Profissão mais nova do mundo oferece salários de R$ 35 mil até para iniciantes

A demanda por profissionais de inteligência artificial (IA) em 2025 está em alta, especialmente no Brasil, onde a projeção é de um crescimento de 150%, conforme indica a Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES). Tal cenário torna a área de IA altamente promissora para quem busca elevados salários e oportunidades.

Especialistas podem receber até R$ 35 mil mensais, uma vez que empresas adotam a tecnologia para aumentar eficiência e inovação. A carência de profissionais capacitados intensifica o mercado, ávido por talentos.

Tecnologia IA nas empresas
A inteligência artificial está se tornando fundamental na automação de processos, redução de erros e análise de dados em larga escala. Este movimento fomenta a procura por especialistas em IA, ligados principalmente ao potencial de trabalho remoto e expectativas salariais altas.

A expectativa é que os investimentos globais no setor ultrapassem R$ 1,3 trilhão em um futuro próximo, não apenas por grandes corporações, mas também por pequenas e médias empresas que buscam adaptação às novas tecnologias.

Escassez no mercado de IA
Apesar de atrativos, os salários contrastam com a insuficiência de profissionais qualificados para suprir a crescente demanda. No Brasil, prevê-se um aumento expressivo de 150% na demanda por especialistas, causada pela pressão das empresas para aplicarem IA em suas operações.

Neste contexto, várias iniciativas de qualificação, incluindo cursos gratuitos e parcerias estratégicas, têm surgido para ampliar o conhecimento em tecnologias emergentes e sanar essa lacuna de mercado.

A inteligência artificial se integra a setores como saúde, finanças, tecnologia e entretenimento. Na saúde, ela auxilia em diagnósticos e na criação de medicamentos. No setor financeiro, otimiza análises de risco e previsões de mercado. Na indústria e entretenimento, melhora a personalização de produtos e serviços, transformando a experiência do usuário.

Diário do Comércio

Arranha-céus de luxo se multiplicam no Brasil — e no interior

A reação diante de um arranha-céu costuma dividir as pessoas: entre as fascinadas por gigantes de aço e vidro — e as que torcem o nariz. A gaúcha Stéphane Domeneghini, de 37 anos, faz parte do primeiro time. Como engenheira da construtora catarinense FG desde 2014, ela trabalhou nos projetos e na execução de alguns dos edifícios mais altos do Brasil, sendo dois dos cinco únicos prédios com mais de 200 metros de altura já concluídos por aqui — todos em Balneário Camboriú, hoje a capital nacional dos arranha-céus.

Atualmente, Stéphane acumula funções. Ela é a responsável pelas obras da Senna Tower, projetada para ser a maior torre residencial do mundo, com 554 metros de altura. E, desde o início do ano, atua como sócia e diretora-executiva da Talls Solutions, braço do grupo FG criado para prestar consultoria a outras construtoras, incorporadoras e empreendedores que estão se aventurando a bater recordes de altura Brasil afora.

A demanda está superando as expectativas. Em menos de um ano, a Talls já fechou 25 contratos para prestar serviços a empresas que pretendem erguer construções — muitas superando os 200 metros — em várias cidades brasileiras. A maioria desses projetos é de altíssimo padrão, com apartamentos que frequentemente ultrapassam dezenas ou até centenas de milhões de reais. “Não imaginava que haveria tanta procura”, diz Stéphane. “Além dos contratos já fechados, temos outros trinta em negociação.”

Há pelo menos 21 edifícios com mais de 200 metros sendo construídos ou projetados no Brasil, segundo o Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (CTBUH), organização internacional que estuda densidade urbana e construções verticais.

