


Dezesseis bombeiros maranhenses foram enviados para ajudar no combate aos incêndios na região amazônica, no Amazonas.
Os bombeiros maranhenses vão contribuir para as operações em curso na Amazônia, reforçando as linhas de frente no combate às chamas nas regiões Humaitá, Apui, Boca do Acre, Novo Aripuanã e Labrea. O grupo, composto por homens e mulheres treinados para operar em condições adversas, levará como suporte viaturas e alguns equipamentos. O efetivo deve permanecer 120 dias na região.
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgados na quinta-feira (4), apontam que a Amazônia sofreu 13.489 focos de incêndio no primeiro semestre.
O estado do Mato Grosso, que fica na transição entre os biomas do Cerrado e a Amazônia, foi o que mais apresentou focos, batendo recorde nacional.
CNB

Neste domingo (7), a defesa de Ana Hickmann contestou a declaração de Bruno Ferullo, advogado de Alexandre Correa, sobre a falsificação das assinaturas da apresentadora, acusando-o de parcialidade. No sábado (6), o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) concluiu que as assinaturas em diversos documentos “não foram feitas por Ana Lúcia Hickmann Correa”.
CONTEXTO DO EMBATE JURÍDICO
Em uma entrevista exclusiva à Quem neste sábado (06), Bruno Ferullo afirmou que Ana Hickmann apresentou 12 documentos com assinaturas falsas, mas o laudo grafotécnico detectou que duas dessas assinaturas eram realmente dela. O advogado também mencionou que o primeiro laudo do Instituto de Criminalística (IC) considerou as assinaturas inconclusivas.
Em maio deste ano, a defesa da apresentadora apresentou uma perícia grafotécnica particular que atribuiu as falsificações a Claudia Helena dos Santos, ex-agente de Ana Hickmann e braço direito de Alexandre Correa, ex-marido da apresentadora. Agora, Ana e seus advogados aguardam a conclusão oficial sobre a autoria do crime. Claudia e Alexandre, no entanto, negaram as acusações.
“Com relação ao último laudo grafotécnico apresentado pelo IC, é o seguinte: foram 12 documentos apresentados pela Ana Hickmann dizendo que todos eram falsos e não eram a assinatura dela. E, na conclusão, eles dizem que dez não são a assinatura dela e dois são. Ou seja, Ana Hickmann diz que a assinatura dela dos 12 são falsas, só que 2 vieram como sendo dela”, iniciou advogado de Alexandre.
“E temos o primeiro laudo, apresentado pelo IC, dizendo que as assinaturas são inconclusivas. Nós estamos tranquilos, aguardando a conclusão do inquérito policial para esclarecer o que for preciso. Estamos bem tranquilos que a verdade vai aparecer, porque confiamos muito na Justiça”, concluiu Bruno Ferullo.
Em nota enviada à Quem neste domingo (7), a equipe de defesa de Ana Hickmann afirmou que a declaração da defesa de Alexandre Correa à reportagem foi tendenciosa. “É falsa a informação de que duas assinaturas analisadas pelo Instituto de Criminalística (IC) são de Ana Hickmann. Entre os documentos periciados, dois deles não estavam assinados, logo, foram desconsiderados”, disse.
“Sobre o primeiro laudo, apresentado em março, dito pela defesa da outra parte como inconclusivo, foi solicitada uma nova coleta de material da apresentadora, além de cópias de documentos em ótima resolução para complemento da perícia. Isto feito, foi concluído que as assinaturas ‘não provieram do punho de Ana Lúcia Hickmann Correa'”, diz a nota.
MN

