Ana Maria Braga testa positivo para Covid-19

Ana Maria Braga, de 75 anos, recebeu um diagnóstico positivo para COVID-19 nesta terça-feira (27). A apresentadora utilizou suas redes sociais para compartilhar o resultado, que foi confirmado após um segundo teste, e ressaltou a relevância de estar com a vacinação atualizada.

o que ela disse?
“Oi, gente. Hoje de manhã, logo que acordei, decidi repetir o teste de COVID que fiz ontem, pois estava com sintomas de gripe. Infelizmente, o resultado foi positivo desta vez. Vou precisar de alguns dias para descansar e me recuperar. Felizmente, estou com todas as vacinas em dia. Cuidem-se por aí, e logo estarei de volta!”, escreveu.

Durante o seu programa Mais Você desta segunda-feira (26), a apresentadora falou sobre o mal-estar que estava sentindo e chegou a atribuir a sensação à mudança brusca de temperatura em São Paulo, e iniciou o programa pedindo desculpas aos telespectadores.

“Além de dar bom dia para vocês, eu queria pedir desculpas porque hoje eu estou meio ‘baleada’… Essa mudança de tempo me derrubou legal. Então, hoje vou falar mais devagarzinho, mais quietinha. Hoje, levantei da cama e disse: acho que vou ‘não ir’. Mas como não posso não ir? Até amanhã já estou zerada. Eu vou tossir de vez em quando, tá bom? Então, desculpe desde já. Mas esfriou, choveu…”, justificou.

MN

Acusado de estuprar as próprias filhas é condenado a 28 anos de prisão em Imperatriz

Em audiência de custódia, realizada na sexta-feira (23), a promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira, titular da 4ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, foi informada da sentença de um réu que foi condenado a 28 anos de reclusão por estupro de vulnerável cometido contra duas filhas dele.

A condenação ocorreu após apelação do Ministério Público julgada pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, que reformou uma sentença da 3ª Vara Criminal de Imperatriz absolvendo o réu. A defesa chegou a recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que decidiu pelo não conhecimento do agravo em recurso especial.

De acordo com a denúncia, apresentada em 2019, o réu teria praticado conjunção carnal e ato libidinoso com as filhas desde quando tinham seis e nove anos. Os crimes ocorreram, conforme relatos das vítimas, por cerca de seis anos, até quando a mais velha tinha completado 15 anos.

A apuração policial esclareceu que as vítimas não residiam com o acusado, mas que por ser o pai, às visitava aos sábados, dia em que a mãe delas ia lavar roupa fora e deixava a menor de nove anos na casa dele e a de seis anos, ficava na casa de uma tia.

Entenda o caso
A denúncia foi proposta pelo Ministério Público do Maranhão no dia 2 de julho de 2019 junto à 3ª Vara Criminal de Imperatriz. Após diversas audiências de instrução e julgamento e alegações finais da defesa e do MP, o juiz considerou que não havia provas suficientes sobre a autoria dos fatos e absolveu o acusado em sentença proferida em abril de 2022.

Inconformada com a decisão, a promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira ingressou com recurso de apelação no Tribunal de Justiça em 15 de maio de 2023.

Por decisão unânime, os desembargadores que integram a 3ª Câmara Criminal, em conformidade com o parecer do Ministério Público, deu provimento ao recurso para condenar o réu a 28 anos, cinco meses e seis dias de reclusão, em regime inicial fechado.

A defesa do réu ingressou com recurso especial que não foi admitido pelo Tribunal de Justiça. Após isso, recorreu com agravo em recurso especial, tendo o procurador de justiça Joaquim Henrique de Carvalho Lobato, em segundo grau, se manifestado pelo não conhecimento do pedido.

Mais uma vez, a defesa recorreu, desta vez ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ministra Maria Thereza de Assis Moura decidiu pelo não conhecimento do agravo em recurso especial, que transitou em julgado no dia 21 de fevereiro de 2024.

Na audiência de custódia, realizada nesta sexta-feira, 23, a promotora de justiça, Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira tomou conhecimento do trânsito em julgado do referido acórdão.

