Mulheres são presas com drogas nas partes íntimas, em Itinga do Maranhão

Uma megaoperação foi deflagrada, na manhã desta terça-feira (20), pela Polícia Civil do Maranhão, com apoio da Polícia Militar com a missão de cumprir mandados de busca e apreensão contra endereços ligados a alvos de uma investigação que apura um esquema de tráfico de drogas na cidade de Itinga do Maranhão.

Segundo a Delegacia de Polícia de Itinga, uma investigação apontou um intenso tráfico de drogas que ocorria na Rua Vitória, no bairro São Sebastião, ocasião em que, após a confirmação da traficância em três imóveis, foi representada pela decretação de busca e apreensão domiciliar junto ao Poder Judiciário.

Na manhã dessa terça (20), policiais civis e militares se dirigiram aos endereços, a fim de dar cumprimento à decisão judicial. Em buscas nos três imóveis os policiais apreenderam 115 porções de maconha e 129 porções de crack, todas prontas para venda, além de 455 reais em espécie, materiais usados para embalar os entorpecentes, tais como linhas de costura, papel filme e sacos plásticos transparentes.

Durante a operação foram presos em flagrante por tráfico e associação para o tráfico de drogas, dois homens e três mulheres, entre 18 e 39 anos de idade. Um fato chamou a atenção dos policiais, parte da droga foi encontrada nas partes íntimas das três mulheres, após uma revista pessoal realizada por uma policial feminina.

Os cinco presos foram conduzidos à Delegacia de Polícia do município, onde foram autuados em flagrante. Dos cincos presos, somente um não possuía passagem pela polícia, já os demais possuem passagens por tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas.

Segundo a Delegacia de Itinga, duas das mulheres presas ,apesar de possuírem 22 e 20 anos respectivamente, já respondem a dois processos criminais por crimes da Lei de Drogas, sendo que a primeira possui condenação criminal a 08 anos de prisão e a segunda a 09 anos, mas estão em prisão domiciliar.

Além do disso , outros dois dos presos respondem em liberdade a processos por crimes da Lei de Drogas, que ainda está em tramitação. Uma das presas, no momento da prisão, chegou a debochar dos policiais dizendo que eles sabiam que ela não ficaria presa por ter filhos menores de idade, sendo esta sua terceira prisão pelo mesmo crime .

Além de policiais civis da Delegacia de Itinga, participaram da operação, investigadores da Delegacia Regional de Açailândia e policiais militares da 2° CPMA.

CN

Senadores do MA vão sabatinar Zanin para vaga no STF; veja como votarão

O advogado Cristiano Zanin Martins ficará frente a frente com críticos do governo Lula e adversários do passado – como o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR), ex-juiz federal da Operação Lava Jato – durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira, 21. A etapa é parte do processo de nomeação dele para o Supremo Tribunal Federal (STF). Com apoio das maiores bancadas da Casa, a tendência é que o indicado para a vaga deixada pelo ministro Ricardo Lewandowski seja aprovado pelo colegiado com a concordância de senadores evangélicos, petistas e membros de partidos do Centrão.

A cruzada que o advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empreendeu nos corredores da Casa provocou resultados positivos. Zanin já tem o voto favorável de pelo menos 15 senadores da CCJ. O colegiado tem 26 parlamentares na composição atual – uma cadeira está vaga por falta de consenso entre os blocos na distribuição das vagas. Para aprovação, é necessária maioria simples, ou seja, 14 votos. O presidente da comissão, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), também vota.

Na CCJ do Senado, cinco parlamentares são de partidos que compõem a base do governo Lula. Além do PT, que tem três senadores, PSB e PDT têm mais dois parlamentares, que já declararam voto em Zanin. Os três senadores do Maranhão, Eliziane Gama (PSD), Weverton Rocha (PDT) e Ana Paula Lobato (PSB) vão votar a favor da indicação do advogado Cristiano Zanin para o Supremo Tribunal Federal (STF).

A resistência em torno de Zanin está centrada nos parlamentares de direita e alinhados ao bolsonarismo.

O MDB de Renan Calheiros (AL), senador aliado de Lula, também confirmou apoio unânime ao nome indicado pelo presidente. Outro partido que também apoiará o nome de Zanin é o PSD, de Rodrigo Pacheco (MG). Cinco senadores da CCJ pertencem à sigla.

Se o nome de Zanin for aprovado depois da sabatina, ele será submetido ao plenário ainda nesta quarta, 21, como informou Pacheco. O relator do processo no Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), apresentou na última quinta, 15, um parecer favorável ao advogado.