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CAMPUS CODÓ-Criado nos termos da Lei nº 8.057 de 30/12/2003
Rua Lea Archer, S/N, Centro – E-mail: campuscodo@uema.br
CEP: 65.400-000 – CODÓ- MA
CARTA ABERTA À COMUNIDADE CODOENSE
A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), em especial o Campus
Codó, vem a público esclarecer alguns fatos e informações disseminadas nos
últimos dias na cidade de Codó sobre esta IES que tanto tem contribuído para a
formação intelectual e profissional deste Estado e do Brasil.
A direção do Centro de Ensino Luzenir Matta Roma, localizado neste
município, convocou, em caráter de urgência, uma reunião com toda a
comunidade escolar para o dia 9 de maio. Nesta reunião, gestores, professores,
pais e alunos levantaram a hipótese de que a UEMA estaria planejando tomar o
espaço físico da escola, que foi recentemente reformada. Após a referida reunião,
a escola produziu e publicou um vídeo que está sendo amplamente veiculado
nas redes sociais, intitulado: “Comunidade do Centro de Ensino Luzenir Matta
Roma diz NÃO à UEMA”.
Nos depoimentos apresentados no vídeo, gestores, professores, pais e
alunos expressam indignação pela suposta intenção da UEMA de “tomar o
espaço” da escola, alegando que isso prejudicaria os alunos e representaria um
retrocesso para a educação.
A UEMA Campus Codó, comprometida com a transparência e o diálogo,
vem a público esclarecer que: a Reitoria, por meio do Ofício nº 861/2023-
GR/UEMA, a Universidade solicitou junto à Unidade Regional de Educação – URE
de Codó, o levantamento de salas ociosas no turno noturno do CE Luzenir Matta
Roma e, mediante tal dado, solicitou a cessão de parte das salas em não uso para
utilização temporária pelo Campus Codó. Neste ofício, a Reitoria reafirmou,
inclusive, a necessidade da utilização de tal espaço, haja vista a recente falta de
estrutura física do Campus e a necessidade de manutenção e ampliação de vagas
dos diversos cursos ofertados no Campus Codó. Ademais, a Universidade
também pontuou a possibilidade de firmar parceria com a escola mediante
contrapartida de itens a serem estabelecidos entre as partes.
A Direção deste Campus, por meio do Ofício nº 33/2024-GD/UEMA/CODÓ
direcionado à Secretaria Estadual de Educação, reforçou ainda a necessidade da
resposta do Ofício nº 861/2023-GR/UEMA enfatizando a urgência da cessão de
parte do espaço físico ocioso do CE Luzenir Matta Roma no turno noturno, para
atender a demanda do Vestibular Paes/2025.
Em 16 de maio deste ano, a URE de Codó, por meio do Ofício nº 17/2024
(em resposta à solicitação de cessão da estrutura física do CE Luzenir Matta
Roma), informou ao Campus Codó que não seria possível fazer a cessão ou
compartilhamento do seu espaço físico, haja vista representar grande prejuízo
para a comunidade. Informou ainda que das cerca de 20 (vinte) salas disponíveis
na escola, somente 3 (três) são utilizadas no período noturno.
CAMPUS CODÓ-Criado nos termos da Lei nº 8.057 de 30/12/2003
Rua Lea Archer, S/N, Centro – E-mail: campuscodo@uema.br
CEP: 65.400-000 – CODÓ- MA
CONCLUSÃO
Diante dos fatos apresentados, a UEMA reitera seu compromisso com a
transparência, o diálogo e a educação de qualidade. A solicitação para o uso
temporário das salas ociosas no turno noturno, foi feita com a intenção de
atender à crescente demanda de cursos e alunos do município de Codó e regiões
circunvizinhas, sem prejuízo à comunidade escolar do CE Luzenir Matta Roma.
Vale ressaltar que atualmente o Campus Codó está com sua capacidade
física para receber novos alunos esgotada. Inclusive, prejudicando a oferta de 200
vagas que seriam ofertadas no Vestibular Paes/2025, com entradas para 2025.1 e
2025.2 (Cursos Bacharelados em Administração, Ciências Contábeis e Direito).
Ademais, a escolha da solicitação de parte da estrutura física do CE Luzenir Matta
Roma pauta-se no princípio da eficiência disposto no artigo 37 da Constituição
Federal, na perspectiva de buscar os melhores resultados para a Administração
Pública com os recursos disponíveis. Nesse sentido, considera-se a localização da
escola e do Campus Universitário que estão localizados um do lado do outro, o
que facilita o deslocamento e a efetivação das atividades educacionais e
administrativas da Universidade.
A intenção da UEMA não é se apropriar do espaço da escola, mas somente
utilizar temporariamente o espaço ocioso para desenvolver suas atividades
regulares e ampliar a oferta de vagas no ensino superior para o município e
região, desse modo colaborando para o aprimoramento da educação. Inclusive,
a UEMA entende que deve ser parceira das instituições escolares de educação
básica, já que a Universidade é o próximo ciclo do processo formativo.
A Universidade permanece aberta ao diálogo na busca de soluções
conjuntas que beneficiem a todos, reafirmando sua dedicação ao
desenvolvimento educacional do Município de Codó e do Estado do Maranhão.
Por fim, pedimos a todos que se informem por meio de canais oficiais e
verifiquem a veracidade das informações antes de compartilhar qualquer
conteúdo que possa causar desentendimentos ou mal-entendidos. Reiteramos,
que estamos todos do mesmo lado na luta por uma educação de qualidade e
inclusiva, por esse motivo a Uema Campus Codó diz SIM ao CE Luzenir Matta
Roma, pois estamos a serviço de um bem maior, a educação!
Uema Campus Codó!
Prof.ª Dr.ª Deuzimar Costa Serra
Diretora da UEMA Campus Codó
Port. Nº 072/2023-GR/UEMA
ID: 6425/05


O pré-candidato a vereador de Codó, Marcos Paulo promoveu um delicioso café da manhã no Hospital Geral Municipal, uma forma de gratidão pelo período que o mesmo passou lá. Funcionário da unidade hospitalar, Marcos Paulo, é conhecido por todos do seu convívio social e em sua atuação na área da saúde e comunicador, Marcos Paulo recebeu o carinho por parte de seus colegas de trabalho e na oportunidade, anunciou sua pré-candidatura a vereador do município.

