Certa Fibra: Você com a melhor conexão!
Conexão estável sempre!
Nossa internet oferece estabilidade excepcional. Mantenha-se conectado sem se preocupar com quedas.


A rede social X afirmou nesta sexta-feira (4) que concluiu o pagamento de todas as multas devidas pela empresa, e protocolou um pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a liberação da plataforma no Brasil.
A informação foi confirmada à TV Globo por advogados que acompanham o caso.
As multas foram aplicadas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes depois que o X descumpriu a legislação do país e ordens judiciais. A rede social está suspensa no Brasil desde 30 de agosto.
🔎 Ainda de acordo com a empresa, foram quitados os cerca de R$ 28,6 milhões de débitos em multas aplicadas pela Corte (veja cálculo abaixo). A quitação, segundo os representantes jurídicos, era a última das exigências do Supremo para que a plataforma volte a ser liberada no Brasil.
Agora, cabe ao ministro Alexandre de Moraes analisar se o X cumpriu todas as medidas para voltar a operar no Brasil e voltar a ficar disponível para os usuários. Não há um prazo para isso.

Negociação
Nesta terça (1º), a rede social informou ao STF que os valores seriam pagos com recursos próprios, não envolvendo valores da empresa Starlink.
➡️A Starlink é uma empresa de internet via satélite que opera no Brasil ligada ao bilionário Elon Musk, que também é dono do X.
A Starlink teve restrição de R$ 11 milhões — uma medida usada pelo STF para cobrar os valores devidos pelo X diante dos descumprimentos.
Esses descumprimentos envolveram, por exemplo, ordem de bloqueio de perfis de investigados — o que não foi realizado após determinação da Corte.
Em 17 de agosto, em meio à escalada da tensão com o STF, a empresa fechou seu escritório no Brasil, demitiu os funcionários e retirou sua representante.
Além desses R$ 11 milhões da Starlink, pelos mesmos descumprimentos, outros R$ 7,3 milhões das contas do X também foram transferidos para a União.
A rede social X também foi multada em R$ 10 milhões por permitir que usuários voltassem a acessar a rede, por dois dias, mesmo com a suspensão das atividades no país.
Outros R$ 300 mil em multas foram aplicados à plataforma por ter deixado a empresa sem representante legal no país.
Outras exigências
Antes da quitação desta quarta, o X cumpriu outras duas exigências para conseguir garantir a retomada das atividades:
🧑🎓 o bloqueio de nove perfis de investigados; e
🧑🎓 a nomeação de um representante legal da empresa no país.
Na semana passada, em 26 de setembro, o X entregou papéis e disse ter comprido as ordens judiciais, quando pediu pela primeira vez a liberação.
No entanto, no dia seguinte, Moraes negou o desbloqueio em função do não pagamento da totalidade das multas.
Em decisão nesta terça, Moraes reiterou a ordem de desbloqueio das contas bancárias do X, justamente para que a plataforma conseguisse quitar a dívida.
O ministro Alexandre de Moraes já havia autorizado a liberação das contas das empresas de Musk, no entanto, ambas informaram que a situação não havia sido regularizada.
Na ocasião, Moraes mandou que o Banco Central procedesse o imediato desbloqueio.
Cálculo das multas
A plataforma diz que pagou algo em torno de R$ 28,6 milhões:
💵 multa de R$ R$ 18,35 milhões de forma compulsória (cerca de R$ 11 milhões da Starlink + R$ 7,3 milhões do X), após o bloqueio de contas do X e da Starlink.
💵 multa de R$ 10 milhões, devido ao descumprimento de ordem judicial de 18 de setembro, emitida por conta de uma mudança nos servidores do X que fez a rede social voltar a funcionar temporariamente no Brasil;
💵 multa adicional de R$ 300 mil em nome da representante legal da empresa, Rachel de Oliveira Villa Nova Conceição.
G1ma

Desde o dia 30 de setembro, a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) intensificou a segurança nos municípios do estado para garantir a ordem durante o período eleitoral. Ao todo, 662 policiais civis, incluindo delegados, investigadores e escrivães, foram designados para reforçar a segurança nos dias que antecedem as eleições municipais, marcadas para o próximo domingo, 6 de outubro. Além disso, 168 viaturas estão sendo utilizadas nas operações.
A ação da Polícia Civil é parte de um planejamento estratégico que visa garantir a tranquilidade durante o processo eleitoral, especialmente nas cidades do interior. As equipes estão atuando sob a orientação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), em colaboração com a Polícia Militar e outras forças de segurança, com o objetivo de prevenir possíveis episódios de violência e coação eleitoral.

