Saiba quais são as atletas codoenses que vão nos representar nos Jogos Escolares Brasileiros

Atletas classificadas para representarem suas escolas, Codó e o Maranhão nos JEB’s (Jogos Escolares Brasileiros) na cidade do Rio de Janeiro-RJ no final do mês de outubro.

1- Isthefanne Eduarda/ Colégio Batista.
2 – Luiza Eduarda/ Colégio Batista.
3 – Clarissa Maria/ Pequeno Polegar.
4 – Luciele Carvalho/ Liceu Codoense.

As Atletas Isthefanne Eduarda, Luiza Eduarda e Clarissa Maria, fazem parte do projeto social/esportivo do IEB-CODÓ (Instituto Educacional Batista em Codó) e são treinadas pelo professor/treinador Arcelino Martins.

A atleta Luciele Carvalho treina com o professor Biné Barrozo.

Por Arcelino Martins

Neste Domingão dos Pais: Flamengo e Alético-PR no Ninho do Urubu

Aproveite o embalo que neste Domingão dos Pais tem jogaço entre Flamengo e Atlético-PR pelo Brasileirãono Ninho do Urubu, com telão, muita cerveja gelada e o melhor tira gosto da cidade. Reúna os amighos e venha curtir esse jogaço. É na Avenida Maranhão, em frente ao Bar Cabaré. E logo após o jogo siga no embalo ao som de Robertinho.

Policial penal e assaltante são baleados em troca de tiros, durante tentativa de assalto em São Luís

Dois roubos a residências são registrados neste sábado (16), em São Luís; uma das vítimas é um promotor de justiça aposentado — Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão

Na manhã deste sábado (13), um policial penal e um assaltante foram baleados em uma troca de tiros, durante um assalto no bairro do Cohatrac, em São Luís.

Segundo informações da Polícia Civil, o crime aconteceu em uma padaria na avenida Contorno Leste, quando um homem entrou no local e anunciou o assalto.

O policial passava no local na hora do crime e tentou intervir. O assaltante reagiu e trocou tiros com o policial, os dois acabaram feridos no tiroteio.

Após ser ferido, o assaltante tomou de assalto um carro que passava no local e fugiu. Já o policial pena foi socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado para um hospital de emergência.

Depois do crime, a Polícia Militar foi acionada e fizeram buscas pelo criminoso, mas ele ainda não foi localizado nem identificado.

G1ma

Trio é preso suspeito de invadir Terminal da Integração da Cohab para tentar matar homem

Trio é preso suspeito de invadir Terminal da Integração da Cohab para tentar matar homem — Foto: Divulgação

Três homens foram presos, na noite de sexta-feira (12), por suspeita de tentativa de homicídio e de fazerem um arrastão no Terminal da Integração da Cohab, em São Luís.

Segundo a Polícia Militar, um grupo de criminosos teria tentado matar uma pessoa, que acabou invadindo o terminal para se abrigar. O grupo entrou no local armado com facas e causou pânico nos passageiros.

A PM foi informada de que estaria havendo um possível arrastão no Terminal da Cohab. No local, a polícia encontrou vários homens armados com faca e fez o cerco.

Durante a ação policial, a PM conseguiu prender três suspeitos. Com eles foram apreendidas três armas brancas e um recipiente contendo crack.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, um dos presos estava foragido do sistema prisional, por não ter ido colocar a tornozeleira eletrônica.

O caso foi encaminhado para o Plantão de Polícia Civil do Cohatrac.

G1ma

Varíola dos macacos: 2,9 mil casos são investigados em 8 centros do SUS; entenda como está a testagem no país

UFG desenvolve teste rápido e barato para detectar varíola dos macacos, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

UFG desenvolve teste rápido e barato para detectar varíola dos macacos, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A testagem para casos de varíola dos macacos ainda não ocorre de forma ampla no Brasil, um reflexo do avanço da doença e de como os setores público e privado de saúde se mobilizaram contra o vírus monkeypox, segundo especialistas ouvidos pelo g1.

Embora disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), há gargalos na testagem que vão desde o tempo necessário para desenvolver testes específicos para serem comercializados e que passam até mesmo pela dificuldade em obter reagentes que possibilitariam capacitar mais centros de testagem.

