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Camarão diz que não topa acordo para renunciar junto com Brandão

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), reacendeu as tensões com o governador Carlos Brandão (PSB) ao rechaçar publicamente a hipótese de renunciar ao cargo como gesto de pacificação entre os grupos políticos ligados aos chamados dinistas e brandonistas.Imóveis MaranhãoCursos político

Essa hipótese tem sido admitia como uma possível proposta de Brandão para que ele também renuncie e dispute o Senado embora o socialista nunca tenha falado sobre a possibilidade.

Em entrevista ao @nasruasdeitz, o petista foi categórico: “Se essa for a condição, infelizmente não vai ter acordo. A hipótese de eu renunciar é zero”, afirmou. A declaração evidencia o desgaste entre as duas principais lideranças do grupo governista maranhense às vésperas da disputa sucessória de 2026.

O petista também avaliou que Brandão “não pode impor condições à sucessão se for alguém leal ao projeto do presidente Lula”.

Gilberto Leda

Mais brincadeira, menos tela: confira dicas para uma infância saudável

Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica.

Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), destaca que já prescreve em suas orientações, além de alimentação saudável e vacinação, tempo de convívio entre pais e filhos.

“Eu quero que no final de semana vocês tenham duas horas de brincadeiras no parque, de vivências em casa, que levem as crianças para cozinhar, para fazer jogos de tabuleiro. É um retrocesso. Essa geração de pais não sabe como brincar com os filhos porque eles já vêm de uma fase conectada com as telas”, alerta.

Ela conta que observou uma mudança comportamental gigantesca, principalmente com a entrada das telas, do celular e do tablet no cotidiano das famílias.

“Houve uma desconexão entre pais e filhos. Porque não só as crianças estão mais tempo em tela, os pais também. No consultório, passaram a chegar muito mais alterações como ansiedade e depressão, quadros que nós nem estudávamos na nossa formação [em pediatria] e hoje precisamos lidar. É um momento muito conectado e desconectado ao mesmo tempo, com essa desconexão humana”, diz a pediatra.

Angela Uchoa Branco, professora do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília (UnB), reforça a importância das brincadeiras presenciais, face a face com outras crianças e adultos. Para as mais velhas, recomenda jogos como os de tabuleiro.

“Jogos e brincadeiras livres são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Contação de histórias dialogadas, ler para a criança antes de dormir, deixar livrinhos infantis disponíveis para desenvolver a criatividade e o gosto pela leitura. E, sempre que possível, levar a criança para brincar ao ar livre e conviver com a natureza”, afirma Angela.

Para este Dia das Crianças, a Agência Brasil conversou com médicos, psicólogos e especialistas para reunir dicas para uma infância mais saudável. Confira:

Mais brincadeira, menos tela

Se no passado a infância era marcada pelas brincadeiras de rua e o tempo livre, hoje se mistura com as telas do celular, notificações e interações online. Renata destaca que, para além da perda nas interações e do convívio, o excesso de telas pode prejudicar também o desenvolvimento do cérebro e da cognição.

“O excesso de telas vai estimular áreas que não são tão primordiais e pode levar à perda de habilidades, como foco, atenção, memória, resolução de problemas. São gerações que estão tendo mais dificuldade na comunicação e na aprendizagem. Além disso, se eu mexo menos o corpo, então haverá maior incidência de obesidade”, explica.

No ano passado, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) atualizou as orientações sobre o tempo de telas adequado para cada faixa etária.

De 0 a 2 anos: sem telas, mesmo que passivamente;
De 2 a 5 anos: uma hora por dia, com supervisão dos pais ou responsáveis;
De 6 a 10 anos: uma a duas horas por dia, no máximo, e sempre com supervisão;
Entre 11 e 18 anos: de duas a três horas por dia, e nunca deixar “virar a noite”.

A diretora executiva da ONG Vaga Lume, Lia Jamra, que há 25 anos atua com educação nos nove estados da Amazônia Legal, ressalta a importância do incentivo à leitura, em oposição ao digital.

“É muito importante pais e cuidadores terem iniciativa de ler para a criança para ajudar a sair da tela. A leitura traz um impacto socioemocional muito grande na formação de repertório, visão de mundo, possibilidade de sonhar. A infância na Amazônia é mais saudável. Várias brincadeiras fora de casa fazem parte da rotina dessa criança, como um mergulho no rio”, diz Lia.

