Impacto da guerra no preço do combustível ao consumidor pode demorar

O impacto da guerra no Oriente Médio nos preços pagos pelo consumidor brasileiro por combustíveis derivados do petróleo, como a gasolina e o diesel, pode demorar a chegar. A avaliação é do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Roberto Ardenghy.

O petróleo teve forte alta nos últimos dias, desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã, no último sábado (28), e das retaliações do país persa contra Tel Aviv e bases americanas em diversos países produtores de petróleo na região.

O porta-voz do instituto que representa a indústria petrolífera no Brasil explicou que toda refinaria mantém um estoque de petróleo, e que esse é um dos motivos para que a mudança não aconteça da noite para o dia.

Entretanto, se o petróleo permanecer em um patamar alto, pouco a pouco, as refinarias vão começar a comprar o produto mais caro.

“Na medida em que esse petróleo mais caro chegar às refinarias, elas também, com um certo tempo, tenderão a transferir esse preço para os seus contratos novos, porque nos contratos já firmados, elas garantem o preço anterior”.

“É um processo longo, que pode durar até seis meses para acontecer. Não haverá nenhuma mudança de patamar de preço a curto prazo, inclusive, para o consumidor brasileiro”, afirmou Roberto Ardenghy à Agência Brasil.

O presidente apontou que a incerteza que paira no mercado global sobre o futuro do conflito é um dos motivos que pode retardar o impacto nos preços pagos pelos consumidores.

“Altos patamares do preço do petróleo dependem da continuidade ou não do conflito armado, do bloqueio do Estreito de Ormuz, da disseminação do conflito para outros países do Oriente Médio. Então, ainda não se tem segurança de que isso vai acontecer”, explicou.

Ardenghy acrescentou que o mercado do petróleo opera com projeções de longo prazo em contratos, que têm que ser honrados. É preciso considerar também, afirma ele, que alguns países têm estoques estratégicos importantes, que certamente serão usados nesta situação de crise.

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Estreito de Ormuz
Sobre o bloqueio do Estreito de Ormuz, passagem da maior parte do petróleo exportado por países do Oriente Médio, Roberto Ardenghy pondera que o fechamento não interrompe todo o fluxo do óleo extraído na região, porque há rotas alternativas.

Porta de saída do Golfo Pérsico, o estreito fica na costa do Irã, que determinou seu bloqueio em resposta aos ataques dos Estados Unidos e de Israel. O presidente do IBP cita que o Iraque, por exemplo, pode bombear petróleo por meio da Turquia.

Já a Arábia Saudita tem oleodutos que podem levar suas exportações para o Mar Vermelho, alcançando os mercados por outra rota logística. O mesmo vale para os Emirados Árabes Unidos, e até mesmo o próprio Irã pode encontrar outra via para escoar parte de sua produção.

“Há algumas alternativas, não para garantir todo aquele volume que passa no Estreito de Ormuz, mas, pelo menos, para uma parcela importante. Portanto, não haverá mudança de patamar de preço de modo estável, no mínimo, pelos próximos 60 a 90 dias”, avaliou.

Mapa Estreito de Ormuz
Brasil no mercado internacional
O presidente do IBP destacou que o Brasil já é um importante produtor de petróleo, com uma produção que atingiu 3,8 milhões de barris por dia em 2025, enquanto a exportação chegou a 1,7 milhão de barris.

“Há perspectivas, inclusive, de que aumentemos, ainda mais, a nossa produção nos próximos anos. Se a gente conseguir encontrar petróleo na Margem Equatorial, na Bacia de Pelotas e em outras áreas no Brasil, a nossa participação pode ser ainda mais relevante”, apontou.

Diante desse desempenho, Ardenghy estimou que o Brasil tem condição de suprir uma quantidade de petróleo para o mercado internacional.

