Frigorífico Marcelo Rei do Frango (Confira nossos endereços no Mercado Central) – Menor preço, melhor atendimento e máxima qualidade

Frigorífico Marcelo Rei do Frango – Menor preço, melhor atendimento e máxima qualidade. Com os cortes especiais da rede de frigoríficos Marcelo Rei do Frango você escolhe a carne de sua preferência. Todos os tipos de corte de carne bovina, além de (Frango, miúdos, suíno, embutidos, pescado e muito mais).

Estamos em quatro endereços no Centro de Codó para lhe atender com todo conforto.

Confira os endereços da rede Frigorífico Marcelo Rei do Frango no Mercado Central, Centro de Codó.

Marcelo Rei do Frango – Rua João Pessoa, número 381, Mercado Central, Centro de Codó.
Marcelo Rei do Frango BOX (nova loja) – Rua João Pessoa, em frente ao Mercado de Carnes, Centro de Codó.
Marcelo Rei do Frango – Rua 13 de Maio 2166, Mercado Central, Centro de Codó.
Marcelo Rei do Frango BOX (nova loja) – Rua 13 de Maio, Mercado Central, Centro de Codó.
Visite-nos e aproveite a grande variedade de carnes e produtos, com o menor preço, melhor atendimento e máxima qualidade.

Na rede Marcelo Rei do Frango você encontra carnes de qualidade, atendimento diferenciado e o menor preço da cidade. Seja bem-vindo e fique à vontade. Na rede Marcelo Rei do Frango você também vai encontrar pescado, camarão, e os melhores cortes de bovino, suíno, frango, miúdos, linguiça apimentada e artesanal, e outros embutidos. Sempre naquele precinho que cabe no seu bolso e no seu orçamento.

Frigorífico Marcelo Reio do Frango; sempre mais perto de você

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MA se destaca na COP30 com políticas públicas de acesso a terra

O Maranhão ganhou destaque na COP30 ao apresentar, na Blue Zone área central da conferência climática, dois de seus programas mais estruturantes na área fundiária: Terras para Elas e Paz no Campo. Executadas pelo Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (ITERMA), as iniciativas foram mostradas a representantes de governos, organismos internacionais e entidades ambientais, projetando o estado como referência nacional na integração entre regularização fundiária, inclusão social e preservação ambiental.

O Terras para Elas chegou à COP30 como uma das principais apostas do governo maranhense para reduzir desigualdades no campo. Criado a partir de discussões iniciadas na COP29, em Baku, Azerbaijão, o programa promove a regularização fundiária voltada exclusivamente a mulheres, entre elas quebradeiras de coco babaçu, chefes de família, quilombolas e integrantes da população LGBTQIAPN+. Lançado no Quilombo Boa Vista, em Rosário, a iniciativa recebeu R$ 15 milhões do Fundo ONU Brasil, com apoio técnico da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Com o recurso, o projeto prevê regularizar 2.500 propriedades em nome de mulheres e capacitar outras 5.000 beneficiárias em bioeconomia, manejo sustentável e desenvolvimento produtivo. A proposta é que a regularização fundiária venha acompanhada de qualificação técnica e fortalecimento das cadeias produtivas locais, especialmente a do babaçu.

O governador Carlos Brandão reforçou o caráter pioneiro do projeto ao destacar, durante a conferência, que o Maranhão está apresentando ao mundo um modelo já em funcionamento: “Estamos compartilhando um programa que já funciona e que foi selecionado pela ONU como modelo. Além de garantir terra, estamos capacitando milhares de mulheres para que agreguem valor à cadeia do babaçu e fortaleçam sua autonomia econômica.”, disse.

Já o Paz no Campo, também levado pelo governo à COP30, consolidou-se como uma das maiores iniciativas estaduais de regularização fundiária em curso no país. O programa já beneficiou mais de 22.700 famílias, com mais de 18.500 títulos de terra entregues, incluindo a titulação de 29 comunidades quilombolas.

Voltado a ampliar a segurança jurídica e fortalecer a produção rural, o programa incorpora tecnologias como georreferenciamento de alta precisão e facilita o acesso a crédito, políticas públicas e infraestrutura produtiva. Segundo o governo, os resultados apresentados na conferência reforçam a capacidade do Estado de avançar sobre áreas marcadas por conflitos fundiários e insegurança territorial.

