Vereador Delegado Rômulo cobra as autoridades do estado providências para MA-026 e IML de Codó

O vereador delegado Rômulo aproveitou seu tempo de discurso para fazer cobranças importantes às autoridades estaduais. Durante a 14ª Sessão Ordinária, o edil discorreu sobre o caso do gerente de farmácia que foi assassinado em Coroatá e afirmou que o caso está quase solucionado. O parlamentar ainda cobrou sobre a questão do IML em Codó, que precisa de emenda parlamentar para funcionar de forma adequada e efetiva e ainda trouxe ao plenário a questão da MA-026, cobrando as autoridades a retomada das obras.

“Como relatou o companheiro Max, é de fato uma situação muito preocupante a questão do IML de Codó. Gostaria também de ser solidário a família do Marcos Salazar, uma ação totalmente violenta contra a vida desse rapaz, a gente lamenta muito pela perda, pelo ser humano que ele era, muito simpático, muito efetivo naquilo que fazia. Então foi uma perda lamentável pra sociedade e para sua família. Em conversa com os investigadores e autoridades policiais lá de Coroatá, o caso já está praticamente solucionado, um dos autores está preso, o menor, e as outras pessoas envolvidas, as representações das prisões já foram feitas, é só questão de tempo para a polícia judiciária colocar a mão nesse pessoal. Acredito no trabalho do delegado Gabriel lá de Coroatá, acredito que vai ser feita justiça nesse caso”, comentou o vereador

Providências para a MA-026 e o IML de Codó

Assim como em outras oportunidades, o vereador cobrou providências as autoridades estaduais, tanto do Executivo, quanto do Legislativo e pediu ao deputado Nagib empenho para conseguir resolver todas as demandas necessárias para o IML de Codó. “Sempre a gente cobra aqui, e como é caráter estadual, em nome do deputado estadual Nagib, como ele é representante do povo de Codó, gostaria que ele solicitasse junto só diretor do IML, em São Luís, na Superintendência, ao secretário de Segurança, e cobrar esse Rabecão pra Codó porque o IML aqui existe só de fato, de direito não existe, porque o prédio tá lá passou um mês e depois fechou, só tem um médico perito aqui, tem que ter dois na cidade, pra contextualizar a perícia. O carro passou 24h pra vir buscar o corpo, quem sofre é a família, imagina se esse corpo tivesse no sol quente, então já aconteceu vários casos, a família tem que ir pra Timon, a família tem que pagar o custo, o traslado do corpo pra Codó, isso é uma loucura!”, declarou o parlamentar.

Obras na delegacia de Codó

O vereador encerrou seu discurso cobrando a conclusão urgente das obras de recuperação da MA-026 e falou sobre as obras que serão realizadas na delegacia de Codó. “Gostaria de falar sobre a MA-026, ali na entrada da cidade, parabenizar o governador, mas também gostaria de cobrar o secretário de Infraestrutura, porque só sabe quem passa, quem mora em Timbiras, quem trabalha em Codó, trabalha em Timbiras, porque nosso deputado anunciou a obra, mas depois parou. Na pessoa do governador e do secretário de Infraestrutura, que recomece a obra novamente, na MA-026, entre Codó e Timbiras. Também quero parabenizar ao governador do Maranhão pelo seu aniversário que foi recente, mas também agradecer que começou hoje a reforma da delegacia de Codó. Ampliação e reforma já começaram, então nos próximos 15 dias vai ter uma ampliação muito extensa na delegacia de Codó, vai aumentar os gabinetes, vai ter local pra armazenar arma, o ambiente vai ficar melhor, vai dar um avanço na delegacia de Codó, porque Codó tem 125 mil habitantes, comparada com Timon e Caxias, mas lá em Caxias tem 4 delegacias, aqui só tem 1, então sobre essa falta de estrutura é que precisamos buscar”, concluiu o vereador delegado Rômulo.

Vereador Araújo Neto fala sobre bloqueio do FPM e atraso dos salários dos funcionários efetivos

Em seu discurso na tribuna da Câmara, durante a 14ª Sessão Ordinária, na última terça-feira (04), o vereador Araújo Neto, discorreu sobre o bloqueio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para a cidade de Codó, as consequências negativas, como o atraso dos salários dos efetivos em Codó, e sobre quais providências serão tomadas a respeito de várias pendências administrativas que te ocorrido na atual gestão.

