
Reportagem de Sena Freitas mostra codoense que foi preso em Alto Alegre do Maranhão. O mesmo tem várias passagens pela polícia, com ele foi encontrada uma pistola e um valor em dinheiro de R$ 247,00. Vídeo:


Após dez meses de investigações, a Polícia Federal (PF) de São Paulo concluiu neste mês o inquérito contra o influenciador fitness Renato Cariani por suspeita de desvio de produtos químicos para a produção de toneladas de drogas para o narcotráfico.
O relatório final terminou com o indiciamento dele e de mais dois amigos pelos crimes de tráfico equiparado, associação para tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
A investigação não pediu as prisões dos três indiciados. Todos respondem em liberdade. A conclusão da PF foi encaminhada para o Ministério Público Federal (MPF), que poderá ou não denunciar o grupo pelos crimes. Caberá depois à Justiça Federal decidir se o trio deverá ser julgado pelas eventuais acusações. Caso sejam condenados, poderão ser presos.
Além de Renato, Fabio Spinola Mota e Roseli Dorth são acusados pela PF de usar uma empresa para falsificar notas fiscais de vendas de produtos para multinacionais farmacêuticas. Mas os insumos não iam para essas empresas. Eles eram desviados para a fabricação de cocaína e crack, drogas que, de acordo com a investigação, abasteciam uma rede criminosa de tráfico internacional comandada por facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Renato tem mais de 7 milhões de seguidores no Instagram e é sócio com Roseli da Anidrol Produtos para Laboratórios Ltda. , empresa para venda de produtos químicos em Diadema, Grande São Paulo. Segundo a PF, eles teriam conhecimento e participavam diretamente do esquema criminoso. A investigação informa ter provas do envolvimento deles a partir de interceptações telefônicas feitas com autorização judicial de conversas e trocas de mensagens.
A TV Globo e o g1 contataram a defesa do influencer, que, por meio de nota, afirmou que “o indiciamento ocorreu de forma precipitada, há mais de 40 dias, antes mesmo de Renato ter tido a oportunidade de prestar esclarecimentos” (leia mais abaixo).
A defesa de Roseli Dorth, sócia do Cariani, também afirmou que “as conclusões da Polícia Federal são gravemente equivocadas”(veja mais abaixo). O g1 tenta contato com Fábio Spinola Mota.
Como funcionava esquema
Fabio é apontado pela investigação como responsável por esquematizar o repasse dos insumos entre a Anidrol e o tráfico. Segundo a PF, ele criou um falso e-mail em nome de um suposto funcionário de uma multinacional para conseguir dar continuidade ao plano criminoso. Antes, ele já tinha sido investigado pela polícia por tráfico de drogas em Minas Gerais e no Paraná.
De acordo com a Polícia Federal, parte do material adquirido legalmente pela Anidrol foi desviada para a produção de entorpecentes entre 2014 e 2021. Para justificar a saída dos produtos, a empresa emitiu cerca de 60 notas fiscais falsas e fez depósitos em nome de “laranjas”, usando irregularmente os nomes da AstraZeneca, LBS Laborasa e outra empresa.
A investigação apontou que em seis anos foram desviadas cerca de 12 toneladas de acetona, ácido clorídrico, cloridrato de lidocaína, éter etílico, fenacetina e manitol, substâncias usadas por criminosos para transformar a pasta base de cocaína em pó e em pedras de crack.
Investigação da PF
A PF começou a investigar o caso após a Receita Federal verificar depósitos suspeitos de mais de R$ 200 mil feitos pela AstraZeneca para a Anidrol. A multinacional negou, no entanto, que tenha comprado os produtos da empresa do influencer Renato e de sua sócia.
A investigação identificou mais suspeitos de participarem do esquema criminoso, mas ainda não os indiciou porque espera juntar mais provas contra eles. A PF também busca saber onde a droga foi comercializada depois e por quem.
No ano passado a Polícia Federal fez a operação Oscar Hinsberg de combate ao grupo criminoso, cumprindo mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Federal em imóveis em nome dos três suspeitos. Foram apreendidos equipamentos eletrônicos e objetos que depois passaram por análises dos peritos.
