Venha para a Pousada Renato e Rejane: aqui você se sente em casa!

Se você está em busca de descanso, tranquilidade, aconchego, ótima alimentação e serviços, além daquele atendimento que faz você se sentir em casa, a Pousada Renato e Rejane é o lugar ideal! Nossa pousada une conforto, simplicidade e aquele toque especial de hospitalidade que só quem ama o que faz pode oferecer.


Aqui, cada detalhe é pensado com carinho para tornar sua estadia inesquecível. Contamos com acomodações confortáveis, climatizadas, com frigobar, wi-fi, café da manhã, almoço caprichado e um ambiente acolhedor que conquista nossos hóspedes logo na chegada. Quem vem conhecer, sempre volta e se torna um amigo da casa.


Temos várias configurações de acomodações e pacotes especiais, de acordo com o seu planejamento de viagem e hospedagem. Seja para uma viagem a dois, a três, em família ou em grupos de amigos ou equipes de trabalho, temos o recanto certo e adequado para quem busca um tempo de sossego, aconchego e bem estar. Estamos prontos para receber você e sua família e amigos, de braços abertos.


Venha viver momentos especiais conosco. Esperamos por você! Faça sua reserva pelos telefones – (99) 3661-9415, (99) 98805-8117, (99) 98201-1757 e (99) 98832-2649

Brasil vai à Copa sem brilho com gol de Vini no aniversário de Ancelotti

Os Estados Unidos dão boas-vindas à Rota 66 de Carlo Ancelotti. O caminho para o hexa passa pela estrada mais badalada do mundo, cortando um dos três países sede da Copa de Leste a Oeste, e desafia o italiano de 66 anos a quebrar um tabu. O Mundial jamais teve um técnico estrangeiro campeão. Ele tem bagagem para isso. Ganhou até um mosaico de presente na entrada da Seleção em campo, ontem na Neo Química Arena, pela 16ª rodada das Eliminatórias, mas o futebol verde-amarelo está longe de honrar um dos sobrenomes dele: Michelangelo. A exibição não foi uma obra de arte.

O Brasil chega à Copa com duas rodadas de antecipação sem fazer força em meio à maior crise em 111 anos. Fernando Diniz iniciou a campanha trôpega com seis partidas. Passou o bastão a Dorival Júnior em outros oito jogos. Carlo Ancelotti precisa de uma mísera vitória para carimbar o passaporte da única Seleção presente em todas as 23 edições. A vitória do Uruguai contra a Venezuela consumou a vaga. As partidas contra o Chile e a Bolívia, ambas em setembro, servirão para o novo treinador fazer testes e achar o rumo.

Uma das promessas de Carletto era entregar ao Brasil a melhor versão de Vinicius Junior. O melhor do mundo para a Fifa fez o gol do Brasil em uma posição diferente no 4-4-2 de Carletto. Era o parceiro de ataque de Matheus Cunha. A boa notícia é a seguinte: ambos se procuraram. Matheus Cunha deu uma assistência para Vini. Ele não alcançou a bola. Solidário, tentou outra vez em uma cabeçada na qual ele deveria ter finalizado.

Na terceira tentativa, ele aproveitou um lance iniciado lá atrás, com o goleiro Alisson, passando pelos pés dos zagueiros Marquinhos e Alexsandro, dos volantes Bruno Guimarães e Casemiro até Raphinha lutar bravamente com três marcadores e Matheus Cunha dar mais uma assistência para Vinicius Junior. O camisa 10 não desperdiçou e fez o primeiro gol da era Carlo Ancelotti. Empolgou, porém, momentaneamente.

O Brasil era praticamente samba de uma nota só. Insistia a exaustão com Gabriel Martinelli pela esquerda. Era bola nele, espera por um drible e cruzamento para a área. Repertório pobre, mas insistente. Vini e Raphinha pareciam com pouco espaço para repetirem na Seleção as exibições de gala com as camisas do Barça e do Real, respectivamente.

