Justiça encaminha influenciadora Tainá Sousa para penitenciária, em São Luís

Foto de registro de prisão de Tainá Sousa no Sistema Penitenciário do Maranhão — Foto: g1

A Justiça homologou a prisão de Tainá Sousa, encaminhando a influenciadora para o sistema penitenciário de São Luís, onde ficará enquanto responde pelos crimes de lavagem de dinheiro e pela suposta ‘lista de execução’ de autoridades.

A decisão foi do juiz Ernesto Guimarães Alves durante audiência de custódia realizada neste sábado (2), após a prisão preventiva realizada pela Polícia Civil, na última sexta-feira (1).

Homologar prisão preventiva significa que o juiz confirmou a legalidade de uma prisão preventiva, indicando que tudo ocorreu conforme a lei e sem excessos ou abusos. A decisão valida a decisão de manter a pessoa presa, até posterior decisão judicial que revogue a prisão preventiva.

Tainá já foi encaminhada para o sistema penitenciário, conforme confirmado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). A foto de registro de prisão também já foi realizada.

A prisão de Tainá foi realizada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), com base em um mandado de prisão preventiva, no âmbito da Operação Dinheiro Sujo, que apontou que Tainá elaborou uma lista com nomes de autoridades públicas e profissionais da imprensa que estariam marcados para morrer.

Influenciadora é presa em São Luís suspeita de chefiar grupo criminoso e elaborar 'lista de execução' — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Influenciadora é presa em São Luís suspeita de chefiar grupo criminoso e elaborar ‘lista de execução’ — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Segundo a Polícia, os citados na lista são pessoas que atuam de forma ativa no combate aos jogos ilegais, especialmente o “Jogo do Tigrinho”, o que iria contra os planos da influenciadora.

A operação ‘Dinheiro Sujo’ foi realizada no dia 30 de agosto para cumprir mandados de busca e apreensão contra cinco influenciadores que fariam parte de um grupo criminoso liderado por Tainá.

De acordo com a polícia, o grupo utilizava redes sociais para divulgar o ‘Jogo do Tigrinho’, atraindo vítimas por meio de promessas enganosas de lucros rápidos e elevados. Os seguidores eram estimulados a se cadastrar e depositar valores em plataformas de jogos do tipo caça-níqueis, operadas por indivíduos que contratavam os influenciadores investigados para impulsionar a divulgação.

Além de Tainá Sousa, também foram alvos os influenciadores Maria Angélica, Otávio Filho, Otávio Vitor e Neto Duailibe. Para a polícia, todos usavam suas imagens para promover os jogos e levar as vítimas para um grupo de WhatsApp em nome da Tainá Sousa. O grupo também tinha uma advogada, que era encarregada pela lavagem de dinheiro, segundo a polícia.

“O grupo tinha suas subdivisões. Alguns deles eram responsáveis pela divulgação dos jogos de azar, principalmente no Instagram. Depois, com os valores que conseguiam, eles adquiriam carros de luxo e colocavam em nome de terceiros. Eles repassavam os valores através do sistema bancário para uma laranja, que lavava e pulverizava os valores em investimentos bancários”, declarou o delegado Pedro Adão.

Como parte das medidas judiciais da operação, foi determinado o bloqueio de R$ 11.424.679,00 dos investigados, além do sequestro e apreensão de uma moto aquática e veículos de luxo, incluindo modelos como Range Rover Velar, Range Rover Evoque, BMW e Toyota Hilux.

Ainda segundo a Polícia Civil, Taíná já responde a processos judiciais por outros crimes. Em uma ação criminal, ela figura como ré por furtos continuados, após usar um cartão de crédito pertencente a uma pessoa falecida para realizar diversas compras no mesmo dia do óbito. Ela confessou os crimes e firmou acordo de não persecução penal, tendo o processo sido suspenso provisoriamente.

Homem é preso em flagrante ao agredir mulheres com socos e joelhadas, em São Luís

Homem que foi flagrado agredindo mulheres, em São Luís, segundo a Guarda Municipal — Foto: g1

Um homem foi preso após ser flagrado agredindo duas mulheres com socos e joelhadas, na região do Terminal do São Cristóvão, em São Luís. O nome do homem não foi informado.

