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Em Timbiras o torneio de futebol “Peladão”, vai ganhar reforço do VAR na próxima rodada

Na manhã desta quinta-feira, 05, a secretaria de Esportes, por meio do secretário Maurílio Corrêa, realizou reunião com representantes das 10 equipes participantes da edição 36 do “Peladão, para discutir a implantação do VAR durante os jogos.

O secretário apresentou aos participantes, a sugestão de implantar o “VAR” já na rodada do próximo domingo 08. Após explicar o funcionamento, tirar as dúvidas o assunto foi colocado em votação e aprovado pela maioria.

Na oportunidade o secretário reforçou o valor da premiação que será distribuída da seguinte forma:

Campeão/R$ 12.000.00
Vice-Campeão/R$ 6.000,00
Terceiro lugar/R$ 3.000.00
Quarto lugar/R$ 1.000.00
Artilheiro/R$ 300,00
Melhor goleiro/ R$ 300,00
Jogador revelação/R$ 300,00.

Lembrando que a premiação foi dobrada pelo deputado federal, Marreca Filho, que esteve presente na abertura do evento.

O deputado garantiu ainda ao prefeito Paulo Vinícius e desportistas, a cobertura da arquibancada e a iluminação da Arena Peladão, que vai ficar ainda mais charmosa.

O secretário Maurílio ressaltou. “O VAR vai ser uma inovação importante para auxiliar os árbitros nos lances mais complexos. E quanto a premiação reforçada, vai garantir mais competitividade as equipes e mais emoção aos torcedores. E para o ano que vem as melhorias anunciadas pelo deputado federal Marreca Filho, são excelentes. E com o apoio dado pelo prefeito Paulo Vinícius, o Vice-Edmundo, Dr. Borba e toda a equipe de gestão, tenho certeza que vai ser melhor ainda”, disse o secretário.

Dia Internacional da Mulher é celebrado com novidades e variedade no Mundo do Real

O Dia Internacional da Mulher é uma data especial para homenagear a força, a delicadeza e a determinação feminina. E no Mundo do Real, a celebração ganha ainda mais significado com uma grande variedade de opções para presentear e encantar.

A loja preparou um espaço repleto de flores artificiais e naturais em cores vibrantes, arranjos sofisticados, vasos decorativos e itens que transformam qualquer ambiente com charme e elegância. Além disso, há diversas opções de perfumes e kits presenteáveis, ideais para demonstrar carinho e reconhecimento nessa data tão importante.

Com preços acessíveis e muitas novidades, o Mundo do Real se torna o destino certo para quem deseja surpreender no 8 de março, escolhendo um presente que represente amor, gratidão e admiração.

Neste Dia Internacional da Mulher, celebrar é reconhecer histórias, conquistas e a beleza única de cada mulher.

Codó recebe lançamento do PAA 2026 com entrega de 700 cestas verdes da agricultura familiar

Ação começa em Codó com reforço à segurança alimentar e apoio ao produtor rural

 

No próximo dia 12 de março, o município de Codó dará início às ações de 2026 do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) com a entrega de 700 Cestas Verdes, totalizando 20 toneladas de produtos oriundos da agricultura familiar. A ação marca oficialmente o lançamento do programa no município neste ano.

 

A iniciativa tem como objetivo garantir alimentos de qualidade para pessoas em situação de insegurança alimentar, com prioridade para famílias acompanhadas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Além dos CRAS, a unidade recebedora Comunidade São José também participará da distribuição, atendendo beneficiários por meio de seus programas sociais.

 

O PAA é executado pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), instituição federal responsável pela compra dos produtos diretamente dos agricultores familiares, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Após a aquisição, os alimentos são destinados às unidades recebedoras, que realizam a distribuição às famílias em situação de vulnerabilidade social.

 

O Programa de Aquisição de Alimentos tem como principal finalidade promover o acesso à alimentação adequada e, ao mesmo tempo, fortalecer a agricultura familiar, incentivando a produção local e garantindo geração de renda para pequenos produtores.

