
Os melhores exercícios para você viver mais, segundo especialistas em longevidade

Parafraseando Liam Gallagher, quem é que vai viver para sempre? Certamente algumas pessoas gostariam. Com bilionários se biohackeando em meio a uma onda crescente de bem-estar, o interesse crescente por exercícios voltados à longevidade mostra que mais pessoas estão prestando atenção à própria saúde.
Talvez você não esteja motivado apenas pelo desejo de viver mais, mas não há como negar que o exercício é uma das chaves para permanecer ativo, livre de doenças e independente por mais tempo.
Exercícios para longevidade realmente ajudam a viver mais?
Se você esperava uma saída fácil, sinto decepcionar. A resposta é um enorme SIM. O ser humano foi feito para se mover; fomos projetados para isso. Na verdade, especialistas acreditam que se movimentar com frequência e acelerar os batimentos do coração é tão importante para uma vida longa quanto manter uma alimentação saudável e evitar coisas como cigarro e álcool.
É o que afirma a Dra. Alka Patel, médica especializada em longevidade e estilo de vida, e fundadora do Million Hour Club:
“Exercício não é só sobre se olhar no espelho e gostar do que vê — é sobre manter suas mitocôndrias funcionando, reduzir inflamações e manter o coração forte pelas próximas décadas”, diz. “Se longevidade é seu objetivo, movimento é seu remédio.”
O Dr. Kai Koch, clínico da Marylebone Health, concorda com Patel, citando dados da Organização Mundial da Saúde que mostram que quase um terço da população adulta mundial é fisicamente inativa. “Esse número aumentou cerca de 5% na última década e, se continuar nesse ritmo, deve chegar a 35% até 2030”, alerta Koch.
“A atividade física é amplamente considerada o ‘Santo Graal’ dos fatores de estilo de vida, com o melhor custo-benefício quando se trata de melhorar os resultados gerais de saúde”, continua Koch, lembrando que “em 2019, os médicos do Reino Unido afirmaram que ‘se a atividade física fosse um medicamento, seria considerada uma cura milagrosa por conta das inúmeras doenças que previne e trata’.”
A massa muscular também é importante. Além de nos ajudar a nos mover e a ter uma boa aparência, Rhodri Whittaker, personal trainer da Absolute Body Solutions, chama a massa muscular de “armadura do corpo”.
“O músculo tem muitas funções, mas estruturalmente, ele fornece proteção física para ossos e articulações, aumentando as chances de sobrevivência em quedas”, diz ele. Quanto mais você conseguir manter com o passar da idade, melhores são suas chances. Ou seja, sim, exercício é realmente importante.
O que diz a ciência?
Antes de mergulharmos no que você deve fazer e quando, vale a pena apreciar a variedade de formas como um bom treino pode te ajudar — tanto agora quanto no futuro. Existem muitos dados sobre o assunto.
Pesquisas publicadas no British Journal of Sports Medicine mostram que praticar de 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana, ou de 75 a 150 minutos de atividade vigorosa, está alinhado à redução ideal da mortalidade, reforçando as diretrizes atuais de atividade física.
Também ajuda a desacelerar um dos principais marcadores do envelhecimento. Aguente firme: especialistas como Patel acreditam que os telômeros — as tampas protetoras nas extremidades dos cromossomos — são os principais vilões quando falamos de sinais da idade. Nossos telômeros encurtam com o passar do tempo, e ainda não há como reverter esse processo. Mas é possível desacelerá-lo.
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“Um estudo publicado no Oncotarget mostrou que adultos com altos níveis de atividade física tinham telômeros significativamente mais longos do que pessoas sedentárias, sugerindo um mecanismo celular pelo qual o exercício contribui para a longevidade”, explica Patel.
Como exercícios promovem longevidade?
“O exercício desencadeia uma cascata de benefícios biológicos que aumentam tanto a expectativa de vida quanto a qualidade dela”, diz Patel. Esses benefícios incluem:
Biogênese mitocondrial: “O exercício estimula a produção de novas mitocôndrias, aumentando o metabolismo energético e reduzindo o estresse oxidativo, fundamentais para desacelerar o envelhecimento celular.”
