O Centro Médico Rad Imagem Codó celebra 15 anos de atuação neste mês de novembro. Para comemorar a data, a clínica preparou combos promocionais especiais para toda a família, válidos durante todo o mês.
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O Parque de Exposição Walter Zaidan foi palco de um dos maiores eventos religiosos já realizados na região dos Cocais. No último sábado, 08 de novembro, o show do Frei Gilson reuniu uma multidão em Codó. Cerca de 20 mil pessoas estiveram no evento Católico, vindas de diversas cidades do Maranhão e de outros estados do Brasil, em um momento marcante de fé, louvor e emoção.
O evento foi uma realização conjunta da Paróquia de São Sebastião e Diocese de Coroatá, com apoio da Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru (ACRIVI) com outros parceiros e patrocinadores. A grandiosidade da estrutura, a organização impecável e o clima espiritual proporcionaram ao público um espetáculo emocionante e com muita segurança, tornando o encontro um verdadeiro marco na história do município.


“Parabéns Frei Gilson pelo show em Codó! Foi um momento abençoado e emocionante, um verdadeiro “show de Deus”, que celebrou a fé e a esperança com mais de 20 mil pessoas. Que Deus continue iluminando sua missão de evangelizar e que o Espírito Santo o renove sempre. Sua dedicação e amor pelo evangelho tocam e inspiram a todos nós. Meus mais sinceros cumprimentos a comissão organizadora da Paróquia de São Sebastião, Diocese de Coroatá e apoio da ACRIVI, que cuidaram de todos os detalhes, garantindo que todos os participantes pudessem desfrutar de um momento único de louvor e bençãos”, destacou o ex-presidente da ACRIVI Idelfonso Barros.



Desde as primeiras horas da tarde de sábado, caravanas vindas de todo o Maranhão e de outros estados do Brasil começaram a chegar em Codó, mudando a rotina da cidade e movimentando a economia local. A presidente da ACRIVI, Inalda Beder, destacou a parceria da associação para a realização do grande show e da alegria em ver o Parque de Exposição recebendo um evento de tamanha importância espiritual e social.


“Foi um momento inesquecível para todos nós. Tivemos a oportunidade de sermos parceiros deste grande evento religioso. Ver o parque Walter Zaidan lotado de famílias, jovens e caravanas de várias partes do país e do Maranhão nos enche de gratidão. Foi uma demonstração de que Codó está preparada para receber grandes realizações, com segurança, estrutura e acolhimento. Parabenizo a todos os envolvidos por esse grande sucesso. O show de Frei Gilson emocionou o público com canções que inspiram esperança, amor e comunhão com Deus, encerrando a noite com aplausos, lágrimas e corações cheios de fé. A ACRIVI tem muito orgulho em poder contribuir para um evento que fortalece a fé e une tantas pessoas”, concluiu a presidente.


O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou, nesta segunda-feira (10), uma nova tabela com os preços médios ponderados ao consumidor final dos combustíveis, que servem de referência para o cálculo do ICMS em todo o país.
No Maranhão, os novos valores passam a ser aplicados a partir de 16 de novembro e podem provocar alterações no preço pago pelos motoristas no abastecimento. A atualização envolve gasolina, etanol, diesel, gás natural veicular e querosene de aviação, afetando desde o transporte particular até o setor de logística.
O Confaz informou que os reajustes seguem a tendência observada nacionalmente, variando de acordo com o tipo de combustível. Embora os números específicos para o estado não tenham sido detalhados no anúncio, a tabela já foi oficialmente publicada no Diário Oficial da União, onde pode ser consultada por qualquer cidadão.
O documento destaca que os estados e o Distrito Federal estão autorizados a utilizar os novos preços como base para a cobrança do imposto, conforme previsto no Convênio ICMS nº 110/07.
Um trecho do ato publicado no Diário Oficial diz:
“O Secretário-Executivo da Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IX, do art. 5º do Regimento do CONFAZ; considerando o disposto na cláusula décima do Convênio ICMS nº 110, de 28 de setembro de 2007; considerando as informações recebidas das unidades federadas, torna público que os Estados e o Distrito Federal adotarão, a partir de 16 de novembro de 2025, o seguinte preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) para os combustíveis referidos no Convênio ICMS nº 110/07.”