“Esse café da manhã foi encerrando um ciclo e começando o outro, como pré-candidato, vou me afastar do HGM pra concorrer a um cargo no poder legislativo. Eu, Marcos Paulo, amigo do povo, estou colocando o nome à disposição da população. Gratidão pelo tempo que passei lá no HGM, trabalhando, fiz boas amizades, mas que precisei me afastar porque eu vou concorrer a este cargo. E esse café da manhã foi pra anunciar o meu afastamento e uma forma de carinho dos colegas! Gratidão por tudo!”, disse Marcos Paulo.


A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) apreendeu materiais explosivos escondidos em uma residência no bairro Boa Esperança, em Timon, cidade a 450 km de São Luís. A apreensão foi feita na sexta-feira (5).
O material foi apreendido durante uma ação que tinha como objetivo o cumprimento de um mandado de prisão contra um suspeito de homicídio. Ao chegar no local, a polícia encontrou os explosivos.
Entre os materiais apreendidos estão uma emulsão, estopim e um cordel detonante. Além disso, foram apreendidas uma arma de fogo artesanal com munição e material para embalar drogas.
O material foi levado para a Delegacia de Homicídios de Timon. O caso será investigado.
G1ma

Olá Codó!! apresentamos para vocês a loja Cantinho do Presente, o lugar onde você encontra de tudo para surpreender quem você ama. Nós temos uma incrível seleção de produtos de perfumaria, incluindo óleos corporais, sabonetes, hidratantes das marcas mais renomadas do mercado. Aqui, no Cantinho do Presente, você encontra produtos da Avatim, Mahogany, L’Occitane, Natura, Avon e Boticário.

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Após serem afastados de suas atividades e denunciados no Ministério Público do Maranhão (MP-MA), os dois policiais militares de Imperatriz, a 635 km de São Luís, acusados de cometerem os crimes de extorsão e abuso sexual, foram presos neste sábado (6).
Os crimes teriam sido cometidos durante uma operação, no bairro Vilinha. Com a finalização do inquérito que apurava a conduta dos policiais diante do caso, a Justiça acatou o pedido de prisão dos agentes, dez dias depois da denúncia feita pelas vítimas.
Após serem presos, os policiais foram levados ao Instituto Médico Legal (IML), onde realizaram os exames de corpo de delito. Em seguida, eles foram encaminhados para a prisão militar, na sede do 3º Batalhão, em Imperatriz.
De acordo com a Justiça, a decisão final considerou os elementos apresentados pela investigação, conduzida pelo comandante 14º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Sérgio.
Entenda o caso
A primeira denúncia contra os PMs foi feita no 14º Batalhão da Polícia Militar, onde os agentes estavam lotados. De acordo com os relatos das vítimas, um homem teria chamado a polícia para denunciar que a namorada teria pegado seu celular. Porém, a PM disse que não atendia esse tipo de ocorrência.
Alguns minutos depois, o homem ligou novamente para a central de atendimento da PM e disse que havia sido assaltado. A polícia atendeu à solicitação e foi encaminhada para averiguar a chamada. Segundo o depoimento das vítimas, após os policiais constatarem que a denúncia era mentira, o homem foi algemado.
Durante a operação, um dos policiais teria dito ao casal que haveria “um jeito para resolver tudo e vai sair caro”. No momento, a mulher fez um pix de R$ 400 reais para liberar o namorado.
No depoimento feito à polícia, a mulher apresentou comprovante da transferência e disse que um dos PM ‘s pediu mais dinheiro para libertar o namorado. Após isso, a mulher contou que o mesmo policial passou a mão em sua parte íntima, colocou o pênis para fora e a forçou a fazer sexo oral nos dois policiais.
G1ma

Um homem identificado como Joseane da Conceição, de 36 anos, foi preso suspeito de matar a pauladas o vendedor Raimundo Nonato Muniz. O caso ocorreu na manhã deste sábado (6) no bairro Santo Antônio, em Codó.
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito, que havia se separado da ex-companheira há cerca de quatro dias, teria encontrado Raimundo com ela. Joseane pegou um pedaço de madeira e golpeou Raimundo diversas vezes.
Após a morte da vítima, ele utilizou uma arma branca para cortar o órgão genital de Raimundo. Ele ainda tentou atear fogo no corpo da vítima, derramando álcool sobre ele, mas foi impedido por populares.
O suspeito permaneceu no local e aguardou a chegada da Polícia Militar, sendo preso em flagrante. Ele admitiu a autoria do homicídio e foi encaminhado para a 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó, onde ficará à disposição da Justiça.
O Imparcial