Prefeitura de Codó publica decisão e anuncia reabertura do prazo para recursos no Processo Seletivo do Magistério

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMECTI), informa a reabertura do prazo para interposição de recursos no Processo Seletivo Simplificado para o Magistério Municipal, referente ao Edital Nº 02/2025-GAB/SEMECTI.

A medida tem como objetivo ampliar a transparência e a segurança do processo, assegurando que todos os candidatos tenham a oportunidade de corrigir eventuais falhas e garantir uma participação justa no certame.

Novo prazo e procedimentos

O novo prazo para interposição de recursos será de 30 a 31 de janeiro de 2025. Os candidatos poderão acessar o sistema de inscrições no site da Prefeitura (https://www.codo.ma.gov.br/seletivo/9/inscricao) para:

Anexar documentos,
Atualizar informações cadastrais, e
Interpor recursos.
Orientações para os candidatos:

Candidatos com inscrições deferidas: poderão atualizar as informações da ficha de inscrição online, caso necessário.
Candidatos com inscrições indeferidas: poderão anexar os documentos faltantes e atualizar a ficha de inscrição online.
Atenção: A não apresentação dos documentos exigidos poderá resultar no indeferimento definitivo da inscrição.

Segurança reforçada

A SEMECTI adotou medidas rigorosas para garantir a proteção dos dados dos candidatos e a confiabilidade de todo o processo seletivo.

Assessoria de Comunicação

Prefeitura Municipal de Codó

Volta às Aulas com Armazém Paraíba: Tudo o Que Você Precisa para um Ano Letivo Incrível

O início do ano letivo é sempre um momento especial, cheio de expectativas e novos desafios. E para começar com o pé direito, o Armazém Paraíba está aqui para garantir que você e sua família tenham tudo o que precisam para brilhar nesse retorno às aulas!

Material Escolar de Qualidade

Na nossa linha de volta às aulas, você encontra tudo o que o seu filho precisa para aprender com conforto e estilo. Temos produtos de marcas renomadas, com designs modernos e preços acessíveis.

Mochilas que Fazem a Diferença

Uma mochila confortável e resistente é essencial para quem enfrenta a rotina escolar. No Armazém Paraíba, temos opções que aliam qualidade e beleza, perfeitas para todos os gostos e idades.

Vestuário para Todas as Ocasiões

Além de materiais escolares, temos também uma linha completa de roupas e calçados para o dia a dia escolar. Uniformes confortáveis, sapatos duráveis e até mesmo opções para ocasiões especiais fazem parte do nosso catálogo.

Facilidade no Pagamento

Sabemos que o início do ano traz muitas despesas, por isso oferecemos condições especiais de pagamento. Você pode parcelar suas compras e garantir o melhor para sua família sem comprometer o orçamento.

Aproveite as Ofertas Especiais

Durante o período de volta às aulas, o Armazém Paraíba preparou promoções imperdíveis para você economizar ainda mais. Não perca a chance de começar o ano com economia e qualidade.

Venha nos visitar e confira de perto todas as novidades que preparamos para você. No Armazém Paraíba, você encontra tudo o que precisa para um ano letivo incrível. Porque aqui, a gente cuida de cada detalhe para facilitar a sua vida!

Empresa continua a pagar para escanear íris em SP; parte do olho é ferramenta mais precisa que impressão digital

Desde novembro de 2024, um contingente enorme de brasileiros aceitou uma proposta inusitada em São Paulo. Essas 500 mil pessoas venderam a íris.

Nos últimos dois meses, dezenas começaram a abrir em São Paulo e uma notícia se espalhou: você podia tirar uma foto do seu olho e ser pago por isso em criptomoedas. Valores que variavam, mas, em média, R$ 600. As lojas ficaram lotadas. Todo mundo querendo o dinheiro. Pouca gente entendendo que negócio era esse.

Repórter: Você sabe por que eles escanearam sua íris?
Jussimara Santos, atendente: Não.
Repórter: Você já recebeu dinheiro? Dinheiro de verdade?
Jussimara Santos: Sim, R$ 244 reais, foi a parcela desse mês de janeiro.

Quando uma pessoa entra em uma das lojas da World, baixa um aplicativo e assiste a um vídeo explicando que a empresa está criando uma forma de provar que quem está usando o mundo digital é um humano vivo. Sua íris e seu rosto são escaneados, inclusive em infravermelho. É feito um mapa 3D do rosto. Depois, a empresa afirma que as íris viram códigos, que não podem mais ser conectados com as suas informações, e seus dados pessoais são apagados.

Mas aí começam as dúvidas. O site diz que você se voluntaria para enviar dados de imagem para a empresa melhorar o sistema. O termo de serviço diz que o código da sua íris não é mais uma informação pessoal sua, não é mais seu, e não pode ser apagado. Também afirma que tenta evitar, mas que os dados biométricos podem vazar em caso de ataque cibernético.