Sensibilidade à insulina: “A atividade física regular melhora a resposta do corpo à insulina, ajudando a regular o açúcar no sangue e reduzindo o risco de diabetes tipo 2, uma condição ligada ao envelhecimento acelerado.”
Redução da inflamação: “A inflamação crônica é um fator conhecido do envelhecimento e de doenças. O exercício modula vias inflamatórias, reduzindo marcadores como PCR e IL-6.”
Neuroproteção: “A atividade física aumenta o BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que protege os neurônios e mantém a função cognitiva — essencial para reduzir o risco de demência.” Ou seja, também faz bem para sua cabeça.
Exercício pode ser prejudicial?
Sabemos que fazer exercício é bom — em teoria. Mas quem nunca terminou uma corrida se sentindo como um idoso de 80 anos, com os joelhos e os pulmões em frangalhos? Isso ainda é sinal de saúde Entre alguns atletas — especialmente escaladores — existe a piada de que o esporte faz você avançar em relação aos outros. Não em forma física, mas em idade: pulsos, costas, tornozelos e cotovelos sentem o desgaste dos movimentos repetitivos. Isso não pode ser bom, certo?
“Existe um paradoxo”, concorda Patel. “O exercício, por si só, provoca inflamação — e a inflamação crônica é um atalho para o envelhecimento.” O segredo? Encontrar o ponto ideal — nem demais, nem de menos — que estimula a adaptação sem desgastar o corpo em excesso.
O exercício deve causar algum dano muscular — é assim que ficamos mais fortes. A inflamação é o processo pelo qual os materiais de construção são enviados às áreas danificadas para que elas se reparem. Mas você já deve ter ouvido que a inflamação faz mal e pode levar até ao câncer. Então qual a solução?
“Como saber se você está no ponto ideal?” pergunta Patel. Existem algumas formas: é possível encomendar kits para acompanhar sua idade biológica e ajustar os treinos conforme os resultados. Também é possível monitorar a variabilidade da frequência cardíaca (HRV) — quanto mais baixa, pior sua recuperação. Outra métrica é o VO2 Máx, que mede quanto oxigênio seu corpo usa durante o exercício. Patel o chama de “o maior preditor de longevidade, pois mede a aptidão cardiorrespiratória”.
Se seus resultados estiverem piores do que gostaria, reduza a intensidade. Para melhores resultados, o ideal é trabalhar com um fisiologista e encontrar o que funciona para você.
Whittaker dá um último truque: dormir bem. “É a ferramenta de recuperação mais importante que existe”, diz ele — acima de banhos gelados, luz vermelha, massageadores e outras tecnologias da moda. Sentindo dor? Às vezes, uma boa noite de sono resolve tudo.
Como ser mais ativo no dia a dia?
Ir à academia ou correr algumas vezes por semana é ótimo e trará enormes benefícios. Mas movimentar-se não se resume a isso. É preciso se mexer também ao longo do dia. Koch tem algumas recomendações:
Reduza o tempo sedentário: “Considere usar uma mesa em pé ou trocar a cadeira por uma bola de exercício. Faça pausas frequentes para movimentos rápidos e simples.”
Exercícios curtos: “Encontre formas fáceis de incorporar pequenos exercícios ao dia, como agachamentos enquanto a chaleira ferve, caminhar para o trabalho ou sugerir um passeio com amigos em vez de sentar para tomar um café.”
Seja mais sociável: Embora não pareça diretamente ligado ao exercício, Koch diz que há correlação direta entre solidão e menor expectativa de vida. “Um estudo recente mostrou que o isolamento social pode aumentar o risco de morte por todas as causas em até 50%.” Ser gentil pode não só aumentar sua vida, mas a dos outros também.
Relaxe: Nossa saúde mental está diretamente ligada à física — e à longevidade. “Existe uma relação linear entre sofrimento psicológico e expectativa de vida”, afirma Koch. “Quanto mais estressados estamos, maior nosso risco de morte.” Se você já termina o treino com alongamento, por que não aproveitar cinco minutos de respiração profunda?
Quais são os melhores exercícios para viver mais?
