Criança de 3 anos morre atropelada após se esconder embaixo de carro no MA

Uma criança de apenas três anos, que não teve a sua identidade revelada, morreu atropelada na noite de sábado (23), na cidade de Senador La Rocque, a 650 km de São Luís, após se esconder embaixo de um carro.

Segundo a polícia, o caso aconteceu no bairro Nova Mucuiba, em Senador La Rocque. A criança estava em uma motocicleta na companhia da sua mãe. Depois de tirar a filha da motocicleta e deixá-la na porta de uma residência brincando, a mãe entrou para estacionar a motocicleta nesta residência.

A criança ficou do lado de fora da casa brincando e sem quem ninguém percebesse acabou se escondendo embaixo de um carro, que estava estacionado na rua. O motorista acelerou o veículo para sair do local, quando atropelou a criança.

No momento que o carro passou por cima dela outras pessoas que estavam nas proximidades tentaram levantar o carro para tirar a criança, que acabou ficando embaixo do automóvel.

A criança foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Imperatriz, a 626 km da capital, mas já chegou apresentando parada cardiorrespiratória. Ela recebeu os primeiros socorros, contudo não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu.

De acordo com a polícia, o motorista do carro envolvido no atropelamento, que participou dos primeiros socorros, disse que não viu a criança.

G1ma

Restaurante flutuante naufraga em Raposa, no MA; não há feridos

Um restaurante que ficava em cima de uma balsa flutuante naufragou, na tarde deste domingo (24), em Raposa, cidade na Região Metropolitana de São Luís. Não houve feridos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), o restaurante que funciona em um balsa flutuante, começou a naufragar por volta das 16h30. Devido ao incidente, algumas pessoas que estavam no local, caíram na água.

Os Bombeiros foram acionados e, quando chegaram ao local, todas as vítimas haviam sido resgatadas da água. O resgate foi feito com o auxílio de moradores da área e embarcações que fazem o turismo na região. Vídeos divulgados nas redes sociais mostraram o resgate das vítimas.

Equipes do Centro Tático Aéreo (CTA) e do Batalhão de Bombeiros Marítimo (BBMar) estiveram no local para prestar apoio. Ao g1, o Corpo de Bombeiros informou que a Capitania dos Portos deverá investigar o caso.

G1ma

Advogado, que soube do plano de assassinato, foi morto 1 mês depois de Marielle

Novos detalhes surgiram na investigação sobre o brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018, com base na delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa. Lessa revelou às autoridades que, enquanto bebia uísque com o advogado André Luiz Fernandes Maia, pesquisou locais no Rio de Janeiro para cometer o crime. Segundo documentos da investigação, Lessa estava “obcecado” em encontrar uma alternativa viável para a execução e estudou com afinco o endereço da Rua do Bispo, no Rio Comprido.

No entanto, a pesquisa feita no Google Maps foi considerada “inócua”, já que outra rota foi considerada mais “eficaz” pelos executores do assassinato. Marielle e Anderson foram mortos a tiros na Rua Joaquim Palhares, no Estácio. Quase um mês depois, o advogado André Luiz Fernandes Maia foi assassinado a tiros no Anil, na zona Oeste do Rio.

André Luiz Fernandes Maia foi surpreendido por dois homens numa moto enquanto saía de casa. Os criminosos atiraram cerca de dez vezes contra ele, atingindo-o fatalmente no peito. A Polícia Civil do Rio abriu uma investigação sobre o caso, levantando a suspeita de envolvimento da milícia na morte.

Além de residir no Anil, André Luiz mantinha um escritório de advocacia no mesmo bairro e tinha diversos clientes, incluindo Moisés da Silva Fernandes, da Associação das Escolas de Samba da cidade do Rio de Janeiro. O advogado já tinha antecedentes criminais, tendo sido condenado por coação no curso do processo em 2014.