Sono

O sono de qualidade é um dos pilares fundamentais para o bom desenvolvimento infantil. O descanso adequado está diretamente ligado ao desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. Também nesse aspecto, Renata aponta que as telas podem atuar como vilãs da saúde das crianças;

“Se usar telas no período noturno, fica com a luz da tela no meu cérebro mais tempo, o que diminui a produção de melatonina, hormônio responsável pela indução inicial do sono. Assim, a criança vai ter mais dificuldade para pegar no sono e despertares noturnos mais frequentes”, destaca.

A médica explica que o sono não é só para descansar, mas trata-se de um período em que processos neurológicos acontecem.

“A fixação de aprendizados adquiridos durante o dia é feita nesse período noturno. Muitos hormônios são secretados durante a noite, como o hormônio do crescimento, os hormônios controladores de fome e saciedade, que podem impactar no apetite e ganho de peso”, afirma.

Diálogo
A professora da UnB, Angela Uchoa, também destaca a importância de estabelecer diálogos respeitosos para promover uma educação que estabeleça limites, mas que reforce a autoestima dos pequenos, sem punições físicas.

“É necessário sempre escolher o momento certo para conversar e estabelecer limites, dialogando. Devemos ter tolerância zero para agressões, mas manter uma atitude respeitosa e dando exemplo de como se deve agir quando algo nos desagrada. Respeito gera respeito, é necessário demonstrar afeto para que a criança se sinta amada e elogiar aquilo que ela sabe fazer bem. Isso fortalece a sua autoestima, essencial para seu pleno desenvolvimento como ser humano” completa a professor da UnB.

Alimentação
Brasília-DF, 10.11.2023, A Diversas frutas, legumes e verduras que são vendidos diariamente na Centrais de Abastecimento do Distrito Federal, a CEASA-DF. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Frutas devem estar presente na alimentação desde o primeiro ano de vida. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Aos 6 meses de vida, quando os primeiros dentinhos em geral aparecem, o bebê inicia a chamada introdução alimentar. A fase é considerada primordial na formação dos futuros hábitos alimentares da criança, destaca a professora Diana Barbosa Cunha, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Ela destaca que hábitos ruins na infância podem manter-se ao longo da vida, tornando-se fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como as cardíacas, hipertensão arterial, diabetes tipo 2, entre outras.

“Essa fase deve ser tranquila, pensando que o objetivo da introdução alimentar é que o bebê conheça os alimentos. Nessa fase, o leito materno ainda é o alimento mais importante. A recomendação é que a introdução alimentar se inicie aos 6 meses e a gente espera que, aos 2 anos, a criança esteja plenamente adaptada à alimentação da família”, diz a professora.

Diana destaca que é muito importante que a família esteja se alimentando de forma adequada, dando o exemplo, tendo como base os alimentos minimamente processados, como cereais, leguminosas, carnes, frutas.

“Deve-se restringir o consumo de alimentos ultraprocessados. É fundamental estimular a autonomia da criança escolhendo as opções saudáveis que o responsável vai apresentar. Levar as crianças para a feira para ela escolher os alimentos. Levar a criança para o preparo dos alimentos como lavá-los, cortá-los. Isso favorece a relação com a alimentação”, conclui a professora.

*Agência Brasil/ Colaborou Ana Cristina Campos

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Brasil recebe 2,5 mil unidades de fomepizol, antídoto contra metanol

O Ministério da Saúde recebeu nesta quinta-feira (9), no Aeroporto de Guarulhos (SP), uma remessa com 2,5 mil unidades do antídoto fomepizol, usado no tratamento de pacientes com metanol no organismo. A substância detectada tem sido ingerida junto com bebidas alcoólicas adulteradas, produzidas de maneira clandestina.

É a primeira remessa desse antídoto a chegar ao Brasil. Ao todo, 1,5 mil unidades já começam a ser distribuídas ainda hoje, sendo priorizado o estado de São Paulo, que registra o maior número de casos de intoxicação pela substância. A unidade federativa receberá 288 unidades do medicamento.

O restante do lote será destinado a outras localidades com ocorrências confirmadas: Pernambuco (68 unidades), Paraná (84), Rio de Janeiro (120), Rio Grande do Sul (80), Mato Grosso do Sul (20), Piauí (24), Espírito Santo (28), Goiás (52), Acre (16), Paraíba (28) e Rondônia (16).