No fim das contas, o importante é se mexer. Jim Pate, fisiologista sênior da Marylebone Health, recomenda de três a quatro sessões de cardio por semana — duas mais curtas e intensas (30 a 45 minutos) e duas mais longas e moderadas. Além disso, faça dois treinos de força. Um pode focar em grupos musculares específicos; o outro deve ser em formato de circuito, com quatro ou cinco exercícios e pelo menos 15 repetições cada.
Seu circuito pode incluir:
Agachamentos: “Usam os músculos das pernas e podem ser adaptados a diferentes níveis. Envolvem grandes grupos musculares e geram estímulo forte para crescimento.”
Afundo: “Reproduzem o movimento de andar e melhoram o equilíbrio, além de ativarem músculos de forma diferente do agachamento.”
Flexões: “Excelentes para manter força e função da parte superior do corpo. São adaptáveis a vários níveis.”
Exercícios de puxar: “Importantes para movimentos funcionais. Força de pegada e tempo de sustentação são bons indicadores de aptidão e longevidade.”
Prancha: “A força do core ganhou destaque. Uma prancha bem feita por dois minutos mostra resistência muscular adequada para atividades longas.”
Whittaker recomenda ainda incluir uma sessão semanal de yoga em grupo pequeno. “A tendência do pilates e yoga é ótima para jovens com articulações flexíveis, mas estamos começando a ver lesões por excesso de alongamento, como nos tendões de Aquiles e flexores do quadril.” Turmas menores permitem atenção personalizada e ajudam a manter a atividade por mais tempo.
O que mais eu preciso saber?
A última coisa é meio óbvia: todos nós envelhecemos. E por mais que tentemos nos manter ativos, o tempo chega para todos. Aceitar isso, junto com nossas limitações, é parte do processo de envelhecer com saúde.
“Quando somos mais jovens, somos movidos pela vaidade, mas nossos objetivos mudam com o tempo”, diz Whittaker. “A prioridade passa a ser evitar lesões e garantir liberdade de movimento. Mas é importante gostar do exercício. Pense no que você curte — caminhar é uma ótima opção, especialmente se puder incluir trilhas ou passeios na praia.”
GQ Globo
Conheça a capital da tranquilidade no Brasil, que faz frio os 365 dias do ano

Existe no Brasil um lugar que faz frio até no verão, e não estamos falando de Campos de Jordão.
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Com aproximadamente 1.500 habitantes, Lavras Novas, um vilarejo dentro da cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, tem temperaturas baixas os 365 dias do ano e sua fama está na gastronomia, hospitalidade e arquitetura local.
Lavras Novas é datada de 1706 e fica 1.500 metros acima do nível do mar, o que explica as baixas temperaturas quase que constantes e a vista deslumbrante das montanhas.
O vilarejo oferece muitas opções de comida mineira fresquinha e com aquele tempero na medida certa, além de uma natureza de fazer inveja, com cachoeiras e trilhas que rendem fotos inesquecíveis.
A arquitetura do lugar é belíssima e toda no estilo colonial, e suas pousadas e hotéis garantem uma experiência única para quem deseja se desligar da “vida real” nem que seja por um final de semana.
Para chegar em Lavras Novas é preciso pegar a BR 040 até a Estrada Real. Quando estiver chegando em Ouro Preto, siga 7 km pela estrada sentido Ouro Branco. Logo você verá Lavras Novas.
Também há opções de ônibus saindo de Belo Horizonte.
As informações são do Diário do Litoral – Publicado primeiro em GMC Online
Reforma transforma casa de campo em espaço de descanso repleto de memórias afetivas

Em meio à tranquilidade da zona rural de Itajobi, interior de São Paulo, uma casa de campo ganhou nova vida com projeto assinado pelo escritório Lucas Fernandes Arquitetos (@lucasfernandesarquitetos). A residência de 140 m² foi reformada e ampliada para um casal de aposentados que desejava um refúgio cercado pela natureza.
“A proposta era desacelerar. Trazer a simplicidade como protagonista e respeitar o que o lugar já carregava de história”, resume o arquiteto Lucas Fernandes.