Segundo a Guarda Municipal, o caso aconteceu durante a madrugada do último sábado (2), quando os guardas ouviram gritos que vinham da parte externa do terminal. No local, segundo os guardas, um homem foi visto agredindo as mulheres, mas foi imobilizado.

Após a prisão, o homem foi levado para a Casa da Mulher Brasileira, no Jaracaty. Já as mulheres tiveram ferimentos, mas foram socorridas.

g1ma

Os Destinos Mais Seguros do Mundo para Proteger e Multiplicar Riqueza no Longo Prazo

Ganhar, investir e multiplicar. Por muito tempo, essa foi a fórmula clássica da construção de riqueza. E quando o assunto era preservar patrimônio, a resposta parecia simples: procurar os países que cobravam menos tributos e ofereciam o maior sigilo possível. Porém, o cenário está mudando.

Com o avanço das reformas tributárias pelo mundo, o aumento da vigilância internacional e a pressão sobre as grandes fortunas, esse tradicional modelo de preservação de riqueza está perdendo força. Atualmente, alocar o capital exige mais do que buscar impostos baixos. É preciso encontrar lugares que ofereçam previsibilidade.

Assim surgem as “cidades-refúgio” — centros urbanos capazes de proteger e sustentar o dinheiro no longo prazo, combinando eficiência tributária com estabilidade política, infraestrutura digital e resiliência climática (uma nova preocupação para o futuro).

Um estudo feito pela Multipolitan, plataforma de migração global, e que analisa as características da riqueza global aponta que é necessário escolher locais onde o patrimônio será compreendido como parte da estratégia e não um número a ser tributado. “Hoje, para gerir o capital é necessário mais do que investir com inteligência, exige uma geografia eficiente”, afirma Dan Marconi, Head de Partnerships da Multipolitan.

As mudanças
No novo mapa da riqueza, não se trata mais de escapar do radar, mas de saber navegar dentro dele. Segundo a plataforma, a atratividade pelo sigilo das estruturas offshore tradicionais vem diminuindo, já que reformas regulatórias como o Common Reporting Standard (CRS) e a Lei de Conformidade Tributária de Contas Estrangeiras (FATCA) abriram caminho para o compartilhamento de informações entre países. Mesmo que isso pareça uma desvantagem, esses mecanismos permitem decisões mais estratégicas para quem vive e investe em vários locais.

A tecnologia também está ajudando a transformar o ambiente tributário com o uso de ferramentas como a Resident Tax, que utiliza a inteligência artificial para mapear a residência fiscal da pessoa em tempo real e emitir relatórios que facilitam auditorias.

Outro aspecto favorável é que o fim dessa gestão silenciosa de patrimônio está aumentando as buscas por jurisdições bem reguladas como Malta, que vem ganhando protagonismo desde que o Reino Unido eliminou seu regime fiscal baseado em remessas — regra que permitia a determinados residentes não pagar imposto sobre rendimentos e ganhos obtidos fora do país.

A mobilidade global também deixou de ser apenas um privilégio logístico, tornando-se um instrumento de planejamento patrimonial. As famílias de alta renda estão montando o que o estudo chama de “portfólios de liberdade”, combinando múltiplas residências fiscais e cidadanias com o objetivo de reduzir vulnerabilidades em tempos de incertezas políticas ou tributárias.

Refúgios do capital
Cidades como Zug (1ª) e Basileia (3ª), na Suíça, lideraram os locais globais que melhor preservaram a riqueza individual na última década. Elas apresentaram os resultados mais positivos ao combinar solidez econômica, valorização imobiliária e qualidade de vida. “Zug está em primeiro lugar devido ao conservadorismo monetário e à neutralidade legal da Suíça, que proporciona proteção ao capital”, explica Marconi.

Na segunda posição está Hong Kong, apresentando boa governança com valores imobiliários resilientes, de acordo com o levantamento. “No país asiático também notamos uma melhoria de 21% na qualidade de vida ao longo da década”, diz Marconi.

