Saiba o que Ana Hickmann disse que despertou a fúria do marido

Nesta terça-feira (14), mais um capítulo envolvendo a apresentadora Ana Hickmann e seu marido, Alexandre Correa veio à tona. O caso sobre a agressão tem ganhado grande repercussão na mídia, no entanto, até então não se sabia ao certo sobre o motivo do desentendimento dos dois, que resultou em sérias consequências.

No entanto, segundo informações divulgados pelo portal Leo Dias, que ouviu pessoas próximas aos dois, a apresentadora conversava com o filho minutos antes da agressão. Em conversa, Ana falava com o filho do casal, de 9 anos, sobre as dificuldades financeiras que a família vinha passando. Nesse momento, Alexandre Correa teria se revoltado pelo fato da esposa abrir o jogo com o primogênito.

A atitude de Ana Hickmann em conversar com o filho sobre as dificuldades financeiras da família, fez com que o empresário se revoltasse, reagindo com agressividade. O filho do casal, teria pedido pelo fim da discussão dos pais, que não aconteceu. A criança teria saído correndo do local, assustada com a situação. Segundo levantamento feito pelo Banco Safra, a apresentadora, o seu marido, Alexandre Correa, e a empresa do casal, Hickmann Serviços Ltda, acumulam R$ 14,6 milhões em dívidas.

Ana Hickmann faz boletim de ocorrência
Após sofrer agressão do marido, a apresentadora ligou para a polícia local. No entanto, antes de seguir para a delegacia, ela foi levada ao Hospital São Camilo, onde teve o braço esquerdo imobilizado com uma tipoia. No relato, a apresentadora informa que estava na cozinha de casa, em Itu, no interior de São Paulo, acompanhada pelo filho e o marido.

Logo após o filho de Ana Hickmann tentar impedir a discussão entre os pais, a criança saiu correndo “assustada” do local, “momento em que o autor [Alexandre] passou a pressionar a vítima contra a parede, bem como ameaçá-la de agredi-la com uma cabeçada”. Após o ocorrido, o empresário negou as acusações, no entanto, voltou atrás após a assessoria da apresentadora emiti nota.

Após voltar atrás, ele admitiu ter entrado em desespero e por isso negou a agressão. “Quando eu vi aquela nota, eu entrei em total desespero e neguei. Mentiu? Menti. Ponto. Ou eu omiti o fato? Omiti. Eu estava numa estrada, desesperado, desnorteado. Estava perdido. Falei: ‘meu Deus do céu. Que coisa?’ Desculpa o vocabulário: ‘que cagada que aconteceu”, relatou ele em entrevista ao Splash Uol. Em seguida, ele continuou: “Por que eu não discuti, por que eu não me levantei da mesa, por que eu não fui para o canto, não fui tomar uma água? Por que eu não fui bater a cabeça na parede. Sei lá. Mas já foi”.

Em Off MN

PEGANDO FOGO: Pronunciamento do vereador Daniel Barros por ofensas à deputada estadual Daniela pode resultar em cassação de mandato

Se condenado no curso do processo disciplinar, Daniel Barros pode ter o mandato cassado por quebra de decoro. Dezenas de mulheres estiveram no prédio da Câmara Municipal de Caxias para acompanhar a votação do requerimento apresentado pela procuradora da Mulher, vereadora Ângela Machado, que pediu a apuração do discurso ofensivo feito pelo vereador oposicionista com a intenção de atingir a deputada Daniella, companheira do prefeito Fábio Gentil (Republicanos), que também é procuradora da Mulher da Assembleia Legislativa do Maranhão.

O ataque covarde desferido por Daniel Barros contra a parlamentar foi repudiado com veemência, por meio de notas, por 16 dos 19 vereadores de Caxias, pelo prefeito Fábio Gentil, pela Assembleia Legislativa, pela deputada federal Amanda Gentil (PP) e por várias outras instituições, entidades representativas de diferentes segmentos da sociedade e membros da classe política. Todos se solidarizaram à deputada estadual Daniella e cobraram justiça para o caso.