Ricardo Aragão, chefe da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), informou que no dia da eleição o efetivo estará distribuído pelos 217 municípios maranhenses, preparado para responder a flagrantes de crimes eleitorais e outros delitos. Algumas cidades, como Tuntum, Bacuri, Itaipava do Grajaú, Matões e Cândido Mendes, estão recebendo atenção especial devido a suas peculiaridades de segurança.

Nos locais onde não houver presença da Polícia Federal, a Polícia Civil assumirá a responsabilidade pelas ocorrências que exijam a atuação da polícia judiciária, garantindo que todas as demandas relacionadas a crimes eleitorais sejam devidamente registradas e apuradas.

Na Grande Ilha de São Luís, que compreende os municípios de São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar, sete plantões policiais estarão operando durante o período eleitoral: Cajazeiras, Cidade Operária, Cohatrac, Bacanga, Maiobão, a SHPP (Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa) e a Delegacia Especial da Mulher.
O delegado-geral da PC-MA, Manoel Almeida Neto, destacou que a Polícia Civil está totalmente integrada à Operação Eleições 2024. Ele ressaltou que o trabalho conjunto com outras forças de segurança visa assegurar a paz e a ordem em todo o estado. “Estamos mobilizando todo o nosso efetivo para garantir que o processo eleitoral transcorra de forma segura e pacífica”, afirmou.
O Imparcial

A rede Panificadora Alfa espera por você em sua mais nova loja, no coração da Avenida Augusto Teixeira. A nova loja se destaca na diversidade de produtos de qualidade (fabricação própria de pães, bolos, doces e salgados) em sua confeitaria e rotisseria, além do atendimento e infraestrutura com um novo conceito de padaria.

Procure uma Alfa mais próxima de você
Alfa 1 – Praças da Bandeira, 2357, Santa Filomena. Fone: 98818-0460
Alfa 2 – Av. Santos Dumont (Posto FC 4)
Alfa 3 – Av. Augusto Teixeira, São Sebastião. Fone: 98402-0382

A maior siderúrgica do Reino Unido encerrará produção nesta segunda-feira (30), quando o último alto-forno de Port Talbot, no País de Gales, fechará depois de mais de 100 anos de produção de aço.
O fechamento do último alto-forno em Port Talbot, que já foi a maior usina siderúrgica da Europa, é o ponto culminante de décadas de declínio no setor siderúrgico britânico, que tem lutado para competir com as importações de baixo custo.
Mostrando a dimensão do desafio, o grupo de origem indiana Tata Steel registrava prejuízo de 1 milhão de libras por dia antes de iniciar o processo de fechamento das instalações.
A usina controlada pela Tata Steel agora vai passar por um plano de descarbonização de três a quatro anos que inclui a instalação de um forno elétrico que produzirá aço a partir de sucata, um projeto de 1,25 bilhão de libras (US$ 1,68 bilhão) apoiado por 500 milhões de libras de financiamento do governo britânico.
Na região central da Inglaterra, a 320 quilômetros de Port Talbot, a última usina de produção de energia movida a carvão do Reino Unido também deve ser fechada nesta segunda-feira, encerrando mais de 140 anos de atividade.
O sindicato dos trabalhadores do aço, Community, disse em um comunicado que o fechamento do último alto-forno de Port Talbot, é “o fim de uma era” e o chamou de “um dia incrivelmente triste e comovente”.
Outra empresa, a British Steel, de propriedade chinesa, continua a produzir aço bruto em seus dois altos-fornos em Scunthorpe, no norte da Inglaterra, mas também está em negociações com o governo sobre a mudança para um processo de produção mais limpo.
O governo britânico disse que quer investir 2,5 bilhões de libras na indústria siderúrgica e publicará uma estratégia sobre seus planos para impulsionar o setor no próximo ano.
A expectativa é que a mudança para a produção em forno elétrico reduza emissões de carbono do Reino Unido em 1,5%, já que a usina a carvão de Port Talbot é o maior emissor individual de carbono do país.
CNN Brasil

A Hidrelétrica das Três Gargantas, na China, é a maior do mundo e surpreende não apenas pela geração de energia, mas também por seu impacto na rotação da Terra, alterando ligeiramente o tempo de cada dia.
A China é mundialmente conhecida por suas gigantescas obras de infraestrutura, e uma das mais impressionantes é a Usina Hidrelétrica das Três Gargantas, localizada no rio Yangtzé, na província de Hubei.
Inaugurada em 2012, após 18 anos de construção, essa usina é a maior do mundo em termos de capacidade instalada, podendo gerar até 22.500 megawatts (MW) de energia.
Além disso, sua capacidade de armazenamento de água ultrapassa 39 bilhões de metros cúbicos. Mas além de suas dimensões colossais, essa obra de engenharia possui uma curiosa consequência: ela afeta a rotação da Terra.

