Maior Superlua de 2024 poderá ser vista nesta quarta (16)

A maior e última Super Lua do ano poderá ser vista esta semana, entre quarta (16) e quinta-feira (17). A Lua se encontrará no ponto mais próximo da Terra às 21h50 da quarta-feira (16), mas a sua fase só estará completamente cheia às 8h da manhã do dia seguinte. Nesta caso, o astro estará a uma distância de 357 mil quilômetros. Lembrando que o diâmetro da Terra é de, aproximadamente, 12 mil quilômetros.

Porém, o melhor momento para observá-la será durante o seu nascer, às 16h46, do dia 16. Neste caso, a Lua fica 14% maior e 30% mais brilhante.

Será uma oportunidade única de olhar para o céu e admirar. O espetáculo poderá ser visto a olho nu. Com essa, será a quarta Super Lua do ano.

Esse ano já ocorreu outra superlua no mês passado e ainda durante um eclipse lunar dia 17 setembro.

CNB

Hipertensão: por que a pressão ’12 por 8′ passou a ser considerada alta por médicos

No início de setembro, milhares de médicos do mundo inteiro se reuniram em Londres, no Reino Unido, para participar do Congresso Europeu de Cardiologia. E uma das grandes novidades do evento foi a divulgação das novas diretrizes de hipertensão, um documento que guia os critérios de diagnóstico e tratamento da pressão alta.

O novo consenso entre especialistas da área

simplifica alguns conceitos, introduz uma nova categorização dos pacientes e recomenda um tratamento mais intenso logo nos primeiros estágios da doença.

Em resumo, as novas diretrizes europeias classificam como:

Pressão arterial não elevada: abaixo de 120 por 70 milímetros de mercúrio (mmHg) — o popular “12 por 7”.
Pressão arterial elevada: acima de 120 por 70 mmHg e até 139 por 89 mmHg (de 12 por 7 a “quase” 14 por 9).
Hipertensão arterial: maior que 140 por 90 mmHg (acima de 14 por 9).

Idosos são mais propensos a desenvolver hipertensão

Vale destacar que esses números levam em conta a medida da pressão feita no consultório, por um especialista.

Até então, os cardiologistas costumavam dividir esses índices em seis categorias: ótimo (abaixo de 120 por 80 mmHg), normal (entre 120 por 80 e 129 por 84 mmHg), pré-hipertensão (entre 130 por 85 e 139 por 89 mmHg), hipertensão estágio 1 (entre 140 por 90 e 159 por 99 mmHg), hipertensão estágio 2 (entre 160 por 100 e 179 por 109 mmHg) e hipertensão estágio 3 (acima de 180 por 110 mmHg).

Segundo os autores da diretriz, a simplificação dos termos e a criação de uma nova categoria clínica — “pressão arterial elevada” — têm como objetivo intensificar o tratamento em estágios iniciais, para que a pressão arterial fique dentro da meta especialmente entre pessoas com risco aumentado de doenças cardiovasculares.

Dia Mundial da Hipertensão: saiba mais sobre causas e prevenção da doença

“A nova categoria reconhece que as pessoas não passam de uma pressão arterial normal num dia para a hipertensão no outro”, justifica Bill McEvoy, professor da Universidade de Galway, na Irlanda, e um dos autores do novo consenso.

“Na maioria dos pacientes, há uma mudança gradual e constante [da pressão arterial]. Diferentes subgrupos, como por exemplo, aqueles que apresentam maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares, poderiam se beneficiar de um tratamento mais intensivo antes que a pressão arterial deles atinja o limite tradicional da hipertensão”, complementa ele, num comunicado divulgado à imprensa.

Rhian Touyz, professor da Universidade McGill, no Canadá, e outro responsável pelas novidades, acrescenta que “os riscos associados ao aumento da pressão arterial começam quando os níveis da pressão sistólica [o primeiro número da fórmula] ainda estão abaixo de 120 mmHg”.

Como você vai entender ao longo da reportagem, as novas classificações também alteram os esquemas de tratamento medicamentoso e os cuidados de estilo de vida.

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O descontrole da pressão arterial é o principal fator de risco por trás de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

“As doenças cardiovasculares são as que mais matam no Brasil e no mundo. No nosso país, por exemplo, uma pessoa morre a cada 90 segundos por causa de algum problema no coração ou nos vasos sanguíneos”, estima o médico Fábio Argenta, membro do Conselho de Ética Profissional e do Comitê de Comunicação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

“A hipertensão é o principal fator de risco não apenas para infarto e AVC, mas também está relacionada com insuficiência cardíaca, insuficiência renal, cegueira e até demência”, pontua o especialista.

