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Preso em São Luís suspeito de manter em cárcere privado adolescente de 12 anos que conheceu no TikTok

Homem de 25 anos foi preso nesta terça-feira (14) em São Luís — Foto: Divulgação

Homem de 25 anos foi preso nesta terça-feira (14) em São Luís — Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, nesta terça-feira (14), um homem, de 25 anos, suspeito de manter uma adolescente, de 12 anos, em cárcere privado no bairro Vila Luizão, em São Luís.

A vítima é natural do Rio de Janeiro. A menina estava desaparecida após ter saído para ir para a escola e desde então, era procurada pela Polícia Civil carioca. Após uma série de investigações, com o apoio da Polícia Civil do Maranhão, a menor foi localizada vivendo isolada em kitnet com o suspeito em São Luís.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito teria conhecido a vítima no aplicativo de vídeos Tik Tok e há dois anos, eles mantinham contato. Ele foi ao Rio de Janeiro para buscá-la e trouxe-a para a capital maranhense.

Agentes da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) foram acionados até o local e localizaram a vítima. O suspeito foi preso, logo em seguida, e a menor foi resgatada.

O homem foi levado para prestar depoimento na sede da SHPP.

g1ma

Maranhão recebe mais de 400 doses da vacina Monkeypox

Profissional de saúde prepara dose da vacina contra a varíola dos macacos (monkeypox). — Foto: AP Photo/Jeenah Moon, File

Profissional de saúde prepara dose da vacina contra a varíola dos macacos (monkeypox). — Foto: AP Photo/Jeenah Moon, File

O Maranhão recebeu, na segunda-feira (13), 478 doses da vacina Varíola Bavarian Nordic – 01, destinada à imunização contra o vírus Monkeypox (Mpox). As doses foram enviadas pelo Ministério da Saúde para a Secretaria de Estado de Saúde (SES).

As doses serão destinadas para garantir o esquema vacina de primeira (D1) e segunda (D2) doses, com quatro semanas de intervalo ou 28 dias, entre as doses. Até o momento, o Maranhão já registrou uma morte e 129 casos confirmados de Monkeypox.

De acordo com a SES, o objetivo é proteger o público-alvo com maior risco de evolução para as formas graves da doença. Por recomendação do Ministério da Saúde, inicialmente, a vacina será distribuída para São Luís.

Público-alvo

O público-alvo para vacinação contra a Monkeypox é dividida entre duas categorias. A vacinação pré-exposição e a pós-exposição.

Vacinação pré-exposição

  • Pessoas com HIV/Aids (PVHA): homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais; com idade igual ou superior a 18 anos; e com status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimoas seis meses.
  • Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 3 (NB-3), de 18 a 49 anos.

Pós-exposição

  • Pessoas que tiveram contato direto com fluídos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas com Monkeypox, cuja exposição seja classificada como de alto ou médio risco, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Monkeypox

A Mpox vírus é um Orthopoxvírus causador de doença cujos os sinais e sintomas se assemelham aos da varíola, com menor gravidade. O período de incubação pode durar de 5 a 21 dias e a transmissão, é mais frequentemente relacionada ao contato direto com fluídos corporais, lesões de pele ou de mucosas internas como boca, garanta ou gotículas respiratórias.

Dentre os sinais e sintomas da doença estão febre, erupções corporais que evoluem de máculas a pústulas num período, entre duas a quatro semanas, e edema de gânglios linfáticos. A vacinação se dará conforme a disponibilidade de doses de vacina e de acordo com a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

g1ma

‘Não sou herói, fiz meu trabalho’, diz auditor da Receita que barrou joias

O delegado da Receita Federal Mario de Marco Rodrigues, responsável por negar um pedido do então secretário do órgão, Julio Cesar Vieira Gomes, para liberar joias trazidas ilegalmente ao Brasil para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, negou que se sinta um herói por ter exercido seu dever profissional.

Durante participação no UOL Entrevista, De Marco destacou que tanto ele quanto os demais servidores da Receita apenas cumpriram suas obrigações.

