Foragido da justiça do Maranhão é preso em Goiás pelo crime de tráfico de drogas

Um homem foragido da justiça do estado do Maranhão, foi preso na cidade de Aparecida de Goiânia, em Goiás, na última quarta-feira (16). A prisão é resultante de uma ação conjunta entre o Departamento de Combate ao Roubo de Cargas (DCRC/SEIC) da Polícia Civil do Maranhão com a Polícia Militar de Goiás.

De acordo com a polícia, o suspeito foi identificado a partir do compartilhamento de informações entre os sistemas de segurança dos dois estados, o suspeito foi preso pelos crimes de homicídio e porte ilegal de arma de fogo, no estado do Maranhão.
Além de cumprirem os dois mandados no bairro Setor Colina Azul, em Aparecida de Goiânia, os policiais ainda apreenderam um tablete de maconha e dinheiro proveniente da venda de drogas.
A polícia informou ainda que o suspeito é integrante de uma facção criminosa intitulada de Bonde dos 40.

O Imparcial

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Local: CDL de Codó, dia 18/11 das 08h às 12h, com almoço.

Preso o pai da menina de dois meses que morreu vítima de violência física e sexual em São Mateus do Maranhão

Foi preso, nesta quinta-feira (17), Manoel Romerito de Oliveira Farias, conhecido como ‘Romerito Faro’, pai da menina de 2 anos, que morreu vítima de violência física e sexual, no município de São Mateus do Maranhão, a 191 km de São Luís. O crime aconteceu no dia 14 de novembro.

O suspeito foi preso na zona rural da cidade de São Luís Gonzaga do Maranhão, a 251 km de São Luís.

Além de Romerito Farias, a mãe da criança, Nayara da Conceição Monteiro, de 23 anos, também foi presa preventivamente, nessa quarta (16), por suspeita de envolvimento no crime.

Segundo a Polícia Civil do Maranhão, a menina morreu depois de ter sido espancada e ainda sofreu abuso sexual. O caso está sendo tratado como feminicídio.

Romerito Farias, que é cantor evangélico conhecido na cidade de São Mateus do Maranhão, é apontando como principal suspeito da morte da vítima.

Após ser preso, o homem se manteve em silêncio durante o depoimento.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da 16ª Delegacia Regional de Bacabal.

O crime

A criança foi morta na segunda (14), e a Polícia Civil só foi informada do caso após o Conselho Tutelar receber denúncias de que a criança estava sendo velada em casa, com as portas fechadas, sem que o pai deixasse ninguém entrar no local.

Quando os conselheiros chegaram na casa, o carro da funerária já havia saído com o corpo para o enterro. Apesar disso, a equipe conseguiu impedir o sepultamento e encaminhou o corpo da vítima para um hospital da região, onde foi realizado o exame cadavérico.

O exame de corpo de delito constatou que o bebê estava com a cabeça, vértebra e face quebradas, além possuir hematomas nas costas. O exame de conjunção carnal também detectou que a criança havia sofrido violência sexual.

“Nesse momento foi realizado o exame de corpo de delito e de conjunção carnal. A criança está com a cabeça e a vértebra do corpo quebradas. Está com a face quebrada de espancamento, as costas da criança estão cheias de hematomas e ela está com sinais de violência sexual no ânus”, disse a conselheira tutelar Márcia Campos.

Diante dos fatos, a mãe da vítima foi presa e encaminhada à delegacia. No local, ela disse aos policiais que a última pessoa que teve contato com a criança foi o pai. Ela afirmou, ainda, que ele havia dito que o bebê sofreu um infarto.

G1ma

Preso suspeito de matar a ex-mulher na frente das filhas menores de idade, no interior do Maranhão

Nesta quinta-feira (17), a Polícia Civil do Maranhão prendeu Moisés da Silva Barroso, de 32 anos, suspeito de matar a ex-companheira, Bruna Sueli Oliveira Miranda, de 25 anos, a golpes de faca e pauladas na cidade de Mirador, no interior do Maranhão.

O crime aconteceu na noite do dia 10 de novembro deste ano, quando a vítima foi morta na frente das duas filhas menores de idade.

Moisés da Silva foi preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva, pelo crime de feminicídio.

Segundo a polícia, o homem estava preso por descumprir uma medida protetiva em favor da vítima e, quatro dias após sair da prisão, matou a ex-companheira.

De acordo com informações policiais, o casal estava junto há cerca de 8 anos e tinha uma relação conturbada, havendo muitas brigas e agressões. Diante das constantes ações de violência doméstica sofrida por Bruna, ela se separou do companheiro.