E é curioso pensar como algo tão relevante — e tão frequente — não chama a atenção e não é visto como uma grande ameaça pela maioria das pessoas.

O médico Carlos Alberto Machado, assessor científico da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), calcula que quase 1,2 bilhão de pessoas sofrem com a hipertensão no planeta.

“O grande problema é que mais da metade nem sabe que é hipertensa. Entre aquelas que sabem, só metade faz o tratamento. E entre quem faz tratamento, apenas metade tem a pressão controlada”, resume o cardiologista.

Para o especialista, as mudanças nas diretrizes europeias ajudam a chamar atenção para o aumento da pressão arterial, mesmo que ela ainda não tenha alcançado os índices compatíveis com um quadro de hipertensão.

“Eles reforçam que esse risco cardiovascular já começa com uma pressão relativamente baixa, de 115 por 75 mmHg”, diz ele.

Argenta informa que a SBC já estava trabalhando para renovar as diretrizes brasileiras de hipertensão. O novo documento deve ser publicado no país durante o primeiro semestre de 2025.

“As diretrizes de Europa e Brasil costumam andar juntas, então há uma tendência de que a nossa atualização siga pelo mesmo caminho”, adianta ele.

“Precisamos levantar a bandeira de que o adequado não é mais o 12 por 8. De agora em diante, é preciso estar de 12 por 7 para baixo. Esse é o novo normal”, complementa o cardiologista.

O médico Luiz Bortolotto, diretor da Unidade de Hipertensão do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, critica a criação da categoria “pressão elevada”.

“A população e os próprios médicos podem ficar confusos. É muito difícil colocar na cabeça das pessoas que uma pressão acima de 120 por 70 mmHg é elevada e qual será o impacto disso”, avalia ele.

“Eu particularmente gostava mais da classificação anterior, pois entendo que termos como ‘pré-hipertensão’ são mais fáceis de compreender e de gerar um alerta.”

“E não temos evidências para afirmar que um indivíduo tem um risco cardiovascular diminuído se a pressão dele for reduzida de 124 por 74 para 110 por 70”, complementa ele.

Mulher com a mão no peito
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As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil e no mundo
A estratificação de risco da pressão alta
Mas o que todas essas mudanças de critérios significam na prática?

Para aqueles que estão com a pressão arterial não elevada, vida normal: não é preciso fazer nada em específico.

Para os hipertensos, não há dúvidas de que é necessário começar um tratamento medicamentoso, além de incentivar uma série de mudanças no estilo de vida — sobre as quais falaremos adiante — para diminuir o risco de vários problemas de saúde.

Já para os que caíram na categoria “pressão elevada” — quando os números ficam entre 120 por 70 e 139 por 89 mmHg —, a recomendação da nova diretriz é passar pela chamada “estratificação de risco”.

Em resumo, o médico vai avaliar uma série de indicadores de saúde para estimar a probabilidade de o indivíduo sofrer algum desfecho cardiovascular mais grave (como infarto ou AVC).

Na hora de fazer essa conta, os especialistas consideram questões como o diagnóstico de outras doenças cardíacas ou a presença de outras enfermidades crônicas, como diabetes tipo 2, colesterol elevado, obesidade…

Se o risco de o paciente sofrer algum desfecho cardiovascular nos próximos dez anos ficar abaixo de 5%, a recomendação é promover uma série de mudanças de estilo de vida e reavaliar a pressão arterial em um ano.

Agora, se esse risco superar os 10%, o documento europeu indica fazer as mudanças de estilo de vida e, após três meses, iniciar o tratamento medicamentoso para os indivíduos cuja pressão seguir acima de 130 por 80 mmHg.

Já para o grupo em que risco varia entre 5 e 10%, o médico deve considerar fatores relacionados à etnia, sexo, deprivação socioeconômica, doenças autoimunes, entre outros, para definir o melhor caminho — testar as mudanças de estilo de vida por um ano ou fazer uma reavaliação após três meses para checar a necessidade de entrar com os remédios.

Mulher erguendo peso
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Treinos resistidos são uma das recomendações para baixar a pressão arterial
Hipertensão e mudanças no estilo de vida
Manter-se no peso (ou emagrecer), adotar uma dieta variada e equilibrada, ter uma rotina regular de atividade física, não fumar, evitar bebidas alcoólicas e reduzir o consumo de sal são as recomendações clássicas para baixar a pressão.