Distribuição aos estados
Unidade federativa Quantidade
São Paulo 288
Minas Gerais 152
Rio de Janeiro 120
Bahia 104
Paraná 84
Rio Grande do Sul 80
Pernambuco 68
Ceará 64
Pará 60
Santa Catarina 56
Goiás 52
Maranhão 48
Amazonas 32
Espírito Santo 28
Mato Grosso 28
Paraíba 28
Alagoas 24
Piauí 24
Rio Grande do Norte 24
Distrito Federal 20
Mato Grosso do Sul 20
Acre 16
Amapá 16
Rondônia 16
Roraima 16
Sergipe 16
Tocantins 16
Total 1.500
O envio terá continuidade amanhã (10), estendido a todo o país, inclusive em locais sem casos comunicados às autoridades. A pasta ainda manterá mil ampolas de fomepizol guardadas em estoque.

Os estados poderão demandar novas remessas, conforme sua necessidade e surgimento ou alta de casos. Em nota, o ministério esclarece que o quantitativo foi definido a partir de dados demográficos oficiais, do último Censo, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A aquisição do lote foi realizada com a subsidiária de uma companhia japonesa. A compra foi viabilizada pelo Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle, destacou que o órgão já iniciou o treinamento de 5 mil agentes de vigilância, policiais e funcionários do Ministério da Agricultura para prepará-los para o enfrentamento das ocorrências. A ação é fruto de uma parceria firmada com a pasta e a Sociedade Brasileira de Produtores de Bebida.

“A gente está qualificando os servidores da vigilância sanitária para poder proceder diante desse tipo de situação e ajudando no processo de fiscalização e entrega de amostras aos laboratórios para análise”, explicou Safatle.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, destacou que a população já tem acesso ao etanol farmacêutico, e agora o governo está oferecendo uma alternativa, que é o fomepizol. Ela acrescentou que a intoxicação pode ser constatada não somente por exames que mostrem a presença de metanol no corpo, mas por outros, também laboratoriais, como o de gasometria.

Segundo a secretária, à medida que foram surgindo mais casos, as autoridades de saúde viram que a substância tóxica fazia os pacientes adoecerem em um intervalo menor.

“O ministério ampliou a suspeita do caso de seis a 72 horas após a ingestão [da bebida], porque estava observando pessoas entrando [na unidade de saúde, à procura de atendimento] com seis horas, oito horas”, relatou.

Perguntada sobre a quantidade de unidades de antídoto dada a cada pacientes, Mariângela Simão informou que o cálculo é de cerca de 30 ampolas de etanol farmacêutico. Já em relação ao fomepizol, a estimativa é de quatro. Os números variam de acordo com fatores como o peso da pessoa e os sintomas que ela apresenta.

O fomepizol é uma droga produzida em pouca quantidade, motivo pelo qual é rara em todo o mundo e é classificada como medicamento órfão. Para garantir que os brasileiros tenham acesso, esclareceu Mariângela Simão, o governo comprará 5 mil unidades adicionais, que poderão servir por um prazo de dois anos, tendo em vista seu prazo de validade.

Etanol farmacêutico
Além do fomepizol, outra substância capaz de reverter a intoxicação é o etanol farmacêutico, que pode ser administrado por equipes de saúde antes mesmo da confirmação do quadro por exame laboratorial. O etanol farmacêutico exige prescrição e monitoramento médico, não devendo ser comprado e aplicado pela população em geral.

A pasta irá receber 12 mil ampolas desse tipo de antídoto como doação da empresa brasileira Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos. As unidades se somarão às 4,3 mil entregues aos estoques do SUS pelos hospitais universitários federais, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Agência Brasil

5 caminhos simples para cuidar da saúde mental

O Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, destaca a importância de práticas constantes voltadas ao equilíbrio emocional. Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em junho de 2022, mais de 1 bilhão de pessoas convivem com transtornos mentais no mundo. Depressão, ansiedade e condições relacionadas ao estresse estão entre as mais frequentes.

No Brasil, o cenário reflete o aumento na demanda por acompanhamento psicológico, sobretudo após a pandemia da covid-19. A psicóloga Alessandra Petraglia de Freitas explica que o cuidado com a saúde mental não depende de episódios extremos. “A atenção precisa ser contínua. Relações, rotina e o corpo oferecem sinais quando algo precisa mudar”, comenta.

A seguir, confira 5 caminhos simples para cuidar da saúde mental!

1. Manutenção de uma rotina de sono regular
Padrões de sono consistentes contribuem para a regulação emocional e funcionamento cognitivo. Dormir e acordar em horários semelhantes, manter um ambiente escuro e silencioso, e evitar estímulos fortes no período noturno favorecem esse processo.

2. Inserção de atividades físicas na rotina
Movimentos corporais produzem efeitos positivos sobre o humor e reduzem níveis de cortisol. Caminhadas leves, práticas de respiração ativa, alongamentos e exercícios moderados, realizados ao menos três vezes por semana, impactam de forma positiva o estado emocional.