“O diagnóstico hoje é um grande gargalo – ter poucos lugares que fazem, demorar tempo entre a coleta do material e a resposta do diagnóstico para o profissional de saúde, do profissional de saúde para o paciente, isso é ruim”, avalia a epidemiologista Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

Dados de compilados pelo governo federal até terça-feira (9) indicam que o Brasil somava 2.415 casos confirmados da varíola dos macacos (monkeypox) e de 2.963 casos suspeitos ainda à espera de resultado de um teste diagnóstico, segundo o balanço mais recente disponível.

Ao todo, desde o começo do atual surto, 6.986 exames diagnósticos para a doença foram processados nos laboratórios públicos do país. O governo não tem um consolidado dos testes realizados na iniciativa privada, mas os representantes chegam a estimar que foram responsáveis por 60% dos testes já feitos no país.

Para confirmar a doença, o SUS tem oito laboratórios de referência que analisam as amostras coletadas em todo o país. A testagem é restrita e o resultado pode demorar dias para chegar. A virologista Clarissa Damaso, da UFRJ, aponta que a ampliação dos centros de referência deve ser gradual no país para evitar desperdício de material usado nas análises.

“Do meu ponto de vista, tem que ser uma dinâmica: à medida que você tem regiões com mais aumentando número de casos, aquela região poderia ser fortalecida com mais laboratórios fazendo análise”, comenta a virologista. Ela citou o exemplo recente da mudança no envio das amostras coletadas no Centro-Oeste para Brasília, antes elas seguiam para o Rio. A mudança ocorreu por aumento da demanda e por facilidade logística, segundo Damaso.

A virologista explica que, no atual cenário de recursos escassos na indústria farmacêutica, é prudente ampliar os centros sem desperdiçar material. “A gente tem uma dificuldade dos reagentes. As empresas que fornecem esses reagentes estão pedindo 20 a 30 dias úteis para entregar. Isso é um tempo extremamente longo. Sem reagente a gente também não faz nada”, explica a virologista.

O atual panorama da testagem contra o vírus monkeypox no país é marcado também por uma participação significativa da rede privada, cujas empresas desenvolveram seus próprios métodos para dar conta da demanda: o setor avalia ter sido responsável por mais da metade dos testes já feitos no Brasil, mesmo sem que os planos de saúde sejam obrigados a custear os exames que podem chegar a custar R$ 450.

Enquanto a rede de referência do governo cresce impulsionada pelo aumento da demanda, há a expectativa de que, nas próximas semanas, a Anvisa libere a comercialização de testes de varíola dos macacos desenvolvidos por empresas privadas, facilitando o acesso e provocando uma eventual diminuição dos preços.

Segundo o Ministério da Saúde, o diagnóstico para a varíola dos macacos é feito exclusivamente por um teste do tipo PCR. O exame avalia o material genético coletado nas amostras das lesões por técnica de biologia molecular, com grau de sensibilidade superior a 95%.

“Um teste rápido (diferente do PCR, que exige processamento em laboratório) iria ajudar bastante. Se os próprios estados tivessem, eles já não mandariam tantos casos (para os centros de referência) que acabam sendo negativos. Você já faria uma triagem. Só que não existe teste rápido para monkeypox”, analisa Damaso.

Laboratórios de referência para o SUS

Até 6 de agosto, conforme informações disponíveis no site do Ministério da Saúde, oito laboratórios eram responsáveis por processar amostras e diagnosticar a varíola dos macacos no Brasil:

  1. Laboratório de Enterovírus da Fiocruz-RJ;
  2. Laboratório Central de Saúde Pública de Minas Gerais/Fundação Ezequiel Dias;
  3. Laboratório Central de Saúde Pública de São Paulo/Instituto Adolfo Lutz;
  4. Consórcio entre o Laboratório de Biologia Molecular de Vírus do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho e o Laboratório de Virologia Molecular do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  5. Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen/DF);
  6. Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen/RS);
  7. Laboratório de Referência Regional em Enteroviroses do Instituto Evandro Chagas, no Pará;
  8. Instituto Leônidas e Maria Deane, ligado à Fiocruz do Amazonas.