Durante a COP30, o Maranhão protagonizou o lançamento da Cartilha de Regularização Fundiária da Amazônia Legal, elaborada no âmbito da Câmara de Regularização Fundiária, sob coordenação do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal. O documento reúne diagnósticos, desafios comuns e propostas de harmonização normativa entre os estados, alinhadas à Estratégia Amazônia 2050.

Brandão destacou, ainda, outros programas ambientais apresentados pelo Maranhão na conferência, como Solo Seguro, Floresta Viva e Bolsa Agentes Ambientais Comunitários. Ele afirmou que o Estado retorna do evento com “quase R$ 1 bilhão garantidos” para novos investimentos.

Um dos anúncios mais impactantes foi a assinatura do termo de elegibilidade do BNDES, que confirmou R$ 53 milhões do Fundo Amazônia para ampliar o Paz no Campo. Com o recurso, o governo prevê regularizar 800 mil hectares, entregar 20 mil novos títulos de terra e titular 20 territórios quilombolas em 85 municípios da Amazônia Legal, incluindo São Luís.

Somados às demais parcerias consolidadas durante a conferência, o governo informou que mais de R$ 100 milhões estão assegurados especificamente para ações de regularização fundiária, governança territorial e preservação ambiental.

Para o presidente do ITERMA, Anderson Ferreira, os resultados obtidos na COP30 marcam uma virada na política fundiária do estado: “A COP30 marca um novo capítulo para o Maranhão. Esse conjunto de recursos e parcerias nos permite ampliar o trabalho, chegar a mais famílias e garantir dignidade onde o Estado mais precisa estar. Regularizar terra é cuidar de gente, é proteger nossas florestas e fortalecer nossas comunidades.”, disse.

Com foco no combate às desigualdades, na pacificação territorial e na conservação ambiental, o Maranhão marca presença em mais uma edição da COP, reforçando o compromisso com uma agenda fundiária considerada estratégica por especialistas e organismos internacionais.

Fonte: blog do Jorge Aragão

Locomotiva: Codó, o Festival do Maquinista vem aí!

Codó, O Festival do Maquinista vem aí!

Um sonho que começou lá em 2022 finalmente vai ganhar vida!

Desde o início, a ideia sempre foi clara: trazer um festival de rock com grandes bandas e, pelo menos, um nome de peso no cenário nacional.

E na primeira edição, já começamos com tudo: @bandazimbra, direto de Santos/SP, está confirmada!

Em breve, mais atrações serão anunciadas.
Data: 20 de novembro
️ Ingressos disponíveis em breve.
Identidade visual e mascote: @stef_ilustrando / @stefanyrochoaa_

Prepare-se para viver a história do primeiro Festival do Maquinista.

Para aguentar esse calorão… venha conferir todos os sabores e as delícias geladas da Sorveteria Oba-Oba

O calorão chegou com tudo, e nada melhor do que se refrescar com os sabores irresistíveis da Sorveteria Oba-Oba! Aqui você encontra uma variedade incrível de sorvetes, picolés e sobremesas geladas que agradam todos os gostos.


De frutas fresquinhas aos clássicos cremosos, temos opções para toda a família. Seja para aquele momento especial ou para aliviar o calor do dia a dia, a Oba-Oba é o destino perfeito.


Venha nos visitar e experimente as delícias que vão fazer do seu verão ainda mais gostoso!

Enem 2025: candidatos fazem prova de matemática e ciências da natureza

As provas da segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 serão realizadas, a partir de 13h30 (horário de Brasília) deste domingo (16), em 1.805 municípios nas 27 unidades da Federação. De acordo com o edital do Enem 2025, Os portões dos locais de provas serão abertos às 12h e, fechados, às 13h, no horário de Brasília.

No último domingo (9), mais de 4,81 milhões inscritos confirmados no Exame, 3,5 milhões (73%) participaram do primeiro dia de provas. Os candidatos faltantes do primeiro domingo podem comparecer no segundo dia de provas.

Por causa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), excepcionalmente, os inscritos para fazer o exame em três municípios do Pará (Belém, Ananindeua e Marituba) prestarão as provas nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro..