Os espigões de luxo estão se multiplicando rapidamente. Um exemplo é São Paulo, com quatro edifícios acima de 200 metros em projeto ou construção. Apenas um deles não é residencial. Até o início de 2026, a incorporadora WTorre pretende concluir um prédio de escritórios de 219 metros no complexo Alto das Nações, na Zona Sul da cidade. “As lajes estão 100% vendidas e o trabalho agora é atrair empresas para a locação desses espaços”, diz Marco Siqueira, presidente da empresa. Dos outros projetos em andamento na cidade, dois são da construtora Cyrela em parceria com a imobiliária J. Safra Properties: o Vista Cyrela by Armani/Casa e o Epic Cyrela by Pininfarina. As torres terão 210 metros de altura. O outro, com lançamento previsto para o ano que vem, é um residencial de 209 metros da incorporadora One Innovation na região da Avenida Rebouças, na Zona Oeste paulistana.

Uma série de fatores precisa ocorrer para que um arranha-céu brote do chão. O primeiro é que as regras urbanísticas permitam prédios quase sem limite de altura. Isso tem ganhado força em cidades brasileiras, como Balneário Camboriú. Em São Paulo, o plano diretor de 2023 praticamente liberou a construção de arranha-céus perto das vias mais movimentadas.

Do ponto de vista econômico, porém, só a mudança nas normas não basta. Construir um arranha-céu faz sentido em momentos de alta demanda por imóveis e valorização desses ativos. No Brasil, os preços dos imóveis subiram acima da inflação em dez dos últimos dezesseis anos, segundo o índice FipeZAP. No fim das contas, grandes prédios são resultado da boa e velha lei da oferta e da procura — seja em Balneário Camboriú ou nos bairros mais nobres da capital paulista.

A lógica econômica não livra essas construções da controvérsia. Seus críticos veem nelas paredões que bloqueiam a luz do sol para os vizinhos que vivem mais perto do chão, encarecem o custo da moradia, alteram a convivência da sociedade em bairros tradicionais e pioram o trânsito.

Não precisa ser exatamente assim. Estudos mostram que, sob certas condições, a verticalização pode beneficiar as cidades. “Planejadores impõem limites de altura por associarem densidades altas a externalidades negativas”, diz o economista Gabriel Ahlfeldt, da Universidade Humboldt e da London School of Economics. Segundo ele, densidades muito altas podem gerar trânsito e poluição, mas também ganhos de produtividade. “Encontrar o ponto de equilíbrio é um desafio.” Quando esse equilíbrio é encontrado, o adensamento da população reduz a pressão para que o território urbano avance sobre áreas rurais e de mata, torna mais eficientes os investimentos em infraestrutura e contribui para que as pessoas possam morar mais perto do trabalho e diminuir os deslocamentos e o trânsito.

No Brasil, morar nos edifícios mais altos é privilégio para poucos. É preciso haver um mercado com poder aquisitivo e disposto a pagar pela moradia nas alturas. “É um público muito bom de trabalhar, que não traz problemas como inadimplência e não sofre tanto com ciclos econômicos”, afirma Tatiana Cequinel, presidente da Embraed, outra construtora de Balneário Camboriú. A empresa já teve o prédio residencial mais alto da América Latina e hoje desenvolve o Armani Casa Residences, com 270 metros e apartamentos de até 1 100 metros quadrados.

Os valores elevados se explicam também pelos custos. Em São Paulo, prédios com mais de 28 andares — cerca de 90 metros — ficam mais caros por exigências de segurança. “Os custos de prédios acima de 150 metros são de 20% a 30% maiores por metro quadrado”, diz Paulo Petrin, vice-presidente da incorporadora One Innovation. Os projetos também são complexos. No caso dos elevadores, o peso das máquinas pode chegar a 12 toneladas. “Um arranha-céu está para a construção civil como um carro de Fórmula 1 está para o automobilismo”, diz Sérgio Wriedt, diretor de novas instalações da Atlas Schindler, companhia que fornece elevadores para boa parte dessas novas torres no Brasil.

É inegável, porém, que existe um valor intangível em ter como endereço um prédio capaz de colocar seus moradores, metaforicamente, no topo do mundo — ou pelo menos da cidade. Em uma palavra, ostentação – comportamento que, no mínimo, não ajuda a amenizar a antipatia de quem não quer um arranha-céu na vizinhança.