“Somos atores importantes e podemos inclusive contribuir com essa falta de petróleo ou essa escassez que venha do Oriente Médio e compensar com a nossa produção atual e a futura. Hoje, o Brasil já é um produtor relevante. Somos o nono maior produtor e o nono maior exportador mundial de petróleo”, pontuou.

O executivo acredita que, a partir do que ocorre atualmente no Oriente Médio, ocorrerá o que o setor chama de reorientação dos fluxos globais de comércio de petróleo e gás natural.

“Os países muito dependentes do Oriente Médio, mesmo que as coisas se acalmem por lá, vão procurar diversificar as suas fontes de suprimento. Especialmente, os países da Ásia, como o Japão, a Coreia, a China e a Índia, países que hoje dependem muito do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz”, destacou.

“Mesmo que a situação no Oriente Médio se normalize, a gente não sabe se, em médio ou longo prazo, essa situação de normalidade vai continuar ou se vamos ter um outro conflito, inclusive militar”, completou.

É nesse cenário que o presidente do IBP vê espaço para o Brasil evoluir no mercado de petróleo e gás.

“Somos um produtor confiável de petróleo, temos a presença, no Brasil, de grandes empresas internacionais, a presença também da Petrobras como uma empresa com muita experiência na produção e na exportação de petróleo”, indicou.

Rio de Janeiro (RJ), 28/09/2023 – Vista aérea do navio-plataforma P-71, instalado no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos, a 200 km da costa do Rio de Janeiro. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
Vista aérea do navio-plataforma P-71, instalado no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos, a 200 km da costa do Rio de Janeiro. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
Na visão dele, isso só ressalta a necessidade de o Brasil manter a atividade petrolífera, a pesquisa geológica, a perfuração na Margem Equatorial e em outras áreas do país.

“Para que a gente possa, primeiro, ter segurança energética nas próximas décadas, mantendo a nossa economia livre dessas tensões globais que afetam o petróleo. E também ter um excesso de petróleo, para que a gente possa exportar para outros mercados, gerando divisas para o Brasil”, relatou.

Agência Brasil

Estados Unidos se dividem sobre apoio à guerra contra o Irã

Enquanto pesquisas de opinião mostram que a maioria da população dos Estados Unidos (EUA) é contrária à guerra contra o Irã, a elite política em Washington está dividida e resoluções para obrigar o presidente norte-americano Donald Trump a recuar da guerra estão em tramitação no Congresso.

Os republicanos, do partido de Trump, têm apoiado a agressão contra Teerã, ainda que haja divergências na base do movimento Make America Great Again (Maga). A maioria dos democratas questiona a legalidade da guerra, já que argumentam que não foi autorizada pelo Congresso, como exige a legislação do país.

Algumas manifestações contra o conflito foram registradas em cidades norte-americanas, mas os atos não ultrapassaram poucas centenas de participantes.

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Atos em comemoração à morte do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, também ocorreram nos EUA, em especial, pelas comunidades da diáspora iraniana anti-regime.

Ao mesmo tempo, a mídia dos EUA oscila entre os veículos que apoiam abertamente a guerra; outros que são críticos à forma como Trump conduziu o conflito, ainda que elogiem os esforços de derrubar o regime iraniano; até os veículos totalmente contrários à ação contra o Irã.

O professor de História e Política da Universidade de Denver, dos EUA, o brasileiro Rafael R. Ioris, em entrevista à Agência Brasil, avaliou que a oposição à guerra contra o Irã, dentro dos EUA, ainda não é significativa.

“A insatisfação contra a guerra no Irã é pontual e dentro das vozes já críticas ao governo Trump. Mas se houver muitas mortes, poderá aumentar as críticas. Vai depender de como a guerra evolua”, disse.

“Por ora, os republicanos que controlam o Congresso não vão apresentar resistências significativas”, avalia o pesquisador do Washington Brazil Office (WBO).

