Vereadora Leda Torres faz entrega de equipagem completa a atletas do futebol amador da zona rural de Codó

A vereadora Leda Torres realizou mais uma ação social e de incentivo ao esporte amador em Codó. Na segunda-feira (13), a parlamentar fez a doação de equipagem completa para os atletas do time do povoado Penha, da região da Trizidela. Os novos uniformes e equipagens já serão usados pelos atletas na próxima Copa Rural, tradicional torneio de futebol no município de Codó.

Com esta ação, a vereadora continua seu trabalho de ajudar as iniciativas de promoção de eventos esportivos em comunidades da cidade e na zona rural do município, incentivando a prática esportiva para juventude do campo, a revelação de novos talentos e fomentando o esporte amador em Codó.

“Fizemos uma doação da equipagem completa para o time do povoado Penha, da região da Trizidela, para a Copa Rural. Entendemos que o esporte promove saúde, cidadania, lazer e entretenimento, especialmente na zona rural, onde a prática do futebol passa a ser um dos principais meios de lazer. Vamos prosseguir com esse trabalho de incentivar e apoiar a prática do esporte amador em nosso município, pois o esporte é saúde e proporciona o lazer para os nossos codoenses”, finalizou a vereadora.

Homem que matou a mulher na frente das filhas é condenado a 16 anos de prisão no Maranhão

O Tribunal do Júri condenou a 16 anos de prisão, o réu Daniel Serrão Silva, de 23 anos pelo crime de feminicídio cometido contra a companheira na frente das filhas da vítima, em 2 setembro de 2022, no município de Araguanã, a 351 km de São Luís. De acordo com a sentença, a pena deve ser cumprida em regime fechado, sem possibilidade de recorrer em liberdade.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Maranhão (MP-MA), o acusado mantinha um relacionamento com Ana Carolina Cordeiro Caldas, de 26 anos, e no dia do crime, o casal teria saído junto por volta das 19h na companhia das filhas da vítima. No caminho para o local, o casal teria deixado as crianças na casa da avó, mãe de Ana Carolina.

Já na volta, o casal chegou à residência da mãe da vítima em meio a uma discussão que, segundo depoimentos de pessoas próximas ao casal, era algo recorrente e normalmente motivada pelo excessivo ciúme de Daniel. Devido ao bate-boca, a vítima teria resolvido passar a noite na casa da mãe, enquanto o acusado encaminhou-se para casa. No entanto, minutos depois, Daniel retornou à residência da mãe de Ana Carolina e realizou disparos de arma de fogo contra a vítima na frente das filhas da vítima, provocando desespero nas crianças, que começaram a gritar por socorro.

Ana Carolina foi socorrida pela mãe, irmã e vizinhos e, logo em seguida, encaminhada ao hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos causados pelo disparo e veio a óbito.

Após o crime, Daniel fugiu do local, mas foi preso horas depois, portanto a arma de fogo supostamente usada no crime. Em resposta à acusação, os advogados do réu alegaram a inexistência de indícios suficientes para comprovar materialidade e autoria para justificar a ação penal.

Julgamento

Diante da acusação, o Conselho de Sentença reconheceu, por maioria dos votos, a autoria e materialidade do caso, não acatando, portanto, o pedido da defesa pela absolvição. Os jurados reconheceram também que o crime foi praticado em razão de condição de sexo feminino consistente em violência doméstica familiar.

Além disso, também foi considerado o porte de arma sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regular e a conduta social pouco favorável do acusado, visto que elementos descritos nos autos atestam que o réu fazia ameaças às pessoas com quem convivia, demonstrando caráter violento.

G1ma

Justiça condena quatro acusados de matarem professor universitário no MA, que foi vítima de latrocínio

Na última sexta-feira (10), quatro homens foram condenados pela morte do professor universitário Neylson Oliveira da Silva, que foi assassinado no dia 10 de agosto de 2022, no bairro Laranjeiras, na cidade de Açailândia, a 562 km de São Luís.

Sentaram no banco dos réus Clemilson Pereira Silva, Nisley Sousa Gomes, Lucas Costa e Jonathan Dias Almeida, todos acusados pelo crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O julgamento foi realizado pelo Poder Judiciário da Comarca de Açailândia, através da 1ª Vara Criminal.

Consta na denúncia do Ministério Público, que no dia anterior ao crime, Neylson estava no Bar do Barão, em companhia de outras pessoas, onde permaneceu até a madrugada do dia 10. Depois o professor deixou o local na companhia de um homem, indo lanchar na rodoviária.