Inconformado com a separação, o homem passou a ameaçar a ex-mulher. Por causa das ameaças, Bruna conseguiu na Justiça uma medida protetiva contra Moisés, mas o homem descumpriu a decisão judicial e acabou ficando preso por quatro dias.

De acordo com parentes da vítima, Moisés, ainda na prisão, dizia que quando saísse mataria a ex-companheira.

O suspeito foi posto em liberdade no dia 6 de novembro e, na noite do dia 10, ele foi até a casa de Bruna Miranda e a atacou na porta da residência.

A mulher foi morta com diversas facadas e pauladas, na frente das duas filhas menores de idade, uma de 5 e outra de 6 anos, que era fruto do relacionamento dela com Moisés.

Após o crime, Moisés da Silva Barroso fugiu.

G1ma

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Bolsonaro furou teto de gastos em R$ 795 bilhões em 4 anos de governo

 

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, tenta aprovar no Congresso uma alteração da Constituição que permitirá ao governo gastar em 2023 até R$ 198 bilhões fora do Teto de Gastos — regra constitucional que limita o aumento das despesas ao crescimento da inflação.

O grosso desse valor (R$ 175 bilhões) vem da proposta de retirar o programa Auxílio Brasil — que deve voltar a se chamar Bolsa Família — definitivamente do orçamento limitado pelo teto. Além disso, o próximo governo tenta uma licença para gastar uma parte de eventuais receitas extraordinárias (por exemplo, a arrecadação com leilões de campos de petróleo) com investimentos fora do limite constitucional, montante que pode chegar a R$ 23 bilhões em 2023.

Bolsonaro furou teto de gastos em R$ 795 bilhões em 4 anos de governo
As medidas constam em um proposta de emenda à constituição, chamada de PEC da Transição, que foi apresentada na quarta-feira (16/11) pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin.

O pedido para tirar despesas do teto não é novidade. Segundo levantamento do economista Bráulio Borges, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), feito a pedido da BBC News Brasil, os gastos do governo Bolsonaro acima do teto somam R$ 794,9 bilhões de 2019 a 2022.

Esse valor representa a soma de autorizações que a atual gestão obteve no Congresso para gastar acima do limite constitucional e outras manobras que driblaram o teto, como o adiamento do pagamento de precatórios (dívidas do governo reconhecidas judicialmente) e a mudança do cálculo para definir o teto em 2022.

A maior parte dos quase R$ 800 bilhões acima do limite constitucional gastos pelo atual governo foram empregados em 2020, ano em que o Congresso liberou amplamente as despesas devido à pandemia de covid-19. Mas a flexibilização da regra começou já no primeiro ano de governo e continuou após o arrefecimento da pandemia. Neste último ano, os furos no teto impulsionaram a expansão de benefícios sociais pouco antes da eleição, em uma ação que tentava impulsionar a reeleição de Bolsonaro, na visão de Borges.

Foram R$ 53,6 bilhões em 2019, R$ 507,9 bilhões em 2020, R$ 117,2 bilhões em 2021 e serão R$ 116,2 bilhões neste ano, segundo os cálculos do economista (entenda melhor os números ao longo da reportagem).

O valor agora solicitado pela futura gestão Lula (R$ 198 bilhões) é considerado exagerado por atores do mercado financeiro, que defendem maior controle das despesas com objetivo de evitar o aumento do endividamento público, atualmente em 77% do PIB (Produto Interno Bruto). O governo eleito, por sua vez, afirma que esse montante é necessário para garantir despesas para o bem-estar da população mais pobre.

“Aos críticos vai aí uma informação. Orçamento de 2023 de Bolsonaro não tem recurso previsto pra merenda escolar, Farmácia Popular, creches e auxílio de 600 reais. Estamos trabalhando para reverter a terra arrasada que estamos encontrando e colocar o povo no orçamento”, argumentou no Twitter a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, ao defender a ampliação dos gastos.

A PEC de Transição precisa ser aprovada com texto idêntico no Senado e na Câmara para entrar em vigor, e o Congresso pode alterar pontos da proposta. Um ponto que está em negociação é retirar o Bolsa Família do teto apenas em 2023 ou até 2026, último ano do mandato de Lula, em vez de fazer essa mudança definitivamente.
A proposta de Orçamento atual, apresentada pelo governo Bolsonaro, prevê R$ 105 bilhões para o Auxílio Brasil em 2023, valor que garante um benefício mensal de R$ 405 a partir de janeiro.

A promessa de Lula, porém, é manter o atual valor de R$ 600, que foi elevado poucos meses antes da eleição e tem previsão para durar apenas até dezembro. Além disso, o próximo governo quer pagar R$ 150 a mais por criança de até seis anos na família.
Essas duas medidas estão estimadas em R$ 70 bilhões, o que elevaria para R$ 175 bilhões o total do programa.