Entre os clientes para esse tipo de imóvel há empreendedores que venderam seus negócios e profissionais liberais muito bem-sucedidos, como médicos e advogados. Jogadores de futebol também são potenciais clientes. “Entre nossos clientes temos dezenas de jogadores de futebol”, diz Jean Graciola, presidente da construtora FG — entre eles estão, por exemplo, o português Cristiano Ronaldo e sua família.

Poucos grupos, no entanto, são tão onipresentes entre os compradores quanto o formado por quem ganhou muito dinheiro com o agronegócio, como produtores rurais e executivos de grandes empresas do setor. Eles respondem por parte importante dos investimentos que sustentaram a construção do skyline de Balneário Camboriú — e agora estão por trás da verticalização no interior do Brasil. Prova disso é o crescente número de projetos acima de 200 metros de altura em construção ou planejados para polos produtores de soja, milho e algodão. É o caso de Rondonópolis (MT), Rio Verde (GO) e Chapecó (SC). Em Palmas, capital do Tocantins, está sendo construído o edifício Excalibur Residence, que terá 200 metros de altura às margens do lago formado pelo represamento do Rio Tocantins para a Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães. “Já vendemos 81 das 91 unidades do edifício”, diz Kleber Rodovalho de Souza, presidente da cooperativa que está construindo o prédio.

Evolução vertical
A verticalização brasileira teve altos e baixos. Nos anos 1940, o Edifício Altino Arantes (hoje Farol Santander), no centro de São Paulo, com 161 metros, foi o primeiro do tipo fora dos Estados Unidos. Depois disso, o país estagnou. “Planos diretores com regras rígidas dificultaram a construção de prédios mais altos”, diz o arquiteto e pesquisador Luis Henrique Villanova. Segundo ele, cidades que adotam diretrizes mais flexíveis, como Londres e Toronto, conseguem explorar melhor as vantagens da verticalização, promovendo diálogo entre construtoras, mercado e sociedade.

A China é hoje o país mais verticalizado do mundo, com 1 271 edifícios com mais de 200 metros — 122 deles acima de 300 metros. Os Estados Unidos ocupam um distante segundo lugar, com 247 prédios, sendo 31 com mais de 300 metros. O Brasil está bem atrás, com apenas cinco edifícios que ultrapassam os 200 metros, mas a recente onda de construções altas mostra sinais de continuidade. O título de prédio mais alto do mundo segue com o Burj Khalifa, em Dubai, com 828 metros. Ele poderá ser superado em 2030 pela Jeddah Tower, na Arábia Saudita, planejada para ultrapassar os 1 000 metros — sua construção foi interrompida em 2018 e retomada no fim de 2024.

Se depender do prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), o Brasil poderá ter um desafiante. Ele propõe construir na cidade uma torre com mais de 1 quilômetro de altura como parte de um plano de revitalização do centro. O projeto, ainda sem detalhes, seria encaminhado por uma parceria público-privada. Muita coisa precisa acontecer para torná-lo viável. Mas, quando o assunto são os novos espigões, o céu parece ser o limite.

Veja

Estação do Café: Onde o Sabor Encontra a Tradição

A pausa perfeita do seu dia tem nome: Estação do Café. Um espaço criado especialmente para os amantes do bom café, onde cada xícara conta uma história e desperta os melhores sabores e sensações.


Mais do que uma cafeteria, a Estação do Café é um ponto de encontro para quem aprecia qualidade, aconchego e um atendimento que acolhe. Muitas delícias e um ambiente pensado nos mínimos detalhes – aqui, tudo convida você a desacelerar e aproveitar o momento.


Seja para um bate-papo com os amigos, uma reunião rápida ou um tempinho só seu, venha viver a experiência que só a Estação do Café oferece. Um lugar que é puro aroma, sabor e carinho em cada detalhe.


Venha nos visitar e descubra porque a Estação do Café é o seu novo lugar favorito!