Mas a diretriz europeia trouxe duas novidades relevantes nessa seara. Primeiro, aumentar o consumo de alimentos ricos em potássio — que, ao contrário do sódio encontrado no sal de cozinha, abaixam a pressão.

Em segundo lugar, investir em treinamentos isométricos e de resistência, como os exercícios feitos na academia.

Os médicos ouvidos pela BBC News Brasil entendem que as duas novas recomendações de estilo de vida são bem-vindas, mas precisam ser adotadas com alguns cuidados e ponderações.

“O aumento do consumo de potássio deve acontecer por meio de fontes naturais, como frutas e verduras. Não temos evidências de que fazer a suplementação desse composto por meio comprimidos seja benéfico”, pontua Bortolotto.

Já o sal enriquecido com potássio pode fazer parte da dieta. “Mas como ele tem um gosto diferente do sal comum, é preciso cuidado para não compensar e exagerar na hora de temperar a comida”, acrescenta o médico do InCor.

Machado também cita a necessidade de uma precaução maior com indivíduos que apresentam problemas nos rins — neles, um aumento no aporte de potássio pode representar uma sobrecarga para esses órgãos, responsáveis por filtrar o sangue e eliminar impurezas.

Já em relação aos treinos de força, Argenta destaca que o fortalecimento da massa muscular está relacionada “a uma vida mais longeva e mais saudável, com repercussões positivas nos vasos sanguíneos”.

Bortolotto só lembra que pacientes com a pressão muito elevada precisam primeiro controlar esses níveis antes de partir para a academia.

Isso porque o esforço físico pode fazer a pressão arterial subir ainda mais, o que representa um perigo nesses casos.

“Mas, a longo prazo, a combinação de exercícios aeróbicos e resistidos traz muitos benefícios”, observa o cardiologista.

Pessoa oferecendo comprimidos a outra
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Iniciar o tratamento da hipertensão com dois princípios ativos virou recomendação para a maioria dos casos
Remédio em dobro para controlar a pressão?
Outro destaque das novas diretrizes europeias envolve uma “intensificação do esquema terapêutico”.

Na maioria dos casos, a orientação é já iniciar o tratamento com dois remédios de classes farmacológicas distintas, como a dos diuréticos, dos antagonistas adrenérgicos, dos beta-bloqueadores, dos bloqueadores de canais de cálcio, entre outros.

“Uma das principais causas das baixas taxas de controle da hipertensão no mundo é o fato de o médico muitas vezes insistir em usar apenas um remédio. Isso é o que chamamos de inércia terapêutica”, observa Machado.

“Associar medicamentos de duas classes desde o início permite controlar até 60% dos pacientes. Usar três classes faz essa taxa subir para 90%”, calcula o cardiologista.

Essa sinergia entre diferentes princípios ativos, que agem em várias partes dos mecanismos que influenciam a pressão arterial, garante que esses índices tenham um melhor controle.

“Além disso, colocar o paciente dentro das metas nos primeiros três a seis meses após o diagnóstico tem um impacto extremamente importante na redução da mortalidade cardiovascular”, complementa ele.

Vale destacar aqui que, após o diagnóstico da hipertensão, os índices de pressão arterial considerados adequados se modificam.

Segundo o documento europeu, a meta é manter o paciente na faixa dos 120 a 129 mmHg de pressão sistólica (o primeiro número) — ou ao menos chegar à menor taxa de acordo com a tolerância do paciente às medicações.

“Esse conceito da pressão tão baixa quanto tolerável o tratamento é interessante. Isso porque você não precisa ser agressivo e baixar a pressão a todo custo se a dosagem dos remédios estiver causando muitos eventos adversos”, elogia Bortolotto.

Profissional de saúde medindo a pressão de paciente
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Médicos indicam medir a pressão fora do consultório para evitar fenômenos como a hipertensão do jaleco branco ou a hipertensão mascarada
Acompanhamento e diagnóstico da hipertensão
Mas como fazer o diagnóstico de pressão elevada ou hipertensão? Existe um momento da vida ou uma periodicidade para fazer essa medição?

“Acima dos três anos de idade, a criança deve ter a pressão arterial aferida pelo pediatra”, responde Argenta.

“Da infância até os 40 anos, esse exame precisa ser repetido a cada três anos”, complementa o cardiologista.

Dos 40 anos em diante, o ideal é medir a pressão pelo menos uma vez a cada 12 meses, dizem os especialistas.