Oscar Hinsberg foi um químico que percebeu a possibilidade de converter compostos químicos em fenacetina. Essa substância foi o principal insumo químico desviado, segundo a PF.
A investigação foi feita pela equipe do delegado Vitor Beppu Vivaldi, da Delegacia de Repressão a Drogas da Polícia Federal em São Paulo. Ele chegou a interrogar Renato e e os outros dois investigados em 2023. Durante a investigação, a PF chegou a pedir à Justiça as prisões de Renato, Fabio e Roseli, mas a Justiça negou.
O que diz o influenciador
A defesa do Renato Cariani disse nesta terça-feira (30), por meio de nota, que “o indiciamento ocorreu de forma precipitada, há mais de 40 dias, antes mesmo de Renato ter tido a oportunidade de prestar esclarecimentos”.
“De igual forma, as conclusões da Autoridade Policial expostas no relatório são equivocadas, e vêm sendo contraditadas no curso do procedimento. Apresentamos ao juízo dezenas de documentos que comprovam que Renato jamais participou de qualquer atividade ilícita, e temos a certeza de que sua inocência será reconhecida pela justiça”, afirmou.
Em 2023, a reportagem recebeu uma nota da defesa de Renato informando que o influenciador “respondeu a todas as perguntas que lhe foram feitas” e que “seu indiciamento foi realizado antes do início de seu depoimento”.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o influenciador negou envolvimento no esquema. Ele disse que foi surpreendido pela operação da PF e afirmou que seus advogados ainda não tiveram acesso ao processo.
“Fui surpreendido com um mandado de busca e apreensão da polícia na minha casa, onde eu fui informado que não só a minha empresa, mas várias empresas estão sendo investigadas num processo que eu não sei, porque ele corre em ‘processo de justiça’ [sic]. Então, meus advogados agora vão dar entrada pedindo para ver esse processo e, aí sim, eu vou entender o que consta nessa investigação”, afirmou Renato.
Na mensagem, ele defende a empresa Anidrol da qual é sócio.
“Eu sofri busca e apreensão porque eu sou um dos sócios, então, todos os sócios sofreram busca e e apreensão. Essa empresa, uma das empresas que eu sou sócio, está sofrendo a investigação, ela foi fundada em 1981. Então, tem mais de 40 anos de história. É uma empresa linda, onde a minha sócia, com 71 anos de idade, é a grande administradora, a grande gestora da empresa, é quem conduz a empresa, uma empresa com sede própria, que tem todas as licenças, tem todas as certificações nacionais e internacionais. Uma empresa que trabalha toda regulada. Então, para mim, para a minha sócia, para todas as pessoas, foi uma surpresa”, completou.
O que diz a defesa de Roseli Dorth
Por meio de nota, os advogados de Roseli Dorth também afirmaram nesta terça (30) que “as conclusões da Polícia Federal são gravemente equivocadas”.
“A defesa de Roseli Dorth apresentou ao Ministério Público uma petição, acompanhada mais de mais 100 documentos, que comprovam a sua total desvinculação dos fatos apurados: Roseli Dorth não tem qualquer envolvimento com a prática dos crimes apurados”, disse a nota.
“A investigação está pautada em premissas falsas, que não encontram o mínimo suporte da realidade dos fatos. Temos confiança de que a Justiça reconhecerá que são totalmente descabidas e infundadas as conclusões – fruto de inadmissíveis presunções – da Polícia Federal”, completou.
Quem é o influenciador
Renato Cariani é um dos principais nomes do mundo fitness.
Ele é conhecido por ser o maior apoiador do fisiculturismo brasileiro. Cariani tem 47 anos e é casado com Tatiane Martines Cariani.
Renato tem mais 7 milhões de seguidores no Instagram e 6 milhões de seguidores no canal do YouTube. Os vídeos relacionados ao mundo da dieta e do culto ao corpo acumulam 1 bilhão de visualizações.
Nas redes sociais, ele se apresenta como professor de química, professor de educação física, atleta profissional, empresário e youtuber.