Como a usina hidrelétrica afeta a rotação da terra?
A ideia de que uma hidrelétrica pode influenciar o movimento de rotação do nosso planeta pode parecer exagerada, mas é uma realidade. Estudos científicos mostram que o volume de água deslocado pela barragem das Três Gargantas afeta ligeiramente a inércia da Terra. Para entender esse fenômeno, vale lembrar que a inércia refere-se à dificuldade que um corpo tem de alterar seu movimento, e no caso da Terra, envolve a rotação em torno de seu próprio eixo.
Ao reter uma quantidade massiva de água a 175 metros de altura, a usina provoca uma redistribuição de massa no planeta. Esse fenômeno, semelhante ao efeito que ocorre quando uma patinadora gira mais rápido ao aproximar os braços do corpo, desacelera minimamente a rotação terrestre. Os cálculos indicam que essa mudança é de apenas 0,06 microssegundos no tempo de rotação diária da Terra, um valor extremamente pequeno, mas ainda assim mensurável.

Outras consequências da redistribuição de massa
Além da alteração na rotação, a redistribuição de massa também provoca um deslocamento do eixo terrestre. Estima-se que a posição do polo da Terra tenha se movido cerca de dois centímetros devido à construção da barragem. Embora esses números possam parecer insignificantes para o cotidiano da maioria das pessoas, eles são relevantes em determinados contextos científicos.
Dispositivos de alta precisão, como os relógios atômicos, que medem o tempo com extrema exatidão, podem ser impactados por essas variações. Alguns cientistas acreditam que será necessário ajustar os padrões de tempo global, talvez introduzindo um “segundo bissexto negativo” nas próximas décadas.
A influência humana no planeta
O impacto das ações humanas sobre a Terra vai além das grandes construções. O derretimento das calotas polares, causado pelas mudanças climáticas, também está redistribuindo a massa do planeta. À medida que as geleiras derretem e os níveis dos oceanos tropicais aumentam, a Terra experimenta uma leve desaceleração em sua rotação. Isso acontece porque a massa que antes estava concentrada nas regiões polares está se deslocando em direção ao equador, o que modifica a forma como o planeta gira.
Embora as mudanças sejam mínimas e não afetam diretamente o dia a dia das pessoas, elas trazem à tona questões importantes sobre o impacto das atividades humanas no planeta.
O caso da barragem das Três Gargantas, em particular, destaca como a arquitetura e engenharia modernas têm o potencial de influenciar fenômenos naturais de maneira inesperada.
A Usina Hidrelétrica das Três Gargantas é um exemplo impressionante da capacidade humana de moldar o mundo ao nosso redor. No entanto, esse poder também vem com responsabilidades.
O fato de que uma construção humana pode, ainda que de forma mínima, alterar a rotação da Terra é uma lembrança de que devemos estar atentos aos impactos das grandes obras de infraestrutura sobre o meio ambiente e o equilíbrio natural do planeta. Por mais que essas mudanças sejam imperceptíveis para o cidadão comum, elas nos mostram a importância de pensar cuidadosamente nas consequências globais de nossos projetos.
O tempo

Descubra o novo sistema de construção sustentável que utiliza painéis de espuma de poliestireno expandido. Esses painéis são montados para formar moldes para a fundição de concreto
O novo sistema da Nudura é um tipo de cofragem isolante de concreto que é usado na construção para criar estruturas sólidas e energeticamente eficientes. Este sistema consiste em painéis de espuma de poliestireno expandido que são montados para formar moldes para a fundição de concreto. Os painéis da Nudura são deixados no lugar depois que o concreto se solidifica, proporcionando isolamento térmico e estrutural à construção.
O mundo da construção está experimentando uma transformação em direção à sustentabilidade e à eficiência energética. Nesse contexto, os Nudura Insulated Concrete Forms da Nudura emergem como uma solução promissora para a construção de habitações que não requerem sistemas convencionais de aquecimento ou refrigeração.
Novo enfoque na construção
Características e benefícios
Destacam-se por sua dualidade funcional: atuam tanto como elementos de molde para concreto quanto de isolamento. Esses blocos são compostos por dois painéis de poliestireno expandido, unidos por um sistema de mecanismos articulados patenteados. Ao serem empilhados e fixados entre si, estão prontos para receber o concreto, criando uma estrutura monolítica que oferece duas vantagens principais:
Alta capacidade de armazenamento térmico: Isso permite que a energia térmica seja retida de maneira eficiente, reduzindo a necessidade de aquecimento e refrigeração.
Baixa condutividade térmica: Minimiza a transferência de calor, resultando em menor consumo energético.
Inovação tecnológica integrada
O design dos ICF da Nudura incorpora quatro tecnologias-chave que simplificam e reforçam a construção:

DURAFOLD®: Sistema de espaçadores articulados que facilita o transporte e manuseio dos blocos.
DURALOK®: Com um mecanismo de travamento de três dentes, assegura uma conexão robusta entre os blocos, garantindo a estabilidade estrutural.
DURAMAX®: Um dos maiores blocos isolantes do mercado, oferece excelente isolamento térmico e acústico.
DURASENS: Design simétrico que permite a reversibilidade em quatro direções, aumentando a flexibilidade durante a construção.
Caso de uso: construção em taupont
Thomas Kerzerho, um proeminente investidor imobiliário, escolheu os BCI Nudura para a construção de uma casa de 135 m² em Taupont, destacando a eficácia desses blocos em termos de isolamento e resistência à água. A escolha dos BCI foi estratégica para cumprir com as exigentes normativas da RE2020, orientadas a melhorar a eficiência energética das novas construções. Graças aos BCI, a habitação mantém uma temperatura interior ótima durante todo o ano sem necessidade de aquecimento ou ar condicionado adicional.
Impacto econômico e ambiental
A instalação não só melhora o conforto e reduz os custos operacionais das habitações, como também promete uma amortização rápida do investimento. Para edificações de alta demanda energética, como hotéis, o retorno sobre o investimento pode ser tão rápido quanto três anos. Embora esses blocos ainda utilizem concreto e poliestireno, materiais com certos desafios ambientais, representam um passo significativo em direção a construções mais sustentáveis e energeticamente eficientes.
O sistema da Nudura se apresenta como uma alternativa inovadora e eficiente para enfrentar os desafios modernos da construção sustentável. Com benefícios que vão desde a eficiência térmica até a flexibilidade no design, esses blocos estão configurados para revolucionar a indústria da construção, oferecendo soluções práticas que beneficiam tanto os construtores quanto o meio ambiente.
Clickpetroleoegas.com

A alemã Lilium, fabricante de aeronaves elétricas para Mobilidade Aérea Regional (RAM), informa que completou a primeira etapa de energização dos sistemas de seu revolucionário jatinho elétrico Lilium Jet.
O procedimento de teste bem-sucedido no primeiro Lilium Jet em produção, de número de fabricação (MSN) 1, representa um marco significativo no caminho para o primeiro voo e certificação. Este teste confirma que a aeronave está sendo construída de acordo com o design da plataforma da Lilium e que os sistemas de voo estão funcionando corretamente.
Na energização, uma alta voltagem (900 Volts) é aplicada à aeronave e convertida para fornecer os sistemas elétricos e aviônicos de baixa voltagem – incluindo display do cockpit, controles de voo, comunicação, navegação e sistemas de vigilância. Este marco corresponde ao procedimento de teste de aceitação de energização utilizado na fabricação de aeronaves comerciais convencionais.
Stephen Vellacott, CTO da Lilium, comentou:
“A energização é um importante controle de qualidade no processo de produção de qualquer aeronave comercial. Os dois Lilium Jets agora em nossa linha de montagem final, e os que estão por vir, serão aeronaves conformes, construídas de acordo com as especificações de nossa organização de design, seguindo processos documentados e em linha com procedimentos aeroespaciais estabelecidos.
Quando se trata de produção de aeronaves, o controle de processos, a repetibilidade, a rastreabilidade e, acima de tudo, a segurança são primordiais. Atingir este primeiro marco de energização demonstra que estamos no caminho certo.”
O MSN 1 deve se tornar a aeronave de teste de laboratório da Lilium, ou “ironbird”. Será uma aeronave totalmente funcional e um ativo chave para o programa de certificação, sendo usada para provar a segurança de voo e a conformidade com os requisitos de aeronavegabilidade.
A segunda aeronave Lilium Jet, MSN 2, também atualmente em montagem final, é a primeira que a Lilium pretende voar com um piloto a bordo, no início de 2025. A produção da fuselagem do MSN 3 está em andamento no fornecedor.
A Lilium pretende voar um total de seis aeronaves de teste até a certificação de tipo e a entrada em serviço, prevista para 2026.
Em agosto deste ano, a Lilium completou com sucesso a primeira fase dos testes de integração elétrica no laboratório dedicado ao sistema de energia elétrica da empresa (EPSL), um banco de testes que replica todo o conjunto de potência do Lilium Jet, desde o pacote de baterias até o motor, fora da aeronave em um ambiente de teste controlado.
Até agora, a Lilium testou com sucesso várias funcionalidades elétricas principais no EPSL, incluindo distribuição de alta voltagem, conversão e distribuição de baixa voltagem, relatórios de saúde e sistemas de carregamento.
Informações da Lilium