Após lancharem, os homens foram até um ponto de mototáxi, no local eles foram abordados por Nisley e Jonathan, recebendo o convite para irem até uma casa para beber. Em seguida, Nisley e Jonathan levaram o homem que estava na companhia do professor até uma residência, onde os outros dois estavam aguardando.

De pronto, o homem percebeu tratar-se de uma ‘boca de fumo’ (local onde há venda de drogas) e, na primeira chance, conseguiu fugir do local. Enquanto isso, Jonathan retornou ao setor rodoviário e buscou Neylson.

As investigações apontam que, já de volta à residência, os denunciados passaram a consumir bebida alcoólica em companhia da vítima. Na ocasião, os denunciados constataram que a vítima trazia consigo alguns cartões bancários. Minutos depois, os homens exigiram que Neylson entregasse seus cartões bancários, uma quantia em dinheiro e a chave de sua residência.

Como a vítima se negou a atender ao pedido dos denunciados, os homens o mantiveram em cárcere privado. Algumas horas depois, ainda pela madrugada, a vítima trocou mensagens de WhatsApp com o amigo que estava na sua companhia anteriormente, informando que estava sequestrado. O professor disse, ainda, que caso não aparecesse, era para procurá-lo na ‘boca de fumo’.

O amigo de Neylson achou que se tratava de uma brincadeira e não acionou a polícia.

Estrangulado
Consta ainda no inquérito, que os denunciados, ao perceberem que a vítima não entregaria seus pertences, iniciaram uma série de agressões e, não achando suficiente, utilizaram um laço para estrangular Neylson, que morreu por asfixia.

Em seguida, os criminosos subtraíram os pertences pessoais e a chave da residência de Neylson e se deslocaram até o endereço da vítima, onde roubaram uma televisão e uma caixa de som.

De volta à ‘boca de fumo’, o denunciado Jonathan, em companhia dos demais, traçou um plano para se livrarem do corpo da vítima. Nesse contexto, Jonathan e Clemilson levaram o corpo da vítima até o ‘brejo do sapo’, bairro Laranjeiras, em uma motocicleta conduzida pelo primeiro, enquanto o segundo abraçava o corpo da vítima para que não caísse.

Já nas imediações do brejo do sapo, os denunciados ocultaram o corpo da vítima em um matagal. Entretanto, os dois foram vistos por testemunhas, que acharam suspeita a atitude de Clemilson, por estar abraçado ao indivíduo do meio.

Após se desfazerem do corpo do professor, os denunciados retornaram, onde todos realizaram algumas movimentações nas contas bancárias da vítima, transferindo valores. Ainda no mesmo dia, já pela manhã, a Polícia Militar foi informada sobre a existência de um corpo nas proximidades do bairro Laranjeiras.

Após constatarem a veracidade dos fatos, a guarnição recebeu informações, por meio dos populares, que os denunciados Jonathan e Clemilson haviam sido vistos em uma motocicleta com um terceiro indivíduo, o qual estaria desacordado, acrescentando, ainda, que Nisley e Lucas haviam sido vistos em companhia deles.

Neylson Oliveira era natural de São Luís e morava sozinho em Açailândia, no loteamento Colinas Park. Ele era professor substituto da disciplina de Libras da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL). Ele também trabalhava na Escola Municipal Fernando Rodrigues, na Vila Ildemar.

Condenação
Ao final do julgamento, Clemilson Pereira recebeu a pena de 26 e três meses de reclusão, mesma pena recebida por Lucas Costa e Jonathan Dias Almeida. Já Nisley Sousa Gomes foi condenado a 33 anos e oito meses de prisão. Aos réus foi negado o direito de recorrer da decisão em liberdade.

“Por fim, nos termos do Código de Processo Penal, em razão da natureza da pena aplicada e por ainda restarem presentes os requisitos ensejadores da prisão preventiva, mormente a garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal, deixo de conceder aos acusados o direito de apelar em liberdade”, destacou a juíza Selecina Locatelli, titular da 2ª Vara Criminal de Açailândia, respondendo pela 1ª.

G1ma

Ministério da Justiça fala sobre reunião com mulher de chefe de facção

O Ministério da Justiça e Segurança Pública emitiu uma declaração em relação às duas reuniões que contaram com a participação de Luciene Barbosa. Luciene é casada com Clemilson dos Santos Farias, conhecido como Tio Patinhas, considerado o traficante mais perigoso do Amazonas e líder do Comando Vermelho (CV) no estado. A revelação dos encontros foi feita pelo Estadão.

