Corpo de homem com perfurações de arma de fogo é encontrado em Codó

Corpo de Gilgleison da Cruz Silva foi encontrado com perfurações de arma de fogo em Codó — Foto: Reprodução/TV Mirante

O corpo de um homem identificado como Gilgleison da Cruz Silva foi encontrado no início da manhã desta quinta-feira (7) na Travessa Rio Grande do Norte com a Rua São Sebastião, no bairro São Sebastião, em Codó, a 290 km de São Luís, com perfurações de arma de fogo.

Segundo a Polícia Militar, os moradores ouviram disparos de arma de fogo e acionaram a polícia. Quando a guarnição chegou ao local já encontrou o homem caído no chão no cruzamento entre as duas vias. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e no local os médicos constataram a morte de Gilgleison da Cruz.

O corpo dele foi encaminhado para o necrotério do Hospital Geral Municipal de Codó, onde os peritos vão fazer o laudo cadavérico e encaminhar para a Polícia Civil, que deve abrir ainda nesta quinta-feira (7) uma investigação sobre o caso.

PC E GM EM RIBAMAR CUMPREM MANDADO DE PRISÃO DE ACUSADO DE ASSALTO

A Policia Civil do Estado do Maranhão, através da Delegacia Especial de São José de Ribamar (pertencente ao SAISP LESTE, integrantes da SPCC) com apoio da Guarda Municipal, na tarde de hoje 06.07.2022, deram Cumprimento ao Mandado de Prisão Preventiva, oriundo da 1° Vara Criminal de São José de Ribamar, em desfavor do nacional A. R. C. (38) vulgo TONICO pelo crime de Roubo.

No ano de 2011, TONICO e outros praticaram assalto, a um ônibus no Bairro Araçagi. TONICO fora capturado na Avenida Atlântica, Araçagi, nesta Cidade Balneária.

Vídeo: Acusada de agredir e assaltar estudante próximo à UFPI é presa

Mulher que agrediu estudante durante assalto é presa em Teresina (Foto: Reprodução/ WhatsApp)

Uma mulher, identificada pelas iniciais R. M. M. S, apontada como um dos criminosos que agrediram e assaltaram um estudante na última segunda-feira (4) nas proximidades dos condomínios Santa Mônica e Santa Marta, no bairro Horto Florestal, foi presa nesta quarta-feira (06) em uma residência no bairro Planalto Ininga, zona Leste de Teresina.

A informação foi repassada ao Meionorte.com pelo subcomandante 5º Batalhão de Polícia Militar, Major Oziel Sousa. O segundo envolvido no crime conseguiu fugir na ação policial. A motocicleta usada na situação também foi apreendida, além do aparelho celular da vítima. 

A prisão foi realizada por uma Equipe de Inteligência da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública e a Força Tática do 5º BPM, após denúncia anônima. Ela foi encaminhada até 12ª Delegacia de Polícia para os procedimentos cabíveis ao caso.

Uma testemunha, que presenciou todo o crime, gravou a ação da janela do apartamento. Nas imagens, é possível ver o momento que o estudante corre e o assaltante joga a moto por cima dele, que está caído no chão. Logo em seguida, a mulher entra em luta corporal com o universitário na tentativa de roubar o seu celular. 

O criminoso que está em uma motocicleta chega a pegar uma pedra e jogar contra a vítima que resistiu tentando impedir que os bandidos fugissem. Depois de um tempo, a dupla consegue ir embora.

Soro de leite a R$ 4,49 viraliza nas redes, após leite chegar a quase R$ 10

A imagem da venda de bebida láctea à base de soro de leite vendida em um mercado por R$ 4,49 viralizou nas redes sociais nesta semana, depois de o preço do leite se aproximar de R$ 10. A bebida, comercializada em uma caixa igual à dos leites longa vida, chamou a atenção dos internautas.