O professor emérito de História da Universidade de Brown, dos EUA, James N. Green, lembra, por sua vez, que existe um setor contrário à guerra dentro do movimento Maga, da base do presidente Donald Trump.

“A base de Trump se dividiu. Sempre surge o nacionalismo e uma noção que tem que defender as tropas, mas neste momento a maioria da população está contra a intervenção e um setor minoritário, mais significativo, da Maga, está criticando”, comentou o também presidente do WBO.

Pesquisas
Pesquisa da Reuters, em parceria com o instituto Ipsos, publicada no domingo (1), revelou que apenas um em cada quatro estadunidenses, ou 27% da população, aprova os ataques contra Teerã.

Outra pesquisa divulgada na segunda-feira (4), patrocinada pela emissora CNN e conduzida pela empresa SSRS, indicou que 41% da população aprovam os ataques, enquanto 69% desaprovam.

Sobre as pesquisas, Trump disse que não se importa com elas.

“Tenho que fazer a coisa certa. Isso deveria ter sido feito há muito tempo”, disse Trump ao New York Post.

Mídia dos EUA
Mesmo os veículos de imprensa mais críticos ao presidente Trump têm adotado uma postura de cautela em relação à guerra contra o Irã, como a CNN e New York Times, segundo avalia o professor Rafael R. Ioris.

“Há cautela em não criticar um presidente em tempo de guerra para não serem acusados de falta de patriotismo, segundo os que partilham da visão de que os EUA estão acima dos limites do direito internacional, por serem, supostamente, o grande defensor da estabilidade e defesa do ocidente”, avalia.

O New York Times, em editorial publicado pelo conselho do jornal, afirma que a ação foi “imprudente”, que Trump não explicou o porquê da guerra e criticou o fato de não ter pedido autorização ao Congresso.

No entanto, o jornal defende que a eliminação do programa nuclear iraniano seria um “objetivo louvável”, aceitando a tese do Irã como ameaça internacional.

“Um presidente americano responsável poderia apresentar um argumento plausível para novas ações contra o Irã. O cerne desse argumento precisaria ser uma explicação clara da estratégia, bem como a justificativa para um ataque imediato, mesmo que o Irã não pareça estar perto de possuir uma arma nuclear”, diz o editorial.

O Wall Street Journal, ligado mais ao mercado financeiro, foi favorável à agressão contra Teerã, alegando que o “erro” seria Trump “encerrar a guerra prematuramente, antes que as forças armadas iranianas e seus grupos terroristas domésticos sejam completamente destruídos”.

O jornalista Michael Arria, do veículo independente Mondoweiss, que cobre a política externa dos EUA no Oriente Médio, entende que, no geral, a mídia dos EUA “declarou guerra ao Irã”.

“A mídia americana está disseminando propaganda governamental e ignorando o papel de Israel, enquanto apoia a guerra contra o Irã e pressiona por uma mudança de regime. Até mesmo os autodenominados comentaristas liberais da CNN estão fomentando uma mudança de regime”, escreveu Arria.

Congresso
Duas resoluções para limitar os poderes de guerra do presidente Donald Trump estão em tramitação no Parlamento com objetivo de barrar a guerra no Oriente Médio.

O Senado deve votar uma dessas resoluções nesta quarta-feira (4). Em junho de 2025, no contexto da guerra de 12 dias contra o Irã, o Senado estadunidense rejeitou resolução com conteúdo semelhante.

Os democratas têm reclamado que o governo Trump não explicou os objetivos da guerra, nem qual o suposto risco imediato que o Irã representaria aos EUA, situação excepcional em que permite ao presidente ir à guerra sem passar pelo Congresso.

O senador democrata Tim Kaine, da Virginia, autor da proposta que obriga Trump a pedir autorização do Congresso para atacar o Irã, defende que o povo americano quer preços baixos e não mais guerras, ainda mais sem autorização do Congresso.

“Esses ataques são um erro colossal, e espero que não custem a vida de nossos filhos e filhas fardados e em embaixadas por toda a região”, afirmou Kaine em uma rede social.