“Seu termo de uso é genérico, afasta muitas vezes a sua responsabilidade e não explica direito realmente quais são as intenções a longo prazo dessa coleta de dados. Despeja-se milhões de reais para 500 mil usuários no Brasil pagando em torno de R$ 600 e não terá lucro nenhum? Em alguma hora esse lucro chegará”, diz Luiz Augusto Filizzola D’Urso, advogado especialista em Direito Digital.
Entre os novos usuários do serviço, a equipe do Jornal Nacional não encontrou ninguém que saiba o que vai fazer com o app.

Repórter: Mas agora você tem isso no seu telefone. Você sabe como é que isso vai servir para você?
Jaqueline Gomes, copeira: Não. De verdade, não.

E nem o que a empresa vai fazer com os dados.

“Não sei, vou pagar para ver”, diz a vendedora Gisele da Silva de Jesus.

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados determinou que a empresa pare de pagar as pessoas que escanearem a íris.

“É uma operação que eu não vou voltar, não tenho como me arrepender. ‘Olha, não quero, apaga a coleta’. A coleta fica parte na empresa e parte no celular. Então, acho que esses pontos ainda têm que ser esclarecidos para uma posição definitiva. Eu não sei se o Brasil vai para uma decisão de suspender o serviço. Mas, no momento, a gente está só querendo garantir que o consentimento seja sem contrapartida”, afirma Waldemar Gonçalves Ourtunho Junior, diretor-presidente da ANPD.
Mas a empresa recorreu da decisão. O vice-presidente de privacidade está no Brasil e recebeu o Jornal Nacional para uma entrevista. Ele afirma que a empresa não está comprando imagens de íris das pessoas.

Tiago Eltz, repórter: As pessoas estão entrando em uma loja, tendo a íris escaneada, e saindo com dinheiro. Como você chama isso?
Damien Kieran, vice-presidente de Privacidade da Tools for Humanity: Temos que deixar bem claro que o que você descreveu agora não é entrar em um lugar, escanear a íris e ganhar dinheiro. O que você acabou de descrever são pessoas que entram em um lugar, olham para uma câmera avançada e, 24 horas depois, obtém algumas moedas que eles podem então usar na rede.
Repórter: Não. Eles estão sacando o dinheiro.
Damien Kieran: Podem usar na internet ou transformar em dinheiro. Eles podem fazer uma variedade de coisas diferentes. É muito importante nós sermos precisos aqui.
Repórter: Como você se sente sobre as pessoas que estão autorizando o scaner da íris sem saber para quê?
Damien Kieran: Nossos materiais que ensinam sobre o serviço são excelentes, e acho que vamos além do que muitos serviços fazem pela educação. Mas nosso objetivo é continuar melhorando esses serviços a medida que recebemos o retorno das pessoas. Atualmente, nosso entendimento é que as pessoas consideram essas informações muito úteis.

Mesmo assim, não há muita utilidade prática para o projeto agora.

Repórter: Como a empresa pretende lucrar com as informações que vem acumulando?
Damien Kieran: Vendendo as câmeras para scaneamento. Também acredito que vamos desenvolver aplicativos para rede. Mas a maneira de pensar o sistema é como um utilitário, e então construiremos produtos e serviços com base nesse utilitário. Não venderemos o sistema, mas produtos para ele.

Nas ruas, os mais de 50 pontos de coleta de dados continuam operando e pagando os usuários com criptomoedas. Também continua uma certa incredulidade, mesmo de quem já se cadastrou.

G1

“Venda do olho”: governo proíbe empresa de pagar por leitura de íris

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou que a empresa Tools for Humanity (TFH, “ferramentas para humanidade”, em português) suspenda o pagamento de incentivo financeiro em troca da leitura da íris, prática que ficou conhecida pela população como “venda do olho” em São Paulo. A empresa foi notificada pelo governo federal nesta sexta-feira (24/1) e a medida vale a partir deste sábado (25/1).

O projeto World, desenvolvido por bilionários da Inteligência Artificial, entre eles Sam Altman, da OpenAI, já levou mais de 400 mil pessoas a formar filas em São Paulo para receber criptoativos que podem render em torno de R$ 600, em troca da leitura da íris, que é uma informação única, como a impressão digital.

Segundo a empresa TFH, comprovar que a pessoa é um “ser humano único”, por meio da leitura presencial da íris, é fundamental para garantir a segurança na internet. O procedimento é alvo de investigação e já entrou na mira das autoridades em vários países.

A reportagem também notou que famílias inteiras têm se submetido à leitura da íris pela máquina chamada de orb, uma esfera cromada, futurista. A possibilidade de resgatar o equivalente a 20 das 48 moedas virtuais ligadas à iniciativa, entre 24 e 48 horas após o registro, tem sido o principal atrativo para a população, principalmente na periferia da capital paulista.

O Metrópoles foi a oito postos de leitura da íris na capital paulista, viu e ouviu as mais variadas situações nesta semana. As máquinas da TFH estão presentes em ruas de comércio popular e shoppings, bem como em pequenas lojas que chamam a atenção pelo entra e sai. Os lugares chegam a receber mais de 500 pessoas por dia.