O imóvel, antes composto por três quartos, sala, cozinha, despensa e um banheiro externo, passou por uma significativa transformação. A nova configuração concentra os dormitórios em uma das laterais, acessados por um hall e atendidos por um banheiro central.
Na outra ala, estão integrados sala de estar, de jantar, cozinha, despensa e lavanderia, conectados à área gourmet por meio de uma janela passa-pratos. O ponto alto é o fogão a lenha de tijolos de demolição, que, junto à bancada central, tornou-se o coração das reuniões familiares.
COZINHA EXTERNA | Localizado na área da churrasqueira, o ambiente tem janela de madeira, da Nossa Casa Portas e Acessórios, que faz a função de passa-pratos com a cozinha interna. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, recebeu, abaixo, cortinas executadas pela própria moradora, que trabalhava como costureira antes da aposentadoria. Cerâmicas da Retrobel. Piso de cimento queimado executado durante a obra — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
COZINHA EXTERNA | Localizado na área da churrasqueira, o ambiente tem janela de madeira, da Nossa Casa Portas e Acessórios, que faz a função de passa-pratos com a cozinha interna. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, recebeu, abaixo, cortinas executadas pela própria moradora, que trabalhava como costureira antes da aposentadoria. Cerâmicas da Retrobel. Piso de cimento queimado executado durante a obra — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
Para Lucas, o maior desafio foi equilibrar a essência original com a introdução de elementos contemporâneos. “Trabalhamos com o respeito à memória da casa, mas também com a necessidade de integração dos ambientes, otimizando o uso pontual do espaço”, explica.
O projeto trabalha a rusticidade e elementos contemporâneos que se equilibram com o contexto histórico. Foram preservadas a fachada, as aberturas das janelas de madeira e a materialidade da residência antiga.
FOGÃO À LENHA | Uma das premissas do projeto, o forno à lenha de tijolos de demolição na cozinha interna remete à vida do casal quando morava na fazenda. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, promove a integração e a participação da família e amigos durante o preparo de almoços e jantares. A curadoria de objetos foi feita priorizando a simplicidade dos materiais. Cerâmicas da Retrobel. Banquetas com assento de taboa do acervo do casal. Colheres de pau como objetos decorativos — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
FOGÃO À LENHA | Uma das premissas do projeto, o forno à lenha de tijolos de demolição na cozinha interna remete à vida do casal quando morava na fazenda. A bancada de ardósia, da RM Marmoraria, promove a integração e a participação da família e amigos durante o preparo de almoços e jantares. A curadoria de objetos foi feita priorizando a simplicidade dos materiais. Cerâmicas da Retrobel. Banquetas com assento de taboa do acervo do casal. Colheres de pau como objetos decorativos — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
Os principais materiais da obra foram madeira, vidro, tijolo de demolição, ardósia e reboco. As cores seguem essa lógica, mantendo tons neutros que valorizam as texturas naturais dos materiais. “Buscamos uma paleta sóbria, que dialogasse com o entorno e transmitisse aconchego”, afirma o arquiteto.
A decoração valoriza objetos afetivos. Cômodas antigas, camas de família, uma cristaleira na cozinha e uma mesa de jantar com base de tronco – resgatado da própria fazenda – garantem identidade ao lar. Uma antiga toalha de renda, feita pela moradora durante o enxoval de casamento, foi transformada em tapeçaria e ocupa lugar de destaque na sala de jantar.
SALA DE JANTAR | A mesa desenhada pelo escritório foi executada por Sérgio Zanforlim Marcenaria com tampo de vidro para ressaltar o tronco resgatado na fazenda. A composição com as cadeiras de madeira e taboa, que fazem parte do acervo da família, traz uma memória afetiva das peças usadas pela avó da moradora. A instalação na parede é uma toalha de renda, confeccionada pela moradora durante seu enxoval de casamento e foi ressignificada trazendo, além de textura, mais significado para o ambiente. O centro da mesa é composto por uma fruteira em palha natural e um colar cerâmico, ambos da Retrobel — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
SALA DE JANTAR | A mesa desenhada pelo escritório foi executada por Sérgio Zanforlim Marcenaria com tampo de vidro para ressaltar o tronco resgatado na fazenda. A composição com as cadeiras de madeira e taboa, que fazem parte do acervo da família, traz uma memória afetiva das peças usadas pela avó da moradora. A instalação na parede é uma toalha de renda, confeccionada pela moradora durante seu enxoval de casamento e foi ressignificada trazendo, além de textura, mais significado para o ambiente. O centro da mesa é composto por uma fruteira em palha natural e um colar cerâmico, ambos da Retrobel — Foto: Carolina Mossin/Divulgação
Na cozinha interna, o fogão à lenha remete à história dos moradores, que viveram em uma fazenda quando mais jovens. Ao mudarem para uma cidade grande por conta do trabalho e dos filhos, abriram mão do uso e, no atual momento da vida, desejavam voltar com esse costume.