G1

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As influenciadoras Kérollen Cunha e Nancy Gonçalves viraram rés por injúria racial. Mãe e filha passaram a ser investigadas por vídeos postados nas redes sociais. Nos clipes, elas dão uma banana e um macaco de pelúcia para crianças negras.
A juíza Simone de Faria Ferraz, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de São Gonçalo, aceitou denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) no caso do macaco — há outros 3 processos em andamento.
Em novembro, a Delegacia de Crimes Raciais e de Delitos de Intolerância (Decradi) indiciou a dupla, e o MPRJ ofereceu denúncia à Justiça no último dia 20.
“As denunciadas estariam buscando promoção pessoal e social, através das suas ações filmadas e postadas no aplicativo ‘Tik Tok’, sendo gravíssimo o fato de que a internet consiste num ambiente que não oferece nenhum controle de exposição e transmissão e que atinge ou pode atingir a população do mundo inteiro”, escreveu a magistrada.
“Observa-se que o delito ora investigado não foi praticado mediante violência física. Contudo, a suposta prática criminosa envolve crianças, que foram atacadas em sua dignidade humana, pela cor da sua pele, mediante atitudes supostamente racistas”, expôs Simone.
“Tais atitudes, por si só, já representariam uma ofensa grave aos direitos constitucionais das crianças envolvidas. Entretanto, além de terem sido oferecidos brinquedos e frutas que poderiam ser utilizados com cunho racista, em detrimento das crianças, os atos das denunciadas ainda foram filmados e postados na internet, sem a autorização expressa dos responsáveis pelas crianças, que se encontravam nas ruas em situação de vulnerabilidade”, descreveu.
“Conseguimos finalizar a fase de investigação. Com o recebimento da denúncia, o escritório modelo da SACERJ atuará como assistente de acusação, a fim de colaborar, em juízo, para a condenação criminal das racistas”, disse o advogado Marcos Moraes, que defende as vítimas.
Relembre a polêmica
O caso veio à tona em maio, após a advogada Fayda Belo, especialista em direito antidiscriminatório, denunciar o fato. A advogada destacou que o vídeo apresenta o chamado “racismo recreativo”, que ocorre quando alguém usa de “discriminação contra pessoas negras com intuito de diversão.”
Rita Salim, delegada da Decredi e responsável pelo inquérito, afirma que a conduta da dupla foi considerada racismo, já que elas escolheram crianças negras e usaram dos artifícios de banana e macaco para presenteá-las.
“A conduta delas é considerada como racismo, por conta da cor da pele, da raça [das crianças]. Mas, dentro do contexto, elas realizaram uma conduta que chamamos de racismo recreativo. Não é admitido você discriminar, constranger e usar de meios vexatórios para expor uma pessoa por meio de diversão. Isso é crime. Além disso, expor ao racismo é um agravante”, disse Salim.
De acordo com a delegada, mãe e filha negaram que cometeram algum tipo de crime.
“Elas alegam que selecionam crianças para fazer uma brincadeira e que esses menores podem escolher dinheiro ou presente, e a criança ao abrir encontrou um bicho de pelúcia, um macaco. Elas disseram que era por brincadeira e não houve a intenção de ofender. Mas o fato é que existe uma brincadeira reiterada e elas sempre publicaram, nesse contexto, [imagens de] crianças negras, pretas, bananas, macacos de pelúcia. O que se vê é que elas fazem isso só com crianças negras.”
A defesa afirmou que, em sua visão, a conclusão da investigação “não considerou devidamente a versão das acusadas e os elementos apresentados em seus depoimentos”. “Ressaltamos que os vídeos originais, sem edição, demonstram a ausência de dolo discriminatório, um aspecto fundamental que poderia justificar o arquivamento do inquérito. Esta falta de consideração por parte da investigação é uma preocupação significativa para nós e para o princípio da justiça imparcial”, acrescentou.
“Kérollen e Nancy estão firmes em sua crença na inocência e repudiam qualquer ato de racismo. Elas têm plena confiança na justiça e estão comprometidas em colaborar com as autoridades para assegurar um exame justo e completo de todos os aspectos deste caso”, disse outro trecho da nota da defesa.
Os vídeos que circularam nas redes sociais são de Kerollen, que tem um canal no qual publica vídeos junto com a filha, Nancy. As duas vivem no Rio de Janeiro. A dupla tem mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, 13 milhões de inscritos no Tiktok e postam vídeos de assistencialismo, testes de maquiagem e pegadinhas.
Em um dos registros, Kérollen conversa com um menino negro em uma calçada e questiona se ele gostaria de ganhar um presente ou R$ 10. Ele opta pelo pacote, mas, ao perceber que se tratava de uma banana, responde “só isso?”, afirma que não gostou e sai andando. Nancy ainda diz: “Você gosta”.
Em outra gravação, Nancy para uma menina na rua e faz uma proposta similar, oferecendo a opção de a criança escolher entre R$ 5, ou uma caixa. A criança opta pelo “presente”, abre a caixa, vê que se trata de um macaco de pelúcia, aparenta ter ficado feliz, abraça o brinquedo e agradece à influencer.
O vídeo onde as duas crianças aparecem foram apagados.
G1