Essa regularidade é importante porque a hipertensão não costuma dar sintomas, especialmente nas fases iniciais.

Uma última novidade detalhada na nova diretriz europeia envolve os meios de medir a pressão arterial.

Além do exame feito em consultório, o documento também reforça a necessidade de realizar o diagnóstico por meio de testes feitos em casa, como o Mapa (sigla para Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial) e o MRPA (Medição Residencial da Pressão Arterial).

O primeiro envolve usar um aparelho que avalia a pressão arterial por 24 horas (ou mais tempo, se o médico achar necessário). Já o segundo obtém essas medidas por meio de algumas avaliações feitas durante a manhã e à noite, por alguns dias seguidos.

O principal objetivo desses testes realizados fora do consultório é evitar dois fenômenos relativamente comuns.

Primeiro, a “hipertensão do jaleco branco”, quando o paciente fica nervoso na presença do médico e a pressão dele sobe, mas fica normal no dia a dia.

Segundo, a hipertensão mascarada, quando a pessoa possui uma pressão elevada fora do consultório — mas curiosamente tem uma medida normal quando está sendo avaliada por um profissional de saúde.

“O diagnóstico da hipertensão implica um tratamento para a vida toda, então precisamos ser muito rigorosos durante essas avaliações”, conclui Machado.

BBC

Informe ACRIVI: Carreta Agro do Banco do Brasil traz para Codó etapa do Circuito de Negócios Agro 2024

A Carreta Agro do Banco do Brasil traz para Codó Evento que faz parte da etapa nacional do Circuito de Negócios Agro 2024. O Banco do Brasil, maior parceiro do agronegócio, traz para Codó e região o Circuito de Negócios Agro 2024, evento itinerante que estará nos próximos dias 07 e 08 de novembro no Parque de Exposições Walter Zaidan, com objetivo de levar bons negócios para os produtores rurais, movimentar a economia, bem como realizar palestras para disseminar conhecimento técnico e boas práticas no campo.

O Circuito de Negócios Agro 2024 também objetiva agregar novas experiências ao público com abordagens regionais, participação e envolvimento de parceiros locais, palestras de assessoramento técnico, novas tecnologias sociais, inovações do mercado agro, promover e estimular a vocação econômica regional dos diversos sistemas produtivos, possibilitando ao Banco divulgar os seus produtos e serviços e desenvolver ações de relacionamento, fidelizando clientes e prospectando novos clientes.

A Carreta Agro do Banco do Brasil estará em Codó, nos dias 07 e 08 de novembro, no Parque de Exposições Walter Zaidan.

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Vereadora Leda Torres tem aprovadas suas três Indicações para recuperação e pavimentação de vias em Codó

Durante a 32ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, da última terça-feira (15), a vereadora Leda Torres apresentou três Indicações, solicitando que sejam realizadas obras de infraestrutura no município. Por meio da Indicação Nº191/2024, a vereadora solicitou ao prefeito de Codó, junto ao secretário municipal de Infraestrutura, em Caráter de Urgência, a operação tapa-buracos na Rua Bahia, Bairro Codó Novo.

Através da Indicação Nº192/2024, solicitou ao Executivo Municipal a complementação do asfalto no final da Rua Léa Archer, localizada no Novo Milênio. E pela Indicação Nº193/2024, a vereadora solicitou a administração municipal a pavimentação asfáltica ou com bloquetes na Segunda Travessa 1º de Maio, localizada no Bairro São Francisco, ambas também em Caráter de Urgência.

Trabalhando junto à comunidade

Desde o início de seu mandato, a vereadora Leda Torres tem se mostrado uma liderança ativa e comprometida com o desenvolvimento da cidade e a execução de obras e benfeitorias de relevância no município, indicando e fiscalizando o atendimento correto das demandas da população. Suas Indicações de obras de infraestrutura têm gerado impacto positivo para diversas comunidades. Entre as principais obras apontadas pela vereadora estão a pavimentação de ruas, operação tapa-buraco, revitalização de espaços públicos, a construção de calçadas acessíveis, entre outras ações.

“São intervenções que fazem toda a diferença no dia a dia da população. Ruas pavimentadas, recuperadas, garantem mais segurança para pedestres e motoristas, além de valorizar os bairros, por isso nosso compromisso, presença e trabalho constante junto as famílias dos nossos bairros e comunidades da zona rural”, destacou a parlamentar.