Estive aqui em plenário, na quarta-feira, onde estava tendo uma audiência pública, e me encontrei com o tesoureiro da Câmara, que também é tesoureiro da Prefeitura. E eu perguntei para ele, o que foi que houve que o FPM vai ser bloqueado? E ele me disse, não, isso é um equívoco da União. Tudo que está sendo questionado pela União está pago. E nós iremos encaminhar isso para a União, para que o FPM não seja bloqueado do dia 30”. Relatou o edil

O parlamentar lamentou a suspensão dos repasses, que irão afetar pessoas que trabalham e precisam de seus vencimentos. A suspensão do FPM pode ocorrer devido a irregularidades ou pendências fiscais. Isso pode incluir problemas como inadimplência previdenciária, falhas na prestação de contas, ou falta de transparência no portal da prefeitura.

E nós tomamos conhecimento que o FPM foi realmente bloqueado. Antigamente só se atrasava salário de vigias e zeladores, que são as pessoas mais humildes e que precisam prover suas famílias. São os que menos recebem e quem mais sofrem nesse governo. E agora o salário dos efetivos estão atrasados. E a desculpa é o bloqueio do FPM desse último dia. E nós queríamos saber da Casa, Sr. Presidente, se chegou alguma informação do porquê desse bloqueio, qual a providência foi tomada e se é verídico o atraso dos salários desses funcionários efetivos. Codó é uma cidade sem sorte. São pessoas que não têm mais credibilidade, pessoas que não se acredita mais, pessoas que prometem como sem falta e faltam como sem dúvida. E nós, codoenses que somos da gema, nascemos e fomos criados aqui e sabemos da história desse município, não estamos aqui de passagem, com aventura, estamos porque sabemos e queremos o melhor pra nossa cidade“, concluiu o vereador Araújo Neto

Segurança no São João: Equatorial Maranhão alerta para prevenção de acidentes na temporada junina

No período junino, há muitos arraiais espalhados pela cidade. Pensando nisso, a Equatorial Maranhão chama a atenção para a prevenção de acidentes com eletricidade e alerta sobre os cuidados que se deve ter com decorações e instalações elétricas.

Nos arraiais, é comum o uso de bombinhas, rojões, fogueiras para aquecer os pandeirões e enfeites juninos, como bandeirinhas e balões de papel. E diante dessas situações a regra mais importante é sempre manter distância da rede elétrica e jamais lançar objetos sobre a rede. Para a brincadeira não ser interrompida, fique de olho nestas dicas:

• Os foguetes e rojões, quando manuseados de forma inadequada, podem ocasionar acidentes e, se direcionados a rede, podem causar interrupção no fornecimento de energia elétrica ou até acidentes fatais. O correto é comprá-los em lojas autorizadas e nunca os soltar em direção às pessoas e a rede elétrica.

• As bandeirinhas juninas não devem ser amarradas na rede de telefonia, muito menos nos cabos de energia. Estes adereços devem ficar a uma distância segura da rede.

• Atenção com as instalações internas das barracas. Emendas nos fios, gambiarras e tomadas sobrecarregadas, em contato com material como a palha que reveste as barracas, podem causar curtos circuitos levando a grandes incêndios. Nos casos de montagem de estruturas próximas a rede a elétrica, a dica é contratar profissionais capacitados e fazer o aterramento para evitar choque elétrico.

*Ligações Provisórias*

Para os vendedores ambulantes e pessoas que pretendem comercializar produtos que necessitem de energia elétrica em seus pontos de venda, a Equatorial Maranhão lembra que existe o serviço de ligação provisória, uma maneira segura e legalizada de garantir energia em barracas, bares ou outros pontos temporários montados pelos comerciantes.

O Executivo de Segurança da Equatorial Maranhão, Gabriel Vieira, chama atenção para que ninguém realize ligações clandestinas ou interfira na rede elétrica. “Apenas profissionais habilitados podem realizar essas atividades. Caso haja necessidade de levar energia elétrica para o seu evento ou ponto de venda, solicite uma ligação provisória de energia”, ressaltou. Essa solicitação deve ser feita em um ponto presencial de atendimento da Distribuidora e o cliente deve informar a carga elétrica que vai necessitar, de acordo com a quantidade e tipo de equipamento que será utilizado, além de apresentar os documentos, endereço completo e aguardar o prazo.
Atendimento

Durante os dias de festas, a Distribuidora estará com um plano operacional em ação para conduzir os atendimentos de forma ágil, em caso de eventuais ocorrências relacionadas ao fornecimento da energia elétrica, sobretudo nos locais dos eventos.

Além disso, o atendimento da Equatorial Maranhão funciona 24h, todos os dias, pelo WhatsApp no número (98) 2055-0116 com a assistente virtual Clara, além da Central 116 (ligação gratuita), APP Equatorial Energia e site www.equatorialenergia.com.br. Caso necessitem, os clientes devem acionar a Distribuidora por meio desses canais.
Outras orientações

A Distribuidora ressalta que apenas as pessoas com a concessão de carteira Blaster Pirotécnico são autorizadas e legalmente respaldadas para fazer a detonação de artefatos pirotécnicos como foguetes e rojões. Em caso de acidentes envolvendo a rede elétrica, é necessário isolar o local e ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiro (193), para a Central de atendimento da Equatorial Maranhão (116) e, em caso de vítimas, para o Samu (192). Nunca toque ou se aproxime de cabos e fios partidos ou ao solo. Para a diversão ser completa a brincadeira deve ser com segurança.

*Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão*

Vereador Dr. José Mendes destaca que Programa REURB (Escritura na Mão) já beneficiou mais de 500 famílias em Codó

Durante a 14ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal, o vereador Dr. José Mendes usou seu espaço na tribuna para destacar o Projeto de Lei 013/2021, aprovado no ano passado pelo Legislativo, e a Lei 1.927/2021 que trata sobre a regularização fundiária do município de Codó. O Programa REURB, está sendo realizado pelo Governo Municipal para regularização fundiária de milhares de famílias. A Regularização Fundiária Urbana (REURB) é o procedimento por meio do qual se garante o direito à moradia daqueles que residem em assentamentos informais localizados nas áreas urbanas. De acordo com o parlamentar o Programa REURB (Escritura na Mão) já beneficiou mais de 500 famílias em Codó.

14ª Sessão Ordinária e levamos a tribuna tema de extrema importância para grande parte da nossa população, principalmente as famílias mais carentes, que é o programa REURB (Escritura na Mão). Um programa de grande alcance social, beneficiando as famílias que precisam ter legalizadas as suas moradias. O programa traz dignidade a classe mais humilde e justiça social. A regularização fundiária é importante para o aspecto social e econômico, o que irá gerar dividendos para o município. Com seus imóveis regularizados, os cidadãos estão conseguindo suas escrituras e poderão ter acesso a crédito para obras e melhorias em seus empreendimentos. O programa beneficia as famílias e ainda traz a geração de emprego e renda, além de impostos para receita do município e investimentos para Codó”, ressaltou o parlamentar.

Está chegando a hora! ACRIVI, SINCODÓ e Prefeitura Municipal irão promover a 2ª edição da Agro Feirinha no Parque de Exposições Walter Zaidan

A Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru promoverá a 2ª edição da Agro Feirinha ACRIVI, evento promovido pela associação em parceria com a Prefeitura Municipal de Codó, Secretaria Municipal de Agricultura e Sindicato dos Produtores Rurais de Codó. A Agro Feirinha, que já faz parte do calendário de eventos da ACRIVI, oferece ao público uma grande variedade de expositores, com produtos da Agricultura Familiar e pequenos animais vindos direto dos produtores e preços mais vantajosos para os consumidores.

“É um evento muito importante para nossa comunidade, para os produtores da agricultura familiar e para sociedade. Comprando diretamente do produtor rural nós estamos fortalecendo a economia local do município. A agricultura familiar desempenha um papel fundamental na garantia da segurança alimentar, além de preservar costumes e tradições culturais. O Agro é muito forte aqui na nossa região e precisa sempre ser valorizado”, disse Idelfonso Barros, presidente da ACRIVI.

Venha para a 2ª edição da maior Agro Feirinha da Região

A 2ª edição da Agro Feirinha ACRIVI acontecerá no dia 14 de junho no Parque de Exposição Walter Zaidan, localizado no bairro São Benedito, em Codó. Além de produtos da agricultura familiar fresquinhos e pequenos animais, negociados diretamente com produtores para o consumidor, e com um preço mais barato, o público poderá contar com uma série de ações e serviços ofertados por diversas secretarias parceiras, como atendimentos e serviços da Secretaria Municipal de Saúde, jogos e recreação promovidos pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e ações da Secretaria Municipal de Assistência Social, além de muitas apresentações culturais para o grande público.

“O objetivo da ACRIVI é continuar com o parque aberto diariamente ao público e para família codoense e também realizar uma série de eventos para a comunidade durante todo o ano, como estamos fazendo. Temos uma agenda de eventos diversos no Parque, e a nossa Agro Feirinha ACRIVI é uma delas, que terá agora sua segunda edição no dia 14 de junho. Assim como na primeira edição, esperamos um sucesso total de público e de vendas. Venha e traga sua família e aproveite os produtos da agricultura local fresquinhos, direto do produtor, muitas atrações culturais, artesanato, serviços e muito entretenimento. Venha, traga sua família, divirta-se e faça ótimas compras”, concluiu Tontonio Araújo, secretário da ACRIVI.

