhecemos. E por mais que tentemos nos manter ativos, o tempo chega para todos. Aceitar isso, junto com nossas limitações, é parte do processo de envelhecer com saúde.

“Quando somos mais jovens, somos movidos pela vaidade, mas nossos objetivos mudam com o tempo”, diz Whittaker. “A prioridade passa a ser evitar lesões e garantir liberdade de movimento. Mas é importante gostar do exercício. Pense no que você curte — caminhar é uma ótima opção, especialmente se puder incluir trilhas ou passeios na praia.”

GQ Globo

Conheça a capital da tranquilidade no Brasil, que faz frio os 365 dias do ano

Existe no Brasil um lugar que faz frio até no verão, e não estamos falando de Campos de Jordão.

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Com aproximadamente 1.500 habitantes, Lavras Novas, um vilarejo dentro da cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, tem temperaturas baixas os 365 dias do ano e sua fama está na gastronomia, hospitalidade e arquitetura local.

Lavras Novas é datada de 1706 e fica 1.500 metros acima do nível do mar, o que explica as baixas temperaturas quase que constantes e a vista deslumbrante das montanhas.

O vilarejo oferece muitas opções de comida mineira fresquinha e com aquele tempero na medida certa, além de uma natureza de fazer inveja, com cachoeiras e trilhas que rendem fotos inesquecíveis.

A arquitetura do lugar é belíssima e toda no estilo colonial, e suas pousadas e hotéis garantem uma experiência única para quem deseja se desligar da “vida real” nem que seja por um final de semana.

Para chegar em Lavras Novas é preciso pegar a BR 040 até a Estrada Real. Quando estiver chegando em Ouro Preto, siga 7 km  pela estrada sentido Ouro Branco. Logo você verá Lavras Novas.

Também há opções de ônibus saindo de Belo Horizonte.

As informações são do Diário do Litoral – Publicado primeiro em GMC Online

Reforma transforma casa de campo em espaço de descanso repleto de memórias afetivas

Em meio à tranquilidade da zona rural de Itajobi, interior de São Paulo, uma casa de campo ganhou nova vida com projeto assinado pelo escritório Lucas Fernandes Arquitetos (@lucasfernandesarquitetos). A residência de 140 m² foi reformada e ampliada para um casal de aposentados que desejava um refúgio cercado pela natureza.

“A proposta era desacelerar. Trazer a simplicidade como protagonista e respeitar o que o lugar já carregava de história”, resume o arquiteto Lucas Fernandes.

O imóvel, antes composto por três quartos, sala, cozinha, despensa e um banheiro externo, passou por uma significativa transformação. A nova configuração concentra os dormitórios em uma das laterais, acessados por um hall e atendidos por um banheiro central.

Na outra ala, estão integrados sala de estar, de jantar, cozinha, despensa e lavanderia, conectados à área gourmet por meio de uma janela passa-pratos. O ponto alto é o fogão a lenha de tijolos de demolição, que, junto à bancada central, tornou-se o coração das reuniões familiares.

COZINHA EXTERNA | Localizado na área da churrasqueira, o ambiente tem janela de madeira, da Nossa Casa Portas e Acessórios, que faz a função de passa-pratos com a cozinha interna. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, recebeu, abaixo, cortinas executadas pela própria moradora, que trabalhava como costureira antes da aposentadoria. Cerâmicas da Retrobel. Piso de cimento queimado executado durante a obra — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
COZINHA EXTERNA | Localizado na área da churrasqueira, o ambiente tem janela de madeira, da Nossa Casa Portas e Acessórios, que faz a função de passa-pratos com a cozinha interna. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, recebeu, abaixo, cortinas executadas pela própria moradora, que trabalhava como costureira antes da aposentadoria. Cerâmicas da Retrobel. Piso de cimento queimado executado durante a obra — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
Para Lucas, o maior desafio foi equilibrar a essência original com a introdução de elementos contemporâneos. “Trabalhamos com o respeito à memória da casa, mas também com a necessidade de integração dos ambientes, otimizando o uso pontual do espaço”, explica.

O projeto trabalha a rusticidade e elementos contemporâneos que se equilibram com o contexto histórico. Foram preservadas a fachada, as aberturas das janelas de madeira e a materialidade da residência antiga.

FOGÃO À LENHA | Uma das premissas do projeto, o forno à lenha de tijolos de demolição na cozinha interna remete à vida do casal quando morava na fazenda. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, promove a integração e a participação da família e amigos durante o preparo de almoços e jantares. A curadoria de objetos foi feita priorizando a simplicidade dos materiais. Cerâmicas da Retrobel. Banquetas com assento de taboa do acervo do casal. Colheres de pau como objetos decorativos — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
FOGÃO À LENHA | Uma das premissas do projeto, o forno à lenha de tijolos de demolição na cozinha interna remete à vida do casal quando morava na fazenda. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, promove a integração e a participação da família e amigos durante o preparo de almoços e jantares. A curadoria de objetos foi feita priorizando a simplicidade dos materiais. Cerâmicas da Retrobel. Banquetas com assento de taboa do acervo do casal. Colheres de pau como objetos decorativos — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
Os principais materiais da obra foram madeira, vidro, tijolo de demolição, ardósia e reboco. As cores seguem essa lógica, mantendo tons neutros que valorizam as texturas naturais dos materiais. “Buscamos uma paleta sóbria, que dialogasse com o entorno e transmitisse aconchego”, afirma o arquiteto.

A decoração valoriza objetos afetivos. Cômodas antigas, camas de família, uma cristaleira na cozinha e uma mesa de jantar com base de tronco – resgatado da própria fazenda – garantem identidade ao lar. Uma antiga toalha de renda, feita pela moradora durante o enxoval de casamento, foi transformada em tapeçaria e ocupa lugar de destaque na sala de jantar.

SALA DE JANTAR | A mesa desenhada pelo escritório foi executada por Sérgio Zanforlim Marcenaria com tampo de vidro para ressaltar o tronco resgatado na fazenda. A composição com as cadeiras de madeira e taboa, que fazem parte do acervo da família, traz uma memória afetiva das peças usadas pela avó da moradora. A instalação na parede é uma toalha de renda, confeccionada pela moradora durante seu enxoval de casamento e foi ressignificada trazendo, além de textura, mais significado para o ambiente. O centro da mesa é composto por uma fruteira em palha natural e um colar cerâmico, ambos da Retrobel — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
SALA DE JANTAR | A mesa desenhada pelo escritório foi executada por Sérgio Zanforlim Marcenaria com tampo de vidro para ressaltar o tronco resgatado na fazenda. A composição com as cadeiras de madeira e taboa, que fazem parte do acervo da família, traz uma memória afetiva das peças usadas pela avó da moradora. A instalação na parede é uma toalha de renda, confeccionada pela moradora durante seu enxoval de casamento e foi ressignificada trazendo, além de textura, mais significado para o ambiente. O centro da mesa é composto por uma fruteira em palha natural e um colar cerâmico, ambos da Retrobel — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
Na cozinha interna, o fogão à lenha remete à história dos moradores, que viveram em uma fazenda quando mais jovens. Ao mudarem para uma cidade grande por conta do trabalho e dos filhos, abriram mão do uso e, no atual momento da vida, desejavam voltar com esse costume.

Casa e Jardim