A atuação da vereadora também tem sido marcada por um diálogo constante com a comunidade. “As Indicações são fruto de visitas a bairros e conversas com moradores que relatam as necessidades locais. Esse trabalho de base é essencial para levar as demandas da população ao executivo e cobrar soluções“, concluiu Leda Torres.

Com essas iniciativas, a vereadora Leda Torres, reeleita no dia 6 de outubro, reafirma seu compromisso com o desenvolvimento da cidade de Codó e com a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, buscando sempre a execução de obras que atendam às reais necessidades da população.

Vereador Delegado Rômulo direciona Indicações para melhorias na Saúde e Infraestrutura em Codó

Nesta semana, o vereador Delegado Rômulo levou à Câmara Municipal três Indicações, que refletem sua preocupação com a qualidade de vida dos cidadãos. As propostas visam melhorar tanto a infraestrutura urbana quanto a saúde pública, abordando questões críticas que afetam diretamente o dia a dia da população.

Com a Indicação Nº198/2024, o vereador solicitou ao Prefeito Municipal de Codó, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, a recuperação da massa asfáltica da Travessa Bahia, Bairro Codó Novo. E pela a Indicação Nº200/2024, solicitou ao Executivo Municipal a recuperação da massa asfáltica da Rua São Miguel, também no Bairro Codó Novo.

“Indicamos a recuperação de massa asfáltica em ruas da cidade, em bairros que enfrentam problemas com buracos e pavimentação desgastada, dificultando o tráfego de veículos e aumentando os riscos de acidentes, como essas vias no bairro Codó Novo. São obras necessárias e que precisam ser constantes, pois não só contempla a melhoraria da mobilidade urbana, como também valorizaria o patrimônio dos moradores”, justificou o parlamentar.

Por meio da Indicação Nº199/2024, o vereador solicitou ao governo municipal pela reestruturação do posto de saúde do povoado Alegre, na região da BR-316. O vereador ressaltou a importância de investir na melhoria das condições físicas do local e na ampliação dos serviços oferecidos. O objetivo é garantir que a unidade esteja preparada para atender de forma mais eficiente e com mais qualidade os moradores.

Vereador Evimar Barbosa solicita reativação da Praça Santa Filomena e pavimentação no bairro São Francisco

As melhorias para infraestrutura em bairros da cidade e a revitalização total de espaços públicos de Codó voltaram a pauta de Indicações do vereador Evimar Barbosa, que apresentou e teve aprovada duas importantes Indicações durante a 32ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó.

Por meio da Indicação Nº187/2024, o vereador solicitou ao Prefeito Municipal de Codó, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, em Caráter de Urgência, a reativação completa da Praça Santa Filomena, localizada na Rua Albertina Bayma, Bairro Santa Filomena. E pela Indicação Nº188/2024, solicitou ao Executivo, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, também em Caráter de Urgência, a pavimentação asfáltica da Rua Santo Antônio (em frente à Academia da Saúde na Praça Augusto Cruz), localizada no Bairro São Francisco.

“Em nossa participação apresentamos duas Indicações ao governo municipal para que revitalize dois ambientes, um no bairro Santa Filomena e outro no São Francisco, para que a população possa usufruir desses locais de forma saudável, com mais segurança, dignidade e bem estar”.  Justificou o parlamentar

Vereador Dr. José Mendes apresenta e tem aprovado Projeto que cria Programa e Disk Denúncia para o descarte irregular de lixo

A Câmara Municipal de Codó aprovou na última terça (15) o Projeto de Lei Nº 12, de 28 de maio de 2024, de autoria do vereador Dr. José Mendes, que Institui o Programa de Descarte Responsável e cria o Disk Denúncia para combate ao descarte irregular de lixo em terrenos baldios no Município. O projeto já tinha recebido os pareceres favoráveis da Comissão de Constituição, Legislação, Justiça, Redação e Administração Pública e Comissão de Educação, Cultura, Esporte, Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento.

O edil também apresentou e teve aprovada importantes Indicações para infraestrutura na cidade e na zona rural, como a Indicação Nº 201/2024, que solicita ao Executivo a construção de uma Praça no povoado Saco e um Canteiro Central com implementação de serviços de jardinagem na Avenida Principal do referido povoado.

Pela Indicação Nº 202/2024, solicitou a recuperação da massa asfáltica da Avenida João Ribeiro, Bairro São Sebastião. E com a Indicação Nº 203/2024, o vereador solicitou ao Executivo Municipal a construção e continuidade da Avenida do Centro Olímpico com a implantação de iluminação pública.