Em Joselândia, um menino de 6 anos morre ao cair de um carro, durante uma mudança

De acordo com as informações repassadas pelo repórter Amarildo Lopes, da página Joselândia News, o corpo do menino foi enterrado na manhã deste sábado (26/11).

O menino Bryan de apenas seis anos morreu após cair de um caminhão de mudança. Bryan teria entrado no veículo sem que ninguém perceber.

Nossos sentimentos a família.

Com informações: JOSELANDIA NEWS

Aneel mantém bandeira verde em dezembro, sem taxa adicional na conta de luz

Aneel mantém bandeira verde em dezembro, sem taxa adicional na conta de luz - Imagem 1

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que manterá a bandeira verde acionada em dezembro para todos os consumidores conectados ao setor elétrico nacional. Com a decisão, as contas de luz seguem sem cobrança adicional.

A bandeira verde está em vigor para todos os consumidores desde 16 de abril. De acordo com a agência, o patamar reflete o nível dos reservatórios das hidrelétricas, devido ao período de chuvas.

“Com a chegada do período chuvoso, melhoram os níveis dos reservatórios e as condições de geração das usinas hidrelétricas, as quais possuem um custo mais baixo. Dessa forma, não é necessário acionar empreendimentos com energia mais cara.

Bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar os custos da geração de energia no país aos consumidores e atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia.

Antes, o custo da energia em momentos de mais dificuldade para geração era repassado às tarifas apenas no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. No modelo atual, os recursos são cobrados e repassados às distribuidoras mensalmente por meio da “conta Bandeiras”.

A bandeira verde, quando não há cobrança adicional, significa que o custo para produzir energia está baixo. Já as bandeiras amarela e vermelha 1 e 2 representam um aumento no custo da geração e a necessidade de acionamento de térmicas, o que está ligado principalmente ao volume dos reservatórios.

MN

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Policial militar é preso suspeito de roubar e matar professor em São Luís

O PM Emanuel Vasconcelos da Silva, de 32 anos, foi preso nesta sexta-feira (25), em São Luís. — Foto: Reprodução/TV Mirante

O PM Emanuel Vasconcelos da Silva, de 32 anos, foi preso nesta sexta-feira (25), em São Luís. — Foto: Reprodução/TV Mirante

Um soldado da Polícia Militar, identificado como Emanuel Vasconcelos da Silva, de 32 anos, foi preso nesta sexta-feira (25), suspeito de matar o professor e estudante de odontologia Diomar Guterres Filho, que foi vítima de latrocínio, no dia 8 de novembro deste ano, no bairro da Areinha, em São Luís.

O professor e estudante de odontologia Diomar Guterres Filho foi vítima de latrocínio, no dia 8 de novembro deste ano, no bairro da Areinha, em São Luís. — Foto: Reprodução/Redes sociais

O professor e estudante de odontologia Diomar Guterres Filho foi vítima de latrocínio, no dia 8 de novembro deste ano, no bairro da Areinha, em São Luís. — Foto: Reprodução/Redes sociais

O PM, que é lotado no 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), foi preso por investigadores da Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP), na residência dele na avenida Santos Dumont, no bairro do Anil, na capital, em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Segundo as investigações da SHPP, a vítima foi encontrada morta por um disparo de arma de fogo na região da cabeça, em um terreno abandonado, na rua 46, no bairro da Areinha. Como o veículo e o aparelho de celular do professor foram roubados, o crime foi caracterizado como latrocínio (roubo seguido de morte).

Ainda de acordo com a SHPP, além do mandado de prisão, os policiais civis cumpriram dois mandados de busca e apreensão contra endereços ligados ao investigado. Durante as buscas, foram encontrados dois celulares e uma arma de fogo .40, que passarão por perícia.

Em seu interrogatório, o PM usou o direito de permanecer em silêncio. O investigado só deverá prestar esclarecimentos na próxima quarta-feira (30), na companhia do seu advogado.

Segundo o delegado Marconi Matos, da SHPP, o policial militar já é investigado por um crime de roubo, que aconteceu em agosto deste ano, tendo como vítima um técnico de enfermagem, de 28 anos. A vítima procurou a polícia, para denunciar que foi dopado e roubado pelo PM.

“A vítima disse que conheceu o investigado através de um aplicativo de relacionamento e se encontraram depois no apartamento da vítima. No caso, ele (o enfermeiro) foi dopado, e o investigado subtraiu os bens da vítima. Depois, ao recobrar a consciência, a vítima procurou atendimento médico e guardou as mensagens das conversas que ele teve com o investigado e isso corroborou com o que nós já tínhamos, que ligava o investigado ao caso do Diomar. Por essa razão apresentamos ao Poder Judiciário, que decretou a prisão temporária do investigado”, explicou o delegado.