Porém, há democratas apoiando Trump, como o senador John Fetterman, eleito pelo estado da Pensilvânia.

“Todos os membros do Senado dos EUA concordam que não podemos permitir que o Irã adquira uma arma nuclear. Fico perplexo com o fato de tantos se recusarem a apoiar a única ação capaz de alcançar esse objetivo”, comentou o senador.

Enquanto os democratas não formam uma unidade contra a guerra, os parlamentares republicanos vêm apoiando os esforços de Trump contra o Irã, ainda que alguns avaliem mudar de posição caso a guerra se prolongue.

É o caso da deputada Nancy Mace, republicana da Carolina do Sul.

“Por enquanto, serei contra [a resolução para barrar a guerra], mas se isso se prolongar por mais de algumas semanas, terei muito mais preocupações”, disse Mace à reportagem do NYT.

Agência Brasil

MC Livinho anuncia saída do funk e foco no espiritual

O cantor MC Livinho surpreendeu os fãs ao anunciar que este será seu último ano como artista do movimento funk. Em um vídeo publicado nas redes sociais, o artista afirmou que decidiu encerrar esse ciclo da carreira para priorizar a vida espiritual, emocional e a família.

“Antes da carreira, antes de tudo isso, vem o nós. A gente também precisa cuidar de si”, declarou. Livinho também falou sobre o peso da responsabilidade que acompanha o sucesso e destacou que não quer “morrer por isso”, em referência à pressão vivida por artistas que não conseguiram desacelerar.

Segundo ele, 2026 marcará sua última turnê no funk. “Chegou o momento de eu encerrar esse ciclo e agradecer vocês por todos esses anos”, disse, ressaltando que pretende focar no cuidado espiritual e emocional. “Cuide da sua saúde espiritual e emocional. Esse é meu último ano de carreira e vocês moram dentro do meu coração.”

Apesar de mencionar o foco na espiritualidade, Livinho não detalhou se seguirá para a música gospel ou se fará uma pausa total dos palcos. O anúncio, no entanto, reacende um movimento já visto outras vezes na música brasileira: artistas que redefinem suas trajetórias após experiências pessoais e religiosas.

Ao longo das últimas décadas, nomes conhecidos do público também deixaram o mercado secular para seguir um novo propósito artístico, eles mudaram a carreira após encontro com Deus.

Jottapê
O funkeiro Jottapê, que ganhou ainda mais fama ao atuar na série Sintonia, anunciou sua conversão e passou a se dedicar à música cristã. Em entrevistas, afirmou que decidiu abandonar letras e ambientes que não condiziam com sua nova fé.

DJ Japa (Keylla Kawano)
Keylla Kawano, também conhecida como DJ Japa, foi um dos nomes fortes do funk ostentação. Após relatar uma experiência espiritual transformadora, decidiu mudar o direcionamento da carreira e passou a atuar no meio gospel.

Waguinho
Nos anos 1990, Waguinho era vocalista do grupo de pagode Os Morenos e embalava sucessos românticos. No início dos anos 2000, deixou o pagode para se dedicar integralmente à música gospel, tornando-se um dos nomes conhecidos do segmento evangélico.

Rodolfo Abrantes
Ex-vocalista dos Raimundos, o cantor Rodolfo Abrantes protagonizou uma das conversões mais comentadas da música brasileira. Ele deixou o rock nos anos 2000 após afirmar ter tido uma transformação espiritual profunda e, desde então, construiu carreira sólida no gospel.

Mara Maravilha
Ícone da televisão infantil nos anos 80 e 90, Mara Maravilha fez sucesso como apresentadora do SBT e cantora pop. Após sua conversão, passou a investir também na música gospel e em projetos voltados ao público cristão.

