
Autor: Alberto Barros
Agende seu exame de vista nas Óticas AHP para quinta-feira dia 24 de abril

Atenção!! As Óticas HP agora realizará exames de vista computadorizado nas segundas e quintas-feiras. Dia 24 de abril haverá consulta. Aproveite, agende o seu horário e garanta sua consulta grátis (na compra dos óculos), das 14h às 18h. Óticas AHP – Praça Ferreira Bayma 529A Centro, Codó-MA. Telefone (99) 98203-1840.
Justiça autoriza a saída temporária de mais de 800 presos durante a Páscoa na Grande São Luís

A Justiça do Maranhão autorizou a saída temporária de 814 presos, do regime semiaberto da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa), durante a Semana Santa e o feriado da Páscoa.
Os presos beneficiados serão liberados a partir das 9h desta quarta-feira (16) e devem retornar aos presídios até às 18h de terça-feira (22).
A decisão é do juiz titular da 1ª Vara de Execuções Penais da Comarca da Ilha de São Luís, Francisco Ferreira de Lima. O documento foi enviado para a a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP).
As unidades prisionais devem comunicar à Vara de Execuções Penais (VEP), até o meio-dia de 25 de abril (sexta-feira), a lista com os nomes dos presos que não retornaram.
Saída temporária
A saída temporária está prevista na Lei de Execuções Penais (Lei 7.210/84), do artigo 122 ao artigo 125, e podendo ser concedida a condenados que cumprem pena em regime semiaberto, que destina-se para condenações entre quatro e oito anos, não sendo casos de reincidência.
No regime semiaberto, a lei garante ao recuperando o direito de trabalhar e fazer cursos fora da prisão durante o dia, devendo retornar à unidade penitenciária à noite.
De acordo com o artigo 123 da lei, a autorização será concedida por ato motivado do juiz da execução, ouvidos o Ministério Público e a administração penitenciária. Para ter esse direito, o apenado deve:
Ter comportamento adequado;
Ter cumprido o mínimo de um sexto da pena, se o condenado for primário, e um quarto, se reincidente;
Ter compatibilidade do benefício com os objetivos da pena;
Os beneficiados devem cumprir as restrições como recolhimento à residência visitada, no período noturno, não frequentar festas, bares e similares e, outras determinações.
G1ma
Paraense é preso em Teresina suspeito de integrar grupo de esquema de pirâmide que fez mais de 5 mil vítimas

Um paraense de 42 anos foi preso na tarde desta segunda-feira (14), no bairro Promorar, Zona Sul de Teresina. A Polícia Civil do Piauí deu apoio à Operação Pirâmide de Areia, da Polícia Civil do Pará, que investiga um grupo criminoso suspeito de estelionato que já fez mais de 5 mil vítimas.
Segundo o diretor Fernando Aragão, da Diretoria de Operações de Trânsito (DOT), foi cumprido um mandado de prisão preventiva contra o suspeito. Ele estava escondido na casa de um tio-avô na Zona Sul.
“Essa é a segunda fase da operação que investiga um possível esquema de pirâmide financeira, disfarçado sob a promessa de benefícios ‘dobrados’. Eles prometiam multiplicar o dinheiro das pessoas. Em Parauapebas e cidades vizinhas, as delegacias estão cheias de gente registrando boletins de ocorrências, já passam de 5 mil o número de vítimas”, explicou o delegado.
Conforme o mandado de prisão, o paraense, natural de Parauapebas, exercia a função de atendente do esquema. Ou seja, cooptava pessoas dispostas a investir dinheiro. Algumas vítimas recebiam o dinheiro em dobro, porém outras não.
Além dele, a Justiça do Pará emitiu mandados de prisão preventiva para oito pessoas. O grupo pode responder por crimes contra a economia popular, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
O preso está a disposição da Justiça e deve ser recambiado para o Pará.
G1pi
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Nem nadar, nem andar: o melhor exercício para os maiores de 50 pode ser feito em qualquer lugar

Chegar aos 50 anos é um marco cheio de experiências e aprendizados, mas é um momento que o corpo começa a enviar sinais que não podem ser ignorados.
Nessa etapa, a atividade física se torna uma ferramenta fundamental para manter uma boa qualidade de vida e evitar o sedentarismo. Assim, o melhor exercício para os maiores de 50 anos é pular corda. É tão simples quanto eficaz.
A perda de massa muscular, a fragilidade óssea e os problemas cardiovasculares são ameaças crescentes a partir dessa idade.
De acordo com a análise publicada no site Sports Medicine, em 2018, fazer até três sessões semanais de pular corda tornou-se o melhor exercício para os maiores de 50 anos.
Esse exercício ainda melhora o equilíbrio, a coordenação e a densidade óssea, aspectos fundamentais para manter a autonomia e prevenir quedas na velhice.
Dicas para começar a pular corda
A chave para fazer o melhor exercício para os maiores de 50 anos é se adaptar ao ritmo e intensidade à capacidade atual do corpo. Iniciar com sessões curtas, de 30 segundos a um minuto, e aumentar com o tempo.
Para isso, é importante usar calçado adequado, uma corda do tamanho correto e, se possível, pular em uma superfície que amortize o impacto.
Aquecer antes de começar e manter uma boa postura é essencial: costas retas, abdômen ativado, saltos curtos e aterrissagens suaves. Não é necessário fazer todos os dias.
A constância para fazer o melhor exercício para os maiores de 50 anos importa mais que a quantidade. Se existirem problemas de saúde prévios, como hipertensão não controlada ou arritmias, é imprescindível consultar um médico antes de começar.
NDMais
Em 2007, Steve Jobs subiu ao palco com um iPhone que mal funcionava, mas foi salvo por um roteiro impecável que não permitia improvisos