A nova lista de preços médios já está disponível para consulta pública no Diário Oficial da União e deve ser adotada em todo o país a partir do dia 16 de novembro.
O Imparcial

Ícone do esporte mundial e medalhista olímpica, a skatista maranhense Rayssa Leal foi uma das celebridades que marcaram presença, neste domingo (9), no GP de São Paulo de Fórmula 1, realizado no Autódromo de Interlagos. A atleta de Imperatriz (MA) circulou pelos bastidores do evento ao lado de diversas personalidades.
Rayssa Leal sofre quedas e fica fora da final de etapa da SLS em Paris
Entre os nomes que também estiveram no paddock da Fórmula 1 estavam o ex-jogador argentino Sergio Agüero, o surfista e ex-BBB Pedro Scooby, a apresentadora Maysa e as influenciadoras Virgínia Fonseca e Bruna Biancardi.
Rayssa posa com Lando Norris, vencedor do GP
Durante o evento, Rayssa Leal registrou o encontro com o grande vencedor do dia, Lando Norris, piloto britânico da McLaren, que garantiu sua segunda vitória consecutiva na temporada 2025 da Fórmula 1.
A maranhense compartilhou o momento nas redes sociais, recebendo uma enxurrada de elogios dos fãs e reforçando sua presença entre as personalidades mais queridas e influentes do esporte brasileiro.
Rayssa Leal entre as atletas mais valiosas do mundo
Recentemente, Rayssa Leal foi destaque em um ranking internacional elaborado pelo site SportsPro, especializado em negócios, marketing e mídia esportiva. A publicação classificou a “Fadinha” como a 12ª atleta mais comercializável do mundo, sendo a brasileira mais bem colocada no top 20, atrás apenas de Neymar (6º) e à frente de Vinícius Júnior.
O levantamento levou em conta fatores como desempenho esportivo, engajamento nas redes sociais e relevância comercial global.
Última competição de Rayssa Leal
Em sua mais recente participação na Street League Skateboarding (SLS), etapa de Paris, Rayssa Leal acabou ficando fora da decisão, após não repetir o desempenho que teve nas etapas anteriores — nas quais conquistou vitórias em Miami e Brasília.
Apesar do resultado, a maranhense segue como uma das principais favoritas para os próximos compromissos da temporada e continua consolidando seu nome entre as grandes estrelas do skate mundial.
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A partir desta segunda-feira (10), Belém passa a ser a capital temporária do Brasil, mas será principalmente o centro mundial das negociações sobre mitigação e adaptação frente às mudanças climáticas, e os investimentos necessários para atingir esses objetivos. A 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) prossegue até o próximo dia 21 de novembro. Realizada pela primeira vez na Amazônia – bioma com a maior biodiversidade do planeta e um regulador do clima global -, a COP30 tem o enorme desafio de recolocar o tema das mudanças climáticas no centro das prioridades internacionais.
Delegações de 194 países mais a União Europeia (UE) se inscreveram para participar, segundo informações da presidência da COP30. A capital paraense estima receber mais de 50 mil visitantes, entre negociadores diplomáticos, observadores, cientistas, representações de governos, organizações da sociedade civil e movimentos sociais.
O evento ganhou impulso, nos últimos dias, com a realização, também em Belém, da Cúpula do Clima, com a presença chefes de Estado, de governo e representantes de alto nível de cerca de 70 países. Anfitrião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscou engajar as nações em torno do consenso para ações práticas que possam frear o risco iminente de o planeta passar a conviver de forma permanente com temperaturas 1,5ºC.
“A COP30 é a COP da verdade”, destacou o líder brasileiro, que reafirmou, em diferentes momentos, a urgência da necessidade de financiamento para adaptação e transição energética, de se afastar de forma planejada e acelerada da dependência dos combustíveis fósseis.