Já os Estados Unidos contam com duas cidades no ranking: São Francisco (4ª) e Seattle (7ª). Apesar de sua força tecnológica, esses locais classificam-se mais baixo devido a riscos climáticos, como incêndios florestais e altas temperaturas.

Na quinta colocação está Singapura e na sexta Tel Aviv (Israel). Outras cidades que chamam atenção são Sydney (8ª) e Melbourne (21ª). Na Europa, Luxemburgo (9ª) e Amsterdã (10ª) finalizam as dez primeiras posições da lista.

Mesmo que Copenhague, Singapura e Sydney, nem sempre estejam no topo do ranking de menores tributos, elas se destacam por sua inteligência fiscal — capacidade de aliar arrecadação eficiente à previsibilidade, transparência e proteção ao investidor. “Essas cidades entregam estabilidade institucional, segurança climática e qualidade de vida que sustentam o valor do patrimônio ao longo do tempo”, diz Gabrielle Reid, diretora de insights da Multipolitan.

Outros locais promissores estão fora do radar tradicional dos planejadores financeiros, aponta o estudo. É o caso de Vilnius, na Lituânia, que aparece entre as 15 melhores, e de Vancouver, no Canadá, que equilibra política progressista com estabilidade fiscal e forte infraestrutura de serviços.

Já países como o Japão e a China foram excluídos da análise devido à alta carga tributária e à volatilidade econômica. Isso mostra que a forte riqueza institucional não se traduz em condições favoráveis para a preservação do capital individual.

E os paraísos fiscais?
A mudança na forma de analisar a eficiência fiscal é um dos motivos pelo qual os Emirados Árabes Unidos (EAU) se destacam no índice que analisa os ambientes fiscais mais atrativos do ponto de vista regulatório. Em primeiro lugar aparece Abu Dhabi, combinando imposto de renda zero, taxas de propriedade baixas e uma infraestrutura jurídica robusta.

Em seguida está Dubai, destacando-se por seus baixos tributos e ampla rede de acordos bilaterais. O governo mantém políticas rigorosas contra a lavagem de dinheiro e a evasão fiscal, ordenadas a padrões internacionais de transparência. Isso oferece equilíbrio atraente entre benefícios tributários e credibilidade institucional.

A principal diferença do EAU para outros paraísos fiscais é que alguns países como Suíça e Mônaco, famosos por suas vantagens tributárias, tem uma tradição mais conservadora, com foco em preservar as instituições e valores.

A legislação tributária dessas nações europeias é menos flexível que a dos Emirados. Mônaco, por exemplo, não cobra imposto de renda. Porém, as empresas que operam no principado estão sujeitas a tributos corporativos que podem chegar a 33% dependendo da receita.

A Suíça cobra impostos menores que outros países europeus, mas a carga tributária é maior que a dos EAU. O imposto de renda varia de 10% a 40% dependendo do cantão e da renda. O país também cobra tributos sobre herança e impostos empresariais de 11% a 24%, dependendo da região.

1º – Zug
2º – Hong Kong
3º – Basel
4º – Sydney
5º – Reykjavík
6º – Frankfurt
7º – Victoria, Seychelles
8º – Seattle
9º – Singapura
10º – Amsterdã
11º – Vaduz
12º – Munique
13º – São Francisco
São Francisco
14º – Tel Aviv
15º – Luxemburgo
16º – Copenhague
17º – Estocolmo
18º – Macau
19º – Wellington
20º – Vancouver
21º – Melbourne
22º – Abu Dhabi
23º – Vilnius
24º – Dubai
25º – Dublin

Forbes

Aos 29, ele fez a empresa crescer 44.000% em 2024 ao criar produtos na China

Quando você compra algo online, seja um brinquedo, um utensílio doméstico ou um item de tecnologia, provavelmente não sabe de onde veio ou quem está por trás daquela oferta.

A abundância de produtos disponíveis nos marketplaces brasileiros é impressionante, mas o processo até chegar à sua casa envolve uma cadeia de fornecedores e importadores. É aí que empresas como a Opacote entram em cena.

Fundada em 2023, a Opacote é uma importadora com sede em São José, Santa Catarina. Em apenas um ano, a empresa viu sua receita saltar de R$ 17.713,82 em 2023 para R$ 7,9 milhões em 2024, o que representa a que representa um crescimento de 44.524%.