As revelações de Ronnie Lessa na delação premiada levaram a novos desdobramentos no caso. Ele apontou os irmãos Brazão, Chiquinho e Domingos, como mandantes do assassinato, levando à prisão de ambos, assim como do ex-chefe da Polícia Civil do Rio, Rivaldo Barbosa. O relatório da investigação da PF afirma que “inexistem dúvidas” sobre a motivação dos irmãos Brazão para o crime, relacionando-o a divergências políticas na regularização fundiária de condomínios da Zona Oeste do Rio.

MN

Daniel Alves consegue valor, paga fiança e será solto na Espanha

O ex-jogador Daniel Alves pagou a fiança e vai deixar a prisão em Barcelona, nesta segunda-feira (25/3). A defesa conseguiu levantar o valor estabelecido pela Justiça espanhola, de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões), como pré-requisito para a liberdade provisória do brasileiro, e Daniel Alves poderá ser solto a qualquer momento. A informação é do jornal La Vanguardia.

A Justiça da Espanha concedeu liberdade provisóriapara o ex-lateral na quarta-feira (20/3). Porém, impôs uma série de condições e medidas cautelares para isso. O pagamento da fiança de 1 milhão de euros era a principal delas.

Daniel Alves teve os dois passaportes (espanhol e brasileiro) confiscados e não pode deixar o país europeu. Ele também está proibido de ter qualquer contato com a vítima. E ainda precisa, semanalmente, comparecer ao Tribunal de Barcelona.

De acordo o jornal catalão El Periodico, pessoas ligadas ao ex-jogador afirmaram que a defesa não esperava uma quantia tão alta para a fiança. Por isso, ele teve dificuldades em conseguir o valor e recorreu a familiares e amigos. Um deles foi o pai de Neymar, que negou uma segunda ajuda. A família de Neymar já havia contribuído com a defesa de Daniel Alves uma vez, ao pagar uma multa de cerca de 150 mil euros (R$ 800 mil) como indenização à vítima, o que ajudou a reduzir a pena.

Daniel Alves foi condenado a 4 anos e 6 meses, mas a promotoria e os advogados da vítima exigiam 12 anos de detenção.

Contra a fiança de Daniel Alves
O Ministério Público da Espanha e a defesa da vítima foram totalmente contra a liberdade sob fiança por consideraram alta a chance de fuga do brasileiro, exatamente pela alta capacidade econômica dele. Segundo a advogada que representa a jovem agredida por Daniel Alves, a mulher ficou abalada com a informação. E chegou a afirmar que se sentia “estuprada de novo”.

O tribunal, porém, argumentou que a pena de 4 anos e 6 meses de prisão fez com que o risco de fugir fosse “reduzido”. Por outro lado, admitiu que certo perigo “persiste” e, por isso, decidiu por fiança tão alta e proibiu o brasileiro de sair da Espanha.

Metrópoles

Mais de 800 presos são autorizados a deixar os presídios na Grande São Luís na saída temporária de Páscoa

A Justiça do Maranhão autorizou a saída temporária de 811 presos, do regime semiaberto da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa), durante a Semana Santa e o feriado da Páscoa.

Os beneficiados serão liberados a partir das 9h, de quarta-feira (27) e devem retornar as unidades prisionais em 02 de abril (terça-feira).

A decisão é do juiz titular da 1ª Vara de Execuções Penais da Comarca da Ilha de São Luís, Rommel Cruz Viégas. O documento que comunica a saída foi enviado para a a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP).

As unidades prisionais devem comunicar à Vara de Execuções Penais (VEP), até o meio-dia de 5 de abril (quinta-feira), a lista com os nomes dos presos que não retornaram.

Saída temporária
A saída temporária está prevista na Lei de Execuções Penais (Lei 7.210/84), do artigo 122 ao artigo 125, e podendo ser concedida a condenados que cumprem pena em regime semiaberto, que destina-se para condenações entre quatro e oito anos, não sendo casos de reincidência.

No regime semiaberto, a lei garante ao recuperando o direito de trabalhar e fazer cursos fora da prisão durante o dia, devendo retornar à unidade penitenciária à noite.