Ainda de acordo com o delegado da SHPP, não se descarta a possibilidade de o professor Diomar Guterres ter conhecido o PM, também, por meio de um aplicativo de relacionamento.

“Como a vítima sobrevivente disse a maneira como o investigado agia, nós não descartamos a possibilidade dele ter conhecido a vítima (Diomar) através de um aplicativo de relacionamento. Por essa razão, nós não descartamos, também, uma possibilidade de outras vítimas”, informou Marconi Matos.

O delegado explicou, ainda, que o carro e o celular da vítima ainda não foram recuperados. O que se sabe, até o momento, é que o investigado, após o crime, alugou o carro para um terceiro que foi identificado, conduzido ao DHPP, onde foi ouvido e depois liberado. Segundo Marconi Matos, o homem deve ser indiciado pelo crime de receptação.

Já o PM Emanuel Vasconcelos da Silva foi encaminhado à prisão do Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão, em São Luís, onde ficará custodiado à disposição do Poder Judiciário.

As investigações vão continuar a cargo do Departamento de Proteção à Pessoa, no intuito de buscar mais esclarecimentos sobre o crime.

G1ma

Foragido da Justiça morre após entrar em confronto com a polícia em Imperatriz

Foragido da Justiça morre após entrar em confronto com a polícia em Imperatriz — Foto: Divulgação

Foragido da Justiça morre após entrar em confronto com a polícia em Imperatriz — Foto: Divulgação

Na noite dessa quinta-feira (24), um homem, identificado como Fernando Silva da Luz, de 29 anos, morreu em confronto com a polícia, no bairro Vila Nova em Imperatriz, na Região Tocantina.

Segundo a polícia, Fernando Silva estava foragido do sistema prisional depois de ter sido beneficiado com a saída temporária, no feriado de Corpus Christi, este ano.

O foragido foi localizado pela polícia em um veículo de transporte por aplicativo, fugiu por uma região de mato e, ao ser abordado, reagiu e acabou sendo baleado e morto pela polícia. Outros dois homens que estavam com ele no veículo são albergados e foram presos.

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Motorista e paciente são flagrados fazendo sexo em carro de Prefeitura

Motorista e paciente são flagrados fazendo sexo em van de saúde (Foto: Reprodução)

Motorista e paciente são flagrados fazendo sexo em van de saúde (Foto: Reprodução)

Um motorista e uma paciente foram flagrados fazendo sexo dentro de uma van estacionada. O veículo da Prefeitura de Silvânia, em Goiás, faz o transporte de pessoas para consultas e tratamentos médicos. O caso aconteceu nessa quinta-feira (24). Um homem que passava pelo local registrou, em vídeo, o veículo balançando.

Em nota oficial, a Prefeitura de Silvânia informou ter instaurado Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar a situação. De acordo com a gestão municipal, a relação sexual foi consensual e confirmada pelos envolvidos. O motorista foi afastado do cargo.

Ainda segundo a administração municipal, os atos flagrados são “inadequados com a conduta de um servidor público, no exercício de suas funções, em horário de expediente e no uso de veículo da frota municipal”. As investigações devem ser concluídas em até 60 dias. Entre as punições, está a exoneração do servidor.

 

Brasil tem mais de 8,6 mil obras federais paradas; 38,5% do total

Brasil tem mais de 8,6 mil obras federais paradas; 38,5% do total- Foto: Valter Campanato

Brasil tem mais de 8,6 mil obras federais paradas; 38,5% do total- Foto: Valter Campanato

Não estamos no reino de Sião, porém, o Brasil está repleto de filhotes de ‘elefantes brancos’, ‘alimentados’ diariamente pela ineficácia na execução de obras federais. Nos últimos anos esse fenômeno tem sido ‘turbinado’, o que é comprovado pelo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), divulgado nessa semana, que é claro ao constatar que o percentual de obras públicas paralisadas no país subiu de 29% para 38,5% em um biênio, ou seja, de 2020 a 2022.

São centros educacionais, adutoras, estradas, que tornam-se ‘poeira’ ao passar do tempo… As auditorias do TCU comprovam que dos mais de 22,5 mil contratos pagos com recursos da União, 8.674 são considerados interrompidos, um índice que reforça a ‘urgência’ na retomada das intervenções a partir do próximo ano. Uma urgência e desafio imensurável, haja vista que as obras suspensas somam R$ 27,2 bilhões, e esse investimento definitivamente não deve ser perdido. Para reforçar o cenário nada aprazível, o percentual de ações paralisadas é o maior desde 2018, quando 37,5% dos contratos estavam “estagnados”.