“A cúpula de líderes foi bastante positiva porque tocou num ponto que é fundamental, quando a gente discute clima, que é o fim do uso de combustíveis fósseis. O presidente Lula disse que quer ver, no fim da conferência, os países acordando um mapa do caminho, uma espécie de roteiro de como a gente vai fazer a transição, porque ela não vai acontecer da noite para o dia. Como essa transição vai acontecer? Quais países começam primeiro? Qual é a linha de tempo disso, o tamanho do esforço, quanto de financiamento? Esse recado foi fundamental”, afirma à Agência Brasil o secretário executivo da Observatório do Clima, Márcio Astrini. O Observatório do Clima é uma rede da sociedade civil brasileira, com mais de 130 integrantes, entre organizações ambientalistas, institutos de pesquisa e movimentos sociais para debater e pressionar por ações de mitigação e adaptação à crise climática.
Brasília 21/03/2023 – O representante do Observatório do Clima, Márcio Astrini durante Seminário internacional Grito das águas
Foto: José Cruz/Agência Brasil
O representante do Observatório do Clima, Márcio Astrini, diz que fim dos uso de combustíveis fósseis é discussão fundamental – Foto José Cruz/Agência Brasil
O uso de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, representa 75% das emissões de gases que causam o efeito estufa e aumentam a temperatura do planeta, segundo dados da plataforma Climate Watch. Em seguida, aparecem agricultura (11,7%), resíduos (3,4%), processos industriais (4%), desmatamento e mudanças de uso da terra e das florestas (2,7%).
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Conjuntura desafiadora
Apesar desse quadro, a urgência da agenda climática nunca esteve tão em xeque, em meio a conflitos armados persistentes, a saída dos Estados Unidos (EUA) do Acordo de Paris – com retorno da postura negacionista sobre o tema -, e até um repique no aumento das emissões de gases de efeito estufa ocorrido ano passado, especialmente por causa das emissões de CO2, o principal poluidor da atmosfera.
Até o momento, menos de 80 países atualizaram suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC, na sigla em inglês). As NDCs são metas de mitigação, ou seja, compromissos adotados pelos países para redução de emissões de gases de efeito estufa, e foram implementadas desde o Acordo de Paris, há exatos 10 anos. Juntas, as NDCs publicadas respondem por 64% das emissões globais. Entre os países que mais emitem esses gases, EUA (antes da posse de Donald Tump), China e União Europeia apresentaram suas metas, mas a Índia, terceira maior emissora, ainda não entregou. Países que representam mais de um terço das emissões globais seguem sem atualizar seus compromissos.
“A gente não sabe o que os países prometeram fazer, porque eles não entregaram essas promessas. Então, você esperava que eles apresentassem ali durante a cúpula, pelo menos alguns deles, mas as promessas não vieram e isso daí foi um lado muito ruim”, critica Márcio Astrini.
Em sua décima e última carta à comunidade internacional, divulgada no sábado (9), o presidente-designado da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, fez um chamado aos países para que Belém se torne “um ciclo de ação” no enfrentamento da crise climática. Para o embaixador, este é o momento de implementar uma agenda de mudanças focada na união e na cooperação.
Brasília (DF) 13/10/2025 – O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, participa da abertura da Pré-COP30. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, na abertura da Pré-COP30 – Foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Ao longo do último ano de preparação, uma série de discussões prévias buscou alinhar a convergência entre os países, como a Conferência de Bonn, em junho, na Alemanha, e a Pré-COP, em Brasília, realizada no mês passado. Vale lembrar que os pactos nas COPs são por consenso entre as 198 partes da Convenção do Clima e do Acordo de Paris, o que torna o processo negociador extremamente complexo.
Adaptação e transição
Na avaliação de negociadores, três temas deverão guiar as negociações da conferência: adaptação climática, transição justa e a implementação do Balanço Global do Acordo de Paris (GST, na sigla em inglês).
A adaptação se refere à forma como cidades e territórios devem se preparar para lidar com eventos climáticos extremos, como o tornado que destruiu Rio Novo do Iguaçu, no interior do Paraná. Nesse caso, a COP30 deve definir indicadores para o Objetivo Geral de Adaptação Climática, uma forma de medir o progresso dos países.
O tema da transição justa deve ganhar um programa de trabalho oficial na estrutura da COP, com diretrizes para a implementação de políticas que atendam às pessoas impactadas pela transição rumo a economias de baixo carbono. Nesse caso, somado ao tema da transição energética, a meta é criar condições para que trabalhadores impactados pelas transformações em setores poluidores, por exemplo, tenham condições de atuar em novas áreas da economia.
