Suspeito de sequestrar vereador de São Luís é preso

A polícia maranhense prendeu o primeiro suspeito do sequestro do vereador Marcos Castro (PSD), ocorrido em 4 de julho. A Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) anunciou a detenção nesta quarta-feira (10).

Castro foi sequestrado em sua residência no bairro Renascença, em São Luís, e levado para um cativeiro nas proximidades da BR-135.

Segundo o delegado Augusto Barros, superintendente da SEIC, os sequestradores exigiram transferências bancárias de familiares e amigos da vítima.

“Um dos pedidos de resgate envolvia uma pessoa de confiança do vereador transferindo dinheiro para uma conta fornecida pelos sequestradores. Identificamos rapidamente o titular dessa conta, o que levou à prisão do suspeito poucas horas após a libertação do vereador”, explicou Barros.

Barros mencionou que as investigações apontam para outros cúmplices.

“Já identificamos mais envolvidos, mas não podemos divulgar detalhes no momento. Além do detido, que foi autuado em flagrante, estamos em busca de outras pessoas que participaram do crime”, disse o delegado.

O suspeito preso recebeu uma transferência de R$ 10.000,00 e será acusado de extorsão mediante sequestro.

As autoridades continuam a busca pelos outros envolvidos, incluindo os que mantiveram Castro no cativeiro e os que organizaram o pagamento do resgate.

Relembre o caso
Na madrugada de 4 de julho, homens invadiram a casa do vereador Marcos Castro na Rua dos Ipês, bairro Renascença, agredindo-o e forçando-o a realizar várias transferências bancárias.

A SEIC segue investigando para garantir a captura de todos os envolvidos e a segurança da vítima.

O Imparcial

Advogada que tentou entrar com drogas escondidas em presídio de Timon é solta pela Justiça

A advogada Liliana Silva Rodrigues de Sousa — que tentou entrar com drogas no sapato no presídio Jorge Vieira, em Timon (MA) — foi solta pela Justiça durante audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (10). A decisão foi tomada menos de 24 horas após ter sido presa em flagrante.

Além de pagar uma fiança no valor de R$ 2 mil, o juiz Wellington Souza Carvalho da Central de Audiência de Custódia da Comarca de Timon determinou a suspensão do exercício de advogar, além de medidas cautelares que Liliana precisa seguir para não voltar para a cadeia.

Em liberdade provisória, a advogada deverá fazer o recolhimento domiciliar no período noturno e em dias de folga, está proibida de frequentar qualquer tipo de presídio, não poderá mudar de endereço sem autorização e é obrigada a comparecer em juízo a cada 30 dias.

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, os policiais penais já desconfiavam da advogada, pois anteriormente, na visita com o detento Diego Alves Costa, na última sexta-feira (5), um detento visitado por ela passou mal e oi levado ao hospital, onde foi constatado que engoliu uma trouxa de maconha.

Em interrogatório, Liliana confessou que essa foi a segunda vez que ela tentava entrar no presídio com entorpecentes.

Relembre o caso

Liliana iria visitar os detentos Airton Bispo Silva e Irlander do Nascimento Silva no presídio Jorge Vieira, em Timon. Ela usaria a sala da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o encontro. Porém, o local estava sendo usado e a advogada precisou passar pelo escâner corporal, onde foi identificado objetos no sapato dela.

Na revista foi constatada sete trouxas de maconha escondidas no calçado, sendo quatro de um lado e três no outro. Ela acabou sendo presa em flagrante.

O Imparcial

Felipe Camarão veta PL que permite que pais proíbam filhos de participarem de atividades pedagógicas de gênero

O governador em exercício, Felipe Camarão, vetou nesta terça-feira (9) o Projeto de Lei Ordinária nº 441/2023, que objetiva assegurar aos pais e responsáveis o direito de vedarem a participação dos filhos em atividades pedagógicas de gênero no âmbito das escolas do estado do Maranhão. O PL, que é de autoria da deputada Mical Damasceno, previa ainda a aplicação de penalidades às instituições de ensino que descumprissem os termos da lei.

Conforme embasado no texto do veto, o Supremo Tribunal Federal já havia declarado inconstitucional uma lei do estado de Alagoas, que instituía no sistema educacional de âmbito estadual o programa Escola Livre. A jurisprudência do STF se mostra firme no sentido de reconhecer a inconstitucionalidade de leis que proíbam o tratamento de gênero e educação sexual no âmbito do ensino.

“Legislar sobre as diretrizes e bases da educação nacional é competência da União, conforme dispõe o artigo 22, inciso XXIV, da nossa Constituição. E é nosso dever, enquanto Estado, assegurar um ensino plural, que prepare os indivíduos para a vida em sociedade, sem violação à liberdade de ensinar e de aprender”, destacou o governador em exercício, Felipe Camarão, em trecho da mensagem enviada à presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale, explanando o motivo do veto.

“Por essas razões, oponho veto total ao Projeto de Lei, visto que não foram atendidas as disposições do artigo 22 e do artigo 206, ambos da Constituição Federal”, complementou a mensagem.

