IFMA abre edital com 560 vagas para cursos técnicos integrados ao ensino médio; saiba como se inscrever

O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) lançou edital do Processo Seletivo Unificado 2026 para cursos técnicos integrados ao ensino médio na modalidade Educação de Jovens e Adultos (Proeja). Ao todo, são 560 vagas gratuitas em 14 campi, com ingresso no primeiro semestre de 2026.

Cursos e vagas
O Campus São Luís-Maracanã oferece 80 vagas, divididas entre os cursos de Agropecuária (vespertino) e Gastronomia (matutino).

Já os campi de Açailândia, Araioses, Porto Franco, Bacabal, Buriticupu, Codó, Coelho Neto, Imperatriz, Santa Inês, São José de Ribamar, Timon e Zé Doca disponibilizam 40 vagas cada em formações como Administração, Vendas, Comércio, Agroindústria, Eletrotécnica, Panificação e Redes de Computadores.

Inscrições
As inscrições são gratuitas e estarão abertas de 26 de setembro a 31 de outubro de 2025, exclusivamente pelo site estudenoifma.ifma.edu.br.

Podem participar candidatos com 18 anos ou mais até a data da matrícula, que já tenham concluído o ensino fundamental ou estejam concluindo essa etapa em 2025, inclusive na modalidade EJA.

Seleção e cotas
A seleção será feita pela análise do Questionário Socioeconômico, considerando renda familiar, tempo fora da escola, condições de moradia e motivação para voltar a estudar.

Metade das vagas é destinada a candidatos que cursaram todo o ensino fundamental em escola pública, com subcotas para baixa renda, autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Além disso, há reserva de 2,5% das vagas especificamente para pessoas com deficiência, independentemente de renda ou origem escolar.

Os candidatos autodeclarados pretos e pardos passarão por procedimento de heteroidentificação, com análise da foto enviada na inscrição.

Resultado
O resultado final será divulgado em 18 de dezembro de 2025. As matrículas ocorrerão de 7 a 16 de janeiro de 2026. Caso sobrem vagas, haverá chamadas de excedentes até a terceira semana de aulas.

O edital completo, com cursos, turnos e regras de cotas, pode ser acessado no link: https://estudenoifma.ifma.edu.br/proeja/.

G1ma

Preço do café deve subir até 15% nos próximos dias, alerta Abic

O preço do café deve voltar a subir já nos próximos dias, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). Em coletiva realizada nesta quarta-feira (24), em São Paulo, o presidente da entidade, Pavel Cardoso, informou que o reajuste pode variar entre 10% e 15%, reflexo do aumento nos custos da matéria-prima.

De acordo com o diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio da Silva, o novo preço já havia sido comunicado ao varejo no início de setembro. “Como o varejo só foi às compras agora, a partir do dia 15, acreditamos que, já na próxima semana ou no início de outubro, os preços estejam nas prateleiras”, disse.

Consumo em retração
Dados divulgados pela Abic mostram que a alta acumulada em 2025 resultou em uma queda de 5,41% no consumo interno entre janeiro e agosto, em comparação ao mesmo período do ano passado. As vendas caíram de 10,11 milhões para 9,56 milhões de sacas.

Alguns segmentos tiveram aumentos expressivos, como o café solúvel, que acumulou alta de 50,59%. Apesar disso, a associação projeta encerrar 2025 com resultados próximos aos de 2024.

“Os dados de setembro nos levam a crer que teremos um comportamento surpreendente até o fechamento do ano, com possibilidade de recuperação no consumo”, projetou Cardoso.

Tarifas dos EUA e cenário internacional
A indústria cafeeira também acompanha com atenção as sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Embora o café não seja produzido em escala no país, o Brasil teme impactos nas exportações.

“A leitura que fazemos é que não haverá tarifas, já que os EUA não produzem café em volume relevante. Mas ainda não temos clareza se a alíquota voltará a zero ou se seguirá em 10%”, afirmou Cardoso.

O setor também espera avanços após a possível reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, marcada para a próxima semana.

Queda recente nos preços
Apesar do alerta de alta no varejo, levantamento do Cepea/Esalq/USP apontou queda expressiva nos preços de referência entre 15 e 22 de setembro:

Café arábica tipo 6: -10,2% em São Paulo
Café robusta: -11,1%
Segundo o estudo, a redução está ligada à expectativa de chuvas nas regiões produtoras, liquidação de contratos na Bolsa de Nova York e à possibilidade de retirada das tarifas dos EUA.