Veja os nomes dos senadores que farão a sabatina de Cristiano Zanin na CCJ:

Sérgio Moro (União Brasil-PR)
Renan Calheiros (MDB-AL)
Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Magno Malta (PL-ES)
Eduardo Girão (Novo-CE)
Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Marcio Bittar (União Brasil-AC)
Eduardo Braga (MDB-AM)
Jader Barbalho (MDB-PA)
Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)
Marcos do Val (Podemos-ES)
Weverton (PDT-MA)
Plínio Valério (PSDB-AM)
Omar Aziz (PSD-AM)
Angelo Coronel (PSD-BA)
Otto Alencar (PSD-BA)
Eliziane Gama (PSD-MA)
Lucas Barreto (PSD-AP)
Fabiano Contarato (PT-ES)
Rogério Carvalho (PT-SE)
Augusta Brito (PT-CE)
Ana Paula Lobato (PSB-MA)
Carlos Portinho (PL-RJ)
Esperidião Amin (PP-SC)
Mecias de Jesus (Republicanos-RR)

John Cutrim

Acusado de matar dois estudantes no Paraná é encontrado morto na prisão

Na noite de terça-feira (20), o acusado pelo assassinato de dois estudantes no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, localizado em Cambé, região norte do estado do Paraná, foi encontrado sem vida na Casa de Custódia de Londrina. A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) confirmou o ocorrido. Ele tinha 21 anos e a causa da morte não foi divulgada.

Na segunda-feira (19), o acusado, que é ex-aluno da escola, invadiu a unidade de ensino em Cambé, resultando na morte de Karoline Verri Alves, uma estudante de 17 anos, que foi atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça. Além disso, Luan Augusto, outro aluno de 16 anos, também foi atingido na cabeça e morreu posteriormente no hospital.

O acusado estava detido em Londrina desde a segunda-feira (19). Conforme informações da Secretaria de Segurança, ele sofria de esquizofrenia e recebia tratamento para essa condição. De acordo com a polícia civil, o atirador afirmou que o objetivo era atacar jovens, pois, para ele, “estaria retaliando aquele sofrimento” e mágoa que guardava do tempo em que estudou no colégio. O secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Teixeira, disse que, em depoimento, o autor dos disparos confirmou não ter vínculo com as vítimas.

Ex-aluno anunciou massacre ao invadir escola no PR: “Todo mundo vai morrer”

Uma estudante que presenciou o trágico incidente ocorrido no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, localizado em Cambé, Paraná, compartilhou seu relato sobre o episódio ocorrido nesta segunda-feira (19). O ataque resultou na morte da aluna Karoline Verri Alves. Seu namorado, Luan Augusto, atingido com um tiro, encontra-se em estado grave.

De acordo com informações da polícia, o responsável pelo crime dirigiu-se à escola com o objetivo de solicitar seu histórico escolar. Ao entrar na instituição, efetuou os tiros. Segundo a testemunha, o ex-aluno da instituição disse “Todo mundo vai morrer aqui dentro”, enquanto ameaçava abrir uma porta. A estudante, ao descrever o momento, declarou: “Ele falou assim, ‘se não abrir essa porta vai todo mundo morrer aqui dentro'”.

MN

TRAGÉDIA EM TIMBIRAS, JOVEM MORRE AFOGADO APÓS SAIR PARA PESCAR

Um adolescente que havia saído de casa hoje por volta das 8:00horas da manhã na Caixa D’Água para pescar no rio itapecuru. Acabou morrendo afogado.

Os familiares sentiram a falta de Gordinho, assim era carinhosamente chamado por familiares e amigos. Pois o jovem ainda não tinha retornado para sua casa.

Começou uma busca pelo rapaz no fim da tarde desta terça-feira (20), familiares e amigos desceram as margens do rio na busca de encontrar com vida o rapaz, mas horas depois o corpo de Jhonatan foi encontrado dentro do rio enrolado em uma tarrafa.

A polícia civil esteve no local, mais a causa da morte ainda não foi revelada. Tudo leva crê que a tarrafa possa ter enganchado e o jovem ao tentar desenganchar, acabou se afogando.

O corpo será velado na residência de seu pai no bairro São Sebastião na Rua da Caixa D’Água.

Sílvio Ramon

Criatório Senepol Peixe Boi: Use Touro Senepol e tenha melhor resultado no cruzamento industrial

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Anna Carolina Jatobá é solta após Justiça conceder progressão para o regime aberto

Anna Carolina Jatobá, presa desde 2008 pela morte da enteada Isabella Nardoni, foi solta na noite desta terça-feira (20), após a Justiça conceder progressão para o regime aberto (entenda mais abaixo). Ela cumpria pena há 15 anos e, atualmente, estava em um presídio em Tremembé, no interior de São Paulo.