Esse salto fez a Opacote liderar a categoria Novatas no Ranking EXAME Negócios em Expansão 2025 e ser a empresa que mais cresceu no maior anuário de empreendedorismo do país.

A trajetória da empresa é um reflexo da experiência do fundador, Paulo Henrique Ávila, de 29 anos, que começou a empreender ainda adolescente. Aos 14 anos, Ávila já se interessava pela importação de eletrônicos da China, atividade que aprendeu a realizar por meio de um livro que seu pai lhe deu.

Após anos comprando e vendendo produtos pela internet, em 2011, ele criou sua conta no Mercado Livre e passou a vender itens como fones de ouvido e mouses. Aos 18 anos, decidiu fundar sua própria empresa e se lançar no mercado de importação, mas só abriu as portas da Opacote oficialmente em 2023, cerca de nove anos depois.

O que faz a Opacote?

O diferencial da Opacote é a estratégia de integração com grandes marketplaces, como Mercado Livre e Magazine Luiza. A empresa não possui um site próprio, pois Ávila percebeu que a melhor forma de crescer seria fazer parcerias com essas plataformas, que ajudam a distribuir seus produtos de forma eficiente.

Com o tempo, a Opacote passou a se especializar em identificar tendências e produtos de alta demanda para importar. Ávila foca na análise das palavras-chave mais buscadas nos marketplaces para decidir quais produtos desenvolver e oferecer.

“Analisamos o que está em alta nas plataformas, entendemos as buscas do consumidor e com isso estrutura nossas compras. A ideia é focar em poucas variedades, mas com grandes volumes”, explica.

Um time de oito funcionários da empresa na China é responsável por encontrar fornecedores desses itens e desenvolver até cinco versões de cada. A ideia é atender todo tipo de orçamento, dos mais modestos aos sofisticados. Agora, por exemplo, um dos focos da Opacote são artigos domésticos como cuba de cozinha, torneiras, parafusadeiras e camas elásticas.

Enviados ao Brasil, os produtos ficam em centros de distribuição em Santa Catarina e São Paulo. “Em menos de 6 horas conseguimos colocá-los em todos os marketplaces”, diz Ávila. Até o ano que vem, a estrutura deve ser expandida para Espírito Santo, Bahia e Amazonas.

Exame

Drogaria Bem-Estar apresenta: Suplementos para sua saúde e qualidade de vida!

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Com três formas de magnésio (bisglicinato, taurato e malato), o Dimag TRIO:
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Com investimento de R$ 300 por mês, em quanto tempo terei R$ 500 mil?

Com aportes mensais de R$ 300, a jornada até conquistar meio milhão pode parecer longa, mas a disciplina, aliada ao poder dos juros compostos dos investimentos, transforma esse objetivo em uma possibilidade real.

A velocidade para alcançar o objetivo está diretamente ligada ao retorno obtido. Em um cenário conservador, o investidor tem mais segurança, porém levará mais tempo.. Já quem tem maior tolerância ao risco, pode buscar aplicações mais arriscadas e com um potencial de maior retorno no longo prazo.

Especialista em investimentos e sócio da GT Capital, Joaquim Neto elaborou simulações de quanto tempo seria necessário em diferentes aplicações para atingir o objetivo. Confira.

Quanto tempo para acumular R$ 500 mil com aportes de R$ 300
CDB com rentabilidade de 100% do CDI: 41 anos e 8 meses
Tesouro Direto IPCA + 6,5%: 36 anos e 2 meses
ETF atrelado ao Ibovespa: 41 anos e 2 meses
ETF atrelado ao S&P 500: 27 anos e 11 meses
O cálculo levou em conta a rentabilidade média dos investimentos analisados registrada no período entre janeiro de 2023 e julho de 2025.

Os números também consideram a inflação média no período, para que o resultado seja um provável rendimento real dos investimentos. “A gente precisa descontar a inflação, porque R$ 500 mil hoje não vão valer o mesmo que R$ 500 mil no futuro. Esse dinheiro vai ser depreciado pela inflação. Então é importante a gente fazer esse desconto”, explica Neto.