Regis Danese
Antes de migrar para o cenário gospel, Regis Danese integrou grupos de pagode e também atuou em banda baile. A virada em sua trajetória veio com a música “Faz um Milagre em Mim”, que explodiu nacionalmente e se tornou um dos maiores sucessos da música cristã brasileira.

Thalles Roberto
O cantor Thalles Roberto também teve passagem pelo meio secular antes da conversão. Ele já integrou bandas e trabalhou com artistas fora do segmento gospel, até decidir direcionar sua carreira exclusivamente à música cristã, onde conquistou grande projeção nacional.

Ainda não está claro qual será o próximo passo de MC Livinho após o encerramento do ciclo no funk. O que o artista deixou evidente, porém, é a intenção de priorizar saúde mental, espiritualidade e família, um movimento que, cada vez mais, tem sido relatado por nomes de destaque da música brasileira.

Quem é MC Livinho
Nascido Oliver Decesary Santos, MC Livinho começou a ter contato com a música ainda na infância. Aos 10 anos, era violinista em uma igreja. A experiência que ajudou a desenvolver sua base técnica e musical.

Influenciado pela mãe, fã de artistas como Maria Gadú e Djavan, Livinho poderia ter seguido um caminho mais próximo da MPB. No entanto, ainda adolescente, rompeu com a igreja, saiu de casa e começou a trabalhar em uma lan house para se sustentar.

Sua primeira música, “Origem”, foi lançada quando tinha apenas 16 anos, marcando o início de sua trajetória no funk. A fama nacional veio em 2012, com “Mulher Kama Sutra”, que ampliou sua visibilidade em todo o país.

Ao longo dos anos, o artista passou por uma reformulação de imagem e repertório. Conhecido inicialmente por letras explícitas, passou a investir em uma linha mais romântica. Mesmo após deixar a igreja na juventude, o cantor já declarou que sua vida continua sendo influenciada pela fé.

Comunhão.com

Cantora Luiza Possi abandona a MPB e migra para o gospel

A cantora Luiza Possi comunicou, nesta terça-feira (3), o encerramento definitivo de sua carreira na música secular. Aos 41 anos, a artista confirmou que dedicará seu repertório integralmente ao segmento gospel após um processo de conversão iniciado em 2024.

A transição artística
Luiza Possi divulgou a decisão através de um vídeo gravado para redes sociais. A cantora enfatizou sua trajetória iniciada aos 13 anos e a manutenção de sua identidade musical ao longo de duas décadas. O álbum “É Só o Amor” é apresentado como o marco final de sua produção no mercado convencional.

Segundo informações, a artista cumprirá a agenda de compromissos ainda vinculados à música secular antes de assumir novos projetos. “Vou cantar, louvar e reverenciar meu Mestre e Salvador”, declarou a cantora sobre sua nova fase profissional.

Conversão e posicionamento
A adesão da artista ao cristianismo tornou-se pública em setembro de 2024, após o que descreveu como uma experiência espiritual em um momento de instabilidade pessoal. Desde então, a cantora compartilha rotinas de fé e o processo de batismo nas águas.

O movimento de cantores do mainstream para o nicho gospel reflete o crescimento deste segmento no streaming nacional, consolidando o setor como uma potência econômica e ideológica.

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Itapecuru Bio e Prefeitura de Aldeias Altas realizam entrega de casa e doação de instrumentos ao Colégio Militar Tiradentes

Em Aldeias Altas, a empresa Itapecuru Bio, em parceria com a Prefeitura Municipal, realizou a entrega de mais um importante benefício para a população: uma casa nova para uma família do município e a doação de instrumentos musicais ao Colégio Militar Tiradentes.

A iniciativa reforça o compromisso com a transformação social, garantindo moradia digna e fortalecendo a educação e a cultura local.

O diretor-presidente da Itapecuru Bio, Humberto Neto, destacou a importância do momento:

“É uma satisfação muito grande poder ter participado hoje da entrega da casa para a família. Agradeço ao prefeito Kedson Lima e toda a equipe por esse trabalho e pela parceria, sempre visando o bem-estar e o desenvolvimento do nosso município de Aldeias Altas.”

