Dia do Amigo: 70% dos brasileiros cultivam boas amizades no ambiente de trabalho

Parece ser de opinião geral que, com o passar dos anos, vai se tornando mais desafiador criar novos laços que poderão se transformar em boas amizades. Com as demandas da vida adulta e a falta de tempo para outras atividades, o ambiente de trabalho muitas vezes acaba sendo o espaço em que se formam essas conexões.

Neste cenário, 70% dos brasileiros entrevistados em um estudo afirmaram que possuem pessoas que consideram como amigos no local onde trabalham. Os dados são de uma pesquisa da Onlinecurriculo, plataforma de currículos online que buscou entender um pouco mais das relações que se constroem no ambiente profissional.

Colegas de trabalho podem ser amigos?
A pergunta que pode dividir opiniões parece ter uma resposta simples: podem, sim. Além da grande maioria dos entrevistados no estudo que possuem amigos no espaço de trabalho, outros 13% se veem aprofundando essas conexões em breve, enquanto apenas 16% afirmam não ter nenhum tipo de amizade nas instituições em que atuam.

E as amizades não ficam restritas ao emprego atual. Conexões feitas em trabalhos anteriores perduram, é o que afirmam 87% dos respondentes. Mesmo não dividindo as rotinas diárias, o que poderia afastar as relações, 30% dos entrevistados mantêm um ou dois amigos de antigos empregos, 28% preservam de três a cinco amigos e 29% possuem mais de cinco amizades conservadas mesmo com a troca de trabalho.

Amanda Augustine, especialista em carreiras da Onlinecurriculo, fala sobre a criação de amizades no ambiente de trabalho.

“Com a vida adulta, fica cada vez mais difícil ter tempo disponível para encontrar pessoas e desenvolver novas amizades. Fazer um curso ou praticar um hobby podem ser boas soluções para o problema, mas isso nem sempre é possível na vida real, e o trabalho muitas vezes toma esse lugar. Passamos grande parte dos nossos dias no trabalho, o que torna praticamente inevitável que se crie alguma conexão com as pessoas com quem se convive diariamente”.

“O convívio, para além da identificação de rotinas, pode aproximar pessoas com as quais nem se imaginaria construir uma relação. As dificuldades do trabalho também podem aproximar as pessoas, e não tem nada de errado com isso – pelo contrário. As amizades entre colegas podem ser muito benéficas no trabalho, mas também é incrível quando uma conexão se cria a extrapola os limites do espaço profissional”, completa Augustine.

Fortalecendo as relações
Amizades são vínculos que, de forma geral, exigem algum nível de dedicação e cuidado. Cada uma da sua forma singular, as relações se criam por motivos únicos, mas se mantêm por laços que são fortalecidos dia a dia.

Mesmo no ambiente de trabalho, a identificação de gostos pessoais, como filmes, músicas e séries, é o fator que mais fortalece as amizades (50%), com a participação em um mesmo projeto (48%) aparecendo como a segunda opção. Também ganha destaque, na terceira posição, a importância dos desabafos (33%).

Além de poder comentar em primeira mão o episódio novo da série favorita ou compartilhar uma música nova, as amizades no trabalho trazem outras vantagens. A melhora na comunicação foi indicada por 57% dos respondentes como o principal benefício, seguida de uma maior colaboração nas atividades, citada por 56% dos participantes, uma maior motivação no trabalho, para 52%, e apoio emocional, segundo 50%.

“Podemos ver que as amizades no trabalho não se restringem a assuntos profissionais. O lado pessoal, com desabafos e trocas de referências em comum, ainda é essencial para se criar relações. Os projetos profissionais, no entanto, fortalecem esse vínculo. O uso da criatividade e a resolução de problemas fazem com que as pessoas se abram e revelem outros lados de suas personalidades. Passar por uma dificuldade juntos para, depois do desafio, entregar um bom resultado, reforça de forma única uma união”, reflete Augustine.

Happy hour da firma
O famoso happy hour depois do expediente é um clássico entre algumas equipes. Mas, diferentemente do que poderia se pensar, essa não é a programação favorita entre os colegas fora do ambiente de trabalho. Sair para almoçar ou jantar (45%) e ir a festas ou celebrações pessoais, como aniversários e confraternizações, (41%) são as atividades citadas como as mais realizadas fora do expediente. O happy hour aparece em terceira colocação, com 31% das respostas.

A hierarquia importa?
Dependendo do tamanho, uma empresa pode contar com diversos cargos ou funções. Além da realização de diferentes tarefas e outros níveis de responsabilidade, pontos mais subjetivos podem entrar em xeque quando se fala em amizades no espaço de trabalho, entre elas, a hierarquia das posições.