'Não sou herói, fiz meu trabalho', diz auditor da Receita que barrou joias

‘Não sou herói, fiz meu trabalho’, diz auditor da Receita que barrou joias

“Definitivamente me sinto representante do trabalho de uma instituição e nesse caso específico, principalmente, da alfândega de Guarulhos, mas de forma alguma me considero um herói ou responsável direto. Sou só alguém que participou dos fatos, junto com diversos servidores que atuaram de forma impessoal, como fazemos todos os dias.”

O delegado também afirmou que esses bens, no caso as joias dadas ao governo Bolsonaro pelo governo da Arábia Saudita em outubro de 2021, são do Estado e não poderiam ser liberados a qualquer pessoa mesmo com o pagamento dos impostos para bens vindos do exterior.

Ele apontou que houve na imprensa uma “confusão” em relação à cobrança de impostos nesse caso das joias porque, quando se trata de incorporação de bens públicos, recebidos em função do cargo que exerce, “não existe a possibilidade de pagar tributo para incorporar como seu o bem que você recebeu como representante do Estado”. 

“Então, assim, não existe a possibilidade de você ir a algum evento, ganhar um bem, independente do valor, você não pode falar: ‘ah, eu gostei desse bem, vou pagar o tributo devido e ficar com ele’. Não existe essa possibilidade, o bem foi dado ao Estado brasileiro. Então a única possibilidade a ser conversada é incorporar aquele bem ao Estado.”

O delegado faz referência ao fato de que, quando a notícia veio à tona, a imprensa destacou que, caso quisesse ficar com as joias avaliadas em R$ 16,5 milhões, Bolsonaro deveria pagar os impostos obrigatórios. Porém, o auditor da Receita ressaltou que isso não seria possível porque as peças foram dadas a representantes do Estado na função do cargo exercido naquele momento. Logo, as peças devem ser incorporadas ao patrimônio público. 

Mario de Marco Rodrigues também declarou que a Receita enviou uma intimação para que o responsável por entrar com as joias no Brasil, no caso o ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, preste as informações de maneira formal, devido ao fato de ele ter declarado que as peças de diamantes estavam sob responsabilidade de sua comitiva.

MN

Polícia investiga assassinato de adolescente de 17 anos em Imperatriz

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) investiga o assassinato do adolescente Weverton Eufrásio, de 17 anos, morto na noite de segunda-feira (13), no bairro Vila Cafeteira, em Imperatriz, cidade a 629 km de São Luís.

Imagens de câmeras de segurança registraram a ação. O adolescente caminhava pela rua, a caminho de uma igreja, quando segundo a família, foi abordado por homens em uma moto que efetuaram vários disparos.

O adolescente foi atingido, chegou a levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontam que o adolescente pode ter sido vítima de um ataque aleatório de facções. Entretanto, a principio, a vítima não tem envolvimento com crimes.

G1ma

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Atendimento de crianças com Transtorno de Espectro Autista será ampliado no Maranhão

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), dará apoio técnico à Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) para ampliação do atendimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A medida visa, por meio de termo de cooperação técnica, garantir aos municípios apoio às obras, equipamentos e qualificação na metodologia ABA (Applied Behavior Analysis).

O termo de cooperação técnica foi assinado na segunda-feira (13), pelo governador Carlos Brandão, o secretário de Estado da Saúde Tiago Fernandes e o presidente da Famem, Ivo Rezende, durante a abertura do 1º Congresso Estadual do Municipalismo Maranhense, que acontece até esta terça-feira (14), no Multicenter Sebrae.

“O evento marca a história do Maranhão. Em 30 anos de vida pública, ainda não tinha vivido um momento como esse. Assinamos vários Termos de Cooperação para que os municípios possam escolher aqueles que mais lhe interessarem. Nosso objetivo é tornar a parceria com os municípios efetiva, pois sabemos que é lá que as pessoas estão”, ressaltou o governador, Carlos Brandão.

O termo de cooperação técnica visa à expansão das Unidades de Assistência a Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e garantir aos municípios obras, equipamentos e qualificação na metodologia ABA.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, o termo é uma das formas de concretizar a parceria com os gestores municipais.

“Nossa proposta é de diálogo constante com os municípios para construir políticas públicas para executar junto com os municípios, seja com capacitação técnica ou através de fomento financeiro”, esclareceu o secretário.

O evento une diversos atores das esferas públicas municipais, estaduais e federais, com o objetivo de dar ênfase à pauta municipalista.

O Imparcial