Como demonstra a lista acima, o ETF atrelado ao S&P 500 seria o caminho mais rápido para atingir a meta. Já o investimento no CDB 100% do CDI demoraria um período mais longo para atingir o objetivo.

Entenda os investimentos
CDB com rentabilidade de 100% do CDI

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos. Ao investir em um CDB, você está, na prática, emprestando dinheiro para a instituição financeira em troca de uma remuneração.

A rentabilidade de “100% do CDI” significa que o seu dinheiro renderá exatamente a mesma variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é a principal taxa de referência para investimentos de renda fixa no Brasil e acompanha de perto a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 15% ao ano. No período utilizado nos cálculos, sua rentabilidade média foi de 11,22% ao ano (0,89% ao mês).

Este tipo de investimento é considerado um dos mais seguros e conservadores do mercado. Além da segurança oferecida pelo banco emissor, conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para valores de até R$ 250 mil por CPF por instituição, o que garante a devolução do seu dinheiro em caso de quebra do banco.

Tesouro Direto IPCA + 6,5%

O Tesouro IPCA+ é um título público federal, ou seja, funciona como um empréstimo ao Tesouro Nacional. Trata-se de uma das aplicações mais seguras do mercado, justamente pela garantia do Tesouro Nacional.

Sua rentabilidade é híbrida: uma taxa de juros fixa (neste exemplo, 6,5% ao ano) somada à variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o índice oficial da inflação no Brasil. Dessa forma, o rendimento real (acima da inflação) é a taxa prefixada, que no caso é de 6,5% ao ano (0,53% ao mês).

É importante notar que, se o investidor vender o título antes do vencimento, o preço estará sujeito à marcação a mercado, podendo gerar ganhos ou perdas. No entanto, se o título for mantido até a data final, a rentabilidade contratada (inflação + 6,5%) é garantida.

ETF atrelado ao Ibovespa

Um ETF (Exchange Traded Fund), também conhecido como Fundo de Índice, é um fundo de investimento negociado na Bolsa de Valores como se fosse uma única ação. Tem como característica replicar um índice, ao contrário dos fundos tradicionais que buscam superar um indicador.

O Ibovespa é o principal índice de ações do Brasil, composto pelas empresas mais negociadas na bolsa. Ao comprar uma cota de um ETF atrelado a ele, como o BOVA11, o investidor está investindo em todas as ações que compõem o índice, sem precisar comprá-las individualmente. Seu rendimento será, portanto, próximo ao do Ibovespa. Entre 2023 e julho de 2025, o retorno médio do índice foi de 11,34% ao ano (0,90% ao mês).

Diferente dos CDBs e dos títulos do Tesouro Direto, este ETF é um investimento de renda variável, ou seja, pode acarretar perdas no tempo a depender do momento do resgate. Além disso, pode ocorrer o “tracking error”, uma pequena defasagem entre a rentabilidade do fundo e a do seu índice de referência.

ETF atrelado ao S&P 500

Similar ao ETF de Ibovespa, este ETF permite que o investidor brasileiro se exponha ao desempenho do mercado de ações dos Estados Unidos. Principal índice da bolsa de Nova Iorque, o S&P 500 tem em sua carteira as 500 maiores empresas de capital aberto dos EUA, como Apple, Microsoft, Amazon e Google.

Alguns exemplos de ETFs atrelados ao S&P 500 listados na bolsa de valores brasileira são o IVVB11 e o SPXI11. No período considerado pelos cálculos, a rentabilidade média do índice foi de 16,40% ao ano (1,27% ao mês).

Por se tratar de um investimento relacionado ao mercado de ações, este ETF também conta com altos riscos. Quedas no mercado acionário ou no setor específico resultarão em perdas. Por se tratar de uma aplicação no exterior, há também o risco cambial, onde uma desvalorização da moeda estrangeira (como o dólar) frente ao real pode impactar negativamente o retorno, mesmo que o índice internacional suba.

A importância da reserva de emergência
Antes de optar por investimentos de renda variável como os ETFs ou até de aplicações com prazo para resgate como os CDBs e o Tesouro Direto, construir uma reserva de emergência é fundamental. Trata-se de uma quantia em dinheiro com valor equivalente a no mínimo seis meses das suas despesas mensais.