Em junho de 2024, a Apple apresentou uma das iniciativas mais ambiciosas de sua história recente: a integração da Apple Intelligence em seus dispositivos e, com ela, uma reinvenção da Siri. Essa apresentação prometia algo que muitos esperavam há anos: um assistente virtual realmente útil, capaz de entender o contexto do usuário, fornecer respostas precisas e executar ações com base em informações pessoais. Ingressos para shows, reservas de hotéis, links compartilhados em mensagens, localizações de calendários – tudo isso estaria ao alcance da nova Siri.
“Android” a plenos pulmões
O entusiasmo foi imediato. A Apple o anunciou como uma grande transformação e, implicitamente, como uma das etapas necessárias para recuperar o atraso na corrida pela inteligência artificial (IA), acelerada após o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022. Mas a ilusão logo se dissipou. Em março deste ano, a empresa confirmou que a nova versão da Siri não estaria disponível até 2026. O anúncio foi uma parada repentina. Para muitos, não foi apenas uma decepção: foi um golpe na credibilidade que a Apple vinha cultivando há anos. E, ainda assim, a empresa deu poucas explicações. O futuro foi simplesmente adiado.
Não há como negar que a Apple sabe como administrar expectativas. Ela domina como ninguém a arte de antecipar o que está por vir, mesmo quando o que apresenta aparentemente ainda não está pronto. John Gruber, uma das vozes mais influentes no mundo da Apple, deu a entender isso quando apontou que alguns dos recursos apresentados na WWDC (Worldwide Developers Conference) provavelmente não existiam como tal. Ou, se existiam, ainda estavam longe de serem funcionais.
Os segredos por trás de uma das apresentações de tecnologia mais épicas da história
E não é a primeira vez que isso acontece. De fato, essa estratégia tem um precedente claro, talvez o mais revelador de todos: a apresentação do primeiro iPhone em 2007. Um evento que se tornou um mito na história do marketing de tecnologia, com Steve Jobs anunciando “um produto revolucionário e mágico”. Mas o que poucos sabiam na época, e muitos ainda ignoram hoje, é que o dispositivo mal funcionava no dia de sua estreia. Literalmente.
Uma reportagem da The New York Magazine, baseada em entrevistas com ex-funcionários da Apple, revela os meandros dessa histórica apresentação. Entre os depoimentos está o de Andy Grignon, engenheiro sênior responsável pelos módulos de comunicação do aparelho. De acordo com Grignon, o software do iPhone estava repleto de bugs: as músicas tocavam pela metade, os vídeos tinham a tendência de travar e o sistema poderia falhar se as tarefas não fossem executadas na ordem correta. A memória era tão limitada que algumas operações simultâneas eram suficientes para provocar uma reinicialização.
Diante desse cenário, os engenheiros criaram uma solução de emergência: “o caminho dourado”. Tratava-se de uma sequência precisa de ações que Jobs deveria seguir sem se desviar um milímetro sequer. Essa era a única maneira de garantir que o telefone não pararia de responder no meio de uma demonstração. Para proteger suas costas, Jobs tinha várias unidades idênticas no palco. Se uma delas falhasse, ele passaria para a próxima sem que o público percebesse.
Além dessa tensão técnica, eles explicam, havia também uma exigência estética. Jobs não queria uma câmera apontada para o dispositivo para mostrá-lo na tela. Ele queria uma projeção limpa e direta, sem interferência visual. Para conseguir isso, os engenheiros incorporaram placas personalizadas e cabos de vídeo que puxavam o sinal do próprio iPhone e o enviavam para o projetor. Era um sistema frágil e artesanal, mas que deu conta do recado: fez com que tudo parecesse natural, quase mágico.
O WiFi era outra dor de cabeça. Com milhares de pessoas na sala, muitas delas com conhecimentos técnicos, a conectividade poderia ser comprometida. Para evitar isso, a Apple modificou o software AirPort responsável pela conexão do iPhone, adaptando-o para operar em frequências reservadas para o Japão, fora do alcance usual nos Estados Unidos. Um truque arriscado, mas eficaz para garantir um sinal estável durante a apresentação.
As chamadas também foram cuidadosamente preparadas. A AT&T, na época a parceira exclusiva do iPhone, instalou uma torre de celular portátil para garantir um sinal estável. Mesmo assim, os dispositivos de demonstração foram configurados para exibir sempre cinco barras de cobertura, independentemente da qualidade real da conexão.
Contra todas as probabilidades, a apresentação foi impecável. Jobs seguiu o roteiro com precisão cirúrgica: mostrou músicas e vídeos, navegou em páginas da Web, enviou mensagens, fez uma ligação, digitalizou fotos com gestos de toque e, em um dos momentos mais emblemáticos, usou o Google Maps para localizar uma Starbucks e pedir, como uma piscadela, 4 mil cafés. O público se rendeu. Ninguém poderia imaginar que aquele iPhone de última geração era, pelo menos naquele momento, uma encenação perfeitamente ensaiada.
Pode ser que estejamos, mais uma vez, diante de uma daquelas encenações que a Apple domina como ninguém. Não sabemos ao certo em que estágio está a nova Siri, mas, ao contrário do iPhone, ainda estamos esperando para ver sua oferta mais ambiciosa em anos. A Siri pretende ser uma ferramenta transformadora, mas até agora ainda é apenas uma promessa.
*Matéria traduzida e adaptada do site parceiro Xataka