Para maiores informações sobre 2ª edição da Agro Feirinha ACRIVI, pelos telefones 99 991667446 (Tontonio Araújo) e Niltinho 99 98819-1121

Curso de Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo do Sistema FAEMA/SENAR/SINCODÓ forma nova turma

Na última semana o sistema FAEMA/SENAR, em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais (SINCODÓ), capacitou e formou mais uma turma. Desta vez o curso ministrado foi sobre Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo, com duração de 40 horas. Os participantes do curso foram orientados sobre a importância do Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo para o fortalecimento econômico e social da população e como estratégia de crescimento profissional.

Além de abordar as legislações específicas do Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo, o curso tratou de temas como Cidadania, Desenvolvimento social e Econômico Rural, Empreendedorismo e Noções de Gestão. Todo o conteúdo do curso é direcionado para a força das associações e das cooperativas que investem em capacitações, para que a população possa ter acesso as informações necessárias para o desenvolvimento socioeconômico.

De acordo com a coordenação do curso, através de atitudes proativas de pessoas que se unem em prol de um mesmo objetivo, no caso das Associações e Cooperativas, pequenos grupos se fortalecem e juntos alcançam o sonhado crescimento. “O curso Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo Rural tem como objetivo reconhecer o histórico e a importância deste tema para o desenvolvimento social econômico no meio rural, bem como, estimular a cooperação como elemento de transformação sociocultural no agronegócio”, disse o mobilizador dos Cursos do FAEMA/SENAR/SINCODO, Elias Araújo.

“Muito importante a solicitação do curso de Associativismo, Cooperativismo e Sindicalismo, fica evidente que para o sucesso de qualquer atividade em grupos, ter conhecimento das três modalidades é muito importante. A participação e o interesse dos envolvidos em querer aprender foi muito importante para o sucesso do curso”, concluiu Iedo Barros, presidente do SINCODÓ.

Filho ataca família a pedradas e mata o pai, em Timon; mãe sobreviveu

Na madrugada desta terça-feira (4), a Polícia Civil prendeu Agnor de Freitas Pereira, de 47 anos, que teria matado o próprio pai a pedradas no bairro Parque União, em Timon, na região Leste do Maranhão.

Segundo as primeiras informações, Agnor teria deficiência mental e se tornava agressivo quando ingeria bebida alcoolica. Na última noite, ele atacou o pai Antônio Pereira Neto, de 86 anos, e também a mãe, Maria Isolina de Freitas Pereira, de 68 anos.

O pai foi o principal atingido. Ele era acamado e morreu a caminho do hospital. Já a mãe sobreviveu.

Agnor foi preso pela população ainda na residência onde o crime foi cometido e deve responder por homicídio qualificado.

G1ma

Rede de supermercados Mateus é condenada a pagar R$ 10 mi por desabamento de prateleiras

A rede de supermercados Mateus foi condenada a pagar R$ 10 milhões por danos morais coletivos em decorrência do desabamento de prateleiras em uma unidade do supermercado localizada no bairro do Vinhais.

O incidente, ocorrido em 2 de outubro de 2020, provocou a morte da funcionária Elane de Oliveira Rodrigues, de 21 anos e deixou outras oito pessoas feridas.

A sentença foi emitida no julgamento da Ação Civil Pública ajuizada pelo Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC) e pelo Instituto de Comunicação e Educação em Defesa dos Consumidores e Investidores (ICDESCA).

As instituições alegaram que as estruturas instáveis não eram segredo para ninguém, já que dois dias antes do desabamento, um funcionário da loja filmou a situação irregular, destacando que a mudança de local afetou a estabilidade.

A rede de supermercados alegou que sempre cumpriu com as normas de segurança e que não agiu com imprudência, imperícia ou negligência, alegando excludente de responsabilidade civil em razão de fato de terceiro.

O juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, destacou que o acidente foi causado por uma falha de segurança durante a transferência de uma prateleira, colocando em perigo um número desconhecido de pessoas.

Ouvido por O IMPARCIAL, o juiz Douglas de Melo esclareceu que processos individuais — relacionados a vítimas, como os feridos no desabamento — são diferentes, não sendo de responsabilidade da Vara de Direitos Difusos e Coletivos. A própria vítima deve entrar com o processo, julgado pela Vara Cível, cujo juiz decide o valor da indenização.

Conforme a sentença, a situação demonstra que o supermercado réu não cuidou adequadamente da segurança do ambiente, algo que a comunidade tinha o direito de esperar dele. Como resultado, nove pessoas ficaram feridas fisicamente, e várias outras sofreram traumas emocionais, mesmo as que não estavam presentes, devido a um serviço claramente inadequado.

Diante disso, a Justiça determinou que a empresa Mateus Supermercados S.A. pague R$10 milhões por danos morais coletivos, que serão destinados ao Fundo Estadual de Direitos Difusos, considerando a gravidade da conduta, a função pedagógica da indenização e o porte econômico da empresa ré.

* com informações do TJMA