Com esta quantia em uma aplicação com resgate fácil, você se protege contra imprevistos que, de outro modo, forçariam um resgate antecipado dos seus outros investimentos, com possíveis perdas de parte do valor investido.

Sem uma reserva de emergência, qualquer necessidade urgente de dinheiro poderia forçar o investidor a resgatar seu investimento antecipadamente ou em um momento desfavorável, realizando perdas e comprometendo toda a sua estratégia de longo prazo.

Portanto, a reserva de emergência não apenas protege o investidor de imprevistos, mas também protege os próprios investimentos. Saiba neste link como fazer a sua.

Isto é Dinheiro

Conheça as 5 maiores potências militares do planeta

As de uma nação não são definidas apenas pelo tamanho de seus exércitos ou pela quantidade de tanques e caças que possui. Em um mundo onde o cenário geopolítico muda rapidamente , o conceito de potência militar exige uma análise mais ampla, que vai da capacidade industrial ao histórico de combate real .

Segundo o ranking Global Firepower 2025, os cinco países com maior poderio militar do mundo são, respectivamente, Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Coreia do Sul . Mas o que explica essa posição de destaque?

Para entender os critérios por trás da força militar e as dinâmicas atuais do poder bélico, o Portal iG conversou com o professor Júlio César Guedes Antunes , mestre em Sociologia Política e apresentador do canal “Sala de Guerra” .

“Além da força militar bruta, é necessário levar em consideração a capacidade de ampliar o arsenal rapidamente em caso de necessidade, a solidez da indústria de defesa, o acesso às matérias-primas e a experiência em combate real”, explica o especialista.

Estados Unidos: hegemonia inquestionável
Com um orçamento militar que ultrapassa os US$ 997 bilhões (R$ 5.592.721.350.000) , os Estados Unidos ocupam uma posição isolada na dianteira. O país reúne todos os critérios que definem uma potência militar: imenso parque industrial , centros de pesquisa de ponta, vasto arsenal, logística doméstica e uma longa trajetória de envolvimento em conflitos reais .

“Os EUA possuem a mais ampla experiência de combate real do mundo nos últimos 100 anos”, afirma Júlio.

Rússia e China: gigantes com vulnerabilidades
Apesar de empatarem tecnicamente no ranking com um índice de 0.0788 , Rússia e China apresentam diferenças importantes.

A Rússia continua sendo uma superpotência militar, especialmente por seu vasto arsenal nuclear. No entanto, enfrenta dificuldades para repor perdas no campo de batalha, como tem sido evidente na guerra contra a Ucrânia .

“A indústria russa vem se mostrando inadequada para suprir as perdas, e sua cadeia de suprimentos está bastante degradada devido às sanções internacionais”, analisa o professor.

Já a China avança com rapidez, investindo fortemente em tecnologia e expansão de suas forças armadas. Seu parque industrial e centros de pesquisa são impressionantes, mas o país sofre com a dependência de suprimentos externos, especialmente petróleo, e com a falta de experiência prática em confrontos militares.

Índia: crescimento estratégico
A Índia ocupa a quarta colocação no ranking de 2025, mas tem se consolidado como uma potência em franca ascensão. Com US$ 75 bilhões (R$ 420.611.250.000) destinados à defesa, o país busca modernizar seu arsenal e ampliar a produção nacional de armamentos.

“A Índia investe continuamente em tecnologia e vem aumentando seus índices de internalização, o que significa maior autonomia na defesa. Além disso, sua diplomacia permite que transite bem entre os grandes poderes, o que reduz riscos logísticos”, diz Júlio.

Coreia do Sul: foco em autossuficiência
Na quinta posição, a Coreia do Sul pode surpreender. Embora seu arsenal seja menor em números absolutos, é altamente moderno e, principalmente, fabricado dentro do próprio país.

A constante tensão com a vizinha Coreia do Norte mantém os sul-coreanos em alerta permanente , o que resulta em um ciclo contínuo de investimento em pesquisa e desenvolvimento militar.