O Brasil alternou modelos de construção. O posicionamento inicial era o 4-4-2. Com a bola, notavam-se mutações para o 4-2-4 e algumas ações ofensivas no 3-2-5. Casemiro ou Alex Sandro ficavam com Marquinhos e Alexsandro para formar a linha de três defensores. Havia insistência pelas pontas e muita carência de tramas pelo meio. Faltava um homem de criação e um centroavante capaz de fazer o pivô. Matheus Cunha é diferente. Sai da área, colabora e vai se consolidando como candidato a 9. Fez gol contra a Argentina.

Incapaz de manter a intensidade e de sufocar o Paraguai, o Brasil se expôs algumas vezes aos contra-ataques do Paraguai. As bolas aéreas eram uma tormenta. Gustavo Gómez tentava irritar o sistema defensivo e os atacantes da Seleção impondo jogo físico e uma guerra de nervos. Recuado à espera do contra-ataque na etapa final, em um erro do Paraguai. Raphinha finalizou e Gabriel Martinelli foi travado na finalização. Raphinha quase marcou o segundo em um chute cruzado defendido por Gatito.

O Brasil está na primeira Copa com 48 seleções porque era impossível ficar fora, mesmo. Daí a dizer estamos prontos para brigar com Argentina, Espanha, França e Portugal há um longo caminho. Do tamanho da Rota 66 pela qual pode passar o roteiro da sexta estrela.

Correio Braziliense

Eleição de 2026 atropela pacote fiscal

Coluna Brasília-DF de terça-feira, 11 de junho, por Denise Rothenburg com Eduarda Esposito

Com o processo eleitoral despontando no horizonte, vai ser difícil Congresso e Poder Executivo se entenderem sobre as medidas fiscais que deveriam compensar o decreto do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Os parlamentares não aceitam aumento de impostos para nenhum setor. E o governo não quer cortar gastos de programas que podem alavancar a popularidade presidencial. Por isso, o pacote apresentado no domingo, com aumento de alíquotas para investidores e reuniões futuras para tratar de cortes de gastos, pode ser considerado um “desastre”, conforme antecipou o advogado Luís Gustavo Bichara.

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É preciso ver no papel/ Embora politicamente as propostas de Fernando Haddad sofram resistências, os tributaristas preferem aguardar o texto para avaliar o tamanho do pacote. O certo é que, nesse vai e vem de medidas, o governo continua arrecadando com o decreto do IOF. E com as festas de São João em alta, dificilmente o Congresso irá derrubar o decreto antes do fim de junho. É dinheiro no caixa, ao mesmo tempo em que o governo negocia para tentar arrecadar mais.

Resumo da ópera
Nesta semana de depoimentos sobre a tentativa de golpe, recheados de pedidos de desculpas, os políticos resumiram assim: houve uma minuta para um golpe de Estado que só não foi adiante porque não houve clima. Agora, é ver o que a Justiça fará diante dessa patacoada.

E as emendas?
As emendas parlamentares continuam como uma pedra no sapato do governo. Isso porque o mesmo Congresso que não quer aprovar impostos não aceita cortes nas emendas. “Eles acham que vamos aprovar quando cortarem R$ 13 bilhões em emendas aqui?”, questionou um deputado de oposição. Para muitos parlamentares, o sentimento é de que o governo não tem qualidade dos gastos e que não consegue equilibrar as contas como “qualquer dona de casa faz”.

Foco nas bets…
Para alguns deputados, tributar as casas de apostas on-line é um dos poucos consensos gerais dentro do Legislativo e do Executivo. Muitos concordam que o governo deve arrecadar em torno de 60%, como é feito com bebidas alcoólicas e cigarro.

… mas com cautela
Entretanto, uma outra ala alerta para o risco de evadir o mercado do Brasil. De acordo com esse grupo, atualmente, 2/3 das bets no país são ilegais, e o Banco Central não inibe que essas recebam os valores das apostas que são feitas por Pix. E com o aumento do imposto, as empresas teriam uma concorrência desleal e começariam a sair do Brasil, fazendo com que o país arrecade menos.