Além da entrega da residência, o Colégio Militar Tiradentes foi contemplado com novos instrumentos musicais, que irão fortalecer as atividades da banda e incentivar ainda mais os alunos por meio da música.

A vice-prefeita de Aldeias Altas, Patrícia Andrade, também celebrou a ação:

“É um momento de muita alegria, satisfação e gratidão. Estamos aqui realizando essas doações e só temos a agradecer ao Humberto Neto e ao nosso presidente Fédsoninho por caminharem conosco nesse avanço em prol do desenvolvimento da nossa querida Aldeias Altas.”

O prefeito Kedson Lima ressaltou a importância da parceria e o impacto social das ações realizadas:

“Hoje é uma sensação de gratidão. Venho à Escola Militar, uma escola pela qual lutamos muito para trazer ao nosso município, acompanhado do empresário Humberto Neto, que está fazendo a doação desses instrumentos para a banda de música. Quero agradecer ao empresário Humberto Neto, a Humberto João e à nossa vice-prefeita Patrícia, que fez esse elo. Também realizamos a entrega da casa para uma senhora que morava de aluguel. O empresário fez a doação da escritura e, junto com a empresa, construímos uma casa digna, com três quartos, sala conjugada com cozinha e banheiro. Isso demonstra o nosso respeito e consideração com a nossa população.”

Com ações como essas, a gestão municipal e a iniciativa privada reafirmam o compromisso com o desenvolvimento social e cultural de Aldeias Altas, promovendo dignidade, oportunidades e qualidade de vida para a população.

Ibrahim Neto apresenta indicações para construção de ponte e melhorias no trânsito em Codó

Durante a 4ª Sessão Ordinária realizada na última terça-feira (03), na Câmara Municipal de Codó, o vereador Ibrahim Neto (PODEMOS) apresentou duas importantes indicações voltadas à infraestrutura e à segurança viária do município.

Construção de nova ponte no povoado São Martins

Por meio da Indicação Nº 29/2026, o parlamentar solicitou ao Executivo Municipal e à Secretaria Municipal de Infraestrutura, Urbanismo e Serviços Públicos que viabilizem a construção de uma nova ponte no povoado São Martins, na estrada que liga a comunidade às demais localidades da região. A proposta busca garantir mais segurança e melhores condições de tráfego para moradores, estudantes, trabalhadores e produtores rurais que dependem diariamente da via.

Durante sua justificativa em plenário, o vereador destacou a importância da obra para a população local: “A construção dessa ponte é uma necessidade urgente. Estamos falando de acesso, de segurança e de dignidade para os moradores do São Martins e de toda a região. É uma demanda antiga da comunidade, e estamos aqui para cobrar providências.”

Melhorias e segurança no trânsito da Avenida Santos Dumont

Já na Indicação Nº 30/2026, Ibrahim Neto solicitou a substituição do redutor de velocidade existente na Avenida Santos Dumont, no bairro São Sebastião, ao lado do Comercial Avenida, além da instalação de um novo redutor de velocidade no sentido contrário da via, nas proximidades do estabelecimento Araújo Construções.

A medida tem como objetivo reforçar a segurança no trânsito, especialmente em uma área de grande circulação de veículos e pedestres. O vereador ressaltou que a iniciativa atende a pedidos da própria comunidade. “Recebemos várias solicitações de moradores e comerciantes preocupados com a velocidade dos veículos nesse trecho. Nosso objetivo é prevenir acidentes e garantir mais tranquilidade para quem vive e trabalha naquela região.”

Com as indicações, Ibrahim Neto reforça seu compromisso com a melhoria da infraestrutura urbana e rural, defendendo ações que promovam mobilidade, segurança e qualidade de vida para a população de Codó.