Casa e Jardim
Motorola Edge 60 Stylus é lançado com chip Snapdragon, IP68 e preço competitivo

Após muitos vazamentos e rumores, o novo Motorola Edge 60 Stylus foi finalmente apresentado no mercado indiano, entregando um bom conjunto de especificações e caneta que habilita recursos de Inteligência Artificial.
Em termos de design, o novo celular da Motorola apresenta um padrão que é já característico da marca, com módulo de câmeras traseiro levemente saltado.
No caso do Edge 60 Stylus, temos a presença de construção militar dentro do padrão MIL-STD-810H e certificação IP68 para proteção contra água e poeira.
Além disso, a tela desse smartphone é uma pOLED de 6,67 polegadas, que apresenta resolução “Super HD+” (2.712x1220p/1,5k) e taxa de atualização de até 120 Hz.Android 14 Abr Certificado pela Anatel em março, o Motorola Edge 60 Pro já pode ser vendido no Brasil, e deve chegar ao país…
Para garantir bom poder de processamento, o Motorola Edge 60 Stylus entrega plataforma Qualcomm Snapdragon 7s Gen 2, que é acompanhada de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno por padrão.
O smartphone também tem conexão 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação com a Carteira do Google.
Outros destaques importantes incluem o leitor de digitais sob a tela, bem como som estéreo e caneta Stylus integrada para oferecer algumas funções extras.
Conforme explica a Motorola, a caneta permite ativar o Moto Note sem precisar fazer o desbloqueio da tela, converte manuscritos em texto digital, auxilia o usuário em contas matemáticas e pode ser usada na Borracha Mágica para remover objetos indesejados de fotos.
Além disso, a Inteligência Artificial do Android 15 permite transformar rabiscos em desenhos digitais, bem como ativar a seleção de texto dentro do Circule para Pesquisar.
No conjunto traseiro de câmeras, o novo Motorola Edge 60 Stylus entrega sensor principal de 50 MP (OIS) e ultrawide de mais 13 MP, enquanto as selfies são garantidas pelo sensor frontal de 32 MP.
Por fim, há bateria de 5.000 mAh, com suporte para carregamento rápido de 68W com fio e 15W sem fio, e a Motorola promete duas grandes atualizações para o Android e três anos de updates de segurança.
Especificações técnicas
Especificações técnicas
Tela pOLED de 6,67 polegadas com resolução Super HD+ (2.712x1220p/1,5K)
Display com furo e taxa de atualização de até 120 Hz
Plataforma Qualcomm Snapdragon 7s Gen 2
8 GB de RAM
256 GB de armazenamento interno
Câmera frontal de 32 MP
Duas câmeras traseiras:
Lente principal com sensor de 50 MP (OIS)
Lente ultrawide com senor de 13 MP
Conexão 5G, Bluetooth 5.4, Wi-Fi 6E e NFC
Certificação IP68 e MIL-STD-810H
Bateria de 5.000 mAh com carregamento rápido de 68W
Android 15
Dimensões: 162.15×74.78×8.29mm
Peso: 191g
Preço e disponibilidade
Preço e disponibilidade
Lançado inicialmente na Índia, o novo Motorola Edge 60 Stylus já pode ser comprado no site oficial da fabricante nas cores Pantone “Surf the Web” e Pantone “Gibraltar Sea”.