A outra prioridade é a implementação do Balanço Global do Acordo de Paris. O primeiro foi há dois anos, na COP28, em Dubai, e apresentou uma série de recomendações para orientar os países na superação dos desafios da mudança do clima e no combate ao aquecimento global.
Financiamento
Além de todas as questões práticas está o gargalo do financiamento, sem o qual a guinada necessária para que o planeta possa consolidar uma economia de baixo carbono será inatingível. Essa é a principal armadilha nas negociações da COP30, avalia Márcio Astrini, do Observatório do Clima.
“Os países ricos, há muito tempo, prometeram que iriam colocar dinheiro em cima da mesa. Eles são os que mais devem dentro dessa conta do clima e prometeram financiar uma saída para que os países pudessem ali se desenvolver, sem perder sua economia, sem gerar pobreza, implementando novas tecnologias. Só que o dinheiro prometido para fazer essa transição nunca apareceu, na verdade. E isso gerou uma crise de confiança, que piorou na última conferência do clima [a COP29, em Baku, no Azerbaijão]”.
Para tentar impulsionar a resolução desse problema, foi apresentado um plano estratégico com o objetivo de viabilizar US$ 1,3 trilhão por ano de financiamento climático. Elaborado pelas presidências da COP29 e COP30, o documento batizado de “Mapa do Caminho de Baku a Belém” foi apresentado na última semana para tentar dar contornos mais concretos sobre como materializar esses recursos
Na agenda de ação brasileira, um dos instrumentos financeiros prioritários é o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). Lançado na última quinta-feira (6) durante a Cúpula do Clima, o projeto conta com aportes prometidos de mais de US$ 5,5 bilhões para financiar a manutenção e proteção das florestas tropicais presentes em cerca de 70 países. Ao menos 20% desses recursos deverão ser destinados a comunidades tradicionais e povos indígenas.
Sociedade civil
Se o resultado das negociações da COP30 ainda são incertos, a conferência certamente será marcada por uma exuberante participação da sociedade civil brasileira e internacional. Muito além da Zona Azul (Blue Zone), onde ocorrerão os eventos oficiais e o acesso é restrito a negociadores e pessoal credenciado, uma série de atividades espalhadas por toda a cidade pretende mobilizar a atenção em torno de diversas facetas da questão climática. O epicentro será a Zona Verde (Green Zone), a área pública da COP30, de entrada gratuita, que também fica no Parque da Cidade, em Belém.
O espaço é administrado pelo governo federal, mas sociedade civil, instituições públicas e privadas, comunidades tradicionais, juventude e demais atores não governamentais poderão se conectar, dialogar e apresentar projetos de tecnologia e inovação em soluções para a crise climática. É também um espaço de convivência e lazer gratuito par a população. No Pavilhão do Círculo dos Povos, por exemplo, povos indígenas, comunidades tradicionais, pequenos agricultores e outras populações consideradas essenciais na proteção dos biomas, terão uma extensa agenda. A COP30 deverá receber a maior mobilização indígena da história de todas as outras edições, com mais de 3 mil pessoas.
“Clima não é conversa de ambientalista ou de diplomata. Clima tem a ver com o nosso dia a dia – quando sobe o preço do café, por exemplo, é porque a safra, o plantio, teve prejuízo no Brasil, na Indonésia, no Vietnã, por questões climáticas. Quando a gente tem a tarifa vermelha [na conta de luz], é porque não choveu direito no local certo, as hidrelétricas não foram abastecidas, a energia ficou mais cara. Clima é uma coisa que tem a ver com o nosso prato de comida, com o nosso dia a dia”, diz Márcio Astrini, ao celebrar a ampla participação social prevista nesta COP.
“Essa já é a COP vitoriosa, porque o fato de ser realizada no Brasil movimentou diversos setores, muitos deles que nunca tinham conversado, se aproximado da agenda de clima, pessoal da religiosidade, do movimento negro, nós tivemos juízes, a área da saúde, da educação, são muitos movimentos que foram ficando mais próximos, mais íntimos do problema, se apropriando mais da agenda do clima”.