O g1 apurou que a decisão que concedeu progressão para o regime aberto foi assinada pela juíza Márcia Domingues de Castro, da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté. O alvará já foi cumprido e Anna Carolina Jatobá estava liberada desde 18h.

Com a decisão, Jatobá deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier, a P1, em Tremembé, por volta das 19h45. Ela esperava apenas a chegada de parentes para deixar a cadeia.

Jatobá progrediu ao regime semiaberto em 2017 e, desde então, era beneficiada com as saidinhas temporárias. As atividades fora do presídio, no entanto, eram discretas e raramente ela era vista nas ruas.

O g1 entrou em contato a defesa de Anna Carolina Jatobá, que preferiu não se manifestar sobre o caso.

O g1 também acionou o Tribunal de Justiça, que não forneceu informações sobre a soltura de Jatobá, afirmando que o caso corre em segredo de Justiça. “O processo de execução da pena da Anna Carolina Jatobá tramita em segredo de justiça. Por isso, não podemos fornecer mais informações sobre o caso”, disse.

Regime aberto


No regime aberto, o condenado cumpre pena fora da prisão e pode trabalhar durante o dia. À noite, deve se recolher em casa de albergado, ou seja, deve retornar para uma casa de hospedagem prisional coletiva, designada pela Justiça e que abriga presos que estão no mesmo regime.

Para não perder o benefício, o condenado precisa seguir algumas regras, como:

permanecer no endereço que for designado durante o repouso e nos dias de folga;
cumprir os horários combinados para ir e voltar do trabalho;
não pode se ausentar da cidade onde reside sem autorização judicial;
quando determinado, deve comparecer em juízo, para informar e justificar suas atividades.
Mesmo seguindo essas condições básicas, o juiz pode estabelecer outras condições especiais, de acordo com cada caso.

Crime
Anna Carolina e Alexandre Nardoni foram condenados pelo assassinato de Isabella Nardoni em março de 2010, mas estavam presos desde 2008. O caso aconteceu na noite do dia 29 de março de 2008, quando a menina de apenas cinco anos foi jogada pelo pai e pela madrasta da janela de um apartamento na capital.

Isabella caiu do sexto andar do apartamento onde morava o casal Nardoni, no Edifício London. Para a investigação, porém, não foi uma queda acidental, mas sim um homicídio. A menina foi agredida e, achando que estava morta, foi arremessada.

O pai foi condenado a mais de 30 anos de cadeia e a madrasta a 26 anos de prisão, cumprindo pena na Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, a P1 feminina de Tremembé (SP).

Jatobá trabalhou como costureira na penitenciária no interior de São Paulo e conseguiu reduzir a pena. Em 2017, ela progrediu ao regime semiaberto e, desde então, era beneficiada com as saidinhas temporárias.

À época, quando foi submetida a testes para progressão do regime, Jatobá afirmou ser inocente e disse desejar que a verdade sobre o caso apareça.

Disse também planejar após ter a liberdade definitiva buscar apoio dos familiares, manter o relacionamento com o marido Alexandre Nardoni, fazer um curso de moda e abrir um ateliê de costura.

Análise do regime aberto
Em maio deste ano, por unanimidade, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça determinou que a Justiça de São Paulo analisasse o pedido da defesa de Anna Carolina Jatobá para que ela fosse para o regime aberto.

A defesa dela recorreu ao STJ após o juiz da Vara de Execuções penais exigir a realização de um teste psicológico, chamado de Rorschach, para analisar o pedido de progressão para o regime aberto.

A Procuradoria-Geral da República concordou com a dispensa do teste de Rorschach. O subprocurador-geral da República Luciano Marins Maia afirmou que essa análise exigida já foi superada pela comunidade científica.

Relator, o ministro Messod Azulay Neto afirmou que o pedido de mais um exame não foi devidamente justificado e que talvez tenha sido requerido apenas por envolver um caso rumoroso.

“Não importa que o crime é horrendo. O que eu penso sobre o crime ou o que outros pensam, pouco importa. O que importa é o que a lei determina e é o que está sendo cumprido”.

Caso Isabella


Em 29 de março de 2008, Isabella, foi jogada da janela do apartamento do casal, no sexto andar de um prédio no bairro do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo. Os condenados negam o crime. Eles alegam que uma outra pessoa entrou na residência e matou a criança.

A acusação se baseou em provas periciais produzidas pela Polícia Civil. Para o Ministério Público, Anna Jatobá esganou Isabella Nardoni e Alexandre jogou o corpo da filha pela janela. Antes, o casal teria cortado uma tela de proteção do apartamento.

G1

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