O preço é de 22.999 rúpias, algo em torno de R$ 1.561 em conversão direta e sem considerar impostos brasileiros.
Por ora, não há previsão de lançamento desse smartphone no Brasil.
O Motorola Edge 60 Stylus ainda não está disponível nas lojas brasileiras.
Tudo Celular
Médico de Amado Batista revela que deu um ‘plus’ na testosterona do cantor antes da lua de mel

Bernardo Guimarães, o médico de Amado Batista, de 74 anos de idade, revelou, durante a participação no podcast Colmeia Cast, que deu um ‘plus’ na testosterona do cantor antes da lua de mel. O artista oficializou o casamento com a Miss Mato Grosso 2024, Calita Franciele Miranda, de 23 anos, no início de março.
“Ele chegou para mim e perguntou: ‘Doutor, o que você acha de eu casar com uma moça 50 anos mais jovem?'”, disse o médico. “Eu falei assim: ‘Ué, Amado, você está com 74, com idade de um jovem de 40, metabolicamente falando. Perdeu 30 quilos, tá disposto para trabalhar. Você ainda vai ter sobrevida longa. Aproveite a beleza da vida como se cada dia fosse um presente. Vai pra cima, meu amigo, seja feliz, que isso é o importante, leve com você a felicidade”, contou.
“E foi… casou, está bem, tranquilo. Até dei um ‘plus’ na testosterona dele para ele passar uma lua de mel feliz”, revelou o profissional.
O cantor e a Miss Mato Grosso 2024 oficializaram a união no civil no dia 13 de março de 2025. A cerimônia discreta foi realizada em um cartório de Água Boa, no Mato Grosso. Em suas redes sociais, a modelo compartilhou alguns registros da preparação, incluindo troca das alianças. O casamento de Calita e Amado no religioso aconteceu no interior de Mato Grosso no dia 15 de março de 2025.
Os dois passaram a lua de mel em um resort na Bahia. A miss, que é 51 anos mais jovem que o parceiro, revelou que, ao fazer a mala, esqueceu de levar todos os seus biquínis e precisou improvisar durante os dias de descanso com o marido.
Revista Quem
FAEMA/SENAR/SINCODÓ, ARQTSAP e Instituto Equatorial apoiam projeto de Hortaliças Folhosas em comunidade rural de Codó

Com o objetivo de promover a agricultura sustentável, a capacitação de produtores e o fortalecimento das comunidades rurais, o Sistema FAEMA/SENAR, o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó (SINCODÓ) e o Projeto Meninas Quilombolas em Ação, que tem apoio do Instituto Equatorial, estão desenvolvendo capacitação, consultoria e apoio no cultivo de Hortaliças Folhosas na comunidade quilombola Barro Vermelho, localizado no município de Codó.


No último sábado, dia 12, o SINCODÓ participou, juntamente com o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) da palestra “Empreendedorismo Feminino”, uma roda de conversa e troca de experiências com agricultoras rurais da comunidade. De acordo o presidente do SINCODÓ, Iedo Barros, a iniciativa visa proporcionar a agricultores e agricultoras familiares o acesso a tecnologias simples e eficazes para o cultivo de hortaliças, com foco na produção orgânica, no uso racional da água e na geração de renda, incentivando práticas produtivas sustentáveis e capacitação técnica.


“É com grande satisfação que estamos apoiando essa iniciativa, em parceria com o Instituto Equatorial por meio do projeto ” Meninas Quilombolas em Açao”. É um importante projeto, qual fornecemos capacitação, onde os participantes recebem orientação de instrutores do SENAR nas áreas de preparo do solo, plantio, manejo agroecológico e comercialização. Além disso, estaremos disponibilizando um de nossos técnicos do FAEMA/SENAR, para acompanhar o desenvolvimento do projeto e da comunidade”, informou o presidente.


Iedo Barros ainda destacou a importância da ação conjunta: “Esse projeto é um exemplo de como a união entre instituições públicas e privadas pode transformar realidades, gerando conhecimento, inclusão produtiva e desenvolvimento local, apoiando o escoamento da produção e incentivando a valorização dos produtos da agricultura familiar nos mercados de Codó”, concluiu.