CURTIDAS

Crédito: Marina Ramos/Câmara dos Deputados
Mais reforma à vista/ O relator da reforma administrativa, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), afirmou que deve entregar o texto, com um certo “consenso”, em 14 de julho. Ele disse à coluna que pretende repassar a proposta ao presidente da Casa, Hugo Motta (foto, Republicanos-PB), para avaliar com os líderes se a reforma será votada na última semana antes do recesso parlamentar ou após a pausa dos trabalhos.

Correr para a foto/ Enquanto o deputado André Fernandes (PL-CE) discursava na tribuna cobrando proatividade do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), quanto à defesa de seus deputados perante o Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que estava no cafezinho, saiu “correndo” para aparecer no vídeo junto ao seu colega. Outros deputados do partido também se juntaram ao seu redor como forma de apoio.

Não deixou/ Saindo em defesa do presidente da Casa, o líder do União Brasil, Pedro Lucas (MA), defendeu Motta dizendo que o PL estava sendo “injusto” ao cobrar o presidente da Casa daquela forma.

Clima terrível/ Ainda em 2024, quando se discutia o apoio à candidatura de Hugo Motta à Presidência da Casa, alguns deputados do PL foram incisivamente contra, e não somente os federais, estaduais também. Quem foi contra recebeu duras críticas da cúpula partidária, e alguns nem estão mais no partido. Colaborou Israel Medeiros

Correio Braziliense

Frigorífico Marcelo Rei do Frango – Menor preço, melhor atendimento e máxima qualidade

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ChatGPT apresenta instabilidade nesta terça-feira (10)

O ChatGPT apresenta instabilidade nesta terça-feira (10). Usuários reclamam que a ferramenta está sem responder desde o início da manhã.

Segundo o Downdetector, plataforma que monitora falhas em sites e redes sociais, o pico de reclamações aconteceu por volta das 8h30, com mais de 900 notificações no Brasil.

A instabilidade também atinge outros países. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, por exemplo, há mais de mil reclamações.

“Não está respondendo desde às 6h”, publicou um usuário brasileiro no Downdetector. “Intermitente. Vários erros de conexão”, disse outro.

(FONTE:G1)

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Lula criou ou elevou impostos 24 vezes, aponta manifesto de parlamentares

Ao lançarem manifesto pela responsabilidade fiscal e contra a escalada tributária no Brasil, ao menos dezenove frentes parlamentares do Congresso Nacional afirmam em documento que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva criou ou aumentou impostos 24 vezes desde janeiro de 2023. “Isso significa uma média de um novo aumento de impostos a cada 37 dias”, registram.

A coalizão de frentes parlamentares, que representa o setor produtivo do Brasil, conta com pelo menos 80% dos congressistas e é liderada pelo deputado federal Fernando Marangoni (União-SP). Apesar de o partido do parlamentar estar na base de Lula, o movimento ao pressionar o governo já dá indícios públicos de que boa parte dos partidos do Centrão não está animada com os rumos da gestão — isso a um ano praticamente do começo das eleições gerais.

Pacote de Haddad
Segundo Marangoni, a mobilização teve como gatilho o pacote anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), na segunda-feira, 9, que visa compensar o recuo no aumento do IOF. Uma das medidas do governo prevê o fim da isenção sobre títulos isentos de Imposto de Renda (IR). De acordo com o parlamentar do União Brasil, esses ativos passam a ter alíquota de 5%.

“O governo federal continua equivocado ao querer arrecadar mais para equilibrar as contas do país. O setor produtivo não aguenta mais. Não podemos continuar a ser fonte inesgotável de imposto para cobrir a ineficiência e o gigantismo do Estado. Aliás, o IOF já estava todo errado, já que estamos falando de um tributo de regulação e não de arrecadação”, afirmou.

