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Joselia foi morta com um tiro nas costas em Timbiras. Principal suspeito é o companheiro da vítima. — Foto: Divulgação
Será julgado, nesta terça-feira (20), Paulo Sérgio Sousa Lima, acusado de ter matado a própria companheira na cidade de Timbiras, a cerca de 200 km de São Luís.
A vítima, identificada como Josélia da Silva Gomes Araújo, foi morta um tiro de espingarda no dia 1º de março de 2020, no Riacho dos Vianas, localidade rural de Timbiras. A vítima e o denunciado viviam juntos há 4 anos, tendo uma filha de um ano e 11 meses.
Segundo o inquérito policial, no momento em que atirou contra a companheira, Paulo Sérgio também atingiu a filha do casal, que estava nos braços da mãe. O disparo deixou sequelas na criança, como a incapacidade para as ocupações habituais.
As investigações apontam que o crime teria sido motivado por ciúmes, sendo que Paulo Sérgio, sem nenhuma discussão aparente, disparou contra a própria mulher, que morreu na madrugada do dia 2 de março, no Hospital Regional de Timbiras (HRT), por causa da gravidade da lesão. Antes de morrer, Josélia teria falado à mãe que Paulo Sérgio estava com ciúmes e, após atirar nela, saiu dizendo “é desse jeito que eu faço”.
O denunciado fugiu, levando consigo a arma do crime. Mas, atualmente, ele encontra-se preso.
O réu será julgado nesta terça, pelo Tribunal do Júri da comarca de Timbiras. A sessão será presidida pelo juiz Pablo Carvalho e Moura. O julgamento será realizado na Câmara de Vereadores de Timbiras. Na defesa de Paulo Sérgio atuará o advogado Pedro Gustavo Rocha Vilarinho, nomeado pelo juiz. Já a acusação ficará a cargo do promotor de Justiça Carlos Augusto Soares, titular de Codó e respondendo por Timbiras.
Outro julgamento
Também será julgado, pelo Tribunal do Júri da comarca de Timbiras, o réu Giovane Cantanhede da Mota, acusado de prática de crime de homicídio, que teve como vítima Antônio Max de Andrade.
O julgamento será realizado na quarta-feira (21), com a sessão presidida pelo juiz Pablo Carvalho e Moura e atuando na acusação o promotor de Justiça Carlos Augusto Soares. Na defesa do réu atuará o advogado Jocundo Ferreira Franco Filho, também nomeado pelo juiz.
Segundo o inquérito policial, Giovane Cantanhede está sendo acusado de, junto com outro homem identificado como Edson Laio da Silva, ter matado Antônio Max Andrade Pinto, em 26 de agosto de 2019. O crime aconteceu na entrada da ponte sobre o Rio Itapecuru, em Timbiras.
O motivo teria sido uma dívida com entorpecentes que a vítima possuía com os denunciados. A denúncia relata que a vítima disse à esposa que estava sofrendo ameaças por não conseguir pagar a dívida. Os dois chegaram em uma motocicleta e atiraram em Antônio, que foi socorrido, mas não resistiu e morreu.
G1ma