De acordo com o artigo 123 da lei, a autorização será concedida por ato motivado do juiz da execução, ouvidos o Ministério Público e a administração penitenciária. Para ter esse direito, o apenado deve:

Ter comportamento adequado;
Ter cumprido o mínimo de um sexto da pena, se o condenado for primário, e um quarto, se reincidente;
Ter compatibilidade do benefício com os objetivos da pena;
Os beneficiados devem cumprir as restrições como recolhimento à residência visitada, no período noturno, não frequentar festas, bares e similares e, outras determinações.

G1ma

Quatro pessoas são presas em flagrante por tráfico de drogas no interior do MA

As polícias Civil e Militar do Maranhão prenderam em flagrante, no município de Senador La Rocque, quatro suspeitos pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse de arma de fogo de uso restrito. As prisões foram efetuadas durante a execução de um mandado de busca na última sexta-feira (23).

Conforme o titular da 10º Delegacia Regional, delegado Alex Andrade Coelho, um dos indivíduos presos durante a operação é suspeito, ainda, de ter cometido cerca de 20 homicídios ocorridos na cidade. “Ele (suspeito) e os outros três presos, sendo duas mulheres, foram encontrados na residência alvo da operação”, destacou.

De acordo ainda com as investigações, a residência havia sido apontada em denúncia pelo grande fluxo de pessoas que visitavam o local, que funcionava como uma pizzaria, no entanto, apenas no formato delivery.

No local, os policiais localizaram e apreenderam, sob a posse dos indivíduos, quantidade de drogas prontas para comercialização, arma de uso restrito, munições, dinheiro, rádio, celulares, apetrechos utilizados na embalagem de entorpecentes e quatro motocicletas que estariam sendo utilizadas para o tráfico de drogas e, também, para o cometimento dos homicídios.

Os suspeitos foram levados ao Plantão Central da Polícia Civil em Imperatriz, onde passaram pelos procedimentos legais. Em seguida, os detidos foram encaminhados a uma unidade prisional, onde permanecerão à disposição da justiça.

O Imparcial

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Caso Marielle: ‘Trabalhos foram dados como encerrados’, diz Lewandowski após prisão de supostos mandantes

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que a prisão neste domingo (24) dos supostos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), cometido em 2018, é uma “vitória do Estado brasileiro”.

Segundo Lewandowski, com a identificação dos supostos mandantes, pode-se dizer que os “trabalhos foram dados como encerrados”.

“Este momento é extremamente significativo, é uma vitória do Estado brasileiro, das nossas forças de segurança do país com relação ao combate ao crime organizado”, disse o ministro.

“É claro que podem surgir novos elementos que levarão eventualmente a um relatório complementar da Polícia Federal. Mas neste momento, os trabalhos foram dados como encerrados.”

De acordo com o ministro da Justiça, a prisão dos supostos mandantes do assassinato de Marielle Franco representa um “triunfo expressivo do Estado brasileiro contra a criminalidade organizada”.

“Alguns integrantes dessa polícia [Civil do Rio de janeiro] logravam obstruir o avanço das investigações. Isso mostra que o crime organizado não terá sucesso em nosso país, pois temos polícia forte, efetiva, e as forças de segurança no Brasil estão alertas, atentas e estão preparadas para enfrentar o crime organizado”, acrescentou.

Ele avaliou, ainda, ter a impressão de que há “elementos suficientes” nos autos para a oferta de uma denúncia por parte do Ministério Público.

“Depois de denunciados, todos ou alguns deles, será submetido ao relator acolhendo ao todo, ou em parte a denúncia, e depois o julgamento será feito pela primeira turma do STF”, declarou.

Mais cedo, Domingos e Chiquinho foram presos no Rio de Janeiro como supostos mandantes do assassinato de Marirelle, em 2018, no qual também morreu o motorista Anderson Gomes. O delegado Rivaldo Barbosa também foi preso, suspeito de atrapalhar as investigações.