Especialistas em proteção de dados afirmam que a prática oferece riscos para a população, que teria o seu poder de decisão prejudicado, além de não poder revogar o consentimento.

A coordenação-geral de fiscalização da ANPD diz que a concessão de incentivo financeiro pela empresa, por meio da oferta de criptomoedas, pode prejudicar a obtenção do consentimento do titular de dados pessoais, influenciando na decisão.

“Nos termos da LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados], o consentimento para o tratamento de dados pessoais sensíveis, como é o caso de dados biométricos, precisa ser livre, informado, inequívoco e fornecido de maneira específica e destacada, para finalidades específicas”, afirma, em nota.

Além de determinar a suspensão dos pagamentos, a ANPD exigiu que a empresa indique no site quem é o encarregado pelo tratamento dos dados pessoais. A investigação teve início em novembro de 2024, logo depois que a TFH lançou o projeto World no Brasil.

Em países como Espanha e Alemanha, o processo de leitura de íris foi suspenso e está sob investigação das autoridades locais.

O que diz a Tool for Humanity
A TFH afirma que a rede World está em conformidade com todas as leis e regulamentos do Brasil. “Relatos imprecisos recentes e atividades nas mídias sociais resultaram em informações falsas para a ANPD”, diz.

A empresa também afirma que está em contato com a ANPD e confiante de que pode trabalhar com o órgão para que as pessoas possam participar da rede World. “Estamos comprometidos em continuar a oferecer este importante serviço a todos os brasileiros”, diz, em nota.

Desde que foi procurada pela reportagem, a TFH negou que faça pagamento em troca da leitura da íris, apesar da evidente motivação financeira presente nos relatos de quem procura os postos da empresa em São Paulo.

Metrópoles

Informe ACRIVI: Conexão John Deere será realizado neste sábado no Parque de Exposições Walter Zaidan em Codó

Caros associados

A John Deere, em parceria com a ACRIVI, promoverá neste sábado 1/2, às 16h, no Parque de Exposição Walter Zaidan, o evento “Conexão John Deere”. Este encontro tem como objetivo apresentar soluções inovadoras para o Agronegócio. Convidamos todos os associados a participarem deste momento enriquecedor de troca de conhecimentos e experiências.

Combustíveis ficarão mais caros a partir de 1º de fevereiro

A partir de 1º de fevereiro, os motoristas terão de gastar mais para encher o tanque. Isso porque o valor da gasolina, do etanol e do diesel subirá nos postos, pois o ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) sobre combustíveis sofrerá um reajuste.

A alíquota da gasolina e do etanol aumentará 10 centavos por litro, passando para 1,47 real. Já o diesel e o biodiesel terão um acréscimo de 6 centavos por litro, para 1,12 real.

A mudança nos impostos será aplicada em todos os estados e aumenta as preocupações com a inflação. A alta dos preços dos combustíveis tende a gerar um efeito cascata na pandemia, já que o custo do transporte é embutido no preço de produtos e serviços.

No ano passado, por exemplo, a gasolina foi o subitem que mais teve peso no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e acumulou alta de 9,7%. Em 2024, a inflação estourou o teto da meta. Com a inflação fora desse limite, o Banco Central age com taxas de juros mais altas, o que gera um efeito de desaceleração na economia.

O Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal) explicou que o reajuste no ICMS é uma medida para garantir um sistema fiscal equilibrado, alinhado às flutuações do mercado e promovendo uma tributação mais justa.

Blog do Sampaio

Prefeito de Codó adere a Termo de Cooperação de regularização fundiária para garantir direito de moradia regular às famílias codoenses

O prefeito de Codó, Chiquinho FC (PT), assinou nesta segunda-feira (27), em São Luís, um Termo de Cooperação Técnica com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). O objetivo da parceria é implantar e executar o programa de Regularização Fundiária Urbana (REURB) como política pública e instrumento para a pacificação de conflitos de terra no município.

Durante a reunião, que contou com a presença do desembargador José de Ribamar Froz Sobrinho, o Termo de Adesão foi formalizado, marcando o compromisso entre a Prefeitura de Codó e o TJ-MA. A iniciativa busca garantir segurança jurídica aos moradores, promover o ordenamento territorial e resolver conflitos relacionados à posse e propriedade de terras.

“Com a adesão ao programa, daremos um passo importante para oferecer dignidade às famílias codoenses que vivem em áreas irregulares, assegurando seus direitos e promovendo a paz social”, destacou Chiquinho FC.

A REURB é uma política pública prevista em lei, que visa regularizar áreas urbanas ocupadas de forma desordenada, por meio de medidas administrativas, jurídicas e sociais. A parceria entre a prefeitura e o tribunal reforça o compromisso de ambos em trabalhar pelo desenvolvimento sustentável e pela justiça social no município de Codó.