De todo modo, mesmo que possa envolver algumas questões sensíveis, 80% dos entrevistados afirmaram que seriam amigos de seus chefes, enquanto a minoria de apenas 20% não vê essa relação crescendo.

A porcentagem positiva de pessoas que não teriam problemas em desenvolver amizade com seus chefes não exclui alguns dilemas que possam surgir a partir desses vínculos. Nesse sentido, o receio de parecer que a relação tem algum interesse de favorecimento é o principal empecilho para o avanço da conexão entre colaboradores e chefes, conforme 55% dos respondentes da pesquisa. Também aparecem com destaque a dificuldade em separar o papel profissional da amizade (40%) e o conflito de interesses (31%).

“Se, por um lado, estar em um cargo semelhante pode aproximar as pessoas, de outro, a hierarquia poderia afastar as partes. No entanto, o que se pode notar é que, neste momento, as posições não estão interferindo na criação de conexões nas empresas ou, pelo menos, na intenção de criação entre elas. Isso é muito positivo pois cargos, assim como rendas, não devem ser balizadores de amizades. Pelo contrário, quanto mais diversa uma amizade, maiores podem ser as descobertas – tanto para o âmbito pessoal quanto para o profissional”, analisa Augustine.

Sem climão no trabalho
Uma das razões que poderiam desestimular as amizades no trabalho seria a possibilidade de gerar conflitos. Contudo, o desenvolvimento de amizades nas empresas nunca foi motivo de problema para 72% dos entrevistados. Apenas 29% já passaram por algum incômodo a partir da relação com amigos no trabalho.Entre as principais causas de conflito estão a diferença de opiniões pessoais (48%); desacordo em relação a atividades no trabalho (40%); fofocas ou exposição (40%); falta de confiança (26%) e falta de comunicação (24%).

“Qualquer relação pode, de alguma forma, ter algum conflito, seja ela de amizade ou não. O que fica claro com a pesquisa realizada é que, de forma geral, as amizades no ambiente de trabalho são muito benéficas. O trabalho é um espaço importante na vida de todo jovem e adulto que já esteja inserido no mercado, e as amizades são formas de tornarem esse local profissional, no qual passamos tantas horas dos nossos dias em, em um lugar mais leve e agradável”, comenta Augustine.

“Aos gestores, fica o incentivo da criação de espaços de interação entre sua equipe, buscando, também, o desenvolvimento dessas conexões que podem ser muito ricas para a empresa mas, principalmente, para os colaboradores. Precisamos desmistificar o pensamento de que o trabalho precisa ser um momento sério e, até mesmo, chato. É importante que se consiga criar ambientes de trabalho tranquilos e prazerosos em que a produtividade certamente será maior, e as boas relações têm consequência direta nisso”, completa Augustine.

O Imparcial

Estado com mais localidades quilombolas, Maranhão concentra 23,99% do total do país

O Maranhão é o Estado com mais localidades quilombolas: 2.025, o que equivale a 23,99% do total do país. Em seguida, aparece a Bahia, com 1.814.

Dos 20 municípios com mais localidades quilombolas, 11 são maranhenses. As duas cidades com maior presença são Alcântara (122) e Itapecuru-Mirim (121).

A observação geográfica revela que a maior parte das localidades está na Região Nordeste. São 5.386, ou seja, 63,81% do total. Em seguida figuram Sudeste (14,75%) e Norte (14,55%). As regiões Sul (3,60%) e Centro-Oeste (3,29%) fecham a lista.

Apesar de ser segundo no ranking, o Estado baiano é o que tem maior população quilombola, 397 mil pessoas. Em todo o país, 1,7 mil municípios têm presença quilombola.

Minas Gerais tem 979 localidades quilombolas, à frente do Pará (959). Apenas Acre e Roraima não registram localidade quilombola. O Distrito Federal tem três. Apenas 15% das localidades (1,2 mil) ficam em territórios oficialmente reconhecidos pelo Estado. A única capital que aparece no ranking é Macapá, no Amapá, na 14ª posição, com 56 registros.

População quilombola do Brasil
A população quilombola no país era formada por 7.666 comunidades que habitavam 8.441 localidades em 25 Unidades da Federação. Esse conjunto soma 1,3 milhão de pessoas.

Os dados fazem parte de mais um suplemento do Censo 2022, divulgado nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Instituto explica que algumas das comunidades são formadas por integrantes em mais de uma localidade. Isso justifica o fato de haver 775 mais agrupamentos do que comunidades.