Mobilização

Durante a sessão em que foi votado o requerimento que pedia a instauração do processo disciplinar contra Daniel Barros, dezenas de mulheres, muitas empunhando cartazes com mensagens de protesto, se mobilizaram para pressionar o plenário da Câmara Municipal a aprovar o procedimento contra o vereador agressor. As mais exaltadas defenderam a pena máxima, ou seja, a cassação do mandato, tamanha a gravidade do ato de violência política de gênero cometido contra a deputada estadual Daniella.

VEJA OS VÍDEOS RELACIONADOS AO EPISÓDIO:

Repasse Informativo

Bolsa Família: Lula aumenta valor e acrescenta adicionais para famílias carentes

Em junho de 2023, entrou em vigor a nova versão do Bolsa Família, estabelecida pela lei 14.601, sucedendo o Auxílio Brasil. Criado em 2003 durante o primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o programa de transferência de renda tornou-se uma marca das gestões petistas no enfrentamento à fome, miséria e desigualdade.

O Bolsa Família estipula um pagamento mínimo de R$ 600 para famílias que recebem até R$ 218 por pessoa mensalmente, e que estejam cadastradas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal). O valor final pode ser acrescido de acordo com a composição familiar.

Com o objetivo de combater a fome, interromper o ciclo de pobreza entre as gerações e auxiliar no desenvolvimento e proteção de famílias em situação de pobreza, o programa atende aproximadamente 20 milhões de beneficiários em 2023.

Quem tem direito e condições para o pagamento?

Para receber o Bolsa Família, é necessário estar cadastrado no CadÚnico, com dados atualizados nos últimos dois anos, e ter renda familiar por pessoa de até R$ 218 mensais. A renda é calculada somando os ganhos de todos os membros da mesma casa, excluindo indenizações, benefícios temporários e valores de programas de transferência de renda.

Em caso de aumento de renda, a família pode permanecer no programa se a renda por pessoa ficar entre R$ 219 e meio salário mínimo, recebendo 50% do valor por até 24 meses na chamada regra de proteção. Se ultrapassar meio salário mínimo, a família deixa o programa, com a possibilidade de retorno em até 36 meses caso volte a se enquadrar nas exigências.

Como solicitar a inscrição e consultar o benefício?

A inclusão no Bolsa Família não é imediata; depende do orçamento previsto, da existência de famílias em situação de pobreza nas cidades e do atendimento a algumas exigências municipais. O primeiro passo é procurar uma unidade de assistência social do município e preencher o CadÚnico.

O responsável pela inscrição pode consultar o benefício pelo aplicativo Bolsa Família, disponível para download no Play Store (Android) e App Store (iOS). O aplicativo permite verificar o valor, a data de pagamento, as parcelas sacadas, a situação no programa, solicitar desligamento e obter outras informações.

Quais são os valores do Bolsa Família e adicionais?

O valor do benefício varia conforme a composição familiar e pode incluir benefícios complementares:

Benefício de Renda de Cidadania: R$ 142 por integrante da família.
Benefício Complementar: Pago se a família não atingir o piso de R$ 600.
Benefício Extraordinário de Transição: Pago até maio de 2025, para quem recebia mais em maio de 2023.
Adicionais incluem:

Benefício da Primeira Infância: R$ 150 para crianças de zero a seis anos.
Benefício Variável Familiar: R$ 50 para crianças de sete a 12 anos, adolescentes de 12 a 18 anos e gestantes.
Benefício Variável Familiar Nutriz: R$ 50 para famílias com bebês de zero a seis meses.

O valor total pode ultrapassar R$ 600, dependendo da composição familiar.

Condições para o pagamento e calendário do Bolsa Família

Além do acompanhamento pré-natal, vacinação e frequência escolar, o pagamento é feito por meio de cartão do Bolsa Família ou Cartão Cidadão, podendo ser sacado em agências bancárias, lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes Caixa Aqui.

O calendário de recebimento segue a ordem do último dígito do NIS, disponibilizando os valores nos últimos dez dias úteis de cada mês.

O que pode bloquear o pagamento?

O pagamento pode ser bloqueado em casos de descumprimento das exigências do programa, CPF irregular na Receita Federal, Cadastro Único desatualizado, renda superior a meio salário mínimo, entre outros motivos.