Fonte: Agência Brasil

Lula conta como foi encontro com Trump: “Aquilo que era impossível aconteceu”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou nesta quarta-feira (24/9) a conversa que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Segundo Lula, “aquilo que parecia impossível aconteceu”, e a conversa ocorreu por acaso.

O chefe do Executivo também disse querer estabelecer uma “pauta positiva” entre Brasil e Estados Unidos na reunião que deve ter com Trump, por videoconferência ou telefonema, na próxima semana. Lula também explicou que não há definição sobre a conversa ainda, mas que aceitaria fazer um encontro presencial, se possível.

“Eu tive a satisfação de ter um encontro com o presidente Trump. Aquilo que parecia impossível deixou de ser impossível e aconteceu, e eu fiquei feliz quando ele disse que pintou uma ‘química boa’ entre nós”, declarou Lula durante coletiva de imprensa na sede da ONU.

“Como eu acho que a relação humana é 80% química e 20% emoção, eu acho que é muito importante essa relação, e eu torço para que dê certo, porque Brasil e Estados Unidos são as duas maiores democracias do continente”, emendou.

Para o chefe do Executivo, Trump está “mal informado” sobre a relação com o Brasil, e que espera que a conversa mude a posição do americano sobre as sanções impostas a produtos e a autoridades brasileiras.

“Estou convencido de que algumas decisões tomadas pelo presidente Trump se deve ao fato da qualidade das informações que ele tinha sobre o Brasil. Na hora que ele tiver as informações corretas, ele pode mudar de posição, da mesma forma que o Brasil pode mudar de posição”, disse Lula.

O petista também disse estar “otimista” com a possibilidade de uma reunião com Trump, apesar da tensão diplomática entre os dois países e das sanções impostas pelos EUA ao Brasil. “Eu acredito muito no poder de convencimento das palavras”, frisou.

“Pauta positiva”

Lula afirmou que os dois países possuem uma série de interesses empresariais, comerciais, industriais, tecnológicos e científicos, e que não vê motivo para que Brasil e Estados Unidos vivam em um momento de conflito. Além disso, comentou também que não leva em conta diferenças ideológicas ao tratar de relações entre chefes de Estado.

“Eu fiquei satisfeito quando ele disse que é possível a gente conversar, e quem sabe em alguns dias, quando a gente possa se encontrar e fazer uma pauta positiva entre Brasil e EUA. É isso que eu quero, e eu acho que é isso que ele deve querer também”, disse ainda Lula.

Questionado por jornalistas, o presidente brasileiro também negou ter preocupação com uma possível humilhação por parte de Trump em um encontro pessoal, como ocorreu com a visita do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, à Casa Branca.

“Não há porque ter brincadeira entre dois homens de 80 anos de idade. Ele certamente vai me tratar com o respeito que merece o presidente da República Federativa do Brasil, e eu vou tratar ele com o respeito que merece o presidente dos Estados Unidos”, respondeu Lula.

*Fonte: Correio Braziliense

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Turismo muda regras de check-in e check-out de hospedagens

O Ministério do Turismo (MTur) alterou as regras para os hotéis brasileiros referentes à entrada e à saída (check-in e check-out) do hóspede, considerando o tempo necessário para arrumação, higiene e limpeza da unidade.

De acordo com a portaria, o preço da diária, a ser cobrado pelos meios de hospedagem, deve corresponder ao período de 24 horas.

Os hotéis podem definir seus próprios horários de check-in e check-out, mas as informações devem ser comunicadas, tanto pelos hotéis como pelas agências de turismo e as plataformas digitais intermediárias de reservas, ao hóspede de forma clara e prévia.

A nova regra permite que o hotel cobre tarifas extras para check-in antecipado ou check-out tardio nas acomodações, desde que o hóspede seja informado com antecedência e não prejudique o cumprimento das normas de limpeza.

A norma fixa em até 3 horas o tempo que deve ser dedicado à arrumação e limpeza dos quartos de hospedagem. Os hotéis não podem cobrar a mais por esses serviços, que devem estar incluídos no preço da diária.

Os procedimentos incluem a higienização completa da unidade de alojamento; a troca de roupa de cama e das toalhas.

A frequência da limpeza e da arrumação deve ser compatível com o tipo de estabelecimento, como hotéis, resorts, pousadas, hostels, apart-hotéis ou flats.