“O país produz seus próprios tanques e caças de superioridade aérea, e possui uma das maiores frotas de navegação comercial do mundo, o que facilita sua logística”, destaca o especialista.

Economia e defesa: uma relação nem sempre proporcional
Em geral, poderio militar e capacidade econômica caminham juntos. No entanto, há exceções notáveis. Júlio explica que alguns regimes autoritários investem desproporcionalmente em defesa, mesmo com economias frágeis. É o caso de países do Oriente Médio e da África, que importam grandes volumes de armamentos, mas não possuem indústria própria.

Outro exemplo são países ricos que reduziram drasticamente seus investimentos em defesa nas últimas décadas.

“A maior parte da Europa Ocidental viveu essa realidade desde os anos 1990, até ser despertada pela invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022”, relembra o professor.

Guerras e dissuasão: o poder militar como ferramenta diplomática
Além de garantir a defesa, o poder militar também é uma arma de negociação. Júlio observa que, historicamente, grandes arsenais são usados para pressionar adversários e garantir vantagens em arenas diplomáticas e comerciais.

“Grandes arsenais fazem parte da estratégia de muitas nações para obter resultados positivos nas negociações. Armas nucleares são os principais elementos de dissuasão, mas mesmo as forças convencionais têm sido utilizadas com esse fim desde a Antiguidade”, pontua.

Um mundo em alerta
O cenário geopolítico atual tem influenciado diretamente no fortalecimento das potências.

Na Europa, a entrada de Suécia e Finlândia na OTAN abalou o equilíbrio militar na região, especialmente no Mar Báltico . A Alemanha promete transformar seu exército no mais poderoso da Europa.

No Indo-Pacífico, a Austrália está se rearmando com apoio ocidental , e a Coreia do Sul expande sua indústria bélica . O destaque, porém, é o Japão, que além de ampliar seu arsenal, discute mudanças constitucionais para eliminar o artigo que o impede de declarar guerra .

O top 5 com base no Índice de Força Global
De acordo com o índice Global Firepower 2025 , os Estados Unidos seguem como a maior potência militar do planeta , com uma pontuação de 0.0744 . O país se destaca pelo imenso orçamento destinado à defesa, sua infraestrutura industrial autônoma, centros de pesquisa de ponta e, sobretudo, por acumular a mais vasta experiência de combate real nas últimas décadas.

Na segunda posição está a Rússia , com índice de 0.0788 . Apesar de possuir um dos maiores arsenais nucleares do mundo, enfrenta dificuldades logísticas e industriais, agravadas pelas sanções internacionais decorrentes da guerra contra a Ucrânia. Ainda assim, continua sendo uma das nações mais militarmente capazes do planeta.

Empatada tecnicamente com a Rússia no ranking, a China, que também tem um índice de 0.0788, ocupa a terceira colocação . Com uma indústria bélica avançada e um arsenal em constante crescimento, o país vem investindo pesadamente em tecnologia de defesa. No entanto, sua cadeia de suprimentos, altamente dependente de importações (especialmente de petróleo), é considerada um ponto vulnerável, assim como a sua limitada experiência prática em combates reais.

A Índia aparece em quarto lugar , com índice de 0.1184 . A nação asiática tem ampliado consistentemente seus investimentos em defesa, modernizando seus equipamentos e desenvolvendo capacidade industrial própria. Além disso, sua atuação diplomática eficaz permite à Índia manter boas relações com várias potências, o que reforça sua segurança estratégica.

Fechando o top 5, a Coreia do Sul alcançou um índice de 0.1656 e surpreende por sua autossuficiência tecnológica. Embora seu arsenal seja numericamente menor que o das demais potências, é altamente moderno e fabricado majoritariamente dentro do próprio país. O investimento constante em pesquisa militar, motivado pela tensão permanente com a Coreia do Norte, garante ao país um alto nível de prontidão e capacidade de resposta.

O que significa os números do ranking?

Por exemplo, se um país tem índice GFP de 0.0744, como os EUA em 2025, isso significa que ele está mais próximo da “perfeição militar teórica” (representada por 0.0000 no ranking). O índice é inversamente proporcional à força militar total: quanto mais próximo de zero, maior o poder militar.

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