A notificação de bloqueio pode ser feita pelo aplicativo, rede bancária, SMS ou correspondência. O beneficiário deve procurar os postos de atendimento para regularizar a situação, e o benefício será cancelado após seis meses de bloqueio.

(Fontes: Caixa Econômica Federal e Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome)

MN

Descubra as múltiplas e deliciosas opções do Açaí na Estação do Café

Descubra as múltiplas e deliciosas opções do Açaí na Estação do Café.
A partir do dia 07 de novembro, você já pode contar e encontrar aqui, na Estação do Café, o cartão postal da cidade, o melhor, mais cremoso, saudável e saboroso açaí. Venha, confira a nossa variedade de combinações de frutas e elementos. Confira mais essa novidade da Estação do Café.

Eliezer se revolta com críticas e chama seguidores de ‘burros’ e ‘invejosos’

Eliezer voltou a se estressar nas redes sociais. Desta vez, o ex-participante do “Big Brother Brasil” abriu o jogo sobre as críticas que tem recebido e não pensou duas vezes antes de escancarar sua revolta. O desabafo do influencer ocorreu após um seguidor indagá-lo sobre os comentários negativos a respeito da viagem que fez à Disney com a filha de seis meses.

Sem papas na língua, Eliezer xingou os críticos de plantão e falou em desenvolvimento e memória afetiva: “Inveja, gente! Tem algum outro nome para isso? Não tem, pois é inveja! Quer dizer, até tem [um outro nome], que é burrice. Muitas pessoas, para validarem suas críticas, elas usam o argumento de que a Lua não vai se lembrar de nada. Mas uma pessoa dessa não entende nada sobre desenvolvimento humano. Nada!”.

O ex-BBB disse que muita gente não tem noção do que fala e explicou o seu ponto de vista. “Eu, por exemplo, tenha a primeira memória apenas a partir dos meus dez anos. Então, na cabeça dessas pessoas, os meus pais, por dez anos, não poderiam fazer nada. Era para a gente ficar em casa e não criar memória afetiva nenhuma, ou seja, só me alimentando. Para as pessoas, é isso”, disse.

INDIGNAÇÃO
Em seguida, Eliezer voltou a esculachar aqueles que insistem em criticar sua família: “As pessoas não sabem o que é afeto, muito menos criar memória afetiva. Elas não entendem nada no que diz respeito a desenvolvimento humano. Então, burras! Além de invejosas, essas pessoas são burras. Mas elas mesmas sabem disso”.

TEVE MAIS
Um outro seguidor foi além e perguntou o motivo pelo qual o influencer tem agido com tanta grosseria nas redes sociais. “Concordo. Mas você já teve filho e viveu a experiência de alguém criticá-lo? Ninguém gosta! Imagina o país inteiro criticar a tua filha? As pessoas têm que parar de achar que podem falar tudo e que a internet é terra sem lei, que por ser pessoa pública eu tenho que ser educado e praticar aquele discurso de pessoa evoluída”.

“O car*lho! O car*lho! Entendeu? Não sou evoluído e não quero ser evoluído. Se a pessoa me trouxe um discurso de ódio, se xingou minha filha, eu vou falar três vezes mais para ela. A pessoa me xinga, assim como minha filha e família, mas eu tenho que ser educado? Todo mundo fala o que quer, por vários motivos… Antes mesmo do nascimento da Lua, eu escutei muita coisa. Doeu? Doeu! Mas eu aguentei calado. Só eu sei o quanto chorava a noite com o travesseiro. Mas, com minha filha não tem condição. Se a pessoa dar o pior dela, ela vai dar o pior de mim”, concluiu Eliezer.

Em Off MN

Delegado que deu tapa no rosto de mulher é solto menos de 24h após ser preso

O  delegado de Polícia Civil, Paulo Hernesto Pereira Tavares, flagrado dando tapa no rosto de uma mulher após se envolver em um acidente, foi solto no fim da manhã desta segunda-feira (13), menos de 24 horas após ter sido preso na cidade do Crato, no Ceará, na noite deste domingo (12).