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A aviadora americana Amelia Earhart ficou famosa na década de 1930 por ser a primeira mulher a pilotar um avião e atravessar o Oceano Atlântico.
Em 1937, ela tinha um plano ainda mais ambicioso: dar a volta no globo. No entanto, em julho daquele ano ela sumiu, e o destino dela e do navegador Fred Noonan nunca foi esclarecido.
Em seu último trecho, ela sobrevoou o Oceano Pacífico, entre a Austrália e o estado do Havaí, nos Estados Unidos. A piloto deveria passar por Howland, uma pequena ilha no meio do caminho, mas nunca chegou.
Dois anos depois, em 1939, Amelia foi declarada morta. Os investigadores concluíram que ela havia caído em algum ponto do Oceano Pacífico, mas a aeronave e os corpos nunca foram encontrados.

Agora, um outro piloto e explorador afirma ter descoberto o local do Oceano Pacífico onde estão os restos da aeronave.
Tony Romeo, um ex-oficial da Aeronáutica dos EUA e atual diretor-executivo da empresa Deep Sea Vision afirma que encontrou o avião de 1937. Ele deu uma entrevista à rede NBC, dos EUA.
Ele fez uma expedição de US$ 11 milhões (R$ 54 milhões) para encontrar o local no fundo do mar. Está sendo usada uma tecnologia de sonares na região onde, suspeita-se, está o avião de Amelia.
A equipe de Romeo capturou dados em dezembro e detectou uma imagem desfocada que tem o formato de um avião. Eles acreditam que é a aeronave que sumiu.
A imagem foi registrada a cerca de 160 quilômetros da Ilha de Howland, entre Austrália e Havaí.
À NBC, Romeo afirmou que não se sabe de outro avião que tenha caído na área e que a suposta aeronave identificada tem formato semelhante ao de um modelo dos anos 1930.
A equipe de Tony Romeo deve voltar ao local ainda neste ano com uma câmera submarina.

G1

A Polícia Civil prendeu a dentista Hellen Kacia Matias da Silva, suspeita de deformar pacientes após a realização de procedimentos estéticos que só podem ser feitos por cirurgiões plásticos, em Goiânia. Em conversas divulgadas pelos investigadores, pacientes reclamam de inflamações, cicatrizes e assimetria nos resultados (leia os prints abaixo).
O mandado de prisão preventiva foi cumprido nesta terça-feira (30), juntamente com outros quatro mandados de busca e apreensão em endereços ligados à investigada, em Goiânia e Santa Bárbara de Goiás.
Ao g1, a defesa da dentista disse que só vai se manifestar quando tiver acesso aos autos do inquérito policial.

Em nota, o Conselho Regional de Odontologia disse que “medidas administrativas pertinentes estão sendo tomadas, obedecendo o devido sigilo aplicável ao caso”. A reportagem questionou se o registro profissional de Hellen continua ativo e aguarda retorno.
A delegada Débora Melo, responsável pela investigação, afirma que no celular usado pela dentista para falar com pacientes foram encontradas mais de 30 reclamações de consumidores insatisfeitos com os resultados dos procedimentos. Nas conversas, a equipe dela sempre afirmava que as vítimas não tinham tomado os devidos cuidados com os procedimentos.
Exercício ilegal da medicina
Hellen começou a ser investigada em setembro de 2023, suspeita de fazer procedimentos estéticos expressamente proibidos pelo Conselho Federal de Odontologia e que só podem ser realizados por médicos. Entre eles estão: a redução do nariz (alectomia), retirada de pele excessiva dos olhos (blefaroplastia), lipo de papada (face lifting) e outros.
A delegada afirma que as cirurgias plásticas eram anunciadas nas redes sociais da dentista, que possui mais de 650 mil seguidores, por valores abaixo do mercado, atingindo uma ampla gama de pessoas.
Fora isso, a dentista ainda ministrava cursos para que outros profissionais da saúde executassem os procedimentos sob sua “supervisão”.
“Ou seja, além de promoverem procedimentos que não são autorizados, elas ainda têm ensinado outros profissionais a realizarem os mesmos procedimentos”, disse a delegada.
Pacientes deformados
No celular usado para falar com os pacientes, os policiais encontraram vários clientes de Hellen que ficaram com rostos deformados após a realização de cirurgias com a profissional e/ou com seus “alunos”. Em conversas divulgadas pela polícia, pacientes reclamam de inflamações, cicatrizes e assimetria nos resultados.
Foram colhidas declarações de 13 vítimas da dentista, bem como depoimentos de ex-funcionários do instituto. Segundo a delegada, todos relataram que a dentista não aceitava qualquer crítica ao seu trabalho, tratando os pacientes com descaso.