* Fonte: MP-MA

Homem é preso por atirar contra a ex-companheira grávida de seis meses, em Açailândia

Na manhã desta segunda-feira(26), a Polícia Civil do Maranhão, através da Delegacia Especial da Mulher de Açailândia, deflagrou uma operação policial a fim de cumprir um mandado de busca e apreensão e de prisão preventiva contra um homem, de 26 anos, suspeito de cometer uma tentativa de feminicídio e de homicídio.

A delegada Gabriela Victor Resende, titular de Açailândia, disse que, no dia 12 de maio deste ano, o investigado, motivado por ciúmes, efetuou disparos em direção a sua ex- companheira, a época gestante de 6 meses, atingindo-lhe no braço direito, além de tentar contra a vida de um homem que estava acompanhando a mulher.

Após o fato, a Polícia Civil representou pela prisão do suspeito e o mandado de busca domiciliar para conclusão das investigações.

Nesta segunda, no bairro do Centro, em Açailândia, uma equipe policial conseguiu cumprir as duas ordens judiciais. Além da prisão, uma arma de fogo foi apreendida.

O preso foi encaminhado à Unidade Prisional de Açailândia, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

* Com informações da PC-MA

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Homem é preso minutos após roubar passageira dentro de ônibus em São Luís

Na última sexta-feira (23), um homem foi preso em flagrante suspeito de ter cometido roubo na região do bairro do Anil, em São Luís.

De acordo com as informações preliminares, o investigado teria assaltado uma pessoa que estava no interior de ônibus, roubando seu aparelho celular, e fugindo logo em seguida.

Minutos após o crime, uma equipe de policiais civis, com apoio de um bombeiro militar conseguiram prender o criminoso, que estava com o objeto furtado da vítima.

O suspeito após as formalidades legais foi encaminhado para o Centro de Custódia de São Luís, onde permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.

* Com informações da PC-MA

Paciente maranhense com leishmaniose apresenta resistência ao medicamento da doença

Um maranhense de 46 anos é o primeiro brasileiro diagnosticado com uma nova variante da leishmaniose resistente à anfotericina B. O medicamento é um antifúngico utilizado no tratamento da leishmaniose visceral e geralmente é eficaz contra a doença.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), conduziu a pesquisa e deram a informação da nova variante.

Apesar do caso ser preocupante, não configura um estado de alerta imediato.

Os resultados confirmaram a resistência da cepa à anfotericina B, embora o parasita não tenha demonstrado resistência a outros dois medicamentos testados.

O médico tratou o paciente com outro medicamento, a pentamidina, e o paciente teve uma boa resposta, sem recaídas.

A amostra do parasita, retirada de um paciente morador do Maranhão, revelou resistência à anfotericina B, o principal fármaco contra a doença. Este é o primeiro caso registrado de resistência dessa cepa do parasita Leishmania amazonensis no país.

O paciente, um homem de 46 anos, apresentava o tipo cutâneo (ou tegumentar) da doença, que é transmitida por mosquitos e provoca lesões persistentes na pele.

O paciente havia tentado, sem sucesso, tratar a infecção com anfotericina B, um dos poucos medicamentos disponíveis para esse tipo de leishmaniose.

O achado não deve gerar alarde, mas serve como um alerta para a possibilidade de circulação de cepas resistentes em áreas endêmicas.

De acordo com os pesquisadores, ainda não há evidências de que a doença esteja se tornando mais grave devido a essa resistência.

O estudo conduzido pelo professor Adriano Cappellazzo Coelho envolveu a análise da cepa do parasita tanto em modelos in vitro quanto em camundongos.

Os resultados confirmaram a resistência da cepa à anfotericina B, embora o parasita não tenha demonstrado resistência a outros dois medicamentos testados.

2006

Coelho destacou a importância de ter tratamentos alternativos disponíveis, uma vez que a anfotericina B é um medicamento caro e usado principalmente para casos graves.

O paciente foi tratado com pentamidina, outro medicamento, e teve uma boa resposta, sem recaídas até o final de 2023.

A leishmaniose tegumentar é uma doença infecciosa, não contagiosa, que causa feridas na pele e mucosas e é transmitida pela picada de mosquitos infectados.

O tratamento é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e envolve medicamentos específicos, repouso e uma boa alimentação.

O Imparcial