Os três foram alvos de mandados de prisão preventiva expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Operação Murder, Inc. foi deflagrada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Polícia Federal (PF). O caso era investigado pela PF desde fevereiro do ano passado.

A prisão acontece após o Supremo Tribunal Federal (STF) homologar a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa – que está preso desde 2019, sob acusação de ser um dos executores do crime. Lessa apontou quem eram os mandantes e também indicou a motivação do crime.

Os investigadores ainda trabalham para definir por que Marielle foi morta. Do que já se sabe, o motivo tem a ver com a expansão territorial da milícia no Rio.

Motivação
Na coletiva, o ministro Ricardo Lewandowski e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, disseram que a motivação do crime é “complexa” – “até porque o crime organizado no RJ se dedica a várias atividades ilícitas”, completou Lewandowski.

O ministro leu um trecho do relatório da PF que cita “diversos indícios do envolvimento dos Brazão, em especial Domingos, em atividades criminosas como milicias e grilagem de terras. Ficou delineada divergência no campo politico em regularização fundiária e direito à moradia”.

“Me parece um trecho significativo sobre o assassinato de Marielle, que se opunha a esse grupo que queria regulariar terras para fins comerciais, enquanto o grupo de marielle queria utilizar essas terras para fins sociais, de moradia popular”, declarou Lewandowski.

Da delação às prisões
Segundo Lewandowski, a colaboração premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa – suspeito de ter dado os tiros que mataram Marielle Franco e Anderson Gomes – permitiu que a PF concluísse o relatório.

Com as conclusões do inquérito em mãos, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, determinou as medidas cumpridas neste domingo, incluindo as três prisões.

Lewandowski também detalhou as demais medidas cautelares determinadas contra outros investigados que não foram presos neste domingo:

Erica de Andrade Almeida Araújo, mulher de Rivaldo Barbosa;
Giniton Laje, primeiro delegado a cuidar do caso na Polícia Civil do Rio;
Marcos Antônio de Barros Pinto, comissário da Polícia Civil do Rio.
Segundo o ministro da Justiça, as medidas cautelares incluíram:

Busca e apreensão nas casas e veículos, menos nas dependências do congresso nacional;
arresto (apreensão) de bens e valores;
congelamento de contas bancárias;
acesso ao conteúdo de dados em computadores, tablets, celulares, apreensão de documentos.
“Todos são obrigados usar tornozeleiras eletrônicas, a entregarem seus passaportes, estão proibidos de se comunicarem com os demais investigados”, emendou Lewandowski.

“O que esse relatório policial e as longas investigações revelam é o modus operandi das milícias no Rio de Janeiro. Bastante sofisticado, complexo, que se espaira por várias atividades. A partir desse caso, podemos desvendar outros casos, ou seguir o fio de um novelo cuja dimensão ainda não temos clara. Mas esta investigação é uma espécie de uma radiografia de como operam as milicias e o crime organizado no Rio de Janeiro. E como há um entrelaçamento com alguns órgãos políticos e públicos, algo realmente bastante preocupante”, disse o ministro.

Família se manifesta
Por meio de nota, a família de Marielle Franco definiu este domingo como sendo um “dia histórico para a democracia brasileira”. Afirmou, ainda, que este também foi um “passo importante”na busca por justiça no caso de Marielle e Anderson.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmão de Marielle, comemorou, por meio de mensagem em rede social, a prisão de três supostos mandantes da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).

“Só deus sabe o quanto sonhamos com esse dia! Hoje é mais um grande passo para conseguirmos as respostas que tanto nos perguntamos nos últimos anos: quem mandou matar a Mari e por quê?Agradeço o empenho da PF, do gov federal, do MP federal e estadual e do ministro Alexandre de Moraes. Estamos mais perto da Justiça! Grande dia!”, afirmou.

Outro lado
A defesa de Domingos Brazão afirmou que o conselheiro do TCE do RJ é inocente.