“A análise desse celular e dos prontuários dos pacientes indicou o cometimento desses crimes contra pessoas muitas vezes humildes, que juntavam dinheiro para fazer uma cirurgia estética, que não tinham conhecimento que a profissional não tinha atribuição e que ficaram deformadas”, afirmou a delegada.
Além disso, todas as pessoas ouvidas pela polícia confirmaram a realização das cirurgias proibidas em local inadequado (fora do ambiente hospitalar), gerando grave risco à integridade física dos consumidores.
De acordo com a delegada, há vítimas de Hellen nos estados de Goiás e São Paulo, pois a profissional viaja para realizar procedimentos e também ministrar cursos.
“O que chamou atenção é que não havia nenhum registro de ocorrência antes, foi só depois da análise do celular que nós vimos mais de 30, 40 pessoas que reclamavam dos resultados das cirurgias”, afirmou a delegada.

Materiais vencidos
No instituto coordenado por Hellen, no Setor Oeste, a polícia encontrou diversos instrumentos cirúrgicos, anestésicos e medicamentos vencidos. Os materiais foram apreendidos e descartados pela Vigilância Sanitária. O órgão autuou a dentista por inadequação do alvará sanitário do estabelecimento, que não autorizava a realização de nenhum procedimento invasivo.
“Já na primeira fase havia sido recolhido material vencido na clínica e agora novamente. (…) São produtos controlados, que não poderiam estar na clínica”, reforçou.
A divulgação da imagem e nome da dentista foi permitida pela Polícia Civil com o intuito de que novas vítimas procurem a delegacia para denunciar crimes.
G1

Um assalto foi registrado por câmeras de segurança de um estabelecimento, nessa segunda-feira (29), na Avenida dos Franceses, no bairro da Alemanha, em São Luís.
A vítima aparece esperando o ônibus, da empresa a qual presta serviços, quando o homem surge, em uma bicicleta, e anuncia o assalto. O trabalhador, que reagiu e correu logo em seguida, deixou o celular cair e, ainda assim, foi perseguido pelo assaltante.
Segundo as informações registradas nas imagens da câmera de segurança, o assalto aconteceu por volta das 05h40 da manhã.
G1ma

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) abriu um processo seletivo com 775 vagas para cursos de graduação à distância. As inscrições podem ser realizadas até 2 de fevereiro, pela internet.
As vagas são disponíveis para os cursos de licenciatura em Computação e Informática, Letras-Português, Matemática, Pedagogia e bacharelado em Administração. Para se inscrever, o candidato deve preencher um formulário, disponível no site e realizar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 50.
Podem participar do seletivo pessoas que tenham o ensino médio completo ou equivalente, além de professores da rede pública, em exercício, sem formação inicial ou que não tenham formação na área em que atuam.
As vagas estão distribuídas os polos Alto Parnaíba, Açailândia, Arari, Anapurus, Bacabal, Bom Jesus das Selvas, Carolina, Carutapera, Caxias, Coelho Neto, Colinas, Chapadinha, Codó, Humberto de Campos, Imperatriz, Pastos Bons, Porto Franco, Santa Quitéria do Maranhão, Timbiras e Vitorino Freire.
A seleção e classificação dos candidatos será feita com base na análise dos documentos. As vagas são destinadas para o ingresso no primeiro semestre de 2024.
G1ma