Conhecida como a “Dama do Tráfico Amazonense”, Luciene foi condenada por lavagem de dinheiro, associação para o tráfico e organização criminosa. Atualmente, ela responde em liberdade. Enquanto isso, seu marido, Tio Patinhas, cumpre uma sentença de 31 anos de prisão.

Durante um período de três meses, Luciene Barbosa se encontrou com dois diretores e dois secretários do Ministério da Justiça. Em resposta, a assessoria do ministro Flávio Dino divulgou uma nota afirmando que Luciene fazia parte de uma comitiva de pessoas e esteve no prédio sem ser devidamente identificada. Abaixo, segue a nota oficial do Ministério da Justiça:

“No dia 16 de março, a Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL) atendeu solicitação de agenda da Anacrim (Associação Nacional da Advocacia Criminal), com a presença de várias advogadas. A cidadã mencionada no pedido de nota não foi a requerente da audiência, e sim uma entidade de advogados. A presença de acompanhantes é de responsabilidade exclusiva da entidade requerente e das advogadas que se apresentaram como suas dirigentes.

Por não se tratar de assunto da pasta, a Anacrim, que solicitou a agenda, foi orientada a pedir reunião na Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). A agenda na Senappen e da Anacrim aconteceu no dia 2 de maio, quando foram apresentadas reivindicações da Anacrim.

Não houve qualquer outro andamento do tema. Sobre atuação do Setor de Inteligência, era impossível a detecção prévia da situação de uma acompanhante, uma vez que a solicitante da audiência era uma entidade de advogados, e não a cidadã mencionada no pedido de nota.

Todas as pessoas que entram no MJSP passam por cadastro na recepção e detector de metais.”

Luciene é casada com Tio Patinhas desde 2012. O traficante ficou conhecido pela violência e crueldade com rivais e devedores. Segundo o Ministério Público do Amazonas, Luciene atuava na parte financeira das atividades do marido.

Após a repercussão do caso, Flávio Dino também se manifestou por meio do Twitter:

“Nunca recebi, em audiência no Ministério da Justiça, líder de facção criminosa, ou esposa, ou parente, ou vizinho. De modo absurdo, simplesmente inventam a minha presença em uma audiência que NÃO SE REALIZOU em meu gabinete”.

MN

Jojo Todynho aponta diferença de tratamento com denúncias de Ana Hickmann e Patrícia Ramos

Nesta segunda-feira (13), a cantora Jojo Todynho publicou um desabafo nos stories de seu Instagram. A intérprete de “Que Tiro Foi Esse?” apontou a diferença de tratamento que Patrícia Ramos recebeu quando denunciou que o ex-marido a agredia com o que Ana Hickmann está recebendo agora, após a denúncia de violência doméstica.

Jordana iniciou falando sobre a acusações de ter inveja do ex-marido, o peão Lucas Souza e disse não ter vontade de viver a vida de ninguém. “Ontem o acontecimento da Ana Hickmann foi um grande aprendizado pra vocês entenderem que a vida não é uma margarina”, apontou a estudante de direito. “Pra vocês pararem de acreditar e idealizar tudo o que vocês vêm por aí. Para! Acorda pra vida!”, disse ela.

“É por isso que tem um monte de gente se matando, é por isso que tem um monte de gente que passa por diversos tipos de situações, porque quer copiar a vida dos outros”, continuou Jojo Todynho. “‘Ah, porque eu quero ter a vida de fulano’. Eu não quero ter a vida de ninguém, quero ter a minha própria vida, quero correr atrás dos meus objetivos”, disse a cantora.

Em seguida, Jojo Todynho voltou a citar as situações vividas por Patrícia Ramos e Ana Hickman. “Engraçado: a situação da Luísa [Sonza] reverberou de uma forma surreal, a da Patrícia [Ramos] não. Pra nós mulheres negras as coisas são muito mais difíceis”, apontou Jordana. “Eu sou uma mulher preta e as pessoas acham que é mimimi, que a gente quer se vitimizar. Eu não preciso me vitimizar, não nasci pra ser vítima”, disse ela.

A cantora lembrou das críticas que Patrícia vem recebendo por ter denunciado que sofria agressões do ex-marido, Diogo Vitório. “Lembra? A Patrícia tá sendo condenada por se expor. Uma situação que ela vivia e que ela fez pra alertar muitas mulheres. Aí teve comoção pra Ana, mas pra Patrícia não”, apontou Jojo Todynho. “É só botar na balança: mulheres brancas e mulheres pretas. Como é que é a diferença, como as coisas funcionam”.