Soro do leite é vendido a R$ 4,49 em supermercado - Foto: Reprodução/Twitter 

Soro do leite é vendido a R$ 4,49 em supermercado – Foto: Reprodução/Twitter 

No mercado, o produto está exposto nas prateleiras com uma placa de oferta identificando-o apenas como “soro de leite”. O mesmo item é vendido na página da internet do estabelecimento por R$ 5,28, sob a denominação de “bebida láctea”.

A oferta despertou a atenção de internautas, pois, com a inflação a 12% em 12 meses, muitos deixaram de comprar leite e estão buscando alternativas. Ricardo Pereira foi um dos que publicaram a imagem viral.

“Com o litro do leite batendo 10 reais sobrou o soro de leite para alimentar nossas crianças”, comentou.

Letícia Sarturi criticou a venda de subprodutos de laticínios semelhantes a itens já conhecidos e lembrou outros itens que tiveram alteração em sua composição, para reduzir custos e, consequentemente, o preço de venda.

Foi o caso do leite condensado, que virou mistura láctea condensada com soro de leite e amido, e compostos lácteos em pó semelhantes a fórmulas infantis.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, soro do leite é um produto lácteo líquido extraído da coagulação do leite e é utilizado no processo de fabricação de queijos, caseína e produtos similares. Ele pode ser apresentado na forma líquida, concentrada ou em pó.

Já a bebida láctea é uma mistura do leite (que pode ser integral, desnatado ou parcialmente desnatado) com o soro do leite. Ela tem menor teor calórico, já que ela é mais “diluída” por acrescentar o soro e outros produtos alimentícios.

Por isso, espera-se que a bebida láctea tenha um preço mais acessível quando comparado ao leite e ao iogurte, por exemplo. Segundo especialistas, ela também tem valor nutricional, assim como o soro de leite puro.

A marca da bebida com soro de leite que viralizou é Cristina, que pertence ao grupo Quatá e é fabricada pela Nova Mix. O produto começou a ser vendido em março deste ano.

Meio Norte

São Luís é a capital brasileira mais cara para se comer fora, aponta pesquisa

 — Foto: Mirko Fabian/Unsplash

São Luís é a capital brasileira onde comer fora custa mais caro para o bolso da população, segundo uma pesquisada realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), divulgada nesta quarta-feira (6).

Para comer fora em São Luís, a população gasta, em média, R$ 51,91 em uma refeição completa (comida, bebida, sobremesa e café). O valor é cerca de 17% acima da média registrada entre as capitais brasileiras (R$ 40,64) e as do Nordeste (R$ 40,28).

O número representa um aumento de 41% em relação a última pesquisa realizada em 2019, antes da pandemia de Covid-19. A pesquisa foi feita em restaurantes, bares, lanchonetes e padarias de 51 cidades espalhadas por 22 estados e o Distrito Federal.

Comida cara em São Luís

Segundo a pesquisa, o ludovicense ainda paga, em média, R$ 29,67 pelo prato comercial ou feito, R$ 38,27 pelo quilo em self-services, R$ 61,65 em pratos executivos e R$ 59,48 no sistema ‘a la carte’.

De acordo com a ABBT, a pesquisa avalia os valores praticados pelos restaurantes, lanchonetes e padarias que aceitam o ‘benefício alimentação’. A metodologia consistiu em quatro categorias:

  • Comercial: estabelecimentos com serviço mais simples e que serve o popular ‘prato feito’;
  • Autosserviço: sistema self-service por quilo ou buffet a preço fixo;
  • Executivo: oferece opções de prato do dia com desconto em relação aos demais apresentados no menu;
  • A la carte: ambiente mais sofisticado onde o consumidor escolhe o prato que será preparado na hora.

Para os restaurantes por quilo, foram considerados o valor de 500g da refeição e 200g da sobremesa. O preço inclui bebida, como refrigerantes, água ou suco, sobremesa e café.

G1MA

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