Provas de hoje
Neste segundo dia de provas, os inscritos confirmados vão testar os conhecimentos em 45 questões de múltipla escolha de matemática e mais 45 questões de ciências da natureza (química, física e biologia).

Reaplicação
Os participantes afetados por problemas logísticos, como desastres naturais, a exemplo do município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, atingido por um tornado na tarde de sexta-feira (7), ou acometidos por doenças infecciosas listas no edital do Enem 2025, terão reaplicação do exame garantida. As provas serão reaplicadas em 16 e 17 de dezembro. O pedido de reaplicação deve ser a partir desta segunda-feira (17) até sexta-feira (21), na Página do Participante.

>>Enem 2025: entenda quem pode solicitar a reaplicação das provas

Provas de hoje
Neste segundo dia de provas, os inscritos confirmados vão testar os conhecimentos em 45 questões de múltipla escolha de matemática e mais 45 questões de ciências da natureza (química, física e biologia).

Horários e fusos

Todos os horários do Enem seguem o horário oficial de Brasília. Candidatos que moram em estados com fuso horário diferente da capital federal devem converter os horários locais e se ajustar ao fuso oficial.

A duração do exame neste domingo, segundo dia do Enem 2025, será de cinco horas e o término regular está agendado para as 18h30.

O tempo mínimo de permanência na sala de provas é de duas horas. Somente depois de transcorrido esse tempo, ou seja, a partir de 15h30, será permitida a assinatura da lista de presença para a saída do participante sem a prova.

Para quem teve a solicitação de tempo adicional aprovada, o exame será encerrado 60 minutos após o tempo regular, às 19h30.

Por fim, o candidato que usar o recurso de videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras) poderá concluir a prova até 20h30.

O Inep esclarece que não haverá prorrogação do tempo previsto para a realização das provas ou para o preenchimento do cartão-resposta ou da folha de redação.

Itens permitidos e proibidos
Os participantes precisam ficar atentos aos objetos permitidos dentro da sala de provas.

Embora não seja item obrigatório, o Inep recomenda levar impresso o Cartão de Confirmação de Inscrição, disponível também na Página do Participante, com login único da plataforma Gov.br.

A única caneta aceita para preencher o cartão-resposta é a esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Nenhum outro tipo poderá permanecer sobre a mesa.

A apresentação do documento de identificação oficial com foto é obrigatória. Este precisa ser original, válido em todo território nacional e pode ser nos formatos físico ou digital.

Saiba o que é permitido levar para a sala de aplicação de provas.

Declaração de Comparecimento
O participante que precisar comprovar sua presença no Enem 2025 deve acessar a Declaração de Comparecimento na mesma Página do Participante, no site do Inep, com login único e senha no portal Gov.Br.

O documento é personalizado. Se o candidato necessitar do ateste, deverá levar a declaração de comparecimento impressa nos dias da prova e deverá entregá-la ao aplicador na porta da sala do exame.

Novidades e destaques
Pela primeira vez, nesta edição, os alunos concluintes de escola pública tiveram a inscrição pré-preenchida no sistema, uma forma de simplificar o processo e estimular a participação.

A estratégia deu resultado. De 1,9 milhão de concluintes do ensino médio da rede pública, 1,34 milhão confirmaram a inscrição no exame (72,6%), conforme dados do Painel Enem 2025, divulgado pelo Ministério da Educação.

Outra novidade da edição 2025: os resultados do Enem voltaram a certificar a conclusão do ensino médio, depois desta opção ter sido descontinuada em 2017. A certificação é destinada aos participantes maiores de 18 anos que indicaram essa modalidade no momento da inscrição no exame e que atingiram a pontuação mínima exigida (450 pontos em cada área e 500 pontos na redação).

Mais um ineditismo do Enem de 2025: o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2026 aceitará notas das edições deste ano, de 2024 e 2023, para ingresso no ensino superior público.

Enem
As notas finais do Enem podem ser usadas para acesso a universidades públicas, em diversas modalidades; para concorrer a bolsas de estudo integrais e parciais em universidades privadas; para pleitear o crédito estudantil para o pagamento das mensalidades de faculdades privadas; para ingresso sem vestibular em faculdades; para estudar em Portugal; para autoavaliação pelo treineiros; e para certificação de conclusão do ensino médio ou declaração parcial de proficiência nessa etapa do ensino básico.