No último sábado (11), Paulo Tavares se envolveu em um acidente após perseguir um adolescente. Na ocasião, o delegado discutiu com moradores e vídeos feitos por populares mostram o momento em que ele desfere um tapa em uma mulher. O agente ainda foi preso, no entanto, conseguiu liberdade após pagamento de fiança.

No domingo, o MPCE – Ministério Público do Ceará entrou com o pedido de prisão preventiva após discordar da liberação do delegado depois do pagamento da fiança. Hoje, ele passou por audiência de custódia no 1º Núcleo de Custódia e Inquérito e obteve a liberdade provisória. No entanto, ele deve cumprir alguns requisitos:

Apesar da agressão filmada, conforme a decisão, auto de prisão em flagrante lavrado contra o delegado foi apenas o de embriaguez ao volante. A decisão judicial que determinou a prisão preventiva de Paulo Hernesto, portanto, dizia respeito ao crime de embriaguez, embora tenha citado as agressões e ameaças.

No outro lado, a defesa do delegado afirmou que “as penas [dos atos descritos na ocorrência policial], se este fosse condenado, não ultrapassariam a de um regime aberto ou semiaberto, portanto não havia necessidade de deixá-lo no regime fechado”.

RÉU POR OUTROS CRIMES

No pedido de prisão feito no domingo, o Ministério Público também que, além do acidente e da agressão de sábado, o delegado já é réu pelos crimes de embriaguez ao volante e violência doméstica. Por fim, delegado de Polícia Civil, Paulo Hernesto Pereira Tavares, foi afastado das funções e impedido de exercer o cargo durante as investigações. Também foram retidos a identificação funcional, o distintivo, a arma, a algema e instrumentos funcionais.

“Além do crime de embriaguez ao volante, o MP fundamentou seu pedido, na prática de lesão à mulher que aparece no vídeo, e ainda em uma lesão corporal a um adolescente de 16 anos e a um outro homem já identificado e ouvido, além de ameaças e impropérios proferidos contra as vítimas, aos policiais militares que atenderam a ocorrência e seus familiares, bem como a um advogado no exercício da função. Além do contexto fático, observou-se que o autuado já é réu em outros crimes (embriaguez ao volante e violência doméstica) e é investigado pela prática de outros crimes (violência doméstica e prevaricação)”, explicou o Ministério Público em nota.

MN

Juiz é denunciado por agredir e humilhar esposa em SP

O juiz Valmir Maurici Júnior, que aparece em vídeos agredindo e humilhando a esposa, está sendo acusado formalmente pelo Ministério Público de São Paulo por dois crimes e uma contravenção penal.

O órgão arquivou as acusações de estupro contra o juiz. A revelação do caso ocorreu em março deste ano por meio do G1, que obteve vídeos evidenciando as agressões ocorridas na residência compartilhada pelo casal em Caraguatatuba, no Litoral Norte de SP (vide trechos acima). A mulher imputou ao juiz atos de violência física, sexual e psicológica.

O Ministério Público formalizou denúncia ao Tribunal de Justiça contra o juiz pelas seguintes infrações:

Violência psicológica (uma vez): Crime com pena prevista de seis meses a dois anos de prisão, além de multa.

Filmagem sem consentimento (duas vezes): Crime com pena prevista de seis meses a um ano de detenção, mais multa.

Vias de fato (três vezes): Contravenção penal que estipula de 15 dias a três meses de detenção, ou multa.

Segundo o entendimento do Ministério Público, não foram encontradas provas suficientes para acusar Maurici Júnior por estupro, crime que acarreta pena de seis a dez anos de reclusão. O órgão avaliou que as imagens disponíveis não confirmam o crime de estupro, embora não indiquem que a vítima tenha mentido.

O Ministério Público concluiu que o juiz causou dano emocional à esposa, sujeitando-a a ameaças constantes, humilhação e manipulação. O órgão solicitou autorização ao Tribunal de Justiça para abrir novos procedimentos a fim de investigar o conteúdo exibido nos vídeos que estavam em posse do juiz.