Relembre a situação com Patrícia Ramos e Ana Hickmann
A situação com Patrícia foi exposta na mídia no último dia 31 de outubro, mas a influencer prestou queixa contra Diogo Vitório um dia antes. A humorista compartilhou nas redes algumas imagens de hematomas deixados nela e também um vídeo de uma discussão dos dois. Ela acusou o ex-marido de de lesão corporal, estelionato com falsidade ideológica, furto mediante fraude, violência doméstica nas formas física, moral, psicológica e patrimonial, e também de perseguição (stalking).

Já a situação com Hickmann aconteceu no último final de semana, quando a apresentadora retirou fotos ao lado de Alexandre Correa de suas redes sociais e fez um boletim de ocorrência contra ele. Ana, que estava em um relacionamento com o empresário desde 1998, acusou o ex-marido de agressão e ameaça. Após isso, internautas começaram a resgatar imagens em que a apresentadora aparece com hematomas.

Em Off MN

Coroatá sedia a primeira Conferência Municipal de Comunicação

O Futuro da Imprensa diante das Mídias Sociais, esse foi o tema da I Conferência Municipal de Comunicação que aconteceu na cidade de Coroatá, Região dos Cocais, nesse final de semana. O evento reuniu profissionais do jornalismo, radialismo, assessoria de comunicação, redes sociais, cerimonialistas e pessoas do segmento de carros de som para juntos discutir problemas e encontrar melhores soluções para superar os desafios desses setores.

A abertura da solenidade aconteceu na noite de sábado (11), no Centro Paroquial da cidade e se estendeu por todo o domingo (12). Na oportunidade, alguns assuntos foram debatidos. O jornalista e advogado Acélio Trindade falou dos limites da Liberdade de Imprensa no Estado Democrático de Direito.

Já o também jornalista e diretor-presidente da Central de Notícias, Humberto Fernandes enfatizou sobre o desafio da Imprensa frente às redes sociais.

Representando o prefeito da cidade, a chefe de gabinete Ariana Soares falou sobre a importância da conferência para a região.

“Com apoio do prefeito Luís da Movelar Filho, o secretario Edy Lemos trouxe essa conferência para Coroatá que proporcionou para os profissionais do segmento tanto das secretarias do nosso município, quanto das rádios da cidade uma melhor atualização sobre as novas ferramentas comunicacionais existentes na atualidade”, disse.

O evento foi realizado pela Prefeitura Municipal de Coroatá, através da sua Assessoria de Comunicação.

Central de Notícias

Quatro acidentes marcam o fim de semana nas estradas que cortam o MA

O fim de semana foi marcado por quatro acidentes nas estradas que cortam o estado do Maranhão. O mais recente aconteceu na madrugada desse domingo (12), na zona rural de Santa Inês, a 250 km de São Luís.

Na ocasião cinco pessoas ficaram feridas após a caminhonete onde elas estavam bater contra um trator na altura do Km 382 da BR-222, em Santa Inês.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o motorista do trator sofreu uma grave lesão na cabeça e foi encaminhado para o hospital de Santa Inês. Já o motorista da caminhonete teve ferimentos leves.

Os outros três passageiros da caminhonete foram socorridos e encaminhados para o hospital da cidade e um deles possuía ferimentos graves.

Já no sábado (11) foram registrados três acidentes. O primeiro aconteceu no início da manhã quando um motociclista na contramão se chocou contra um carro no Km 51 da BR-135, em Bacabeira. Na motocicleta, havia duas pessoas, e o piloto, de 34 anos, morreu no local devido ao impacto da batida.

A passageira da motocicleta, uma mulher de 39 anos, teve ferimentos graves, foi encaminhada ao hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão II), na capital, onde morreu. Os ocupantes do carro, não tiveram nenhum ferimento.

Ainda pela manhã, no Km 404 da BR- 316, em Alto Alegre do Maranhão, um caminhão bateu de frente com um carro de passeio. O caminhão seguia no sentido Peritoró – Alto Alegre, e o veículo de passeio seguia no fluxo contrário, quando houve uma colisão. O condutor do carro foi levado para o hospital com ferimentos graves.

Já no início da noite de sábado na BR-135, na cidade de Santa Rita houve outra batida frontal envolvendo uma motocicleta e uma van. Segundo a PRF, o acidente aconteceu no Km 67 da rodovia estadual.

No momento do acidente um motociclista de 35 anos, que não usava capacete e não teve a sua identidade revelada, morreu no local após bater contra o veículo que seguia de São Luís com destino ao município de Alto Alegre do Maranhão.

G1ma