Se o Congresso aprovar a proposta do governo eleito de retirar os R$ 175 bilhões do teto, os R$ 105 bilhões que hoje estão previstos pro benefício seriam remanejados para outras despesas, como o aumento de transferências de renda, do programa Farmácia Popular e de investimentos em obras públicas.
As despesas fora do teto de Bolsonaro.

Já no primeiro ano de governo, o teto de gastos gerava atritos dentro da gestão Bolsonaro. Em setembro de 2019, o presidente chegou a defender a flexibilização do limite constitucional.
Naquele momento, havia um debate sobre o risco de paralisação da máquina pública devido ao limite de despesas imposto pelo teto. Como algumas despesas obrigatórias seguiam crescendo automaticamente, caso das aposentadorias, a regra do teto exigia que outras fossem cortadas, ameaçando o funcionamento de serviços públicos essenciais.

Nesse contexto, o presidente respondeu “que era questão de matemática”, quando foi questionado sobre a necessidade de mudar a regra.
“Eu vou ter que cortar a luz de todos os quarteis do Brasil, por exemplo, se nada for feito”, disse ainda na ocasião.
No dia seguinte, após resistência de Guedes à ideia, Bolsonaro recuou de sua fala.

“Como conversei com Paulo Guedes (ministro da Economia), seria uma rachadura em um transatlântico”, disse, sobre a flexibilização do teto.
Apesar disso, já em 2019 o governo “furou” o teto. Naquele ano, o Congresso alterou a Constituição para permitir que o governo transferisse para Estados e municípios cerca de R$ 46 bilhões relativos à arrecadação com cessão onerosa (leilão para exploração de campos de petróleo).

Isso foi necessário porque apenas as transferências obrigatórias para governos estaduais e municipais ficam fora do teto, o que não era o caso do compartilhamento dessa arrecadação.
Um dos objetivos do teto é impedir o governo de gastar mais do que arrecada, ampliando seu endividamento. Idealmente, os defensores da medida esperavam que ela forçasse o governo, inclusive, a economizar (gastar menos do que arrecada) para pagar o custo da dívida, permitindo sua redução.

No entanto, ao decidir compartilhar os recursos dessa arrecadação extra em 2019 fora do teto, por exemplo, o governo evitou que outros gastos fossem cortados para permitir esse repasse a Estados e municípios.
Além disso, em 2019 o governo registrou fora do teto a capitalização da Emgepron, estatal ligada à Marinha, em R$ 7,6 bilhões, com objetivo de usar esses recursos na compra de novos navios.

Segundo Borges, a regra do teto permite capitalização de estatais fora do limite de gastos, mas isso foi pensado para situações específicas, como dificuldades financeiras dessas empresas públicas ou em operações de preparo dessas companhias para privatização.
No caso da Emgepron, porém, a operação foi entendida pelo Tribunal de Contas da União como uma forma de driblar o teto para fazer investimentos do Ministério da Defesa que deveriam estar dentro do limite constitucional.

O Orçamento de Guerra contra covid-19
Em maio de 2020, com o Brasil e o mundo enfrentando a grave crise de covid-19, o Congresso aprovou o chamado Orçamento de Guerra, que suspendeu o teto no caso de gastos relacionados à pandemia.

Naquele ano, foram gastos R$ 507,9 bilhões fora do limite constitucional. Esses recursos cobriram despesas como recursos extras para o Sistema Único de Saúde (SUS), o programa de redução de jornada de trabalho para evitar demissões em empresas, compensações a Estados e municípios que tiveram forte perda de arrecadação, e o Auxílio Emergencial de R$ 600, que substituiu o Bolsa Família.

MN

Casal fica gravemente ferido em acidente entre carro e moto na BR-316

 

Um casal de jovens de 21 anos que não teve sua identidade revelada, ficou gravemente ferido após uma colisão envolvendo uma motocicleta e um carro, modelo Ford Fiesta, na BR-316, no município de Picos, Sul do Piauí. O acidente aconteceu na manhã desta quinta-feira (17).
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu após o condutor do carro, um homem de 59 anos sem habilitação, ter realizado uma conversão a esquerda, cruzando a pista em sentido contrário, vindo a colidir com a motocicleta.

Ainda segundo a polícia, o condutor do veículo se evadiu do local logo após o acidente.

As vítimas foram socorridas por uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e conduzidas ao Hospital Regional Justino Luz de Picos. Não há informações sobre o atual estado de saúde da dupla.

MN

Compre os melhores cosméticos no Comercial São João e concorra a prêmios na campanha Natal Mais Feliz da CDL

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