Por meio de parecer técnico, a Supervisão de Participação Social da Secretaria de Estado a Educação (Seduc) já havia se manifestado acerca do PL, destacando que a proposta afrontava os preceitos constitucionais, censurava atividades culturais, a laicidade do Estado e o pluralismo de ideias.

“Concluímos que não compete aos Estados e Municípios legislarem sobre assuntos educacionais, que somente a esfera federal possui a prerrogativa de orientações dos conteúdos trabalhados em sala de aula”, destaca trecho do parecer técnico emitido pela secretaria.

Ainda de acordo com o PL proposto, em caso de descumprimento, as escolas estariam sujeitas a pagamento de multa entre R$ 1.000,00 a R$ 10.000,00 por aluno participante, suspenção temporária das atividades e até cassação da autorização de funcionamento.

Polícia Civil identifica ponto de descarte irregular de carcaças de animais no interior do MA

A Polícia Civil do Maranhão descobriu na tarde da última terça-feira(9), no município de Benedito Leite, um ponto de descarte irregular de animais mortos e lixo doméstico em uma área de preservação situada no Parque Estadual do Mirador. A ação policial realizada durante a Operação “Protetores dos Biomas” ocorreu após o recebimento de denúncias.

De posse da informação, os policiais civis se deslocaram ao ponto indicado, onde encontraram um lixão clandestino. No local, havia restos de animais mortos, principalmente bovinos, além de lixo domésticos.

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Agora, a Polícia Civil deve instaurar um inquérito policial para investigar o crime, bem como identificar os responsáveis pelo descarte clandestino.

Operação Protetores dos Biomas
A missão da operação é prevenir e combater, de forma constante, crimes ambientais praticados por particulares, pessoas jurídicas ou organizações criminosas, principalmente, aqueles que causam danos de maior monta no contexto ambiental.

* com informações da PC-MA

PF deflagra operação contra madeireiras ilegais no Maranhão

A Polícia Federal no Maranhão, com apoio do ICMBio e da Polícia Penal Estadual, deflagrou, nos dias 09 e 10 de julho, a Operação Araribóia Livre VI, com ações em madeireiras ilegais localizadas nos municípios de Buriticupu e Bom Jesus das Selvas.

A ação faz parte de uma estratégia de proteção contra a extração ilegal de madeira de terras indígenas, especialmente da Terra Indígena Araribóia, a maior da região.

Durante a operação, foram inutilizados 12 motores de serrarias e um caminhão velho que estava carregado de madeira serrada na hora da abordagem.

Entre as madeiras identificadas, estavam o Pau d’Arco (Ipê), Maçaranduba, Játobá e até Piquizeiros.

A madeira apreendida foi destinada à Secretaria de Administração Penitenciária do Maranhão, responsável pela guarda até a destinação definitiva. Quando for concluída a doação, a madeira poderá ser trabalhada pelos presos como forma de remição de pena.

Durante a ação, foi verificado, ainda, que os trabalhadores atuavam em condições degradantes, dormindo em pequenos barracões de lona, sem qualquer documentação trabalhista e sem condições mínimas de higiene e/ou de equipamentos de segurança.

Os proprietários das madeireiras já foram identificados e as investigações prosseguirão também em relação aos crimes, como de redução à condição análoga à de escravo, art. 149-A, Furto de Energia, art. 155, §3º e Receptação qualificada, Art. 180, §3º, todos do Código Penal.

A Polícia Federal reforça que a extração ilegal de madeira é crime previsto no art. 50-A da Lei de Crimes Ambientais, que tem pena prevista até 4 anos.

CNB

Candidato perde vaga de emprego por não responder WhatsApp em 15 min

O consultor de projetos Victor Barrios utilizou sua conta no Linkedin para desabafar sobre a proposta de emprego que perdeu ao demorar mais de 15 minutos para responder o WhatsApp. A recrutadora, em resposta, disse que o consultor perdeu o emprego, pois estava buscando pessoas “com perfil proativo e senso de urgência”.

A mensagem encaminhada a Victor foi sobre uma vaga de PMO, o convidando para participar do processo seletivo. O homem respondeu a mensagem uma hora após o envio e como não teve mais informações sobre o tema, questionou a recrutadora que disse “seguimos com outras pessoas para a posição. Nós estamos buscando perfis proativos e com senso de urgência, portanto selecionamos apenas os candidatos que responderam em até 15 minutos”.

Com o print da conversa, Victor, fez o seguinte desabafo no Linkedin “estar open to work (aberto para trabalho) é muito frustrante, seja pela falta de retorno dos processos seletivos ou pelos retornos absurdos”.

Ele disse que o convite para participar da seleção chegou sem nenhuma informação adicional, descrição de atividades, requisitos ou salário e benefícios e que preferiu interromper a conversa após o retorno.

“Eu poderia me justificar, tentar explicar que eu estava estudando quando recebi a mensagem e que todo dia reservo algumas horas para estudar e, durante esse período, realmente não fico com o celular por perto, mas fiquei tão indignado que deixei para lá”, concluiu o consultor.

CNB