Agência Brasil

Marcha pelo Clima reúne 70 mil e leva força amazônica às ruas de Belém

Máscaras de Chico Mendes e do cacique Raoni. Alegoria de boitatá. Carros de som alternando entre discursos políticos, ritmos de carimbó e brega. A Marcha Mundial pelo Clima ocupou neste sábado (15) as ruas de Belém com uma amostra expressiva da diversidade cultural e social do povo amazônico.

Segundo os organizadores, pelo menos 70 mil pessoas estiveram presentes na manifestação, que saiu do Mercado de São Brás, no centro histórico, até a Aldeia Cabana. Um trajeto de aproximadamente 4,5 km feito sob um sol forte de 35°C. Nada mais representativo para um ato que teme a falta de decisões efetivas de combate à emergência climática na 30° Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).

A marcha foi organizada por integrantes da Cúpula dos Povos e da COP das Baixadas, e teve a participação de representantes de organizações de todos os continentes, de povos tradicionais e das comunidades paraenses.

“Estamos aqui com todos os povos do mundo e movimentos sociais para um grito de alerta sobre as ameaças e os ataques aos territórios, e contra defensores e defensoras dos direitos humanos e do meio ambiente. Precisamos que órgãos oficiais e a ONU reconheçam que, para ter transição justa, é preciso proteger quem protege a floresta”, disse Darcy Frigo, do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) e da comissão política da Cúpula dos Povos.

“Queremos expressar todas as demandas que têm surgido durante a Cúpula dos Povos. Queremos denunciar as falsas soluções para as mudanças climáticas, como fundos de financiamento para florestas. Pedimos para não explorarem petróleo na Amazônia e para não proliferar os combustíveis fósseis em todo o mundo”, disse Eduardo Giesen, coordenador na América Latina da Global Campaign to Demand Climate Justice.

As ministras do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, subiram no carro principal da marcha para manifestar apoio ao ato pelo clima. Marina destacou o caráter mais popular da COP que é realizada no Brasil.

“Depois de outras COPs, em que as manifestações sociais ocorriam apenas dentro de espaços oficiais da ONU, no Brasil, no Sul Global, em uma democracia consolidada, podemos ocupar as ruas. A COP30 permite o encontro das periferias, das águas, das cidades, dos campos, das florestas. Lugares que enfrentam as mudanças do clima. Em que pesem nossos desafios e contradições, temos que fazer um mapa do caminho para transição justa e encerrar a dependência dos combustíveis fósseis”, disse Marina.

Força cultural
Um dos exemplos das tradições locais de cultura e organização social presentes no ato em Belém foi o Arraial do Pavulagem, grupo que divulga a música popular paraense e amazônica, misturando elementos regionais. O coordenador do Pavulagem, Júnior Soares, entende que é impossível falar de tradições culturais urbanas, sem abordar os extremos climáticos.

“Nós temos 38 anos de construção desse grupo e das apresentações de rua na região de Belém. E as condições ambientais do lugar onde a gente vive sempre foram importantes para nós. Estamos na marcha com uma representação dos nossos brincantes, nos somando a essa luta para pedir um olhar especial do mundo pela Amazônia e para os povos que vivem aqui”, disse Soares.

Marciele Albuquerque, indígena Munduruku, ativista e cunhã-poranga do Boi Caprichoso, foi às ruas para defender a demarcação de terras dos povos tradicionais como política climática.

“A marcha é central para as nossas demandas, porque tem povos, vozes e línguas do mundo inteiro. Uma diversidade cultural muito grande para mostrar a nossa força tanto nas ruas como para o mundo. Nós estamos no centro de todas as discussões na COP30 aqui em Belém, defendendo as pessoas que vivenciam a Amazônia e que pagam pelas consequências climáticas das quais não são responsáveis”, disse Marciele.

Na marcha deste sábado, chamou a atenção uma cobra de 30 metros, com a frase: “Financiamento direto para quem cuida da floresta”. A escultura é resultado de um trabalho coletivo de 16 artistas de Santarém, criada em 15 dias de produção, e apoiada pelo movimento Amazônia de Pé. Construída em parceria com a Aliança dos Povos pelo Clima, a obra apoia a campanha “A gente cobra”, que exige o financiamento direto para as populações que vivem na floresta amazônica.