“Tenho certeza absoluta que improcede essa imputação. Ele não conhecia a Marielle, não tinha nenhuma ligação com a Marielle, e agora cabe à defesa provar isso (…) Tenho certeza absoluta que ele é inocente”, disse o advogado Ubiratan Guedes, na porta da sede da PF na Zona Portuária do Rio.

O advogado Carlos Henrique Dias, que faz a defesa de Rivaldo Barbosa, não falou com os jornalistas.

Alexandre Dumans, que advoga para a Associação de Delegados (Adpol) da Polícia Civil, informou que a entidade dará toda assistência ao delegado.

Ainda de acordo com o defensor, ele ainda não teve acesso a investigação e busca detalhes do mandado de prisão e de busca e apreensão do seu cliente.

“A Adepol vai dar assistência ao delegado Rivaldo. Eu ainda não tive acesso aos altos e nem ao doutor. (Mas) Seremos constituídos e a Adepol, sem dúvida, ficará com o caso dele”, disse o advogado.

Delegados afastados
Além das três prisões neste domingo, foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão na sede da Polícia Civil do Rio e no Tribunal de Contas do Estado.

A TV Globo apurou que entre os alvos estão o delegado Giniton Lages, titular da Delegacia de Homicídios à época do atentado e o primeiro a investigá-lo, e Marcos Antônio de Barros Pinto, um de seus principais subordinados.

A jornalista Daniela Lima, da GloboNews, apurou que o ministro Alexandre de Moraes determinou o afastamento dos dois das atuais funções e o uso de tornozeleira.

Octávio Guedes apurou ainda que Erica de Andrade Almeida Araújo, mulher de Rivaldo, teve busca e apreensão decretada, bens bloqueados e a suspensão da atividade comercial de sua empresa, que, segundo a PF, lavava dinheiro para o marido.

Os agentes apreenderam documentos e levaram eletrônicos para perícia.

G1

‘Robinho já foi sócio de traficante de drogas”, afirma Jorge Kajuru

O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) concedeu entrevista ao podcast ‘Ielcast’ e não poupou críticas ao ex-jogador Robinho, que foi preso na última quinta-feira (21) no litoral de São Paulo, e vai cumprir pena de 9 anos no Brasil após ser condenado por estupro de uma mulher em uma boate de Milão, em 2013.

‘Conheço o Robinho, um vagabundo de quinta categoria. Robinho já foi sócio de traficante de drogas em Santos e eu falei isso em rede nacional e ele não me processou porque sabia que eu tinha provas’’, disparou.

No bate papo com Ieldyson Vasconcelos e Kilson Dione, o político afirmou que Robinho é ‘’um picareta em todos os sentidos, mau-caráter e mau colega’’.

Sempre com a língua afiada, Kajuru detonou as pessoas que falam que o ex-atleta da Seleção Brasileira foi preso por ter apoiado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). ‘’O sujeito pensar que ele foi preso porque apoiou Bolsonaro é uma coisa ridícula. Ele foi preso porque cometeu um crime chamado estupro’’, disse.

‘’O estupro dele foi estupro coletivo contra uma mulher em Milão e ele agora quer dizer que é inocente e ainda tem babaca nesse país que fala que ele é inocente, que ele está preso só porque apoiou o Bolsonaro. Vão pra p* que pariu. Tenham um pouco de sensibilidade seus débeis mentais. Vocês são ignorantes, embora a ignorância seja a maior multinacional do mundo’’, completou.

Novas estrelas do Grupo Meio

Em mais uma fase do seu plano de reestruturação e expansão pelo Brasil, o conglomerado Grupo Meio Norte de Comunicação passou por um rebranding e agora passa a se chamar Grupo Meio

Jorge Kajuru, Vicente Datena, Marco Antônio Villa e Guga Noblat foram anunciados como os novos contratados do Grupo Meio, que apresentou sua nova programação, nova marca e identidade visual na última sexta-feira (22).

A mudança surge diante do amadurecimento e da expansão do Grupo, que agora tem uma presença abrangente em todo o país, com relevância local, regional e nacional simultaneamente.

MN