O hóspede deve ser comunicado sobre o tempo estimado para a limpeza do quarto e a frequência.

Se preferir, o hóspede pode dispensar os serviços de arrumação e limpeza, mediante manifestação expressa e sua vontade deve ser respeitada. Porém, o hotel deve garantir que essa escolha não comprometa as condições sanitárias e a segurança dos demais hóspedes no local.

Em nota, o Ministério do Turismo explicou que a proposta “busca oferecer maior previsibilidade e transparência nas relações de consumo, além de reforçar a segurança sanitária e jurídica do setor”.

Registro de hóspedes
O MTur também criou a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato digital, para todo o segmento de hotelaria do país.

A ficha online deve ser preenchida por todos os hóspedes, contendo informações básicas de identificação que já eram solicitadas no modelo em papel.

A modernização disponibiliza funcionalidades para desburocratizar o processo de pré-check-in, check-in e check-out. O objetivo é promover a economia de tempo para os hóspedes, diminuir gastos e aumentar a segurança para os meios de hospedagem.

A plataforma online autoriza, entre outros procedimentos, o pré-check-in por QR Code ou link.

De acordo com o ministério, o sistema também facilita o envio eletrônico das informações exigidas pela legislação brasileira. Os dados geram estatísticas oficiais em tempo real sobre o fluxo turístico nacional.

As informações qualificadas permitem, por exemplo, identificar o perfil do turista e o envio padronizado possibilita o monitoramento das taxas de ocupação hoteleira em cada região.

O documento digital está disponível para os estabelecimentos do ramo hoteleiro na Plataforma FNRH Digital e deve ser autenticado via conta Gov.br.

As novas regras entram em vigor em 15 de dezembro.

Agência Brasil

Prévia da inflação sobe 0,48% em setembro

A prévia da inflação oficial de setembro ficou em 0,48%, impactada principalmente pelo preço da energia elétrica. Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em -0,14%.

Já em setembro de 2024 o indicador marcou 0,13%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 5,32%. Os números foram divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pelos dados prévios, a inflação anual se mantém acima da meta do governo de 3% ao ano com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo no máximo a 4,5%.

A alta da conta de luz é explicada pela “devolução” do Bônus Itaipu, desconto na conta de agosto que beneficiou 80,8 milhões de consumidores. Em setembro, sem o bônus, a fatura fica mais alta na comparação com o mês anterior.

Influências
Dos cinco grupos de preços apurados pelo IBGE, cinco apresentaram alta na passagem de agosto para setembro:

– Habitação: 3,31

– Vestuário: 0,97

– Saúde e cuidados pessoais: 0,36

– Despesas pessoais: 0,20

– Educação: 0,03

– Comunicação: -0,08

– Artigos de residência: -0,16

– Transportes: -0,25

– Alimentação e bebidas: -0,35

A alta do grupo habitação respondeu por 0,5 p.p. do IPCA-15 de setembro. A energia elétrica residencial, que faz parte do grupamento, foi o maior impacto individual dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, subindo 12,17%, após a queda de 4,93% em agosto. O impacto só desse subitem ficou em 0,47 p.p.

Além do fim do bônus, a conta de luz sofre influência da vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adicionou R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos.

A cobrança extra é determinada pela Aneel para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. O adicional é necessário, pois a energia gerada pelas termelétricas é mais cara que a hidrelétrica.

Alimentos caem pelo 4º mês
A prévia da inflação mostra que os preços dos alimentos caíram pelo quarto mês seguido. Em setembro, o recuo foi 0,35% e impacto de -0,08 p.p. Em agosto, a queda foi 0,53%.

A alimentação no domicílio (-0,63%) foi influenciada pelas quedas do tomate (-17,49%), cebola (-8,65%), arroz (-2,91%) e café moído (-1,81%). No sentido inverso, as frutas subiram 1,03%, em média.

Em relação à alimentação fora do domicílio, o IPCA-15 mostra alta de 0,36%, abaixo do 0,71% de agosto, representando desaceleração.

IPCA-15 x IPCA
O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo.

A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 15 de agosto a 15 de setembro.

Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente, o valor do mínimo é R$ 1.518.

O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA “cheio” de setembro será divulgado em 9 de outubro.

A cobrança extra é determinada pela Aneel para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. O adicional é necessário, pois a energia gerada pelas termelétricas é mais cara que a hidrelétrica.

*Matéria atualizada às 9h46min. para acréscimo de informações/ Agência Brasil

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