Movimentos sociais
O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) trouxe a demanda social por moradia, relacionada aos problemas climáticos. Segundo Rud Rafael, coordenador nacional do MTST, a questão ambiental tem ganhado cada vez mais centralidade nas pautas do movimento.

“Não tem como pensar mais a questão da moradia, sem pensar a questão ambiental. A gente teve no Rio Grande do Sul, por exemplo, um evento climático extremo que impactou mais de 600 mil pessoas. Não tem como pensar mais a questão da moradia só pelo déficit habitacional, quando cada evento climático extremo gera milhares e, às vezes, milhões de impactados. A ideia é colocar a periferia no centro das soluções”, disse Rud.

O ato contou com manifestantes de diferentes organizações internacionais. Kwami Kpondzo, de Togo, na África, veio como representante da Global Forest Coalition, e defendeu a união de todos os movimentos populares como forma de lidar com os problemas ambientais globais.

“Estamos aqui para dar apoio às pessoas impactadas pelas mudanças climáticas, pela degradação florestal, pela mineração, pelo desmatamento. Queremos nos posicionar na marcha contra o capitalismo e o colonialismo. Estamos muito felizes porque as pessoas juntas têm poder e são capazes de mudar esse sistema que destrói o nosso planeta”, disse Kpondzo.

Agência Brasil

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FLIC 2025: Secretaria de Meio Ambiente apresenta estande criativo durante a Semana Municipal de Ciência e Tecnologia de Codó

A Feira Literária de Codó 2025 já está sendo considerada uma das maiores já realizadas no município. Durante o evento, realizado entre os dias 11 e 14 de novembro na Praça São Sebastião, aconteceu a Semana Municipal de Ciência e Tecnologia de Codó: um mergulho na criatividade e no conhecimento!

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente foi um dos grandes destaques com um estande temático que reproduziu o fundo do mar, promovendo encantamento e reflexão sobre a importância de preservar os ecossistemas aquáticos. O espaço atraiu visitantes de todas as idades, com a presença da simpática água-viva, mascote oficial, além da apresentação de diversos projetos ambientais desenvolvidos pela equipe técnica da secretaria.

De acordo com o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Ferdinando Rocha, a edição da FLIC e da Semana de Ciência e Tecnologia foi uma grande celebração de conhecimento, criatividade e inovação tecnológica, reunindo estudantes, educadores, pesquisadores e população em geral. Para o secretário, o encontro se consolidou como o maior evento científico e cultural já realizado no município.

Estamos muito felizes com o resultado geral da edição 2025 da FLIC e da Semana de Ciência e Tecnologia, fruto da determinação e do empenho do prefeito Chiquinho FC e da mobilização e competência das equipes de todas as secretarias envolvidas. Todo esse trabalho proporcionou um momento único para nossos estudantes, a comunidade escolar e para nossa sociedade”, declarou Ferdinando Rocha.

Durante o evento, o secretário destacou importância da educação ambiental e da inovação e ressaltou a relevância da iniciativa para a formação de uma geração mais consciente e preparada para os desafios do futuro. “Encerramos com muito sucesso a nossa Semana Municipal de Ciência e Tecnologia, que foi um verdadeiro espetáculo de educação, criatividade e dedicação. Esse evento mostra como a transformação da nossa cidade passa pela educação e pelo respeito ao meio ambiente. A tecnologia esteve presente em cada espaço: da realidade virtual aos robôs, das bibliotecas aos lançamentos literários. A Secretaria de Meio Ambiente também fez parte dessa construção, com um estande que reproduziu o fundo do mar, trazendo não só serviços da secretaria, mas uma mensagem de responsabilidade e cuidado com a natureza. Parabenizo todos os técnicos pelo excelente trabalho, a SEMECTI, na pessoa do Secretário Ricardo Torres, todas as secretarias envolvidas e ao prefeito Chiquinho FC, e convidamos a comunidade a continuar abraçando iniciativas como esta, que são a maior prova de que Codó está crescendo com sustentabilidade e inovação.”, concluiu o secretário Ferdinando Rocha.

A Semana Municipal de Ciência e Tecnologia reforçou o compromisso da gestão municipal com a educação, o meio ambiente e o desenvolvimento social, sob a liderança do prefeito Chiquinho F.C., que vem investindo em oportunidades transformadoras para a população.