Outro grande destaque em Belém será a Cúpula dos Povos, de organização autônoma dos movimentos sociais, que começa na quarta-feira (12) na Universidade Federal do Pará (UFPA). Uma barqueata no Rio Guamá, que banha a capital paranese, deve dar início à mobilização. O evento vai reunir movimentos sociais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos de mais de 62 países para discutir uma transição justa do clima. No sábado (15), uma grande marcha dos povos pelas ruas de Belém também está prevista.
Brasília (DF) 07/04/2025 O Acampamento Terra Livre (ATL), a maior Assembleia dos Povos e Organizações Indígenas do Brasil, acontece em Brasília. O coordenador executivo APIB, Dinamam Tuxá, fala com a imprensa Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O coordenador executivo da APIB, Dinamam Tuxá, diz que acodos firmados devem ser cumpridos – Foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
“Em todas as COPs, saíram acordos que não foram cumpridos na sua totalidade. O que precisamos é que esses acordos firmados, de fato, sejam efetivados e cumpridos. E chamar quem de fato lida com a proteção territorial, a preservação e a conservação para a mesa de negociação. De igual para igual”, afirma Dinamam Tuxá, coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).
Agência Brasil

O primeiro dia de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 teve 27% de abstenção, mantendo uma taxa semelhante à do ano passado (26,6%). A porcentagem é menor do que nos anos de 2023 (28,1%) e 2022 (28,3%).
“A abstenção manteve a média e aumentou o número de participantes”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana, na noite deste domingo (9).
Mais de 4,8 milhões de candidatos estavam habilitados a participar do Enem. Ele disse que houve 3.240 participantes eliminados por diferentes irregularidades. “Foi tudo tranquilo”, destacou.
O ministro citou que foram eliminados candidatos que não atenderam as orientações dos fiscais, utilizaram materiais impressos, ausentaram-se dos assentos fora do horário permitido, portaram equipamentos eletrônicos ou deixaram o local da prova portando o caderno de questões antes de 30 minutos do final da aplicação
Gabarito
O ministro informou que o gabarito oficial do primeiro dia de prova deve ser divulgado na próxima quinta-feira (13). Camilo Santana recordou que o exame foi aplicado em 1.805 municípios e envolveu mais de 300 mil pessoas de apoio.
Neste domingo, o exame cobrou questões de múltipla escolha das seguintes áreas do conhecimento: língua portuguesa; literatura; língua estrangeira (inglês ou espanhol); história; geografia; filosofia e sociologia, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação. Foram 90 questões além da redação.
O ministro defendeu o tema da redação, sobre as perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira.
“Achei que foi um tema muito atual e que exige de todos nós brasileiros um olhar muito cuidadoso, porque o país começou a inverter a sua curva etária, aumentando o número de pessoas idosas”.
Segundo professores ouvidos pela Agência Brasil, o tema da redação do Enem, ajudou a promover debates atuais como violações de direitos e etarismo, que é o preconceito contra uma pessoa por causa de sua idade.
Brasília – 09/11/2025 – MEC faz balanço do primeiro dia do Enem 2025. Foto: Print/Youtube do MEC.
Ministro da Educação, Camilo Santana, e presidente do Inep, Maunel Palácios, fazem balanço do primeiro dia do Enem 2025. Foto: Print/Youtube do MEC.
“Prova linda”
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manuel Palácios, avaliou que a prova estava “linda”, “maravilhosa”.
“Trabalhando com as habilidades e conhecimentos previstos nas nossas referências curriculares, é um grande tema para a gente discutir nos próximos dias. É a avaliação que o Enem representa da conclusão da educação básica no país”, disse.
O ministro da Educação destacou que os casos de reaplicação do exame têm data marcada: os dias 16 e 17 dezembro. Entre os alunos que terão essa oportunidade, estão os estudantes das cidades paranaense vítimas do tornado.
Segundo dia
O segundo dia de prova será no próximo domingo (16), quando serão cobrados conteúdos de ciências da natureza e matemática.
Além de avaliar o ensino nas escolas, o Enem é a principal porta de entrada em universidades, principalmente nas públicas. A nota pode ser usada pelos estudantes no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), voltado às públicas, e no Programa Universidade para Todos (Prouni) e no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), os dois direcionados a instituições particulares.
Agência Brasil

A clínica EndoRim–Codó, amplia seus atendimentos em Codó-MA, trazendo dois profissionais de destaque na área da nutrição.