3. Controle do tempo de exposição às redes sociais
O uso prolongado de redes sociais está associado ao aumento de sintomas como ansiedade e baixa autoestima. Estabelecer limites de tempo, evitar uso logo ao despertar ou antes de dormir e diversificar fontes de informação ajudam a preservar o foco e o bem-estar.

4. Fortalecimento de vínculos sociais reais
Conexões humanas baseadas em escuta, apoio e confiança estão entre os fatores que protegem a saúde mental. Participar de grupos presenciais, manter conversas frequentes com pessoas próximas e oferecer apoio em redes de convivência fortalecem a sensação de pertencimento.

5. Observação de sinais físicos e emocionais no dia a dia
Alterações no sono, cansaço constante, desinteresse por atividades habituais, irritabilidade e dificuldade de concentração podem indicar sobrecarga emocional. Reconhecer esses sinais facilita a busca por apoio antes que o quadro se agrave.

Alessandra Petraglia de Freitas reforça que o acompanhamento profissional pode evitar o agravamento de sintomas. “Buscar apoio clínico não define o grau do problema, mas indica cuidado com a própria história”, afirma.

Em caso de sintomas persistentes, como tristeza intensa, isolamento social, insônia contínua ou pensamentos negativos recorrentes, recomenda-se avaliação com psicólogo ou psiquiatra. O diagnóstico adequado permite acesso a intervenções baseadas em evidências, com acompanhamento contínuo.

Correio Braziliense

No Dia do Cabelo Maluco, criança homenageia a juçara com penteado criativo em escola no MA

No tradicional “Dia do Cabelo Maluco”, em comemoração ao Dia das Crianças, celebrado no domingo (12), mãe e filho de Cururupu, deram um toque maranhense à brincadeira. Jamille Cadete e o pequeno Nicollas Davi Cadete, de 7 anos, criaram um penteado inspirado na juçara, iguaria típica maranhense. Veja acima.

Ao g1, a mãe, Jamille, conta que a ideia surgiu em casa, de forma simples e improvisada. O incentivo veio do próprio Nicolas, grande fã da juçara.

“A boca dele é juçara 24 horas. Aí, como eu não tinha mais ideia nenhuma, eu disse: ‘Ah, eu vou então colocar, fazer uma coisa prática, né? E aproveitar também que tá no tempo da nossa safra da Juçara’ Aí eu peguei e fiz, só que eu não sabia que ia render tanto”, contou a mãe.

Jamille é maranhense, mas Nicollas é paraense, o que reforça ainda mais sua paixão pela juçara — fruto também muito consumido no Pará, um dos principais estados produtores da iguaria.

De origem tupi, o termo “jyssara” – que significa “espinho ligador” – nomeia a palmeira da qual se extraem o palmito e o fruto de cor roxa. Popular na gastronomia maranhense, a palavra “juçara” é usada exclusivamente no Maranhão para se referir ao açaí.

O penteado virou uma pequena obra de arte: um potinho de “açaí” feito com algodão roxo, decorado com miniaturas de camarão, saquinhos de farinha e tapioca. Segundo a mãe, boa parte do toque final foi ideia do próprio Nicollas.

“A ideia de colocar a farinha e a tapioca foi dele. Foi ele que mandou colocar a farinha e a tapioca, porque eu ia colocar só o potinho, né? Aí ele perguntou pra mim: ‘Cadê a farinha, mamãe?’ Aí ele teve a ideia também de pegar e colocar os saquinhos de farinha e de tapioca.”

Jamille conta que o nome acabou sendo açaí porque ela não conseguiu imprimir a arte da tiara com o nome juçara. Ainda assim, o resultado fez sucesso entre colegas, professores e pais.

“Foi bastante elogiado. Inclusive, veio até uma menina ontem aqui pedir emprestado. Já está emprestando, já até emprestei”, contou Jamile.

O irmão de Nicollas, Athos Samuel, também participou da brincadeira. Seu cabelo maluco foi transformado em um lagarto, com um detalhe especial: ao assoprar por um canudo, o lagarto “soltava” a língua.

‘Dia do Cabelo Maluco’
Com a finalidade de proporcionar diversão aos pais e às crianças, o “Dia do Cabelo Maluco” é um evento escolar no qual os estudantes abusam de penteados exóticos, extravagantes e coloridos.

A tradição vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil e foi inspirada no “Crazy Hair Day”, comum em instituições de ensino dos Estados Unidos.

G1ma