A denúncia, assinada pelo procurador-geral de Justiça Mário Sarrubbo, foi apresentada à Justiça em 30 de outubro. O processo está sob análise no Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, responsável por casos desse tipo, de acordo com a Lei Orgânica da Magistratura. Cabe ao Órgão Especial decidir se aceita a denúncia, o que implicaria que o juiz se tornasse réu.

Com base nas penas estipuladas pelo Código Penal, o juiz não enfrentará prisão, mesmo se condenado pelos crimes dos quais é acusado. Maurici Júnior encontra-se afastado temporariamente de suas funções desde abril, por decisões do TJ e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O Tribunal de Justiça mantém um procedimento administrativo em curso contra o juiz.

Relembre o caso

Em um dos vídeos obtidos, o juiz agride a esposa com um tapa na cabeça; em outro, ele a empurra, dá chutes e a insulta, resultando em sua queda no chão. Ambos os incidentes foram registrados por meio do celular dela, conforme alegado por ela, em outubro de 2022. Em um terceiro vídeo, datado de abril de 2022 e aparentemente gravado pelo próprio juiz, a vítima afirma ter sido submetida a uma relação sexual não consensual, alegando não ter tido opção de escolha.

A vítima e Maurici Júnior contraíram matrimônio em 2021. A mulher, de 30 anos, afirma ter deixado o lar em 23 de novembro. De acordo com a defesa dela, a violência teve início após os seis primeiros meses de relacionamento.

Em janeiro deste ano, ela obteve uma medida protetiva da Justiça com base na Lei Maria da Penha, que proíbe o juiz de se aproximar e de manter contato com ela, seus pais e familiares. Na mesma decisão, Maurici Júnior, de 42 anos, foi também obrigado a entregar a arma a que tinha direito como magistrado.

Em março, a defesa do juiz negou “veementemente os fatos que lhe são imputados”. Os advogados Marcelo Knopfelmacher e Felipe Locke Cavalcanti afirmaram, na ocasião, que têm “plena confiança na Justiça e no restabelecimento da verdade uma vez instalado o contraditório e exercido o direito de defesa em sua plenitude”.

O que diz a defesa do juiz

Nota divulgada em 27 de março: “A defesa técnica do magistrado, por seus advogados Marcelo Knopfelmacher e Felipe Locke Cavalcanti, nega veementemente os fatos que lhe são imputados e repudia com a mesma veemência vazamentos ilegais de processos que correm em segredo de Justiça”.

Nota divulgada em 11 de abril: “A defesa técnica do magistrado, por seus advogados Marcelo Knopfelmacher e Felipe Locke Cavalcanti, tem plena confiança na Justiça e no restabelecimento da verdade uma vez instalado o contraditório e exercido o direito de defesa em sua plenitude”.

MN

Ministro Flávio Dino reage a denúncia de encontro com ‘dama do tráfico’

Na segunda-feira (13), o ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB-MA), rebateu as alegações de que teria recebido líderes de facção criminosa em seu gabinete. A reação veio em resposta a uma reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo”, que apontou a presença de Luciane Barbosa Farias, conhecida como a “dama do tráfico amazonense”, em duas ocasiões na pasta, acompanhada por secretários do ministro.

Dino afirmou categoricamente: “Nunca recebi, em audiência no Ministério da Justiça, líder de facção criminosa, ou esposa, ou parente, ou vizinho”. Ele destacou que a alegada audiência não ocorreu em seu gabinete e solicitou que os interessados verifiquem a história verdadeira no Twitter de Elias Vaz, secretário de Assuntos Legislativos do ministério.

Elias Vaz esclareceu que recebeu, em 14 de março, um pedido de audiência da ex-deputada estadual Janira Rocha. Dois dias depois, Janira compareceu à pasta, acompanhada por Luciane, discutindo supostas irregularidades no sistema penitenciário. Vaz repudiou qualquer associação abjeta e politiqueira de seu nome com atividades criminosas.

Após a divulgação da notícia, o nome da facção criminosa e o termo “Ministério da Justiça” tornaram-se trending topics no antigo Twitter, e a agenda do ministro recebeu críticas de políticos opositores ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

MN