Segundo o gerente de Territórios Tradicionais e Áreas Protegidas do (IBGE), Fernando Damasco, o pertencimento às comunidades está relacionado a “questões étnicas, históricas e sociais”.

“A localidade é o lugar onde tem aglomeração de pessoas. Já a comunidade expressa o vínculo étnico e comunitário que extrapola a localização espacial”, descreve.

O pesquisador explica que um dos motivos de comunidades estarem representadas em mais de um espaço geográfico passa pela história de resistência ao racismo e à violência.

“De fato, essas comunidades foram obrigadas, em muitas situações, a se dispersarem espacialmente e darem origem a essa diversidade de localidades”.

O Censo 2022 é o primeiro em que os recenseadores coletaram informações específicas de pessoas quilombolas, descendentes de agrupamentos que resistiam à escravidão.

Para classificar uma pessoa como quilombola, o IBGE levou em consideração a autoidentificação dos questionados, não importando a cor de pele declarada. As comunidades também foram informadas pelos próprios integrantes.

As localidades foram classificadas pelo instituto como “lugares do território nacional onde existe um aglomerado permanente de habitantes quilombolas e que estão relacionados a uma comunidade quilombola e contam com, no mínimo, 15 pessoas declaradas quilombolas cujos domicílios estão a, no máximo, 200 metros de distância uns dos outros”.

*Da Agência Brasil

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Duas cidades do MA entre as que mais registram roubo de celular no Brasil

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que foi divulgado nessa quinta-feira (18) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Maranhão tem duas cidades entres as que mais registram roubo de celular no Brasil.

A capital maranhense aparece na oitava colocação entre as capitais, atrás de Manaus (AM), Teresina (PI), São Paulo (SP), Salvador (BA), Belém (PA), Macapá (AP), Recife (PE) e Natal (RN).

Além de São Luís, que ficou no geral na 12ª colocação com o registro de 1.254 roubos por 100 mil habitantes, a outra cidade maranhense entre as 50 com mais registros é Timon. O município que faz fronteira com a capital piauiense ficou na 17ª posição com 1.129 registros por mil habitantes.

Ainda de acordo com informações do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 78% dos roubos de celulares no ano passado ocorreram em vias públicas. No caso dos furtos, 44% ocorreram em ruas e avenidas. A maior parte dos furtos (35%) ocorreu aos sábados e domingos. Já os roubos são mais frequentes entre terça e sexta-feira.

Os dados indicam que os furtos de celular atingiram homens e mulheres na mesma proporção, mas os casos de roubo vitimaram mais os homens (58% do total). Os jovens entre 20 e 29 anos foram os que mais tiveram aparelhos roubados.

CNB

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Isabelle Passinho será vice do pré-candidato Duarte Júnior

O governador do Maranhão Carlos Brandão recebeu representantes do Partido dos Trabalhadores do Maranhão (PT/MA), nesta sexta-feira (19). O encontro marcou as estratégias para as eleições municipais e definiu a advogada Isabelle Passinho como a vice do pré-candidato à prefeitura de São Luís, Duarte Júnior.

Estiveram presentes Francimar Melo, presidente do PT/MA; o secretário de Estado do Trabalho e da Economia Solidária, Luiz Henrique Lula; o pré-candidato à prefeitura de São Luís, Duarte Júnior; a pré-candidata a vice, Isabelle Passinho; Creuzamar de Pinho e outros filiados.

Brandão postou em suas redes oficiais e sinalizou positivamente quanto à escolha da vice para a chapa. “Em diálogo e unidade com representantes do PT, decidimos que a vice do nosso pré-candidato a prefeito, Duarte Júnior, será a competente advogada e ativista em prol das pessoas com deficiência, Isabelle Passinho. Estaremos juntos nessa jornada por uma São Luís melhor e mais próspera para todos”, declarou.

O pré-candidato Duarte Júnior falou sobre a sua relação de longa data com Isabelle e das expectativas para o trabalho em prol da capital maranhense. “Muito feliz de ter a Isabelle como nossa vice, nossa companheira de Chapa, vinda do Partido dos Trabalhadores. Tive a honra de tê-la como aluna na graduação, na pós-graduação, e ter sido orientador do trabalho de conclusão de curso dela, tanto na graduação como na pós. Conheço de perto a capacidade técnica dela e sua luta pela inclusão, que é a prioridade do nosso mandato”, enfatizou.