Aula Inaugural do Curso Técnico em Zootecnia celebra início da Rede e-Tec SENAR em Codó

Na manhã de sábado, 26 de julho, foi realizada em Codó a aula inaugural do Curso Técnico em Zootecnia, marcando oficialmente o início das atividades da Rede e-Tec SENAR no município. O evento aconteceu na sede do Sindicato dos Produtores Rurais, localizada na Rua Pernambuco, nº 1555, no Bairro São Francisco.

A cerimônia foi um momento especial de acolhimento aos novos alunos, onde foram apresentados a proposta pedagógica do curso e os objetivos da Rede e-Tec SENAR. A ocasião também reforçou o compromisso do Sistema FAEMA/SENAR com uma educação técnica de excelência, voltada para o fortalecimento e desenvolvimento do meio rural.

Na oportunidade estavam presentes o presidente do Sistema FAEMA/SENAR, Raimundo Coelho, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Codó, Iedo Barros, a Gestora Gessy Veras, representando a Secretaria Municipal de Educação, representantes do IFMA, AGERP, Rotary, entre outras autoridades.

“Este é um grande momento, pois estamos na aula inaugural de mais um polo de ensino da Rede e-Tec no Maranhão, ampliando o acesso à educação profissional no estado. E a cidade de Codó aguardava ansiosamente por este momento. Parabéns a todos os alunos e os profissionais responsáveis por esta grande realização”, destacou Raimundo Coelho, presidente do Sistema FAEMA/SENAR.

Primeira etapa de um grande sonho

Durante a cerimônia foi realizada uma singela e merecida homenagem ao senhor Almir Sampaio, fundador do Sindicato dos Produtores Rurais de Codó, pelos serviços prestados ao desenvolvimento da agropecuária no município. Para o presidente do SINCODÓ, Iedo Barros, a aula inaugural na nova sede do sindicato, e agora polo da Rede e-Tec SENAR, e concretização da primeira etapa de um grande sonho.

“Quero agradecer imensamente ao nosso presidente Raimundo Coelho e ao trabalho e esforço de todos os profissionais que nos ajudaram a estabelecer nossa nova sede, transforma-la em um Rede e-Tec SENAR e receber nossa turma para este valoroso curso. Sejam todos bem vindos! E vamos continuar sonhando e trabalhando para trazer a faculdade CNA para Codó e toda nossa região”, finalizou Iedo Barros.

A Rede e-Tec tem como objetivo capacitar profissionais para o setor agropecuário por meio do ensino a distância, aliado a encontros presenciais, permitindo que alunos de diversas regiões tenham acesso a uma formação de qualidade e alinhada às demandas do mercado. Com essa iniciativa, Codó passa a integrar os polos da Rede e-Tec SENAR no Maranhão, ampliando as oportunidades de formação profissional para os jovens e trabalhadores do campo.

Bruno Henrique, do Flamengo, vira réu por manipulação de resultados

Nesta sexta-feira (25), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal tornou réu o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, acusado de envolvimento em um esquema de manipulação de resultados esportivos para beneficiar apostas online.

A decisão foi assinada pelo juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília, que acatou parcialmente a acusação apresentada pelo Ministério Público. O magistrado reconheceu indícios suficientes para processar o jogador por fraude em competição esportiva, mas rejeitou a imputação de estelionato e também recusou o pedido de fiança no valor de R$ 2 milhões solicitado pelos promotores.

Segundo as investigações, Bruno Henrique teria forçado a aplicação de um cartão amarelo durante a partida contra o Santos, válida pelo Campeonato Brasileiro de 2023, realizada na capital federal. A ação teria como objetivo favorecer apostas feitas por familiares do atleta, que também são alvo da investigação, juntamente com amigos próximos.

Em 2023, o jogador foi alvo de uma operação conjunta da Polícia Federal com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão.

Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) recusou um recurso da defesa de Bruno Henrique que buscava anular a investigação. Os advogados argumentavam que o processo deveria estar sob responsabilidade da Justiça Federal, e não da Justiça do Distrito Federal.

O Imparcial

Desembargadores, juízes e políticos são denunciados por suborno e ocultação de recursos no TJMA

O Ministério Público Federal (MPF) formalizou denúncia contra quatro desembargadores, dois magistrados de primeira instância e outras 23 pessoas investigadas em acusações relacionadas a um suposto esquema de suborno e ocultação de recursos no âmbito do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).

A iniciativa é um desdobramento da Operação 18 Minutos, deflagrada pela Polícia Federal em agosto de 2024, que investiga desvios que podem ter causado prejuízo de até R$ 50 milhões aos recursos públicos, especialmente ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

Entre os denunciados estão figuras de relevância no Poder Judiciário do Maranhão: os desembargadores Luiz Gonzaga Almeida Filho, Nelma Celeste Sousa Silva Sarney Costa, Antônio Pacheco Guerreiro Júnior e Marcelino Everton Chaves (já aposentado) —, além dos juízes Alice de Sousa Rocha e Cristiano Simas de Sousa.

Segundo o MPF, os envolvidos atuavam em associação com advogados, funcionários públicos, políticos e empresários, articulando sentenças judiciais e agilizando a liberação de alvarás de alto valor. O nome da operação remete ao intervalo de 18 minutos entre uma decisão judicial e o saque de uma elevada quantia em espécie realizado em uma agência bancária.

O caso veio à tona após a análise de um Relatório de Inteligência Financeira emitido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que identificou movimentações financeiras atípicas envolvendo cerca de R$ 14 milhões. Conforme a denúncia, os magistrados manipulavam processos em favor de interesses particulares, recebendo subornos em troca de decisões favoráveis.

Pagamentos de honorários advocatícios — alguns de valor elevado — teriam sido utilizados para disfarçar os repasses irregulares. A investigação aponta que parte dos recursos foi lavada por meio de cartões de crédito, aquisição de bens de luxo e transações bancárias suspeitas.

Além dos desembargadores e juízes, foram formalmente acusados:
Fred Campos, prefeito de Paço do Lumiar (PSB), município localizado na região metropolitana de São Luís.
Edilázio Gomes da Silva Júnior, ex-parlamentar federal.
Três ex-assessores do TJMA: Lúcio Fernando Penha Ferreira, Paulo Martins de Freitas Filho e Zely Reis Brown Maia.
Treze advogados:
1. Flávio Henrique Silva Campos
2. Eliane Sousa Ramos
3. Nadir Maria de Brito Antunes
4. Alderico Jefferson Abreu Silva
5. Carlos José Luna dos Santos
6. José Helias Sekeff do Lago
7. Jaiçara Melo de Araújo Sousa
8. Francisco Xavier de Souza Filho
9. Sirley Regina Silva
10. Arnaldo José Sekeff do Lago
11. Emanuelle de Jesus Pinto Martins
12. Fabrício Antônio Ramos Sousa
13. Felipe Antônio Ramos Souza

Outros implicados: Janaína Moreira Lobão Coelho, Fernando Antônio Ramos Sousa, Eduardo Rodryo Duarte Silva e Lucilene de Jesus do Nascimento Sousa.

O processo está em tramitação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), sob a responsabilidade do ministro João Otávio de Noronha. Entre as medidas cautelares já impostas estão: bloqueio e indisponibilidade de bens, uso de tornozeleira eletrônica, afastamento de funções públicas, proibição de contato entre os envolvidos e restrição de entrada nas dependências do TJMA.

Alguns dos denunciados já haviam sido afastados anteriormente de suas atividades, como os desembargadores Nelma Sarney e Guerreiro Júnior. As investigações também revelaram diálogos comprometedores entre os acusados, incluindo uma conversa em que um dos magistrados exigia o repasse da propina no prazo de até 48 horas.