 

Em Codó, a ação será realizada pela CONAB em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, com apoio da Prefeitura Municipal de Codó, por meio das Secretarias Municipais de Agricultura e de Desenvolvimento Social.

 

Com a entrega das Cestas Verdes, o município reforça o compromisso com a segurança alimentar e com o fortalecimento da produção rural, beneficiando diretamente agricultores familiares e centenas de famílias codoenses em situação de vulnerabilidade.

Assessoria de Comunicação

Comercial São João tem tudo para você se preparar em grande estilo para o Dia Internacional da Mulher

O Comercial São João é o lugar certo para quem deseja se preparar com elegância e praticidade para celebrar o Dia Internacional da Mulher. A loja reúne uma grande variedade de produtos que atendem às necessidades do dia a dia, sempre com qualidade, bom preço e aquele atendimento especial que os clientes já conhecem.

Seja para renovar o visual, escolher um presente especial ou simplesmente aproveitar ofertas imperdíveis, no Comercial São João você encontra tudo em um só lugar. A loja preparou opções que combinam estilo, praticidade e economia, ideais para tornar essa data ainda mais especial.

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, é um momento de reconhecer a força, a dedicação e a importância das mulheres na sociedade. E nada melhor do que aproveitar a ocasião para se cuidar, se valorizar ou presentear alguém especial.

Passe no Comercial São João e descubra tudo o que você precisa para celebrar essa data com muito estilo. Afinal, toda mulher merece se sentir especial todos os dias.

4ª Sessão Ordinária: Vereadores votam projeto para alterações no PPA e LDO

Durante a 4ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, realizada nesta terça-feira, dia 3 de março, os vereadores deliberaram sobre o Projeto de Lei 01/2026, referente ao Plano Plurianual (PPA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Também foram aprovadas importantes Indicações em benefício da população codoense, como as Indicações Nº 15/2026 e Nº 16/2026, de autoria do Vereador Chiquinho do SAE Júnior, que solicitam ao Executivo Municipal o início da reforma da ponte do Riacho do Mato no povoado Babaçu, bem como a recuperação da ponte do Riacho Roncador, no povoado 300 (Trezentos), sentido Babaçu, e a pavimentação asfáltica e/ou implantação de bloquetes, na Rua Francisco Bernardino e na Rua Projetada, no trecho próximo ao DETRAN, localizado no Bairro São Sebastião.

Duas indicações que vão beneficiar tanto os moradores da região dos campos quanto os moradores da zona urbana de Codó. Pedimos a pavimentação de asfalto e a colocação de bloquete ali na rua projetada próximo ao Detran, para beneficiar e melhorar mobilidade da população que mora ali no bairro São Sebastião. Já outra foi o pedido das duas pontes ali que fica no povoado Babaçu e no povoado Trezentos, onde as pontes estão em estado precário”, explicou o parlamentar.

O presidente da Casa, vereador Roberto Cobel, destacou a produtividade da Sessão. “Muito feliz com a produtividade de mais uma sessão, muitos debates, todos de grande importância para nossa cidade, sempre nos respeitando aqui nesta Casa. Todos os colegas defendendo suas ideias, mas sempre debatendo em favor da população, defendendo os interesses do nosso povo, e eu saio daqui feliz com o dever cumprido desta casa de mais uma sessão ordinária. Um forte abraço a todo o povo de Codó”, concluiu.

Impacto da guerra no preço do combustível ao consumidor pode demorar

O impacto da guerra no Oriente Médio nos preços pagos pelo consumidor brasileiro por combustíveis derivados do petróleo, como a gasolina e o diesel, pode demorar a chegar. A avaliação é do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Roberto Ardenghy.

O petróleo teve forte alta nos últimos dias, desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã, no último sábado (28), e das retaliações do país persa contra Tel Aviv e bases americanas em diversos países produtores de petróleo na região.

O porta-voz do instituto que representa a indústria petrolífera no Brasil explicou que toda refinaria mantém um estoque de petróleo, e que esse é um dos motivos para que a mudança não aconteça da noite para o dia.