G1ma

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Segundo caso de varíola dos macacos é confirmado no Maranhão

Hospital Dr. Carlos Macieira em São Luís (MA) — Foto: Reprodução/TV Mirante

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou nessa sexta-feira (12), o segundo caso de varíola dos macacos (Monkeypox) no Maranhão.

O caso confirmado é de um homem de 38 anos, morador de São Luís. O secretário de Saúde do Estado, Tiago Fernandes, usou as suas redes sociais para informar que o paciente não tem comorbidades e tem um histórico de viagem para Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais.

O secretário disse ainda que, o paciente se encontra em isolamento domiciliar e seu quadro clínico é considerado estável. O secretário Tiago disse também que os Centros de Informações em Vigilância em Saúde (CIEVS) Estadual e municipal seguem acompanhando os casos.

Na quarta-feira (10) Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox) no Maranhão. O caso confirmado é de um homem de 42 anos, morador de São Luís, com comorbidades e sem histórico de viagem. O paciente está internado no Hospital Carlos Macieira (HCM), em São Luís, de responsabilidade do Governo do Estado.

Casos suspeitos

De acordo com Tiago, o estado possui mais nove casos suspeitos da doença. Os pacientes são dos municípios de São Luís (2), Timon (2), Barão de Grajaú (1), Bela Vista do Maranhão (1), Buriticupu (1), Paraibano (1) e Tutóia (1).

O perfil desses pacientes vai da faixa etária de 9 a 38 anos, sendo que oito deles são do sexo masculino e um do sexo feminino. Eles apresentam sintomas como cefaleia (dor de cabeça), febre de início súbito e, principalmente, erupções cutâneas.

Todas as nove pessoas com suspeita de varíola dos macacos estão em isolamento domiciliar e sendo acompanhadas pelas secretarias de saúde municipais e pela estadual. Dois dos casos em investigação possuem histórico de viagens, sendo uma internacional.

Atendimento médico de casos suspeitos

Hospital Dr. Carlos Macieira em São Luís (MA) — Foto: Reprodução/TV Mirante

Na Grande Ilha, as pessoas que apresentarem sintomas semelhantes à varíola dos macacos devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UPAs), de gestão municipal, o Hospital Carlos Macieira e o Hospital da Ilha. No interior do estado, além das UPAs, a população pode buscar atendimento nos seis hospitais macrorregionais.

Musa da banheira do Gugu fala sobre conteúdo adulto: “feliz quando sobe”

O site adulto do momento, OnlyFans, virou recanto para várias celebridades. Anitta, Rita Cadillac, Maria (do BBB 22), MC. Mirella, Angélica Martins (a Morango do BBB), Núbia Óliiver (modelo), Patrícia Kiss (Pat Beijo, ex-apresentadora do “Clube da Criança”), Valeska Popozuda, Geisy Arruda, Nana Gouvea e muitas outras, vendem conteúdo adulto na plataforma. As informações são do Dol.

Quem também aderiu à plataforma foi Luiza Ambiel, a musa da “Banheira do Gugu”. Em dezembro de 2021, ela anunciou que iria aderir ao OnlyFans.

“Vou fazer muitos ensaios sensuais. Usarei fantasias, vou fazer fotos lavando louça, cuidando da casa… Vou provocar os solteiros, pois é isso o que eu gosto”, declarou Luiza na época.

A modelo publica pelo menos três fotos ou vídeos por dia. Sua assinatura custa US$ 29,90 por mês, mais ou menos R$ 154 na cotação atual.

Para lucrar mais, ela segue a cartilha da amiga Vivi Fernandez, veterana na plataforma, de esperar a melhor cotação do dólar para solicitar a transferência dos pagamentos.

“Eu comecei com fotos sensuais e agora estou mais à vontade. Fico feliz quando o dólar sobe”, declarou.

Segundo ela, além do pagamento em dólar, o que mais a atraiu ao OnlyFans foi a possibilidade de agradas seus fãs com conteúdo personalizado.

“Dinheiro é maravilhoso, mas não dá para pensar somente nisso. Pensei no que eu entregaria e ainda pretendo crescer ainda mais na plataforma. Eu vou colar nas meninas que estão bombando e explorar muito a coisa da banheira, que me pedem muito”.

MN