A nutricionista especialista em nutrição esportiva, emagrecimento e bem-estar e o nutricionista clínico, voltado à alimentação saudável e equilibrada, não restritiva, estarão atendendo na unidade para oferecer um acompanhamento personalizado e de qualidade.
Os atendimentos já estão disponíveis e os agendamentos podem ser feitos através do link oficial da EndoRim.


A diretora da Biblioteca do Lápis, que fica na rua Pernambuco, bairro São Francisco, Madalena Cantanhede, comunicou hoje, domingo, 9, que Codó voltou, depois de longos anos, a bater meta de visitação e figurou em outubro entre as 3 mais visitadas do estado, dentro de um universo de 26 bibliotecas.
Leia o que ela escreveu a divulgar a vitória:
“É com o coração transbordando de felicidade, que venho aqui compartilhar com vcs essa conquista inédita da biblioteca do lápis.
Nossa unidade está no pódio, ficamos em terceiro lugar no ranking das indústrias que tiveram melhor desempenho e produção no mês de outubro.
Ao todo somos 26 indústrias por todo Maranhão e Codó nunca tinha sido destaque, quase nunca batia nem a meta e pela primeira na história da biblioteca do lápis, a meta desse mês quase triplicou levando nossa biblioteca ao um pódio inédito depois de 13 anos de existência.
Quero aqui agradecer ao Secretário Luís Claudino ter nos dado condições para executarmos com excelência o trabalho do mês de outro ( A SEMANA DA CRIANÇA). quero agradecer a equipe da biblioteca do lápis pelo empenho e compromisso.
Quero tbem agradecer ao prefeito Chiquinho FC por está dando condições para manter de portas abertas a Biblioteca do lápis”.
Blog do Acélio

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 é: “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”.
A informação foi divulgada neste domingo (9) pelo ministro da Educação, Camilo Santana, pela rede social X.
Além da prova de redação, os candidatos inscritos no Enem fazem na tarde de hoje as questões de linguagens e códigos e de ciências humanas. A prova começou às 13h30 e termina às 19h (horário de Brasília).
Como é a redação
A prova de redação exige a produção de um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, com até 30 linhas a partir da situação-problema proposta, dos textos motivadores e dos conhecimentos construídos ao longo de sua formação.
Os participantes terão que escrever um texto dissertativo-argumentativo, com até 30 linhas, a partir da situação-problema proposta, dos textos motivadores e dos conhecimentos construídos ao longo da formação.
O tema da redação será de ordem social, científica, cultural ou política.
O projeto de texto, com informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, deverá defender um ponto de vista – uma opinião a respeito do tema proposto -, apoiada em argumentos consistentes, estruturados com coerência.
o candidato também deverá elaborar uma proposta de intervenção social (solução) para o problema apresentado no desenvolvimento do texto. Essa proposta deve respeitar os direitos humanos. Propostas que desrespeitem os direitos humanos receberão nota zero. Constituem desrespeito aos direitos humanos propostas que, por exemplo, incitem as pessoas à violência ou tenham referências racistas.
Correção
Somente serão corrigidas as redações transcritas para a folha de redação oficial da prova do Enem.
Cada redação será corrigida por dois corretores, com graduação em letras ou linguística, de forma independente, sem que uma conheça a nota atribuída pela outra.
Os corretores atribuirão uma nota de 0 a 200 pontos em cada uma das cinco competências. A soma desses pontos compõe a nota total atribuída por avaliador, que pode chegar a 1 mil pontos. A nota final do participante será a média aritmética entre as notas totais atribuídas pelos dois avaliadores.
Nota zero
Entre os critérios previstos no edital do Enem 2024 que resultam na nota zero na redação, estão:
Fuga ao tema proposto;
Ausência de texto na folha de redação;
Texto insuficiente, com até sete linhas manuscritas;
Texto escrito predominantemente ou integralmente em língua estrangeira;
Nome, assinatura, rubrica ou qualquer outra forma de identificação, em qualquer parte da folha de redação;
Desobediência à estrutura dissertativo-argumentativa e
Desrespeito à seriedade do exame, com palavrões, desenhos e outras formas propositais de anulação.
Agência Brasil