Entretanto, se o petróleo permanecer em um patamar alto, pouco a pouco, as refinarias vão começar a comprar o produto mais caro.

“Na medida em que esse petróleo mais caro chegar às refinarias, elas também, com um certo tempo, tenderão a transferir esse preço para os seus contratos novos, porque nos contratos já firmados, elas garantem o preço anterior”.

“É um processo longo, que pode durar até seis meses para acontecer. Não haverá nenhuma mudança de patamar de preço a curto prazo, inclusive, para o consumidor brasileiro”, afirmou Roberto Ardenghy à Agência Brasil.

O presidente apontou que a incerteza que paira no mercado global sobre o futuro do conflito é um dos motivos que pode retardar o impacto nos preços pagos pelos consumidores.

“Altos patamares do preço do petróleo dependem da continuidade ou não do conflito armado, do bloqueio do Estreito de Ormuz, da disseminação do conflito para outros países do Oriente Médio. Então, ainda não se tem segurança de que isso vai acontecer”, explicou.

Ardenghy acrescentou que o mercado do petróleo opera com projeções de longo prazo em contratos, que têm que ser honrados. É preciso considerar também, afirma ele, que alguns países têm estoques estratégicos importantes, que certamente serão usados nesta situação de crise.

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Estreito de Ormuz
Sobre o bloqueio do Estreito de Ormuz, passagem da maior parte do petróleo exportado por países do Oriente Médio, Roberto Ardenghy pondera que o fechamento não interrompe todo o fluxo do óleo extraído na região, porque há rotas alternativas.

Porta de saída do Golfo Pérsico, o estreito fica na costa do Irã, que determinou seu bloqueio em resposta aos ataques dos Estados Unidos e de Israel. O presidente do IBP cita que o Iraque, por exemplo, pode bombear petróleo por meio da Turquia.

Já a Arábia Saudita tem oleodutos que podem levar suas exportações para o Mar Vermelho, alcançando os mercados por outra rota logística. O mesmo vale para os Emirados Árabes Unidos, e até mesmo o próprio Irã pode encontrar outra via para escoar parte de sua produção.

“Há algumas alternativas, não para garantir todo aquele volume que passa no Estreito de Ormuz, mas, pelo menos, para uma parcela importante. Portanto, não haverá mudança de patamar de preço de modo estável, no mínimo, pelos próximos 60 a 90 dias”, avaliou.

Mapa Estreito de Ormuz
Brasil no mercado internacional
O presidente do IBP destacou que o Brasil já é um importante produtor de petróleo, com uma produção que atingiu 3,8 milhões de barris por dia em 2025, enquanto a exportação chegou a 1,7 milhão de barris.

“Há perspectivas, inclusive, de que aumentemos, ainda mais, a nossa produção nos próximos anos. Se a gente conseguir encontrar petróleo na Margem Equatorial, na Bacia de Pelotas e em outras áreas no Brasil, a nossa participação pode ser ainda mais relevante”, apontou.

Diante desse desempenho, Ardenghy estimou que o Brasil tem condição de suprir uma quantidade de petróleo para o mercado internacional.

“Somos atores importantes e podemos inclusive contribuir com essa falta de petróleo ou essa escassez que venha do Oriente Médio e compensar com a nossa produção atual e a futura. Hoje, o Brasil já é um produtor relevante. Somos o nono maior produtor e o nono maior exportador mundial de petróleo”, pontuou.

O executivo acredita que, a partir do que ocorre atualmente no Oriente Médio, ocorrerá o que o setor chama de reorientação dos fluxos globais de comércio de petróleo e gás natural.

“Os países muito dependentes do Oriente Médio, mesmo que as coisas se acalmem por lá, vão procurar diversificar as suas fontes de suprimento. Especialmente, os países da Ásia, como o Japão, a Coreia, a China e a Índia, países que hoje dependem muito do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz”, destacou.