No demonstrativo por ente federativos, Estados do Nordeste e Norte do país foram os mais impactados pela paralisação de obras do Governo Jair Messias Bolsonaro (PL); vizinho do Piauí, o Maranhão, lidera a lista das paralisações com 905 obras, em um montante investido de R$ 1,2 bilhão. A maior parte dos empreendimentos são voltados à educação básica, como a construção de escolas, creches e quadras, somando 641.

A gravidade da paralisação de obras na educação foi explanada pelo ministro Vital do Rêgo, relator da auditoria no TCU. “Quando se fala desse problema na área da educação e da saúde os prejuízos se avolumam, já que não é apenas o custo da obra, mas os relevantes custos sociais impostos à população. Aqui, mais uma vez se constatou que é preciso ter um cadastro de obras com fidedignidade e integralidade, com dados alimentados de forma tempestiva e uniforme, de modo a permitir ao gestor que ele aplique os recursos não baseados no seu sentimento, mas em critérios objetivos que, se excepcionalizados, precisam ser devidamente motivados”.

Os problemas decorrentes das obras paralisadas no Maranhão sempre foram alvo de protestos do então governador Flávio Dino (PSB) e agora senador eleito. Ele chegou a solicitar uma audiência com o presidente Jair Bolsonaro em 2020 para buscar uma solução ao imbróglio. “Nós temos tido sucessivos contatos conduzidos pelo vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, pelos senadores, Weverton Rocha e Eliziane Gama, pela bancada federal maranhense na Câmara. Infelizmente as respostas que têm sido transmitidas por autoridades do Governo Federal são insuficientes no que se refere a essas estradas que são estruturantes no nosso estado”, disse à época.

Após o Maranhão, o estado que aparece com o maior quantitativo de obras federais paralisadas é a Bahia, com um total de 807 e um investimento de R$ 10,2 bilhões; entre as intervenções está a reforma da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, que encontra-se inacabada.

Já o Pará ocupa a terceira posição, mas proporcionalmente o estado possui uma situação ainda mais grave, ao todo, 53,4% dos empreendimentos públicos paralisados ou inacabados, de acordo com o painel do TCU. O ente da região Norte apresenta 671 obras paradas, mesmo após um investimento de R$ 6,3 bilhões. 

No Piauí, quase 30% das obras federais estão paradas. 

Brasil tem mais de 8,6 mil obras federais paradas; 38,5% do total- Foto: Direto nas Ruas

Brasil tem mais de 8,6 mil obras federais paradas; 38,5% do total- Foto: Direto nas Ruas

Infelizmente o Piauí não saiu ileso ao aumento no índice de obras paralisados, o Painel divulgado pelo TCU indica que 298 estão nessa situação no Estado, o que representa 29,9% do total. Ao todo, há 995 empreendimentos capitaneados pelo Governo Federal no Piauí, sob um investimento de R$ 2,61 bilhões. 

Para entender a problemática das obras não concluídas e o ‘risco’ de ter dinheiro público ‘jogado pelo ralo’, já foram aplicados nos empreendimentos considerados paralisados um total de R$ 586,7 milhões. Assim, concluir tais obras é uma questão também sustentável, de garantir que os recursos aplicados não serão perdidos com o sucateamento das partes já feitas.

Seguindo a tendência nacional, a área mais impactada pelas obras paradas no Piauí é a educação, com 182. Outras 77 estão com a descrição ’em branco’ no relatório do TCU, ou seja, não há como saber qual o setor em que está sendo executada. As intervenções em infraestrutura de transportes paradas somam 19, em seguida aparece obras de saneamento, com 10. Saúde e agricultura também aparecem no levantamento. 

Entre as obras federais no Piauí inacabadas está a pavimentação da PI-392 (rodovia Transcerrados), ligando o entroncamento da PI-262 (localidade palestina) ao entroncamento da BR-235, com extensão total de 97 km; a implantação do sistema adutor Piaus II em Bocaina, além de uma série de empreendimentos na educação da básica a superior, como a reforma e ampliação de restaurantes universitários.

O cenário desalentador repete-se nos demais Estados nordestinos; no Ceará o diagnóstico do TCU aponta que há 577 obras paralisadas, o que representa 39,4% do total. Já em Alagoas o índice é de 237, o que aponta para impressionantes 44,3% do quantitativo de intervenções da União no ente federativo. 