Fonte: Oinformante

5 atividades para aumentar a massa muscular e melhorar o cardio

Ganhar massa muscular e fazer cardio, esses parecem ser dois objetivos diferentes para quem pratica atividade física. Afinal, a ideia de que os exercícios cardiovasculares interferem no ganho de massa muscular ainda impera. Contudo, não é bem assim.

Isso porque só se perde massa magra ao fazer cardio se a prática for realizada em excesso, sem a nutrição adequada e sem a inclusão de treinos de resistência. Do contrário, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade St. George, em Grenada, a combinação entre as modalidades é excelente, pois traz resultados melhores para a saúde do coração, uma vez que beneficia o corpo todo.

Por esse motivo, confira 5 tipos de treino para você aumentar o ganho de massa muscular e melhorar o cardio!

1. Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (HIIT)
O HIIT envolve alternar períodos de alta intensidade com períodos de descanso. Nele, o objetivo é melhorar o condicionamento físico e o emagrecimento. Porém, também pode ser feito para ganhar massa muscular, basta manter um volume de intensidade satisfatório combinado com carga pesada, como realizado no Swing com kettlebell e burpees.

2. Treino em circuito
O treino em circuito combina exercícios de força com atividades aeróbicas. O objetivo é que o praticante reveze entre uma estação e outra, descansando apenas alguns segundos. Para fazê-lo, você pode utilizar aparelhos de musculação, pesos, halteres ou, até mesmo, elásticos que utilizam o peso do próprio corpo. As pausas, geralmente, são de 60 segundos e o tempo em cada estação é limitado.

3. Crossfit
O crossfit é conhecido por ser um treino de alta intensidade que combina elementos de levantamento de peso olímpico, ginástica e cardio. De acordo com Rick Soares Vieira, especialista em metodologia do exercício e crossfit, a prática da modalidade aperfeiçoa as qualidades físicas, como flexibilidade, potência, coordenação, agilidade, equilíbrio e precisão. Além disso,”melhora o condicionamento físico geral, aumenta a massa magra e diminui o percentual de gordura”, completa o especialista.

4. Calistenia
Embora a calistenia seja um treino de força, ela também pode ajudar o sistema cardiovascular. Isso porque muitos dos exercícios utilizados na técnica, como saltos, burpees e mountain climbers, aumentam a frequência cardíaca, melhorando a resistência cardiovascular enquanto fortalece os músculos.

5. Treino de resistência
O treino de resistência é uma modalidade que visa sustentar um esforço durante o máximo de tempo possível. No método, são executados diversos tipos de exercícios, como agachamentos, levantamento terra e supino, que aumentam a frequência cardíaca e melhoram a capacidade cardiovascular com o tempo. Mas vale ressaltar: a formação de resistência é diferente para cada pessoa, o que faz necessário um acompanhamento profissional para uma orientação mais detalhada.

Consulte um profissional
Antes de praticar qualquer um dos treinos mencionados, é indispensável buscar o auxílio de um especialista, pois, segundo Felipe Kutianski, professor de educação física, isso evita possíveis lesões e excessos. “É preciso ter cautela para não ultrapassar os limites do próprio corpo. O mais indicado é sempre buscar orientação profissional e treinar a modalidade que você melhor se adaptar”, explica.

Terra.com

Dr. José Filho realiza atendimentos às sextas-feiras no Centro Médico Rad Imagem

O Centro Médico Rad Imagem traz mais uma excelente opção em cuidados com a saúde: o atendimento do Dr. José Filho, Clínico Geral, que está disponível para consultas todas as sextas-feiras.

Com uma abordagem completa e integrada, o Dr. José Filho realiza atendimentos, diagnósticos iniciais, solicita exames e acompanha doenças comuns do dia a dia, como gripes, dores, infecções, hipertensão, entre outras. Seu atendimento é humanizado e voltado para o bem-estar de cada paciente.

Agende agora mesmo a sua consulta pelo WhatsApp no número (99) 3078-1040 ou ligue para (99) 3078-1045.
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