“Mesmo que a situação no Oriente Médio se normalize, a gente não sabe se, em médio ou longo prazo, essa situação de normalidade vai continuar ou se vamos ter um outro conflito, inclusive militar”, completou.

É nesse cenário que o presidente do IBP vê espaço para o Brasil evoluir no mercado de petróleo e gás.

“Somos um produtor confiável de petróleo, temos a presença, no Brasil, de grandes empresas internacionais, a presença também da Petrobras como uma empresa com muita experiência na produção e na exportação de petróleo”, indicou.

Rio de Janeiro (RJ), 28/09/2023 – Vista aérea do navio-plataforma P-71, instalado no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos, a 200 km da costa do Rio de Janeiro. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
Vista aérea do navio-plataforma P-71, instalado no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos, a 200 km da costa do Rio de Janeiro. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
Na visão dele, isso só ressalta a necessidade de o Brasil manter a atividade petrolífera, a pesquisa geológica, a perfuração na Margem Equatorial e em outras áreas do país.

“Para que a gente possa, primeiro, ter segurança energética nas próximas décadas, mantendo a nossa economia livre dessas tensões globais que afetam o petróleo. E também ter um excesso de petróleo, para que a gente possa exportar para outros mercados, gerando divisas para o Brasil”, relatou.

Agência Brasil

Estados Unidos se dividem sobre apoio à guerra contra o Irã

Enquanto pesquisas de opinião mostram que a maioria da população dos Estados Unidos (EUA) é contrária à guerra contra o Irã, a elite política em Washington está dividida e resoluções para obrigar o presidente norte-americano Donald Trump a recuar da guerra estão em tramitação no Congresso.

Os republicanos, do partido de Trump, têm apoiado a agressão contra Teerã, ainda que haja divergências na base do movimento Make America Great Again (Maga). A maioria dos democratas questiona a legalidade da guerra, já que argumentam que não foi autorizada pelo Congresso, como exige a legislação do país.

Algumas manifestações contra o conflito foram registradas em cidades norte-americanas, mas os atos não ultrapassaram poucas centenas de participantes.

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Atos em comemoração à morte do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, também ocorreram nos EUA, em especial, pelas comunidades da diáspora iraniana anti-regime.

Ao mesmo tempo, a mídia dos EUA oscila entre os veículos que apoiam abertamente a guerra; outros que são críticos à forma como Trump conduziu o conflito, ainda que elogiem os esforços de derrubar o regime iraniano; até os veículos totalmente contrários à ação contra o Irã.

O professor de História e Política da Universidade de Denver, dos EUA, o brasileiro Rafael R. Ioris, em entrevista à Agência Brasil, avaliou que a oposição à guerra contra o Irã, dentro dos EUA, ainda não é significativa.

“A insatisfação contra a guerra no Irã é pontual e dentro das vozes já críticas ao governo Trump. Mas se houver muitas mortes, poderá aumentar as críticas. Vai depender de como a guerra evolua”, disse.

“Por ora, os republicanos que controlam o Congresso não vão apresentar resistências significativas”, avalia o pesquisador do Washington Brazil Office (WBO).

O professor emérito de História da Universidade de Brown, dos EUA, James N. Green, lembra, por sua vez, que existe um setor contrário à guerra dentro do movimento Maga, da base do presidente Donald Trump.

“A base de Trump se dividiu. Sempre surge o nacionalismo e uma noção que tem que defender as tropas, mas neste momento a maioria da população está contra a intervenção e um setor minoritário, mais significativo, da Maga, está criticando”, comentou o também presidente do WBO.

Pesquisas
Pesquisa da Reuters, em parceria com o instituto Ipsos, publicada no domingo (1), revelou que apenas um em cada quatro estadunidenses, ou 27% da população, aprova os ataques contra Teerã.

Outra pesquisa divulgada na segunda-feira (4), patrocinada pela emissora CNN e conduzida pela empresa SSRS, indicou que 41% da população aprovam os ataques, enquanto 69% desaprovam.

Sobre as pesquisas, Trump disse que não se importa com elas.