Na Paraíba são 436 obras paradas, ou 39,6% do total de empreendimentos da gestão federal; em Pernambuco o índice chega a 419, representando 38,9% dos projetos federais no Estado. Por fim, no Rio Grande do Norte a situação é observada em 304 obras (37,3%) e no Sergipe as paralisações chegam a 186, ou 43,9% do total. 

Coordenador das discussões relativas a adequação do Orçamento para 2023, o senador eleito e ex-governador Wellington Dias já deixou claro a atenção que será dispensada na conclusão das obras paralisadas pela gestão do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Em recente entrevista ao Estadão, o líder piauiense explicitou o conjunto de ações prospectadas.  “O presidente tem um conjunto de ações que dependem de investimentos. Para o programa Minha Casa, Minha Vida, precisa de investimentos e tem apenas R$ 34 milhões para o Brasil inteiro. E, assim, (também) outros investimentos com obras paralisadas”, disse. 

Wellington Dias também tem defendido constantemente uma espécie de meta para investimentos, assim como foi adotada no Piauí (no mínimo 10% da receita corrente líquida do Estado) para alavancar o desenvolvimento do país, acelerar as obras e fomentar a geração de emprego e renda.

Cresce o número de obras federais paradas no Piauí 

Apesar do Piauí possuir o menor índice de obras federais paradas da região e ficar bem abaixo da média nacional, no comparativo com os dados de 2020 catalogados pela auditoria do TCU, houve um crescimento de 2% no indicativo. Na época eram 27,9% das intervenções não concluídas, subindo para 29,9% no relatório divulgado na última quarta-feira (23). 

Outro indicador perceptível nos relatórios é a queda no total de empreendimentos da gestão federal no Piauí; em 2018 eram 1445 obras, caindo para 1027 em 2020, passando pela primeira vez para um índice inferior a mil neste ano, com 995 no total.

Cabe indicar que os números do TCU são atualizados a cada dois anos. Os dados mais recentes, divulgados na última quarta-feira (23), referem-se a agosto de 2022.  Fazendo um recorte histórico, verifica-se que duas auditorias anteriores realizadas pela Corte de Contas já apontavam para o elevado número de obras inacabadas no país. Em abril de 2018, o percentual de obras paralisadas em relação ao total era de 37,5%. Em 2020, o número caiu para 29%.

Na comparação com 2018, ou seja há quatro anos, o “Painel de Obras Paralisadas” escancara um cenário gravíssimo. Na ocasião, o poder público executava mais de 38,4 mil contratos, dos quais 14,4 mil estavam paralisados. Em 2022, o número de obras custeadas pela União caiu 41,2%, para 22,5 mil contratos. Mesmo com a queda no número de contratos, a proporção de empreendimentos interrompidos é um ponto percentual superior ao índice de 2018; o que leva a concluir que embora a União tenha investido em menos obras, a fatia paralisada é proporcionalmente maior do que em anos anteriores.

“Temos um cemitério de obras inacabadas”

Relator da auditoria do TCU sobre as obras paralisadas, o ministro Vital do Rêgo classificou os dados como “alarmantes” durante sessão plenária da Corte. “Hoje temos um cemitério de obras inacabadas, abandonadas e os gestores públicos mantêm o permanente negligenciamento da Lei de Responsabilidade Fiscal abrindo novas frentes de trabalho em obras congêneres. Isso é lamentável sob todos os aspectos”, frisou.

A preocupação versa especialmente pelo fato da maior parte das obras encalhadas pertencer a área da educação. O setor soma 4.473 intervenções ‘encalhadas’. Uma área genérica classificada pelo TCU como “em branco” figura em segundo lugar, com 2.869 contratos interrompidos. Na sequência, surgem Saneamento (388), Saúde (289) e Infraestrutura de Transportes (277).

É importante frisar que o “Painel de Obras Paralisadas” sintetiza as principais causas das obras paralisadas. Tomando como base o trabalho conduzido pelo TCU realizado em 2018, o mau planejamento dos empreendimentos é o principal fator de paralisação. O gerenciamento ineficiente dos contratos está geralmente relacionado a projeto básico deficiente; falta de contrapartida de estados e municípios; e falta de capacidade técnica para execução do empreendimento.

No caso específico da Educação Infantil, a ferramenta sugere como principais causas de paralisação os contratos rescindidos, o abandono da empresa e as irregularidades na gestão anterior. De acordo com o TCU, não foram realizados estudos sobre os impactos da pandemia de covid-19 nas obras em andamento.

MN