Isabelle Passinho tratou de destacar a importância da união no processo de escolha do seu nome, feita em parceria com a cúpula petista. “Nós estávamos em diálogo para construir a unidade. Então, tínhamos três nomes: de duas mulheres, que era a companheira Creuzamar e eu, e também o do companheiro Zé Inácio, que retirou sua candidatura inicialmente. Logo em seguida a Creuzamar também, em um gesto de generosidade. Nós continuamos aqui prosseguindo e avançando para que São Luís possa ter também esse alinhamento com o governo do Estado e o governo federal, porque queremos uma cidade melhor cada vez mais”, explicou a pré-candidata durante a reunião.

Ao lado de Brandão, Duarte e Isabelle, o presidente do PT/MA, Francimar Melo, reafirmou a parceria com o governo estadual. “Esta noite aqui junto com o nosso líder, o nosso governador Brandão, que tem conduzido muito bem o estado do Maranhão e precisamos agora continuar conduzindo também a nossa ilha. Nós vamos agora continuar fazendo essa grande frente, e no ano de 2025 governar São Luís para melhorar a vida do povo”, declarou Francimar.

Creuzamar de Pinho, que estava sendo cotada para o cargo, retirou sua candidatura e agora está à disposição como pré-candidata ao cargo de vereadora na capital.

Sobre Isabelle Passinho

Isabelle Passinho é uma advogada, natural de São Luís do Maranhão. É cantora e tournou-se ativista das pessoas com deficiência no estado, com passagem pela Agência de Mobilidade Urbana do Estado do Maranhão, onde foi diretora de Mobilidade Inclusiva.

CNB

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Dra. Luciana Rolim lança vídeo oficial de sua pré-candidatura a prefeita de Várzea Alegre-CE

Filiada ao PSB 40, Dra. Luciana Rolim, vereadora de segundo mandato e médica de formação, gravou um vídeo onde anuncia a sua pré-candidatura a prefeita de Várzea Alegre, colocando seu nome à disposição para defender políticas públicas que possam impactar positivamente a vida dos cidadãos de seu município.

Sempre dedicada aos estudos, na infância, Luciana Rolim teve formação cristã nos Colégios da Irmãs e no Industrial São Francisco de Assis. Sempre alimentando o sonho de ser médica e cuidar da saúde das pessoas, concluiu seus estudos em Teresina, passou pelo curso de enfermagem na UFPI, e em 1994 foi aprovada e ingressou no curso de Medicina em João Pessoa, na Paraíba. Concluindo o curso em dezembro de 2000, foi exercer a profissão no Ceará, terra natal de noivo na época, o médico Dr. Fabricio.

Após a graduação e especialização, Dra. Luciana Rolim foi aprovada em quatro concursos públicos na área médica, nos municípios de Cruz, Várzea Alegre, Jaguaribara e Ipaumirim. Apaixonada pela cidade em que se estabeleceu e constituiu família, Dra. Luciana dividia seu tempo entre a missão de ser mãe e o amor a sua profissão no município de Várzea Alegre.

Em 2016, por influência do esposo, o também médico e então vereador, Dr. Fabrício, Dra. Luciana Rolim resolveu ingressar na política, sendo a segunda candidata a vereadora mais votada de Várzea Alegre. Na ocasião da primeira eleição de Dra. Luciana, Dr. Fabrício deixou a vereança para compor a chapa como vice-prefeito, cargo que exerce até hoje.

Em 2020, Dra. Luciana disputou a reeleição, e foi a vereadora mais bem votada. Com a mesma capacidade e motivação em que se dedicava à medicina, Dra. Luciana também se destacou na vida pública, sendo vice-presidente da Câmara Municipal por três mandatos, de 2017 a 2022, e sempre reconhecida nas pesquisas como parlamentar mais bem avaliada.

Em sua trajetória como médica e vereadora, Dra. Luciana Rolim trabalhou com determinação por melhorias para a saúde da população, levando benefícios através de emendas parlamentares, como atendimento médico voluntário, principalmente em comunidades rurais. A vereadora também conseguiu emendas para APAE, aquisição de poços profundos, através do Rotary, e para aquisições de cestas básicas.

Em 2018, no Dia Internacional da Mulher, Dra. Luciana Rolim recebeu o prêmio de Mulher Destaque na Assembleia Legislativa do Ceará, pelo reconhecimento aos serviços prestados, projeto da então deputada, Mirian Sobreira. Com o anúncio de sua pré-candidatura, Dra. Luciana dedicará suas energias às causas da inclusão social, direitos das mulheres e do cidadão, educação, saúde e diversidade, buscando promover um ambiente mais justo e igualitário para Várzea Alegre.