“Tenho que fazer a coisa certa. Isso deveria ter sido feito há muito tempo”, disse Trump ao New York Post.

Mídia dos EUA
Mesmo os veículos de imprensa mais críticos ao presidente Trump têm adotado uma postura de cautela em relação à guerra contra o Irã, como a CNN e New York Times, segundo avalia o professor Rafael R. Ioris.

“Há cautela em não criticar um presidente em tempo de guerra para não serem acusados de falta de patriotismo, segundo os que partilham da visão de que os EUA estão acima dos limites do direito internacional, por serem, supostamente, o grande defensor da estabilidade e defesa do ocidente”, avalia.

O New York Times, em editorial publicado pelo conselho do jornal, afirma que a ação foi “imprudente”, que Trump não explicou o porquê da guerra e criticou o fato de não ter pedido autorização ao Congresso.

No entanto, o jornal defende que a eliminação do programa nuclear iraniano seria um “objetivo louvável”, aceitando a tese do Irã como ameaça internacional.

“Um presidente americano responsável poderia apresentar um argumento plausível para novas ações contra o Irã. O cerne desse argumento precisaria ser uma explicação clara da estratégia, bem como a justificativa para um ataque imediato, mesmo que o Irã não pareça estar perto de possuir uma arma nuclear”, diz o editorial.

O Wall Street Journal, ligado mais ao mercado financeiro, foi favorável à agressão contra Teerã, alegando que o “erro” seria Trump “encerrar a guerra prematuramente, antes que as forças armadas iranianas e seus grupos terroristas domésticos sejam completamente destruídos”.

O jornalista Michael Arria, do veículo independente Mondoweiss, que cobre a política externa dos EUA no Oriente Médio, entende que, no geral, a mídia dos EUA “declarou guerra ao Irã”.

“A mídia americana está disseminando propaganda governamental e ignorando o papel de Israel, enquanto apoia a guerra contra o Irã e pressiona por uma mudança de regime. Até mesmo os autodenominados comentaristas liberais da CNN estão fomentando uma mudança de regime”, escreveu Arria.

Congresso
Duas resoluções para limitar os poderes de guerra do presidente Donald Trump estão em tramitação no Parlamento com objetivo de barrar a guerra no Oriente Médio.

O Senado deve votar uma dessas resoluções nesta quarta-feira (4). Em junho de 2025, no contexto da guerra de 12 dias contra o Irã, o Senado estadunidense rejeitou resolução com conteúdo semelhante.

Os democratas têm reclamado que o governo Trump não explicou os objetivos da guerra, nem qual o suposto risco imediato que o Irã representaria aos EUA, situação excepcional em que permite ao presidente ir à guerra sem passar pelo Congresso.

O senador democrata Tim Kaine, da Virginia, autor da proposta que obriga Trump a pedir autorização do Congresso para atacar o Irã, defende que o povo americano quer preços baixos e não mais guerras, ainda mais sem autorização do Congresso.

“Esses ataques são um erro colossal, e espero que não custem a vida de nossos filhos e filhas fardados e em embaixadas por toda a região”, afirmou Kaine em uma rede social.

Porém, há democratas apoiando Trump, como o senador John Fetterman, eleito pelo estado da Pensilvânia.

“Todos os membros do Senado dos EUA concordam que não podemos permitir que o Irã adquira uma arma nuclear. Fico perplexo com o fato de tantos se recusarem a apoiar a única ação capaz de alcançar esse objetivo”, comentou o senador.

Enquanto os democratas não formam uma unidade contra a guerra, os parlamentares republicanos vêm apoiando os esforços de Trump contra o Irã, ainda que alguns avaliem mudar de posição caso a guerra se prolongue.

É o caso da deputada Nancy Mace, republicana da Carolina do Sul.

“Por enquanto, serei contra [a resolução para barrar a guerra], mas se isso se prolongar por mais de algumas semanas, terei muito mais preocupações”, disse Mace à reportagem do NYT.

Agência Brasil