Quatro pontos essenciais
No documento, a coalizão cita quatro pontos considerados essenciais para melhoria das contas públicas e diminuição do peso contra setores produtivos: fim da política de aumento de impostos, redução imediata e substancial dos gastos públicos, reforma administrativa e foco na eficiência e na desburocratização.

Veja

Governo propõe acabar com isenção de LCI e LCA com cobrança de IR de 5%; o que muda

O primeira delas é a tributação de investimentos isentos.

Uma medida provisória (MP) instituirá a cobrança de Imposto de Renda na fonte sobre rendimentos de títulos atualmente isentos, como LCI e LCA.

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A alíquota proposta é de 5,0%, com vigência a partir de 2026, respeitando o princípio da anualidade. Ainda não está claro se a taxação incidirá sobre o estoque atual ou apenas sobre aplicações realizadas a partir do próximo ano. A medida deve gerar forte reação do setor agropecuário, avalia a LCA Consultores.

“Os títulos deixarão de ser isentos mas continuarão bastante incentivados. A isenção criava distorções, inclusive na rolagem da dívida pública. A diferença de zero, como é hoje, para 17,5%, de outros títulos, vai ser reduzida. Vai ser 5%. Todos os isentos passarão a ter essa cobrança”, afirmou o ministro.

A cobrança do imposto afetaria o retorno desses títulos, que até agora se destacavam pela isenção do imposto de renda

IOF: recuo é positivo, mas há limitações na resposta do governo, diz economista
Governo propõe elevar taxação das bets e acabar com isenção de LCI e LCA

Esses papéis são instrumentos de renda fixa emitidos por instituições bancárias com o objetivo de captar recursos para o agronegócio e o mercado imobiliário. Na prática, ao adquirir esses papéis, o investidor está emprestando dinheiro para o banco, que utiliza esses recursos para financiar atividades nesses dois setores. As LCAs e LCIs têm se tornado uma opção popular de investimento entre investidores de classe média devido à sua elevada rentabilidade.

De acordo com informações do Valor Econômico, o fim da isenção de IR sobre LCI e LCA também vai atingir outros títulos que hoje são isentos do imposto, como Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e debêntures incentivadas.

Todos esses títulos incentivados que hoje são isentos de IR vão passar a ser taxados em 5%, se a medida provisória (MP) que será proposta pelo governo for aprovada pelo Congresso Nacional.

Ontem à noite, Haddad esclareceu que LCI e LCA perderiam a isenção de IR, mas não comentou explicitamente sobre os demais títulos isentos.

A Fazenda vê a proposta de taxação dos títulos incentivados como “correção das distorções no mercado de títulos e valores mobiliários”. As medidas estão entre as mais polêmicas proposta pela Fazenda.

Segundo o Valor, a MP, a não taxará o estoque dos títulos, ou seja, quem já comprou os papéis não pagará IR, que valerá somente para novas emissões. Como se trata de uma mudança no IR, a taxação só poderá valer a partir de 2026, devido ao princípio da anualidade.

Os investimentos isentos estão na mira do governo para aumentar a arrecadação e minimizar o impacto das mudanças na alíquota do IOF.

‘A gente simplesmente não pode aceitar’, diz presidente da FPA sobre LCAs
A manifestação ocorre após a Fazenda ter apresentado no domingo ao Congresso um escopo de medidas como alternativa à elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)

Também serão atingidos pela tributação as Letras Hipotecárias, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI); os Certificados de Depósito Agropecuário (CDA), os Warrants Agropecuários (WA), os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA); as Cédulas de Produto Rural (CPR); os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) e os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) admitidos à negociação em bolsa ou em mercado de balcão organizado — exceto os ganhos líquidos obtidos na negociação; as Letras Imobiliárias Garantidas (LIG); as Letras de Crédito do Desenvolvimento (LCD); e os títulos e valores mobiliários relacionados a projetos de infraestrutura enquadrados na Lei nº 12.431, de 2011.

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